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Menstruação – Tire suas dúvidas!

 

 

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Bem, este post é dedicado as garotas e garotos que me enviam emails perguntando sobre sexo, menstruação, mudanças no corpo.Acredito que este texto pode esclarecer muitas dúvidas. Leiam!

1. O que é menstruação?

Quando a mulher não engravida, o organismo expele o óvulo que estava no útero e não foi fecundado. Com ele, vai o endométrio, a camada que reveste o útero.

2. Quanto sangue uma garota perde durante a menstruação?

Os médicos calculam uma média de 80 ml, menos da metade de um copo de requeijão.

3. O sangue da menstruação é sempre vermelho?
Nos dias em que o fluxo é menor, o sangue fica marrom como borra de café; quando aumenta, pode adquirir um tom vermelho-vivo. E, nos dias em que o fluxo é muito intenso e sai em forma de pequenos coágulos, fica cor de vinho.

4. Menstruação tem cheiro?
O sangue não tem cheiro. Mas quando passa pelo canal da vagina entra em contato com bactérias e ganha um odor característico. Se ele é muito ruim, pode indicar alguma infecção.

5. Por onde sai o sangue de quem é virgem?
O hímen tem um orifício capaz de dar vazão ao sangue.

6. Posso fazer ginástica?
Pode. “O exercício libera endorfina, que funciona como um analgésico natural”, diz Márcia Gaspar Nunes, do departamento de ginecologia da Universidade Federal de São Paulo.

7. Posso transar menstruada?
Pode. Como a vagina fica lubrificada demais, a sensação de contato entre o pênis e a vagina diminui. Menstruada ou não, tem que usar camisinha.

8. Há o risco de engravidar?

“Casos assim só aparecem em livros”, diz Mara Diêgoli, da clínica ginecológica do Hospital das Clínicas de São Paulo. Isso significa que existe a possibilidade, mas ela é raríssima.

9. É verdade que, na piscina, o sangue não desce?
O que acontece é que a água, se estiver gelada, contrai os vasos, o que dificulta a vazão do sangue. Quando você sair da água, tudo volta ao normal.

10. Quem toma pílula também menstrua?
A única diferença é que quem toma pílula não expele o óvulo durante a menstruação. A quantidade de sangue e as cólicas também diminuem.

11. Tomar pílula sem intervalo interrompe a menstruação?

Sim. Se a idéia é atrasar a menstruação por causa da viagem de formatura, não há problema, mas não é para fazer isso a toda hora. “O corpo da adolescente está aprendendo a menstruar. Não é bom interromper”, avisa Iara Linhares, ginecologista da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Conte os dias no calendário

12. Qual a idade certa para ficar menstruada?

Entre 9 e 14 anos. Se, aos 14, a menina ainda não tem seios desenvolvidos ou pêlos no púbis e nas axilas, é bom investigar.

13. Quanto tempo dura o ciclo menstrual?

De 25 a 35 dias. Mas a maioria das mulheres tem ciclos de 28 dias. Conte a partir do primeiro dia da menstruação até o último dia antes de descer de novo.

14. Quando o ciclo fica regular?
De seis meses a dois anos depois da primeira menstruação.

15. É normal a menstruação atrasar muito?

Só nos dois primeiros anos após a primeira menstruação. Nessa fase, é possível ficar até 12 meses sem menstruar. Mas atraso menstrual também pode ser indício de gravidez ou de algum problema com os seus hormônios.

16. Quantos dias dura a menstruação?

De 3 a 5 dias. Pode durar um pouco mais, desde que o fluxo diminua.

75% das adolescentes sofrem de cólica. 15% delas não consegue nem ir à escola por causa da dor.

De olho nos absorventes

17. Quantos absorventes devo usar por dia?

Depende da garota. Tem gente que gosta de trocar a toda hora. Em média, o ideal é trocá-lo de três a quatro vezes por dia, mesmo nos dias de fluxo intenso. Se eles ficam encharcados e é preciso trocá-los mais de seis vezes no mesmo dia, é sinal de que há algo errado.

18. Absorvente dá alergia?
Algumas garotas sentem coceira quando usam determinado absorvente. A solução é trocar a marca até encontrar uma que não cause irritação. Se não der certo, coloque algodão entre a pele e o absorvente.

19. Menina virgem pode usar absorvente interno?
Pode. O hímen tem um orifício por onde passa o absorvente. “Mas tem que colocar com cuidado: a menina pode provocar pequenas rachaduras na pele do hímen e não perceber, porque já está sangrando”, avisa a ginecologista Mara Diêgoli. Nesses casos, Mara recomenda os absorventes internos do tipo míni ou teen. E, se a menina não consegue colocá-lo de jeito nenhum, não deve insistir: deve procurar orientação médica.

20. Posso dormir com o absorvente interno?

De jeito nenhum. Absorvente interno deve ser trocado a cada três ou quatro horas, no máximo. O sangue é um meio perfeito para a reprodução de bactérias. O risco de infecções é alto.

21. E se eu transar de absorvente interno?
Na hora da transa, o canal da vagina aumenta de tamanho (de 7 cm para 10 cm). Se o garoto não perceber o absorvente (o o.b. ocupa cerca de 5 cm da vagina), vai empurrá-lo para dentro e pode até machucar. Por isso, mesmo que o amasso esteja quente, peça licença, vá ao banheiro e tire o absorvente.

22. E se o fiozinho ficar preso lá dentro?
Lave as mãos, lubrifique o polegar e o indicador com vaselina e introduza-os na vagina. Se não conseguir retirá-lo, tem que ir ao médico.

23. O que acontece se alguém esquecê-lo na vagina?
As bactérias da flora vaginal vão se reproduzir loucamente. O primeiro sinal é um cheiro ruim. Em seguida, dores e febre. Se mesmo assim a menina não se ligar, a infecção pode se espalhar pelo corpo todo e até causar a morte.

Dias de fúria

24. Cólica é igual a TPM?

Não. A menina tem cólica quando já está menstruada. Os sintomas da TPM aparecem até 15 dias antes da menstruação e desaparecem, como mágica, assim que ela desce.

25. Existe alguma receita caseira para combater a cólica?
“Chás quentes ou bolsas de água quente podem ajudar”, explica Márcia Gaspar Nunes, ginecologista. Mas, se quiser combater a causa do problema, tem que tomar remédios. Os mais indicados são antiinflamatórios não-hormonais (como o Ponstan) ou antiespasmódicos (como Buscopan e Atroveran). “Evite medicamentos com ácido acetilsalicílico (como Aspirina), que aumentam o fluxo sangüíneo”, acrescenta Cláudia.

26. Só adolescente tem cólica?
Não. Mas elas costumam ser mais freqüentes e intensas durante a adolescência até os 25 anos.

27. Menstruação dá diarréia?
Algumas meninas podem ter diarréia na menstruação. O útero libera uma substância chamada prostaglandina, que provoca contrações musculares – por isso a cólica – e também pode alterar o trânsito intestinal.

28. Como saber se eu tenho tensão pré-menstrual?

Se essas mudanças de humor, irritação ou depressão só aparecem dias antes da menstruação e desaparecem no dia em que você fica menstruada, pode ser TPM. Inchaço e dor nos seios, dor de cabeça, inchaço na barriga e uma vontade louca de comer doces também são sintomas. Na adolescência, a TPM é menos freqüente que em mulheres adultas. Uma pesquisa do Hospital das Clínicas de São Paulo apontou que apenas 2,9% das meninas entre 10 e 19 anos sentiam a TPM em sua forma mais intensa. 48,3% não tinham nenhum sintoma do problema.
4 maneiras de lidar com a TPM

1. Vá dar um rolê de bike, caminhar no parque ou suar na aula de aerofunk. Exercícios reduzem a tensão, a depressão e melhoram a auto-estima.

2. Evite café ou refrigerantes do tipo “cola”. A cafeína é um estimulante e pode piorar a TPM.

3. Tente ingerir menos sal, para reduzir a retenção de líquidos. E consuma alimentos que ajudam o organismo a eliminar água, como morangos, melancia, alcachofra, aspargo, salsa e agrião.

4. Procure comer alimentos ricos em vitamina B6 (soja, melão, arroz integral, ovos, aveia, amendoim e nozes), vitamina E (soja, óleos vegetais, nozes, couve-de-bruxelas, verduras, cereais integrais e ovos) e magnésio (figo, amêndoas, vegetais verde-escuros, banana e frutos do mar). Eles ajudam a aliviar os sintomas da TPM.

fonte-http://capricho.abril.com.br

Poderoso chá verde

 

Há algum tempinho, sou adepta ao chá verde… Por acreditar no poder de emagrecimento, nos benefícios pra minha saúde e também porque as vezes tira minha ‘fome’. Aliás, deixo me explicar. ele não chegar a tirar meu apetite, mas tira minha ansiedade {aquela que faz a gente devorar doces e mais doces desnecessários sem ter fome realmente}. Então separei uma reportagenzinha pra vocês se informarem um pouco mais!
 

 

 

1. O chá-verde realmente pode ajudar a emagrecer?
Sim, porque contém catequinas, substâncias termogênicas. Os compostos termogênicos contidos no chá-verde estimulam o metabolismo em até 4%, aumentando o gasto energético durante o metabolismo (“queima”) de gorduras.

 

 

 

2. É melhor consumi-lo in natura (com folhas secas compradas no mercado) ou as versões industrializadas também trazem os mesmos benefícios?
É melhor in natura. Além disso é melhor prepará-lo em casa e não guardar na geladeira para outro dia. O que for feito no dia, tomar no dia. O ideal é preparar na hora de tomar. {o efeito ‘passa’ após 24h do horário de preparo… Os princípios ativos do chá perdem a eficácia. E aah! O ideal é não adoçar}
 

 

3. Qual a quantidade de consumo ideal diária?
Não existe uma “recomendação oficial” quanto ao consumo. Há uma sugestão de consumo (do American Dietetic Association) de 4 a 5 xícaras/dia.
 

 

4. Qual o melhor horário para consumir o chá-verde?
Os melhores horários são nos intervalos entre as refeições, para não interferir na absorção de outros nutrientes. {meia hora antes e depois de comer, eu recomendo}
 

 

5. O efeito pode ser notado em quanto tempo?
Se for o efeito em relação ao emagrecimento, isto é muito variável, depende de diversos fatores individuais. Pessoas mais jovens, por exemplo, emagrecem mais rapidamente que os idosos. Os homens também tendem a emagrecer mais rápido do que as mulheres. Mas ao menos dois meses, em média, são necessários para que os efeitos comecem a aparecer. {o importante é combinar equilíbrio na alimentação + exercícios + chá verde}

 

Emília Ishimoto, nutricionista e professora da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS).

 

 

Mais uma coisinha. Recomendo o chá verde em doses moderadas, e nunca muito tarde {geralmente tomo até 16h}! Por conter cafeína, ele pode tirar o sono… {e ninguém merece acordar com olheiras horrendas!}. Então é isso, espero que gostem do ‘momento saúde’ de hoje… haha

Cólica menstrual (Dismenorreia)

verdades sobre as cólicas menstruais

Cólica menstrual, ou dismenorreia, é uma dor pélvica provocada pela liberação de prostaglandina, substância que faz o útero contrair para eliminar o endométrio (camada interna do útero que cresce para nutrir o embrião), em forma de sangramento, durante a menstruação, quando o óvulo não foi fecundado.

Mais ou menos 50% das mulheres sentem cólicas menstruais em alguma fase da vida.

A dismenorreia pode ser primária ou secundária. Primária, quando a causa é o aumento na produção de prostaglandina pelo endométrio, e secundária, quando resultante de alterações patológicas no aparelho reprodutivo (endometriose, miomas, tumores pélvicos, fibromas, estenose cervical, etc.).

Sintomas

O principal sintoma é a dor em cólica no baixo ventre, de intensidade variável, que se irradia para as costas e membros inferiores, durante a menstruação. É uma dor aguda e intermitente, às vezes incapacitante, com curtos períodos de acalmia. Quando muito forte, pode estar associada a outros sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça e nas mamas, inchaço.

Diagnóstico

É importante estabelecer o diagnóstico diferencial entre a dismenorréia primária e secundária para conduzir o tratamento adequado. Além do levantamento da história clínica, exames de laboratório e de imagem ajudam nesse processo.

Tratamento

Mulheres com cólicas menstruais primárias, em geral, se beneficiam com a adoção de algumas medidas, como a prática de exercícios aeróbicos que ajudam a liberar endofirna, aplicação de calor local e dieta rica em fibras. Quando a dismenorreia é secundária, pode ser necessário recorrer ao tratamento cirúrgico.

Nos dois casos, há o recurso do uso de medicamentos antiinflamatórios não-esteróides para alívio da dor. Esse uso, porém, não deve ser indiscriminado: exige acompanhamento médico.

Como os hormônios contidos nos anticoncepcionais provocam atrofia do endométrio, local de produção da prostaglandina, a pílula está indicada nos casos de dismenorreia primária para mulheres com vida sexual ativa que não desejam engravidar.

Recomendações

* Evite levar vida sedentária. Exercícios aeróbicos moderados ajudam a aliviar a dismenorreia primária;

* Coloque uma bolsa de água quente sobre a região abdominal, quando estiver com cólica menstrual;

* Não ingira alimentos que retardam o trânsito abdominal ou provocam fermentação, especialmente no período pré-menstrual;

* Beba bastante água;

* Não se automedique. Procure assistência médica. É importante estabelecer um diagnóstico diferencial entre a dismenorreia primária e secundária para selecionar o melhor tratamento.

FONTE-http://drauziovarella.com.br/

O que é Corrimento vaginal?

Sinônimos: Secreção vaginal

O corrimento vaginal se refere às secreções da vagina. Esse corrimento pode variar em:

  • Consistência (espesso, pastoso, ralo)
  • Cor (límpido, turvo, branco, amarelo, verde)
  • Odor (normal, inodoro, mau cheiro)

Considerações

Ter uma determinada quantidade de corrimento vaginal é normal, principalmente se você estiver em idade fértil. As glândulas do colo do útero produzem um muco transparente. Essas secreções podem se tornar brancas ou amarelas quando expostas ao ar. Elas são variações normais.

A quantidade de muco produzida pelas glândulas do colo uterino varia durante o ciclo menstrual. Isso é normal e depende da quantidade de estrogênio em circulação no corpo. Também é normal que as paredes da vagina liberem algumas secreções. A quantidade depende dos níveis de hormônio no corpo.

O corrimento vaginal que muda de repente de cor, cheiro ou consistência, ou que aumenta ou diminui de volume de forma significativa, pode indicar um problema subjacente, como uma infecção.

Causas

As seguintes situações podem aumentar o volume de corrimento vaginal normal:

  • Estresse emocional
  • Ovulação (a produção e liberação de um óvulo do ovário na metade do ciclo menstrual)
  • Gravidez
  • Excitação sexual

O corrimento vaginal anormal pode ser devido a:

  • Vaginite atrófica (vista em mulheres na menopausa, que têm baixos níveis de estrogênio)
  • Vaginose bacteriana – as bactérias que normalmente vivem na vagina aumentam em quantidade, provocando um corrimento cinza com cheiro de peixe que piora depois do ato sexual. A vaginose bacteriana geralmente não é transmitida sexualmente.
  • Câncer cervical ou vaginal (raramente uma causa de corrimento excessivo)
  • Clamídia
  • Vaginite descamativa e líquen plano
  • Absorventes internos esquecidos ou corpo estranho
  • Gonorreia
  • Outras infecções e doenças sexualmente transmissíveis
  • Tricomoníase
  • Candidíase vaginal

Cuidados em casa

Para ajudar a prevenir e tratar o corrimento vaginal:

  • Mantenha a área genital limpa e seca.
  • Não use ducha vaginal. Embora muitas mulheres se sintam mais limpas ao utilizar a ducha vaginal após a menstruação ou após relações sexuais, ela pode até piorar o corrimento vaginal, pois remove a camada bacteriana saudável que protege a vagina de infecções. Pode também causar infecções no útero e nas tubas uterinas e nunca é recomendável.
  • Use uma pomada ou supositórios vaginais de venda livre contra a cândida, se você souber que tem candidíase.
  • Consuma iogurte probiótico ou use tabletes de Lactobacillus acidophilus quando estiver sob o uso de antibióticos para prevenir a candidíase.
  • Use preservativos para evitar se contaminar ou disseminar doenças sexualmente transmissíveis.
  • Evite usar talco, perfumes ou sprays de higiene feminina na área genital.
  • Evite vestir calças ou shorts muito apertados, que podem causar irritações.
  • Use roupas íntimas de algodão ou meias-calças com forro de algodão. Evite roupas íntimas feitas de seda ou nylon, pois esses materiais não são muito absorventes e restringem a passagem de ar. Isso leva ao aumento de suor na região genital, provocando uma irritação.
  • Prefira absorventes externos aos internos.
  • Se for diabética, mantenha sua glicemia controlada.

Se o corrimento for causado por uma doença sexualmente transmissível, seu parceiro (ou parceiros) sexual também deverá ser tratado, mesmo que não apresente sintomas. O não tratamento dos parceiros pode fazer com que a infecção retorne continuamente levando a uma doença inflamatória pélvica ou à infertilidade.

Mais sobre Corrimento vaginal

Ligue para o médico imediatamente se:

  • Seu corrimento estiver associado à febre ou dor pélvica ou abdominal.
  • Tiver sido exposto a um parceiro sexual com gonorreia, clamídia ou outra doença sexualmente transmissível.
  • Tiver aumento na sede ou no apetite, perda de peso inexplicável, frequência urinária aumentada ou fadiga (esses podem ser sinais de diabetes).

Também ligue se:

  • Uma criança tiver corrimento antes de chegar à puberdade.
  • Achar que seu corrimento pode estar relacionado a um medicamento.
  • Achar que pode ter uma doença sexualmente transmissível ou que pode ter sido exposto.
  • Seus sintomas piorarem ou durarem mais de uma semana, apesar das medidas de cuidado caseiro.
  • Tiver bolhas ou outras lesões na vagina ou na vulva (órgãos genitais externos).
  • Tiver ardor para urinar ou outros sintomas urinários – você pode ter uma infecção do trato urinário.

Na consulta médica

O médico preparará seu histórico médico e fará um exame físico, incluindo o exame pélvico.

As perguntas do histórico médico poderão incluir:

  • Quando a alteração ou o corrimento vaginal anormal começou?
  • Você tem o mesmo tipo e a mesma quantidade de corrimento vaginal durante todo o mês?
  • Qual é a aparência do corrimento (cor e consistência)?
  • Tem cheiro?
  • Você sente dor, coceira ou ardor?
  • Seu parceiro sexual também tem secreção?
  • Você tem vários parceiros sexuais ou parceiros que você não conhece muito bem?
  • Que tipo de método contraceptivo você utiliza?
  • Você usa preservativos?
  • Existe algo que alivie o corrimento?
  • Você experimentou pomadas de venda livre? Elas ajudaram?
  • Você usa ducha vaginal?
  • Você tem outros sintomas como dor abdominal, prurido vaginal, febre, sangramento vaginal, erupção, verrugas ou lesões vaginais ou alterações da micção, como dificuldade para urinar, dor ou sangue na urina?
  • Que medicamentos você toma?
  • Você tem alguma alergia?
  • Você mudou recentemente de sabão em pó ou sabonete?
  • Você usa roupas muito apertadas frequentemente?
  • Quando foi seu último exame de Papanicolau? Alguma vez seu exame de Papanicolau foi anormal?

Os exames de diagnóstico que podem ser realizados incluem:

  • Culturas do colo do útero
  • Exame do corrimento vaginal no microscópio
  • Papanicolau

O tratamento depende da doença subjacente. Supositórios, pomadas ou antibióticos podem ser receitados. Podem ser necessários medicamentos por via oral para tratar determinadas infecções por fungos ou tricomoníase. Seu parceiro sexual também pode necessitar tratamento.

Fonte-http://www.minhavida.com.br/saude

Sorrir é bom demais!

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Somos mulheres batalhadoras e temos diversos papéis sociais a exercer: executiva, esposa, mãe, dona de casa… e em muitos dos nossos dias, enquanto alteramos nossos papéis, procuramos nossa felicidade. Pois, a correria está árdua, o corpo cansado, o tempo é escasso… e a felicidade, onde ela está? Ela realmente existe? Nós a desejamos, lutamos por ela, invejamos aqueles que a possuem. Acreditamos que seja indefinível e efêmera, que seja só uma questão de ficar mais rica, mais magra, mais velha ou mais jovem, casar-se ou divorciar-se, ter um bebê ou uma babá, encontrar um bom emprego ou livrar-se de um ruim…

Mas o tipo de felicidade do qual estamos falando – o tipo que está na sabedoria e não desaparece quando as coisas ficam difíceis – está a nosso alcance e não tem custo algum. É um recurso natural – e é seu por direito.

Há pessoas que já nascem sorrindo, mas a maioria de nós tem que batalhar por isso. O que requer aprender algumas técnicas novas e desaprender alguns velhos hábitos mentais – mas as boas novas da ciência e da psicologia revelam que o humor é maleável e a felicidade é sua, por escolha.

Desde que Freud ajudou a apagar a expectativa de felicidade do horizonte ocidental, quando declarou que o máximo que poderíamos esperar era a transformação de uma penúria histérica em infelicidade comum, muitos de nós fomos levados a concluir que felicidade, de alguma forma, está além do nosso alcance, é uma hipótese ingênua, algo por que lutar, mas verdadeiramente um sonho impossível.

Acontece que Freud estava errado. Descobertas recentes em psicologia, neurologia e química – com o suporte de práticas orientais como a meditação – revelaram que a felicidade é atingível. Sabemos hoje que o cérebro pode mudar. Os cientistas chamam esta descoberta de neuroplasticidade, uma ideia revolucionária que ajudou a promover – junto com a psicologia positiva – uma ciência da felicidade.

Uma década atrás, Daniel Goleman escreveu em “Destructive Emotions”, que “o dogma em neurociência era que o cérebro era imutável pelas experiências da vida”, a pesquisa científica focava principalmente nos estados emocionais negativos. A recente mudança na ênfase de “o que há de errado conosco” para “o que está certo”, finalmente trouxe a felicidade para a discussão.

Queremos saber como funciona a felicidade. Por que a felicidade parece, às vezes, tão fora de alcance? Quando a minha felicidade se torna a dor do outro? Felicidade é um destino ou uma escolha, o que nos fará felizes? E, finalmente, num mundo com tanta revolta, incerteza, luta e injustiça, como poderemos ser profundamente felizes? Que definição de felicidade é suficiente para abranger todas essas questões?

Bem, sabe-se que cada um de nós nasceu com um nível genético para designar a nossa felicidade. Os especialistas o chamam de Bem Estar Subjetivo (B.E.S.). Sendo assim, a ideia de inferno para você pode ser a de paraíso para mim. Por isso que pessoas sem-teto em Calcutá são menos infelizes que os sem-teto da Califórnia, porque elas têm um senso de comunidade mais forte.

Um estudo feito por cientistas com ganhadores da loteria e paraplégicos, respeitadas as devidas circunstâncias, obteve resultados surpreendentes. Os ganhadores da loteria apresentaram níveis de felicidade que não diferiam significativamente de um grupo de controle. E os paraplégicos, mesmo menos felizes, não eram tão infelizes quanto esperávamos.

Como os italianos, que têm oito palavras para amor, nós precisamos de mais sentidos para felicidade. A vida é muito complexa, nós sabemos muito, há muita dor para ser satisfeita. Não podemos ter uma idéia ingênua do que é ser feliz e ser humano.

Naturalmente, há dias em que um emprego é só um emprego, e as discrepâncias profissionais (salários, políticas corporativas, oportunidades, etc…) não podem ser negadas, mas cuidar do nosso próprio trabalho ao invés de ficar se comparando com os outros nos faz mais felizes.

No final das contas, felicidade é uma escolha – a moldura através da qual escolhemos enxergar a vida. Quanto maior a moldura, mais vívida a pintura. Quanto mais nos lembrarmos de que a vida é um presente – que tudo muda, e nós não estamos no controle – mais forte a nossa sensação de bem estar se torna. A felicidade pode resistir às adversidades da vida, só o que precisamos é de sabedoria.

De bem com a vida

Como costumo dizer em minhas palestras: se você deseja ser feliz por uma hora, tire um cochilo; se deseja ser feliz por um dia, saia para pescar; se deseja ser feliz por um mês, case-se; se deseja ser feliz por um ano, ganhe na loteria; mas se você quer ser feliz a vida inteira, faça alguém feliz.

Colunista do Vila Sucesso e Vila Equilíbrio, Leila Navarro é palestrante motivacional e comportamental, além de ser empresária e Presidente do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Capital Humano.

HPV

Imagem com enquadramento entre o final dos seus até a area superior do joelho, segurando uma toalha apenas com mão direita o cobrindo a sua vagina despida (foto preto e branca)

Sabe o que é?

Pois deveria, camarada.

O HPV é um vírus capaz de provocar, inicialmente, microscópicas lesões de pele ou mucosa.

Na maior parte dos casos, tais lesões têm crescimento limitado e geralmente regridem espontaneamente.

No entanto, às vezes, o vírus se transforma em câncer no colo do útero e causa um tremendo estrago.

E nem adianta ir assobiando e saindo de fininho, mocinha.

Falo justamente para você.

Veja só: segundo dados do Instituto Nacional de Câncer, entre 50% e 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV, em algum momento de suas vidas.

Um número pra lá de significativo, concordemos.

Por motivo que desconheço, o HPV não é muito popular.

Quase ninguém fala, quase ninguém sabe, quase ninguém viu.

Eu mesma, que tenho curso superior completo, acesso à informação e muitos outros atributos que me candidatam a ser considerada alguém intelectualmente ativa, só tinha ouvido falar superficialmente do dito.

Sabia que existia uma doença com este nome, e aqui terminava meu número de informações sobre o assunto.

Até que num belo dia do ano de 2006, chocada, descobri que eu tinha HPV.

Engraçado como nunca pensamos que qualquer coisa vá um dia acontecer com a gente.

Mas acontece.

Não é  só com Os Outros, acredite.

E não: grupos de risco não existem mais, e tem tempo.

Isso significa, cara leitora, prezado leitor, que você, sua irmã, seu sobrinho e até sua tia-avó podem estar com o vírus ali, bem quietinho e há muito tempo, e sequer imaginar que isso é possível.

É que o HPV é um vírus cretino.

Pois, se você enxergá-lo, é porque a coisa já complicou.

Ele não causa NADA, absolutamente.

Nem dor, nem coceira, nem corrimento, nem sintoma nenhum.

Apenas fica ali, na dele, como quem não quer nada.

Até que um dia, e se por azar seus anticorpos não o expulsarem dali, vira câncer.

Considero importante assinalar que 99% (sim, noventa e nove por cento) dos casos de câncer do colo de útero estão diretamente relacionados ao HPV.

E todo ano, mais de sete mil mulheres morrem no Brasil em decorrência deste tipo específico de câncer.

Por isso, amiga, vá o quanto antes fazer um exame chamado Papanicolau.

É ele quem vai lhe mostrar se você também faz parte destas estatísticas.

O tratamento é simples, e nem dói.

E caso se confirme, além de se tratar não esqueça de pedir ao seu parceiro que procure um urologista e busque fazer os exames necessários também.

Apesar de não existirem estudos conclusivos, no homem o HPV pode causar câncer de pênis – além do que, por mais que o vírus seja consideravelmente mais cruel para elas do que para eles, os homens, se infectados e não tratados, continuarão a passar o vírus indiscriminadamente, mundo afora.

Por isso é  tão importante que tanto homem quanto mulher busquem descobrir se não estão hospedando um vírus que, apesar da pouca popularidade, é um verdadeiro e silencioso vilão.

Para saber mais informações, acesse a página de perguntas e respostas sobre o vírus do site do Instituto Nacional do Câncer (Inca) e procure um médico.

Agora.

Texto de : Jana Lauxen

Psicoterapia faz bem, obrigada!

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Fico estupefata que, mesmo estando no século 21, com uma gama de informações extraordinária disponivel, ainda haja tanto preconceito e mal entendido sobre o que seja e para quem seja psicoterapia.
Existe ainda grande resistência por parte das pessoas – mesmo por aquelas que buscam sites, livros ou qualquer outro veículo de auto-ajuda – sobre o fato de entrarem num processo de psicoterapia.

O que ocorre comumente é uma pseudo-precupação, onde a grande ânsia é apenas em tirar a angústia, a ansiedade, o mal estar ou qualquer outro sintoma e não em resolver, efetivamente, o que causa tais sintomas.
Quando sugiro para alguém que seria bom que fizesse psicoterapia sempre vem aquela pergunta: “Você acha?…”, juntamente com aquele olhar interrogativo como que completando a pergunta “… que eu preciso?” Como se houvesse na minha indicação alguma insinuação de que a pessoa é louca ou coisa parecida.

E devido a este preconceito a pessoa vai se arrastando pela vida e arrastando as situações em que vive, sem conseguir resolvê-las com eficácia e a seu favor.
Eu até entendo que o que está por trás deste preconceito em relação à psicoterapia é o medo do encontro consigo próprio, de encarar-se e, consequentemente, de perceber os seus equívocos e suas ilusões sobre si mesmo. Sei também que, além disso, a maioria das pessoas não foi educada para se perceber e se levar a sério (a nossa cultura ainda tem dificuldade em olhar uma criança como alguém perceptivo!).

Outro grande problema que impede as pessoas de ir na busca do processo de psicoterapia é a baixa disponibilidade para si próprio – justamente por não se levarem a sério e às suas reais necessidades.
É difícil a pessoa colocar-se disponível para si mesmo, pois tem receio de cortar os fios da teia na qual está preso por tem medo de cair num vazio maior no qual já sente estar. Por isso, cria justificativas lógicas e plausíveis (racionalizações) que, na maioria das vezes, a coloca como vítima da própria vida, sem se dar conta da sua cota de responsabilidade sobre a mesma.
Existe por parte das pessoas, de uma forma geral, uma séria dificuldade em entender que psicoterapia é algo que tem como função ajudá-las no processo natural da vida, que é se desenvolver. Então, assim, ainda existe um certo constrangimento quanto ao porquê da necessidade da psicoterapia.
Nascemos com um “projeto de vida”, que muitas pessoas chamam de “destino”. E qual seria este senão o próprio desenvolvimento da consciência e o colaborar no desenvolvimento da nossa própria espécie?
Queiramos ou não esses desenvolvimentos acontecem (da consciência e da espécie) da mesma forma que o desenvolvimento físico também se dá.

O processo de psicoterapia ajuda no curso natural do desenvolvimento da consciência, elevando-a mais rapidamente e, muitas vezes, além da média; eliminando, desta forma, o sofrimento e as angústias vividas ao longo da vida. Isto não significa que não haverão mais problemas, mas, sim, que a pessoa aprende a lançar um novo olhar sobre si e sobre a vida, proporcionado-se satisfatória saúde emocional e boa qualidade de vida.

A psicoterapia é a possibilidade de encontrar-se com seu verdadeiro Eu – que Jung chamou de Self. É a possibilidade de desmanchar as ilusões e as racionalizações sobre seus comportamentos, além de poder compreender as reais motivações que os geraram. É a possibilidade de redirecionar positivamente o fluxo de energia da vida – que na maioria das vezes está represado ou canalizado para situações que são negativas ou até mesmo destrutivas e não proporcionam a verdadeira sensação de bem estar e realização pessoal. É a possibilidade de sair da teia, um emaranhado de fios de “verdades absolutas” estabelecidas (que não o foram, necessariamente, por si próprio e sim, muitas vezes, “herdadas” da família, via educação).
Normalmente, quando essas “verdades” são herdadas e vividas, ou a pessoa segue-as na íntegra, ou faz exatamente o contrário, por assim acreditar que está seguindo o próprio caminho (o que não é verdade, pois os parâmetros continuam sendo os familiares); sobrando a sensação de insatisfação e de vazio constante.

Acredito no trabalho da psicoterapia, justamente porque também já estive do “lado de lá” – no meu próprio processo de psicoterapia – além do meu trabalho como profissional, onde sou testemunha do bem que este processo de desenvolvimento da autoconsciência promove na qualidade de vida de uma pessoa.
Por isso, acredito que psicoterapia é uma modalidade de processo de autoconhecimento que serve para todos, em larga escala, sem restrição de idade ou crença.
A psicoterapia promove ampliação e expansão da consciência sobre si mesmo – elevando o nível de autoconsciência – sobre seu verdadeiro Eu – e, consequentemente, sobre suas reais necessidades e motivações.
Essa ampliação e expansão da consciência levam a um caminho de luz; pois, consciência é exatamente isso: Luz.
Enquanto que quando vivemos ignorantes de nós mesmos (sem o sabermos!), vivemos nas sombras, se não, na própria escuridão; andando pela vida como sonâmbulos, com comportamentos – movimentos, ações e reações – “no automático”.

A psicoterapia é o caminho para o desenvolvimento da luz na própria vida, ou seja, serve como canal para que a pessoa descubra dentro de si todo um potencial ainda desconhecido de si mesma e, a partir daí, aplicá-lo na própria vida. Afinal, só podemos utilizar o que sabemos que temos!
Apenas quando descobrimos nossos potenciais podemos administrar com tranqüilidade nossas limitações individuais e nos aproximar de nós, enquanto seres humanos que somos.
Apenas quando dissipamos nossos equívocos e ilusões sobre nós mesmos é que podemos nos levar a sério e aí, sim, colocamo-nos à nossa disposição – nos tornamos auto-disponíveis e mais abertos para a vida e para as pessoas.
Apenas quando conhecemos nossos recursos (tesouros escondidos!), conseguimos tranqüilizar nossa a ansiedade, eliminando o medo do futuro.
Apenas quando podermos olhar nos nossos olhos – sem medo do que encontraremos no fundo deles – é que conseguiremos viver uma vida mais pessoal e plena, com aplicação adequada dos nossos melhores recursos, proporcionando-nos uma real e boa qualidade de vida, impregnada de amor e respeito.
E com isso todos ganhamos: nós mesmos, as pessoas à nossa volta e a própria humanidade, da qual fazemos parte.

Então, sob este prisma, como alguém pode sequer pensar que psicoterapia é “coisa pra louco”??

Fonte: Somos Todos Um

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O que é vaginite?

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Vaginite é uma inflamação dos tecidos da vagina. Quando a vulva (camada de pele que recobre a abertura da vagina) também inflama chama-se vulvovaginite.

A vaginite pode ocorrer em mulheres de todas as idades.

Como ocorre?

A vaginite pode ser causada por diversos organismos que infectam a vagina e também por substâncias irritantes, tais como o sabonete ou talco.

Alguns microorganismos que causam a vaginite são sexualmente transmissíveis. São exemplos desses microorganismos que infectam a vagina:

– Um fungo chamado Candida albicans produz um corrimento espesso e esbranquiçado.
– Um protozoário (uma classe de animais microscópicos) denominado Tricomonas vaginalis que causam um corrimento vaginal espumoso e mal cheiroso.
– O crescimento exagerado de uma bactéria que normalmente é encontrada na vagina saudável pode gerar um corrimento mal cheiroso que lembra peixe estragado.

A vaginite também pode ser causada devido ao estresse psicológico, má higiene e vários outros irritantes, incluindo:

– preservativos e diafragmas.
– cremes, espumas e gel espermicida.
– Produtos de higiene íntima, tais como desodorantes íntimos ou talcos.
– Duchas
– Roupas que retém a transpiração tais como meia-calça de nylon e semelhantes.
– Absorventes internos
– Objetos eróticos
– Lesão física da área da vagina.

Às vezes a causa da vaginite é desconhecida.

Quais são os sintomas?

O sintoma principal da vaginite é o excesso de umidade ou um corrimento de aspecto amarelado na vagina. Um tipo de corrimento leitoso é considerado normal em mulheres de todas as idades.

Você também pode perceber:

– Odor desagradável proveniente da vagina.
Prurido (coceira)
– E ainda uma vulva com aspecto avermelhado, inchada que pode estar dolorida ou coçando.

Se houver dor na região inferior do abdome ou um sangramento menstrual irregular deve-se procurar um médico imediatamente.

Algumas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) podem simular a vaginite. Se manteve relações sexuais sem o uso de preservativos e desenvolveu alguns dos sintomas acima, procure o médico.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é obtido em exames realizados no consultório e laboratório que podem incluir a análise do corrimento vaginal, exame de urina e diversas culturas.

Como é procedido o tratamento?

Objetivo do tratamento é eliminar os microorganismos ou irritantes que estejam causando os sintomas.

Infecções são tratadas com antibióticos, antifúngicos, cremes ou pomadas bactericidas, comprimidos ou supositórios vaginais. O seu médico pode lhe recomendar a abstinência sexual por um tempo e recomendar o tratamento do seu parceiro sexual de modo a prevenir a reinfecção.

A vaginite que é causada por substâncias irritantes geralmente resolve-se ao serem retirados os agentes agressores. Em alguns casos é necessário adicionar ao tratamento o uso de cremes com corticóides ou com outros hormônios.

Qual a duração dos sintomas?

Os sintomas geralmente diminuem e desaparecem após um dia de tratamento. A infecção diminui em torno de uma semana com o tratamento. É muito importante que se tome a medicação corretamente durante o tempo prescrito, mesmo que os sintomas desapareçam antes, para prevenir a reincidência.

Que cuidados devem ser tomados?

Para diminuir os sintomas:

– Banhe-se com sabonete neutro e água morna (não quente). Passe uma esponja suavemente pela região genital, nunca esfregue.
– Use roupas soltas e roupas íntimas de preferência de algodão e mantenha a área genital seca.

Entre em contato com o seu médico quando houver mudança no aspecto do corrimento em relação a cor, consistência ou volume.

O que pode ser feito para prevenir a vaginite?

– Banhar-se diariamente com sabonete suave e água quente.
– Usar roupas íntimas de algodão, principalmente fazer exercícios físicos.
– Troque a roupa íntima todos os dias.
– Evite usar meia-calça por muito tempo, especialmente em dias quentes e úmidos.
– Use papel higiênico branco sem perfume ou sem outro tipo de tinta que possa causar irritação.
– Evite o uso de produtos de higiene íntima (desodorantes, talcos, etc) e produtos para banho em banheira.
– Evite ducha íntima mais de uma vez ao mês, ela não é necessária.
– Dê preferência aos absorventes sem perfume (normais ou internos).
– Evite espermicidas em suas diversas formas.

Desenvolvido por Phillis G. Cooper, R.N., M.N., e “Clinical Reference Systems”
Copyright 1998 Clinical Reference Systems.

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O que é Câncer de Mama?

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 O câncer de mama propriamente dito é um tumor maligno. Isso quer dizer que o câncer de mama é originado por uma multiplicação exagerada e desordenada de células, que formam um tumor. O tumor é chamado de maligno quando suas células tem a capacidade de originar metástases, ou seja, invadir outras células sadias à sua volta. Se estas células chamadas malignas caírem na circulação sangüínea, podem chegar a outras partes do corpo, invadindo outras células sadias e originando novos tumores. Já os tumores chamados benignos não possuem essa capacidade. Eles possuem um crescimento mais lento, não ultrapassando um certo tamanho, além de não se espalharem por outros órgãos.

Também são comuns na região das mamas. Inclusive, a maioria dos nódulos que aparecem nessa região são tumores benignos, como os cistos e os fibroadenomas, por exemplo. Os cistos são nódulos dolorosos e aumentam antes da menstruação. Os fibroadenomas não se transformam em câncer, e, se necessário, podem ser facilmente retirados através de uma pequena cirurgia, geralmente feita com anestesia local. Os tumores benignos não se transformam em câncer. A grande preocupação, portanto, é com os tumores malignos, como o câncer de mama, que crescem rapidamente e sem dor. Devem ser diagnosticados o mais rápido possível para evitar a perda da mama ou mesmo lesões maiores.

 Como é feito o diagnóstico do Câncer de Mama?

 O melhor meio para se diagnosticar o câncer de mama é a mamografia, que é capaz de detectar o tumor antes mesmo que ele se torne palpável. Quando o diagnóstico é feito dessa forma, ainda no início da formação do tumor, as chances de cura se tornam muito maiores, descartando a necessidade de retirada da mama para o tratamento. Apesar de ser um método eficaz, a mamografia não descarta o auto-exame e o exame feito pelo ginecologista ou mastologista, já que alguns nódulos, apesar de palpáveis, não são detectados pela mamografia. A mamografia é um exame simples, com aparelhos de Raio X especialmente desenvolvidos para isso, onde a mulher coloca os seios entre duas placas de acrílico, que irão comprimir um pouco a mama. A compressão da mama é requisito essencial para o sucesso do exame, portanto, deve-se evitar o período anterior ao da menstruação, quando as mamas ficam um pouco doloridas, o que causará um certo incômodo na hora do exame. Recomenda-se que ele seja feito aproximadamente uma semana após o período menstrual. A título preventivo, esse exame deverá ser feito anualmente a partir dos 50 anos, ou, se houver casos na família, desde os 40 anos de idade. O exame não é prejudicial à saúde, sendo que a radiação recebida é pouco maior do que a de uma radiografia dos pulmões. O auto-exame é um método de diagnóstico onde a própria mulher faz um exame visual e de palpação na mama em frente a um espelho. Este exame deve ser feito aproximadamente sete dias após cada menstruação ou, se a mulher não menstrua mais, pelo menos uma vez por mês em qualquer época.

A cada seis meses, a mulher deve se submeter a um exame de rotina com o ginecologista, que se tiver alguma dúvida ou suspeita, deverá encaminhá-la ao mastologista, que é um médico especializado em doenças das mamas. Qualquer suspeita deverá ser verificada. Se um dos exames anteriores for suspeito, será preciso efetuar uma biópsia para confirmar ou não o diagnóstico. Este exame consiste numa pequena cirurgia destinada a retirar um pedaço do nódulo suspeito, ou mesmo o nódulo inteiro, para que este seja analisado. Conforme o caso, isso pode ser feito através de agulhas.

 Quais são os tipos de tratamento do Câncer de Mama?

A cirurgia para o tratamento do câncer de mama pode ser conservadora ou radical. Será conservadora quando retira apenas uma parte da mama (quadrantectomia), e será radical quando retira toda a mama. O tipo de cirurgia varia de caso para caso. No caso da retirada parcial, a cirurgia deverá ser complementada pela radioterapia. A radioterapia é um tratamento à base de aplicação de radiação direcionada ao tumor ou ao local deste e tem por objetivo, se antes da operação, reduzir o tamanho do tumor, e se após, evitar a volta da doença. A radiação bloqueia o crescimento das células, e deve ser utilizada apenas na área afetada, evitando atingir o tecido normal. As aplicações duram cerca de 15 minutos e devem ser feitas diariamente, variando de 25 a 30 aplicações. O tratamento não apresenta complicações. O local das aplicações adquire uma coloração parecida com a de uma queimadura de sol. Outro tratamento utilizado nos casos de câncer é a quimioterapia. A quimioterapia é o uso de medicamentos extremamente potentes no tratamento do câncer. Também é usado para completar a cirurgia, podendo começar antes ou após a operação. Ao contrário da cirurgia e da radioterapia que têm efeito local, a quimioterapia age em todo o corpo, visando evitar a volta do tumor e o aparecimento em outros órgãos.

 A quimioterapia age sobre as células tem um crescimento e multiplicação acelerados, como as do câncer. Acontece que existem outras células do corpo que possuem estas mesmas características, causando os famosos efeitos colaterais, tais como anemia e diminuição da resistência a infecções causadas pela ação nas células produtoras dos glóbulos sangüíneos vermelhos e brancos, queda de pêlos e cabelos devido à ação nas células do folículo piloso, náuseas, vômitos e diarréia, em decorrência da ação nas células do aparelho digestivo, além da dificuldade de engravidar e parada da menstruação, já que as células do sistema reprodutor também são afetadas. O tratamento normalmente é feito com soro pela via endovenosa. Na maioria das vezes, o tratamento dispensa a internação. Primeiramente, o paciente faz uma consulta médica de rotina e, se estiver tudo normal, recebe o soro durante algumas horas e está liberado para voltar para casa. Em alguns casos, outro procedimento que pode ser útil é a hormonioterapia.

 Durante muitos anos acreditou-se que o surgimento do câncer de mama tivesse íntima relação com os hormônios femininos, em especial os estrogênios. Hoje sabe-se que nem sempre isso ocorre. Por isso é feito um exame para averiguar a utilidade ou não desse tratamento. O exame consiste na medição na dosagem dos receptores de estrogênios das células do tumor. De acordo com o resultado avalia-se a necessidade ou não da hormonioterapia, que consiste na ingestão de um a dois comprimidos por dia durante não menos que dois anos.

Fonte: http://www.consumidorbrasil.com.br

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Atenção!

 Assista este vídeo, é importante para aprendermos a fazer o Auto-Exame das Mamas.

Exames Ginecológicos

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Olá meninas, esse nosso próximo assunto é de interesse de todas nós, exames ginecológicos. Pois é quem ai não gosta de ir no ginecologista? A maioria né. Isso porque todas nós concordamos que ir ao ginecologista e fazer aquele mente de exames é muito chato e incomodo, mas porém é muito importante fazer exames preventivos. Por isso nós do blog CoisasDeMenina fizemos uma relação dos principais exames ginecológicos, saiba a importância de cada um.

Bom vamos lá, assim na sua próxima visita ao ginecologista o exame que ele pedir você já vai ter uma idéia do porque ele está pedindo.

 

Principais Exames Ginecológicos

  • Papanicolau

Exame feito no próprio consultório ou em um laboratório, este exame é muito importante para a prevenção do câncer do colo do útero e detectar infecções vaginais. O especialista introduz um espéculo (utensílio usado em procedimentos ginecológicos e serve para abrir as paredes da vagina) na vagina e com um cotonete faz uma raspagem no colo do útero é um exame simples e não dói (mas incomoda). Mais indicado para mulheres com vida sexual ativa, deve ser feito uma vez por ano.

  • Colposcopia e Vulvoscopia

São muito parecidos com o papanicolau, mas a diferença é que a colposcopia e a vulvoscopia são bem mais detalhados, isso porque aumenta muito mais a visão do colo do útero. Normalmente só é solicitado quando é encontrada alguma anormalidade no papanicolau. Também podem ser feitos no consultório ou em um laboratório.

  • Ultrassom Transvaginal

Esse exame é um pouco mais complicado para a mulher, mas nada que assuste. Com um aparelho de ultrassom em forma de tubo o médico consegue ter mais visualização da região pélvica, útero, trompas, o endométrio e os ovários. Esse tubo é introduzido na vagina envolto em preservativo e muito lubrificante. Esse exame pode ser pedido se a paciente sente cólicas muito forte ou tem a menstruação muito irregular, uma anormalidade no papanicolau também pode ser motivo para esse exame ser pedido.

  • Captura híbrida

Esse deve ser feito uma vez, se o resultado for negativo não há necessidade de faze-lo novamente a não ser que a paciente sinta sintomas, leve coceira na vagina ou dores durante a relação sexual. Este exame detecta o vírus HPV e infecções adquiridas nas relações sexuais. Também é feito com a uso do espéculo, a médico abre a vagina e colhe a secreção vaginal para análise.

  • Mamografia

A mamografia também é um exame simples e muito importante para detectar um passível cêncer de mama, este exame só é solicitado por um médico após os 40 anos ou se a paciente notar algum nódulo no seio durante o auto-exame. Neste caso o médico irá repetir o exame no consultório e em caso de dúvidas será pedido a mamografia. Normalmente este exame não é pedido durante a menstruação, isso porque os seios ficam mais doloridos nestes dias e o exame contraí os seios e isso pode causar muita dor.

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FONTE-http://www.coisasdemenina.com/exames-ginecologicos-saiba-a-importancia-de-cada-um.html