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O que é essa tal felicidade? – Dr. Cristiano Nabuco

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Não é de hoje que a felicidade é perseguida por todos nós, sem exceção. Você, leitor, por acaso também quer ser feliz?… Saiba que, durante muito tempo, acreditou-se que a felicidade dependia dos desígnios dos deuses. Essa concepção religiosa da felicidade foi presente durante muitos séculos e em várias culturas. Entretanto, no século IV a.C., Sócrates inaugurou uma concepção a partir da qual buscar a felicidade é uma tarefa de responsabilidade do próprio indivíduo.

A Revolução Francesa, por exemplo, também estabeleceu que o objetivo da sociedade devesse ser a obtenção da felicidade de seus cidadãos. E, nos tempos atuais, a felicidade é considerada um valor tão precioso que a Declaração de Independência dos EUA registra que “todo homem tem o direito inalienável à vida, à liberdade e à busca da felicidade”.

Para sanar qualquer dúvida, fui consultar o dicionário Aurélio e encontrei o seguinte: “s.f. Estado de perfeita satisfação íntima; ventura. / Beatitude; contentamento, grande alegria, euforia, grande satisfação. / Circunstância favorável, bom êxito, boa sorte, fortuna”.

Veja que as definições de felicidade são múltiplas, e embora tenhamos esse direito, não parece tarefa tão simples encontrá-la.

Querido leitor, qual seu palpite?… Você acredita, por exemplo, que ter dinheiro lhe faria mais feliz? Casar-se e ter filhos também? Ter um bom emprego?… Vamos observar algumas questões então.

Felicidade e dinheiro

Comecemos pela resposta mais óbvia. É possível que você tenha pensado que ganhar mais dinheiro poderia lhe fazer mais feliz. Você, assim como muitas pessoas, acredita que quanto mais dinheiro tiver, mais feliz poderá ser. Economistas descobriram que quanto mais se ganha, melhor é a satisfação das pessoas com a vida.

Entretanto, o que você ainda não sabe é que o nível de felicidade não aumenta na proporção do ganho econômico, ou seja, embora possamos ficar mais felizes por  ganhar mais, esse aumento de satisfação vai até certo ponto e se estabiliza, ou seja, de lá não passa (é o que afirmam muitas pesquisas).

Portanto, ainda que você possa acumular mais e mais, sua felicidade não irá aumentar na mesma proporção. Há um velho ditado que capta intuitivamente esta questão ao dizer: “more money, more problems” (mais dinheiro, mais problemas). Moral da estória: talvez a saída não esteja por aqui.

Felicidade e relacionamento

Bem, aqui encontraremos dados controversos. Em primeiro lugar, não é o casamento que faz as pessoas felizes, mas um casamento feliz é que pode contribuir com o estado de felicidade maior.

As pessoas casadas podem ter níveis de felicidade maiores do que as solteiras (ou separadas), mas a qualidade da relação desenvolvida com o cônjuge ainda é que é o principal indicador da felicidade humana, aponta uma pesquisa.

Quanto aos filhos? Bem, aqui vão dados mais polêmicos. A felicidade entre homens e mulheres diminui após o nascimento do primeiro filho, devido ao nível de preocupação e do estresse gerado. Em geral, pesquisadores indicam que casais sem filhos são mais felizes do que casais com filhos. E casais com filhos pequenos são também aqueles com menor índice de felicidade, se comparados aos anteriores, pois possuem preocupações ainda maiores.

E, apesar de fatos científicos apontarem que filhos não trazem felicidade (coisa de pesquisador), talvez o valor afetivo desenvolvido nestas relações (se forem positivas, obviamente) compense as preocupações geradas ao longo da vida junto aos pequenos. Quem sabe…

Bem, se a saída então para ser feliz não está fundamentalmente no dinheiro, nos relacionamentos, na criação dos filhos, é possível então que essa busca seja, na verdade, algo interno e individual, dependendo apenas e exclusivamente de nós.

O que você acha?… Difícil? Vou lhe dar uma pista.

Mito da chegada

Vamos lembrar que a busca de felicidade já se faz presente desde nossa infância. É bem fácil encontrar nos mais variados livros de histórias infantis onde, invariavelmente, nos deparamos com o “final feliz”. É a princesa que recebe o beijo do príncipe e desperta para viver o amor eterno, o pote de ouro que é encontrado ao final do arco-íris, a intervenção divina fazendo-se presente e salvando o reino em guerra, enfim todos acabam felizes para sempre. 

Tais parábolas são importantíssimas, pois têm como função mostrar às crianças desde cedo que o bem triunfa sobre o mal, que existe bondade, justiça, além de ser uma ótima maneira de incutir ideias e valores a respeito da importância de se viver uma vida regida pela boa moral e pela ética. E, até aqui, tudo bem.

Entretanto, deixamos de ser crianças, crescemos e, por força do hábito, continuamos a acreditar que existe o final feliz das coisas. Assim, aguardamos ansiosos a tão esperada promoção, a viagem dos sonhos, a ocorrência do relacionamento perfeito, a casa nova etc. e, sem perceber, passamos por toda uma vida esperando o dia em que nossos esforços serão recompensados, mas por alguma razão isso nem sempre acontece.

O ponto importante a ser observado aqui é bem simples, eu explico.

Ser feliz e sentir-se bem

Sem perceber, acabamos por confundir ser feliz com sentir-se bem. Veja que dentro dos termos descritos acima, ser feliz sempre envolverá algum acontecimento ou fato externo que irá nos ajudar na realização dos momentos felizes. Portanto, vivemos com o mito da chegada (ou a busca do final feliz) em nossa cabeça, ou seja, com um pouco de sorte, é possível que um dia realizemos alguns de nossos maiores sonhos e possamos, finalmente, ser felizes.

Entretanto, como são fatos externos, não temos o menor controle sobre sua ocorrência e esperamos. Às vezes, talvez por uma vida inteira e, enquanto isso não acontece, sentimo-nos profundamente incompletos.

Bem, qual é a saída então? Devemos entender que, para que possamos nos sentir bem, basta que comecemos a cuidar de nós mesmos e nos empenhemos na realização daquilo que pontualmente nos faz bem, pois sobre isso sim, temos controle. Eu imagino que você esteja pensando que estou simplificando as coisas, mas não é esse meu objetivo.

Ao realizarmos algo que nos faz bem, isso nos sustenta emocionalmente para seguir em frente, pois desenvolve força e virtude, ajudando-nos a desenvolver dignidade pessoal. Desta forma, aumentamos nosso senso de coerência de sentimentos e de nossos afetos positivos.

O que fazer então?

Veja que pontualmente não existe uma receita. Seria ingenuidade de minha parte lhe dizer o que fazer, entretanto, a busca de três necessidades humanas são apontadas pelos pesquisadores como componentes nesta jornada:

– Melhore seu senso de pertencimento, isto é, um estudo publicado no periódico Journal of Happiness Studies, aponta que um círculo de amizades ativo está ligado a maiores níveis de bem estar, habilidades de lidar com o estresse e maior facilidade de engajamento social;

-Desenvolva seu senso de competência, ou seja, procurar aprimorar as habilidades de fazer algo bem feito;

– E, finalmente, fortaleça seu senso de autonomia, que é a capacidade de sentir-se suficientemente bem com você mesmo.

Imagino que você já tenha percebido que não emiti minha opinião. Mas eu, pessoalmente, entendo que busca da felicidade ultrapassa tudo o que foi descrito acima e contém outro elemento denominado busca de sentido.

Não que os pontos explicados acima não os contenham, mas creio que apenas um propósito maior poderá nos encantar e sustentar efetivamente nossa felicidade. Neste ponto, eu compartilho a opinião com a de Érico Veríssimo que diz: “Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente”.

E você, por acaso já achou o sentido pessoal de sua vida? Ainda não?… Seria bom pensar no assunto, pois há uma obrigação moral

Fonte -http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/

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Uma conversa franca sobre amor próprio – Chris Almeida

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Muito se fala sobre auto estima, mas poucas pessoas entendem o seu verdadeiro significado. Cuidar de sua autoestima vai muito além de visitar o cabeleireiro ou comprar aquela roupa nova. Aliás, estas nem são condições necessárias para o cultivo do amor próprio.

Todos conhecemos, em tese, a definição básica de autoestima: é a estima que tenho por mim mesmo, ou seja, o quanto me valorizo. O quanto me quero bem e me aceito.

Vamos aperfeiçoar esta definição, dizendo que a autoestima é um ato de amor e de confiança consigo mesmo. Precisamos entender bem que são as duas coisas juntas: o “amor próprio” e a “autoconfiança”. Faltando um destes ingredientes, não teremos uma autoestima verdadeira.

Amar a si mesmo sem confiança nos seus atos ou pensamentos não resolve. Neste grupo temos as vítimas, aquelas pessoas que desejam algum “bem” para si, mas se lamentam por não terem condições de consegui-lo.

Confiança em seus projetos ou na sua capacidade de conquista sem o amor próprio também não traz felicidade. Neste último grupo, vemos a maioria das pessoas mergulhadas no estresse social, preocupadas em ter e poder, mas esquecendo de ser.

Infelizmente, trazemos uma tremenda dificuldade em cultivar estes dois ingredientes da auto-estima (o amor próprio e a autoconfiança), por eventos que se manifestaram desde a nossa criação. Quantas vezes, por medo do egoísmo, deixamos de lado nossa própria vontade para fazer tudo o que o outro queria. Só que auto-estima não tem nada a ver com o egoísmo. O egoísta é um ser vazio e solitário que precisa cada vez mais de coisas e pessoas que o preencham. Gente com boa auto-estima, apenas reconhece que, como qualquer ser humano, tem o direito de valorizar e satisfazer suas vontades.

Mas, aprendemos a cultivar uma “personalidade ideal” e, portanto, tivemos que engolir nossos sentimentos. Em nome de Deus, da moral ou da boa educação, o importante era “fazer a coisa certa”, mesmo que aquilo estivesse contrariando nossa natureza.

Pior ainda quando passamos a desejar um “corpo ideal”. O ideal é apenas um sonho, uma projeção. Com isto, vivenciamos um estado profundo de angústia, pois comparamos nosso corpo com “modelos” e percebemos o quão diferente somos daqueles seres perfeitos e maravilhosos que deveríamos ter sido.

Na verdade, a cultura, a mídia e até mesmo nossos familiares contribuíram fortemente para gerar este quadro: “Está na moda quem usa tal roupa” “Sem estudo você não é nada” “Você será aceito somente se fizer isto e não aquilo…”. É claro que, muitas vezes, isto aconteceu por ignorância, e não por maldade. Se tivessem acesso a determinadas informações, certamente as atitudes de nossos pais seriam diferentes.

DESENVOLVENDO SUA AUTO ESTIMA
O resgate da autoestima acontece quando você decide que só precisa ser quem você é. Você pode confrontar as opiniões, e não ficar preso a um único ponto de vista. Mas descobre que, se no passado era importante ouvir e respeitar as ordens dos adultos, hoje você pode ser dono (ou dona) de seu próprio destino. Passa a respeitar mais suas próprias idéias, porque, automaticamente, está se ouvindo mais. É por esta razão que gente que tem uma boa auto-estima nunca se sente sozinha, pois solidão é a distância que se tem de si próprio.

Entenda que você não veio a este mundo para corresponder às expectativas dos outros, por mais que você os ame. Se fizer isto, nunca será o “bastante”, nunca sentirá que conseguiu. Você não é propriedade de ninguém, assim como não precisa mais assumir “o outro” como propriedade sua. Assumindo que você não é responsável pela felicidade alheia, também não responsabilizará ninguém pela sua própria felicidade. Os outros estão em sua vida para fazer companhia e não para se aprisionarem emocionalmente.

Cultivando sua autoestima, será uma pessoa mais consciente, mais responsável por seus atos. Sentirá que está mais íntegro e que é alguém valioso para si mesmo. Perceberá que tem todo o direito de honrar suas necessidades e vontades que considerar importantes. Aprenderá que merece ter atitudes de carinho consigo mesmo, como, por exemplo, preparar a mesa do café, mesmo quando está sozinho, ou permitir-se ir ao cinema, ainda que ninguém queira lhe fazer companhia. Você é a sua grande companhia, e, se entender isto, poderá iniciar uma das melhores fases de sua vida.

Chris Almeida é filósofo e psicoterapeuta

 

Ela aprendeu! – Elisabete Cunha

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Moço,por favor, não estraga…

Ela não espera que você seja o-grande-amor-da–vida-dela ,ela parou de acreditar isso na  sexta- série. Um tempo para um respiro solitário só faz bem para ela . Algumas horinhas para se sentir completa na sua própria companhia.

Renova a saudade, faz valorizar o quanto é importante a companhia dela mesma e faz com que ela e outras pessoas se sintam livres e melhores, além de dar um gás para quando voltarem loucos de vontade da companhia, do sorriso, do papo furado delicioso y otras cositas más….

Fazem com que eles, sintam uma lacuna que precisa ser preenchida. E somente é preenchida de fato com quem sabe a senha exata para trazer a leveza e paz para ela. Sem grude excessivo, mas com vida própria o bastante para compartilhar a cada segundo quando estão unidos num mesmo momento – sem a necessidade de ter, mas de poder sentir, mesmo que longe, que um sentimento existente e que não vai acabar tão assim prematuramente por não precisar se avançar cedo demais com algumas etapas necessárias. Pressa para o que é durável : ainda bem que a maturidade deu isso a ela. Ela aprendeu na marra. Mas, aprendeu.Parabéns colega!

Só para mulheres : Parem de pegar no pé, ok?

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A relação entre os homens e mulheres é complicada desde os primórdios da história humana na Terra. O problema é que um não vive mesmo sem o outro e precisa aprender a tolerar o muitas vezes, intolerável. Homens que o digam, quando um turbilhão de hormônios resolve correr pelas veias femininas e destruir bom senso, cordialidade, paciência.As mulheres então se transformam nos monstros chatos ou na mala sem alça ou rodinha cada vez que pegam no pé dos amados.

“E elas pegam mesmo. Nenhum homem gosta de ser pressionado e acho que as mulheres se esquecem disso”, fala Rafael, 28 anos. O amigo dele, Roberto, se apavora cada vez que pensa na pegação de pé e nos escândalos que a mulher faz. “Ela é cheia de armar barracos. Isso é realmente um inferno”, desabafa.

Para Juliano, 25, o pior é quando as mulheres acham que o homem pode adivinhar o que elas pensam. “Elas não falam, ficam fazendo jogo, e acho isso péssimo. Não tem nada de charmoso e é apenas para pegar no pé”.

Fora isso, há toda a chateação básica, resultado de insegurança e ciúme. “Pegar no pé e fiscalizar 24 horas por dia não adianta nada. Eu fico com mais raiva ainda”, conta Luciano. Mandar mensagem no celular o tempo todo ou ligar pode ser atestado de insegurança mesmo e, às vezes, dar motivo para aquela traição tão assustadora. “Ter uma pessoa te fiscalizando e perguntando com quem, quando e onde está é um saco”, dispara Max, 26. E aquilo que toda mulher acha que é motivo de briga – toalha jogada no chão, bagunça ou atraso – nem faz cócegas nos ânimos deles. “A gente odeia mesmo quando elas ficam de fofoca, falando da vida dos outros. Isso sim é chato. Pegar no pé, por pequenas coisas, nem é tão ruim assim”, continua.

Pelo jeito, para eles a pior ‘pegação’ no pé passa longe das besteirinhas do dia-a-dia. O que eles querem é uma mulher que impressione, mas sem exageros. “A gente quer aquelas que têm personalidade própria”. Ainda bem!

Ter um amor ao lado é algo muito gostoso. Mas, às vezes as coisas dão errado e o homem acaba se afastando. Ele liga cada vez menos, conversa cada vez menos e você fica cada vez mais triste. E aí você se pergunta: Como fazer um homem lhe valorizar?

Algumas mulheres, desesperadas e carentes, fazem de tudo para chamar a atenção do homem. Elas cobram demais, acabam ficando ridículas e, ao invés de atrair, acabam afastando o homem ainda mais.

Mas, se você quer realmente viver uma relação sadia, leia:

Não faça pressão

Cobrar e pressionar acabam exercendo efeito contrário. Quanto mais você pressiona e corre atrás, mais o homem se afasta. Nenhum homem gosta de ser cobrado demais. Eles se sentem sufocados quando a mulher pega muito no pé. Precisamos entender que a cabeça masculina é diferente da nossa. Às vezes, eles precisam se afastar para pensar e decidir o que realmente querem. Isso não quer dizer que ele não queira mais estar com você.

Seja inteligente e confiante

Uma mulher confiante e inteligente é naturalmente atraente. A confiança é essencial para que a mulher se sinta bem consigo mesma. E a inteligência é necessária para saber conversar, ter jogo de cintura e prender a atenção masculina. Aposte nisso.

Seja o espelho do homem

Alguns homens costumam sumir e se afastar. E a mulher corre atrás, o que é um erro. Se ele não te ligou, não ligue também. Se ele parou de te procurar, se afaste também. Seja um espelho. Porque, se ele voltar a te procurar e te tratar bem, faça o mesmo. Assim, você não fica frustrada com o relacionamento.

Suma

Ao invés de correr como uma louca atrás do homem, faça o oposto: suma e finja que nada aconteceu. Isso é difícil, mas faz a diferença. Ele não vai entender o seu comportamento, vai ficar confuso e acontecerá o contrário: ele vai correr atrás de você.

Fique ainda mais bonita

Cuide mais do seu cabelo, das suas unhas, use maquiagem. Faça com que o homem te veja mais bonita do que antes. Assim, ele vai ficar babando e vai correr atrás, para não perder a mulher maravilhosa e linda na qual você se transformou.

Erros das mulheres: Blá Blá Blá

Vocês marcam um encontro que na verdade mais parece um monólogo. A única pessoa que abre a boca é você e parece que o assunto nunca tem fim. Quando o cara finalmente consegue expressar a opinião dele, isso é apenas uma deixa para você continuar a falar sem parar.

Tudo bem que você quer mostrar que é uma mulher inteligente, bem informada e antenada com as últimas novidades, isto até ajuda a como impressionar um homem. Mas, homem nenhum aguenta ficar ouvindo uma mulher falar por horas e horas a fio, sem nenhum intervalo. Esse é um erros das mulheres que deve ser eliminado.

Quem é ela? Onde você foi ontem à noite? Você está me traindo?Uma relação para dar certo precisa, necessariamente, de confiança. Se você, nas primeiras semanas de relacionamento, já dá sinais de que não confia no cara, imagina como será quando o namoro estiver com alguns anos de estrada? Não há nada mais chato para um homem do que uma mulher que pega no pé, que quer saber cada detalhe, quase como uma investigação. Falta de confiança é capaz de fazer qualquer um perder o interesse.

Erro das mulheres: Chiclete

Vocês nem estão namorando, mas a todo o momento você está ligando ou mandando mensagens de texto para o celular do pretendente. Quando ele não liga, você cobra satisfações, com o maior drama, dizendo que foi esquecida. Quando o final de semana chega, você nem quer saber de deixa-lo sair com os amigos, quer é ficar grudada nele o máximo de tempo possível. Todo mundo precisa de um tempo a sós, para relaxar, para colocar os pensamentos em ordem e para se divertir com os amigos. Homem nenhum gosta de mulher grudenta, que pega no pé e não para de ligar. Não cometa um desses erros das mulheres.

A princesa que virou gata borralheira

Nos primeiros dias, você estava sempre perfumada dos pés à cabeça, com as unhas feitas e o cabelo sem nenhum fio fora do lugar. As semanas passam e você começa a relaxar, se esquece de marcar a depilação, adia a manicure e decide usar aquela roupa furada. Esses são um dos principais erros das mulheres. Tudo bem que não precisa estar sempre vestida como se estivesse indo a algum evento de gala, nem ir ao salão todos os dias para dar um trato no visual. Porém, nada pior do que uma mulher que não se cuida e que fica relaxada com o visual. Homem gosta de sair por aí exibindo a mulher com quem está saindo. Que homem vai querer mostrar uma verdadeira gata borralheira? Assim, fica difícil em como agradar o marido no dia a dia.

O passado trazido à tona

Você e seu ex-namorado terminaram de forma agradável, continuam amigos e você adora falar sobre ele. O outro ex, no entanto, foi um cafajeste e só te humilhou. Seja qual for o caso, não há assunto pior a ser tratado em um encontro do que o ex-namorado. Homem nenhum gosta de ser comparado com outro nem de saber com quem a mulher esteve antes dele.

Bem, se conselho fosse bom seria vendido….mas vale as dicas!

 

Criando Expectativas : Tou fora!

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Um dos caminhos mais eficazes para a frustração é criar expectativas. É da natureza da mente esperar que algo muito desejado aconteça rapidamente.
E, quando vivemos de modo inconsciente, não conseguimos perceber este jogo que nos leva sempre a esperar pela realização urgente de nossas esperanças e a sentir uma grande decepção quando elas não se concretizam.

Visto que não temos o poder de determinar a vontade e as atitudes alheias, torna-se impossível que possamos ter garantida a realização de todas as nossas expectativas.

Nas relações afetivas é onde este tipo de engano mais acontece, pois sempre projetamos no outro nossos desejos e esperamos ansiosamente que ele os satisfaça plenamente. Quando isto não ocorre, a reação é de revolta, pois nos sentimos traídos por aquele que não preencheu nossas expectativas.

Viver uma vida consciente pressupõe, antes de tudo, aprender a perceber quando estas ilusões começam a se formar em nossa mente e aceitar o fato de que não temos o dom de manipular a realidade para que ela se amolde ao nosso desejo.

A partir daí, tudo começa a fluir num novo ritmo. Passamos a nos relacionar de modo realista, enxergando o outro exatamente como ele é, sem qualquer fantasia ou ilusão.

Além disso, se torna possível aceitar, com tranquilidade, que nem sempre a realidade corresponderá aos nossos anseios, por mais que lutemos para isto.
Então, o bom senso e a sabedoria podem, finalmente, tomar o lugar da angústia, da ansiedade e do desespero.

Este não é um aprendizado fácil, mas é, sem dúvida, essencial para que nos libertemos do sofrimento criado por nossa própria mente, que insiste em nos manter prisioneiros da ilusão. A felicidade só se torna possível quando pudermos perceber o quanto nossas próprias expectativas criam a maioria das frustrações que experimentamos ao longo da vida.

Ser a outra não é para qualquer uma …

A outra costuma andar deslizando. Coleante e tortuosa como uma cobra. E chega com um breve silvo, se insinuando à meia luz na vida de um homem qualquer.

Muitas vezes se veste de vermelho. Embora tenha veias hirtas, corre nelas um sangue quase espumoso, de um vermelho sacrílegio, que trafega nos interstícios desse corpo.

Ela até nos faz recordar daquele ditado sobre a inveja. Um prato que se come frio e que está sempre ali disposto à serventia.

Essa mulher, com madeixas de todas as cores, não tem qualquer pressa de se alojar em corações ciganos e desatentos. Mas quando finca seu espaço, também não abandona a guarida e lá permanece, reinando como aranha soberana.

Entretecendo insetos-homens, pessoas desavisadas, transformados pelas ganas de sua volúpia. É kafkiana, equilibrando-se entre a sedução e o asco. Estranha, metamórfica, em estágio eterno de lagarta — da qual ignoramos em que borboleta se transformará.

Será dourada, cinza, sépia, parecerá com aquelas bruxas noturnas e fedorentas de pouso certeiro e de mau agouro, que aderem às paredes de quartos solitários e, por conseguinte, indefesos.

Esta mulher não teme os domingos, os sábados, as noitadas em carne viva e pele crua. As rajadas de vento emocional que trespassam seu umbigo ainda róseo e sem piercings.

A outra sabe esperar como ninguém. Do mesmo modo que a alvorada aguarda paciente a hora de crepuscular e semicerrar as pálpebras.

Mulheres assim se nutrem de chuva, naufragam em dias cinzentos e iguais a qualquer dia sem rosto nem horizontes.

Ah, mas quando elas se envolvem na vida de alguém, emitem luzes quase prateadas, feérie de festas vindouras, anunciadas na fileira de dentes exemplares.

Chegam assim em silêncio, determinadas a perturbar os porta-retratos de estabelecidas e rangentes conjugalidades. Terremotos afetivos destilam avalanches passionais nos homens e seus ossos. Ópio sobre as pernas. Absinto no hálito.

Pecado não mordê-las, negras maçãs avantajadas, redondas de fetiches.

Impensável deixar de sorvê-las, como um suco de goiaba selvagem, de sabor primevo, oriundo de  terras rústicas, bravas e indômitas. Frutas que estacionam distantes da civilização e dos galopes.

Quantos desejos sobrevoam as tortuosas cabeças dos machos convictos. É quando estas mulheres os deitam arfantes no chão das humildades e imundícies do mundo. Fazendo com que se submetam, rendidos às cegas, entregues exangues à deidade feminina, latejando em visão  em amplo espectro.Essas mulheres se anunciam com as intempéries, atravessam invernos em renas gigantes e tramam acender lareiras em peitos musculosos para que os mesmos possam sustenta-las em toda a sua alargada voracidade.

Missas negras, pinturas góticas, óperas profanas, desterro das boas e ilibadas intenções.

A outra jamais almeja estar na linha de frente, ser a primeira, a noiva pueril escolhida.

O que a entretém são os solfejos descontínuos de uma alma em agonia. Alma de ventanias, uivando como loba, no cume de montanhas irregulares.

A outra não tenciona ter filhos. Mas quer roubá-los, ainda em fase de  promessas,  decididamente de você.

Arrancar sua atenção deles, extirpar seus afetos do álbum de casamento mais plácido que as poeiras da sua vida morna já depositaram alguma vez  sobre ele.

Mulheres outras não anseiam por beijos, mas mordidas. Rejeitam presentes, acolhem despedidas. Trocam de imediato afagos dóceis e açucarados por arranhões seriais, grafados a ferro em fogo por unhas necessitadas de sexo.

A outra, meu amigo, não quer você.

Ela pretende devorá-lo como esfinge apoteótica, sorvê-lo inteiro como terreno árido e sem chuvas, sequer divisadas nas estações de verão.

Ela decidiu se enraizar em você. Ramificar seus prolongamentos, asfixiando todas as suas vontades bem devagar, uma por uma.

Esta é uma morte consentida, não negue. A morte da sensaboria, dos agonizantes protótipos do desejo.

A outra,  perceba bem, caiu em suas mãos para desorganizar seu destino de ponta a ponta. Os caminhos supostamente traçados e controlados por suas frágeis intenções de homem firme e assentado socialmente.

A outra dói como ambicionada e paradoxal erva daninha do espírito.  Move-se quase ondulante, a secretar lamentos pelos poros sujos.

A outra também é herege para que dela nasçam dúvidas breves e irrecorríveis. Imiscuídas em suas mais agudas  e solitárias reflexões.

Ela ainda se esparrama pelas salas do seu corpo sem nenhum pudor, revirando seus olhos entorpecidos, esgazeados e confessos.

Se é possível trancafiá-la, de modo a que nunca mais você a veja ou a encontre?

Sim, mas se aquiete por enquanto com a resposta provisória.

Tente talvez prendê-la em uma caixinha de músicas muito antiga.

Lembre-se, todavia,  que esta caixinha jamais, em qualquer hipótese, deverá ser aberta.  Sequer durante os seus mais agudos sonhos ou fartos pesadelos.Um último desafio: ouse  existir sem ela.

Experimente sobreviver sem seus braços, tentáculos e ventosas quase abissais.

Porque a outra mora aí. Exatamente dentro de você. No porão ou na garagem das suas trêmulas, indisfarçáveis e crescentes demandas.

fonte- Revista Bula

Texto de

Professora e escritora.

Velha e Louca – Mallu Magalhães

Hoje é sexta-feira 13 de Abril. Não, hoje não é um dia de Azar, hoje é dia de comemorar. Dia do meu Aniversário, dia de agradecer por mais um ano, ou será menos um ano? – Não importa!!!
Estou postando a canção da Mallu Magalhães que fala por mim!!!
Enjoy!

Pode falar que eu não ligo,
Agora, amigo,
Eu tô em outra,
Eu tô ficando velha,
Eu tô ficando louca.

Pode avisar qu’eu não vou,
Oh oh oh…
Eu tô na estrada,
Eu nunca sei da hora,
Eu nunca sei de nada.

Nem vem tirar
Meu riso frouxo com algum conselho
Que hoje eu passei batom vermelho,
Eu tenho tido a alegria como dom
Em cada canto eu vejo o lado bom.

Pode falar qu’eu nem ligo,
Agora eu sigo
O meu nariz,
Respiro fundo e canto
Mesmo que um tanto rouca.

Pode falar, não importa
O que tenho de torta,
Eu tenho de feliz,
Eu vou cambaleando
De perna bamba e solta.

Nem vem tirar
Meu riso frouxo com algum conselho
Que hoje eu passei batom vermelho,
Eu tenho tido a alegria como dom
Em cada canto eu vejo o lado bom.

Nem vem tirar
Meu riso frouxo com algum conselho
Que hoje eu passei batom vermelho,
Eu tenho tido a alegria como dom
Em cada canto eu vejo o lado bom.