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Recôncavo Baiano

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RESPOSTA aberta a um senhor que me chamou de petralha nordestina entre outras coisas. Um insulto como se nordestina fosse defeito ou desmerecimento.
Não sou filiada a nenhum partido, mas com certeza estarei do lado do injustiçado. Alguém que foi eleita verdadeiramente pelo voto do povo deve permanecer ate o final do mandato. Não sou Pt e não aprovo muita coisa .

Mas, a constituição deve ser respeitada. Não foi o nordeste que elegeu Dilma. Foi o Brasil caro amigo, sim, sou nordestina com o maior orgulho da alma. Eu sou nordestina, baiana e do recôncavo baiano. Sei de minha origem e sou fruto de gente corajosa e trabalhadora. Em Terra Nova – BA chegaram meus bisavós por parte de pai do Porto – Portugal pra tentar reconstruir e tentar sorte com armazém de secos e molhados na beira de uma Usina de Cana de Açúcar – ALIANÇA era o nome da usina. E eles venceram.
Pelo lado da minha mãe sou neta de uma mulher, culta, forte inteligente e poeta. Filha de um padre foi criada com a melhor educação que poderia ter na época. E meu bisavô padre assumiu a filha perante toda a sociedade e a deu carinho e educação.

Minha vó namorou anos com o caboclo belo e rude, administrador de usina através de cartas. quando ele se estabilizou foi buscar a minha vó e foram formar família , família grande parte de professores……Família que muito me orgulha…Fui criada na poesia , na verdade , na luta. E eles venceram. Não peçam de mim imparcialidade, indiferença e personalidade equilibrada e nula. Sou uma mistura de raças e isso me dá forças para reconstruir sempre!!!
Quando pequena adorava ver os raios e trovões riscando o céu.
O caos não me assusta… eu sempre venço ele.
Qual motivo estou escrevendo isto?
Um misto de orgulho de meus antepassados e esperança no meu futuro em um momento delicado , perigoso e incerto.
Um dia quando tiver netos quero que eles leiam este post.

EPAHEY OYÁ!

Dar significado ao Natal!

Truques para gastar menos nas compras de Natal

Opte pelo significado, em vez de materialismo

O Natal virá dentro de poucos dias o que significa, naturalmente, a correria para as compras. A época natalícia, se encarada no seu espírito original, oferece uma excelente oportunidade para nos ligarmos às pessoas de que mais gostamos e para relembrarmos o que é verdadeiramente importante na vida.
Contudo, muitas vezes, ficamos obcecados pelas compras e viagens o que, não só compromete a alegria da época de Natal, como também contribui para práticas culturais materialistas que ignoram a importância da sustentabilidade e da ética nos negócios.
Assim, sugerimos três formas de fazer as suas compras de Natal com mais significado e menos materialismo.

Faça você mesmo os presentes

Todos os anos, em alguma revista ou jornal, aparecem sugestões para presentes feitos em casa como uma alternativa acessível e diferente.
No entanto, todos os anos, pensamos nós, nada mais prático e rápido do que comprar nas lojas.
Há pessoas que fazem bolos caseiros para toda a família, economizando tempo e dinheiro, já para não falar da vantagem de evitar as multidões e confusões dos centros comerciais. Há quem faça malhas, camisolas, luvas e chapéus para toda a gente. As crianças tem um jeito particular para este tipo de presentes fazendo desenhos, molduras, bonecos, agendas e tantos outros.

Partilhe uma Experiência

Em vez de comprar algo apenas para dar um presente, partilhe uma experiência com um amigo ou familiar. Leve-o a um restaurante ou espectáculo ou, para algo mais em conta, organize um passeio ou um picnic. Se não tiver de todo tempo em Dezembro, guarde o seu presente para Janeiro, quando a temporada de festas tiver passado.
Partilhar uma experiencia fortalece a relação e é muito mais memorável do que comprar algo de que a pessoa não precisa.

Dê para uma instituição de caridade

Em vez de gastar dinheiro em bens de consumo, procure uma instituição de caridade em que acredita e envie cheques em nome de cada pessoa da sua lista de presentes.
Se quiser personalizar o presente, escolha uma instituição que você saiba que a pessoa em questão se interessa e preocupa. Se tiver uma tia que adora cozinhar, mande um cheque em seu nome para uma organização que combata a fome. Se tiver um amigo que escreve ou adora ler, faça a doação numa instituição virada para a cultura.
Ver mais: Dar significado ao Natal > Medicina Chinesa

Quando um não quer, dois não brigam!

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“Quando um não quer, dois não brigam”, diz o ditado popular. Mas, como conviver com uma pessoa que quer sempre brigar?
Existem pessoas viciadas na raiva: elas só conseguem se organizar após uma explosão emocional.

Em nossa sociedade competitiva, os raivosos são vistos como pessoas fortes e os deprimidos com pessoas fracas. Na década de 1970, a raiva era considerada um sinal de saúde mental. O movimento feminista incentivava a mulheres a “entrar em contato” com sua raiva como forma de liberação. A técnica de socar a almofada ainda é vista por muitos como uma forma saudável de extravasar os sentimentos negativos. No entanto, descarregar a raiva traz apenas um alívio momentâneo, pois, a repetição da raiva reforça seus impulsos agressivos. Ou seja, expressando a raiva, aprendemos cada vez melhor a ser mais raivosos!

Aquele que mais quer agredir, é quem menos elaborou a sua dor. Torna-se fraco na medida em que precisa cada vez mais do outro para se distanciar da própria sombra.

Já aquele que não quer brigar está decidido a cuidar da própria dor. Escolhe elaborá-la. Isso não quer dizer tornar-se passivo diante da agressão, mas sim assertivo. A clareza do que é injusto, inadequado e abusivo o guiará em seus comportamentos. Será necessário que ele se posicione frente ao agressor, para colocar limites e proteger-se.

No entanto, aquele que cresceu em ambientes agressivos, servindo de base para as projeções alheias baseadas na raiva e na frustração, sente-se facilmente uma vítima culpabilizada. Afinal, foram tantos os condicionamentos de que “se ele” se comportasse como havia lhe sido dito, “tudo se acalmaria”. Quem convive sob a ditadura de uma pessoa violenta e mal-humorada sabe o que estou dizendo!

Todos sofrem sob a dinâmica da raiva. Aquele que vive mal humorado pode ser até corretamente interpretado como um pessoa egoísta, narcisista ou imatura, mas de pouco serve reclamar de suas inabilidades, se o seu sofrimento não for também reconhecido em suas necessidades. Todos precisam de ajuda. O desafio é saber buscá-la nos lugares e com as pessoas certas…

Muitas vezes, aquele que agride não está desejando que o outro sofra, mas, sim, que ele assuma para si a responsabilidade da sua raiva. O mal humor e a raiva o deixam cegos. Por isso é perverso: visa apenas destruir. Enquanto uma pessoa estiver reativa não há como ajudá-la. Será preciso aguardar até que surja uma pequena brecha de receptividade. Aliás, quando se perde o contato com o mundo interior, nada do mundo externo capaz de nos transformar verdadeiramente. Sem receptividade não há empatia: quem sente raiva vê o outro apenas como um objeto no qual pode descarregar (pelo menos momentaneamente) seu desconforto.

Mau humor constante, explosões de raiva e a falta de controle de impulso são sintomas de vários distúrbios mentais. Entre eles, há o Transtorno Explosivo Intermitente: devido a um desequilíbrio na quantidade de serotonina e testosterona no cérebro, a pessoa explode de modo profundamente exagerado em relação à causa. Em outro artigo, podemos explorar melhor a biologia da raiva. Por ora, o importante é ressaltar que diante de tal distúrbio todos sofrem e cada um sabe como!

Mas, como fortalecer-se para não se tornar uma presa fácil da raiva alheia?

Na medida em que conhecemos os mecanismos de ataque do agressor, podemos criar mecanismos de proteção. Mantenha em mente que o objetivo de quem agride é desestabilizá-lo! Portanto, não entregue a ele o papel de ser alguém capaz de julgá-lo corretamente pois ele irá acuá-lo ressaltando apenas seus defeitos até que você perca de vista seu potencial de força.

Se numa conversa o foco não estiver voltado para a solução de problemas, mas, sim, para seus pontos fracos, lembre-se de que se trata, então, de uma disputa de forças. O que era uma conversa, tornou-se agora uma discussão. Então, lembre-se: o ataque pessoal é a última estratégia de quem está perdendo numa discussão. Aquele que se tornou grosseiro é porque não tem mais argumentos lógicos. Mesmo que não demonstre, ele está com medo e indefeso, por isso irá atacar antes de ser atacado.

O melhor é cair fora, pois sem receptividade as transformações positivas não podem ocorrer. Nestes momentos, é melhor pensar e (se possível) dizer: “Esta discussão não tem senso, portanto, desta forma não temos o que falar. A situação já está ruim, assim só vai piorar. Quando conseguirmos focar em como irmos para uma situação melhor, volto a conversar”.

Devemos ouvir e registrar o que outro nos fala raivosamente, mas iremos precisar recuperar a calma para refletir corretamente. Neste sentido, é melhor evitarmos colocar um peso extra sobre nós mesmos. Se já nos sentimos fracos ou simplesmente cansados demais para refletir, precisamos nos respeitar.

Conhecer nossos limites e recursos é uma tarefa para a vida toda. Se permanecermos tempo demasiado em nosso circuito interno de emoções negativas, iremos nos intoxicar. Trancar-se em si mesmo por meio de uma postura autocondenadora só irá aumentar a sensação de solidão, suspeita e insegurança. Certa vez, Lama Michel Rinpoche disse: “Quando estamos sob pressão temos que começar por tirar a expectativa alheia sobre nós e cultivar um relacionamento honesto com nossa própria expectativa”.

Procure espairecer. Nossa mente precisa de espaço para se reorganizar. Se não souber como fazê-lo, busque ajuda daqueles que já superaram situações semelhantes. Assim como nos fala Lama Gangchen Rinpoche: “Trabalhe para manter o seu sorriso interior. Quando os outros o inundarem com informações negativas, não beba da sua energia: ela danifica o corpo tanto quanto uma substância intoxicante!”

Por :: Bel Cesar ::

 

Aprendendo a envelhecer

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Esta semana vou aniversariar , mas precisamente na sexta – feira dia 13. O tempo está passando e sei que não sou mais uma mocinha, me tornei uma mulher madura (claro, a menininha ainda se encontra dentro de mim, graças a Deus). Passei por muitas experiências neste decorrer de anos, Umas maravilhosas e outras horrorosas. Tudo em mim vem em intensidade total, minhas emoções são superlativas sempre. É, mais aprendi a dosa-las ,pelo menos o tempo serve para nos melhorar. Li  e achei este texto muito interessante, espero que gostem:

Nascer, crescer, envelhecer … Qual o sentido disso?

  Nossa vida não é uma seqüência de eventos ao acaso. Neste caminhar passamos por várias crises, transformações, mudanças. Existem crises, nas mais variadas idades. Existem, também, situações que se repetem na vida de uma mesma pessoa e outros acontecimentos que são bastante individuais. São fases que vivemos e podem ser observadas através de ciclos de 7 anos (setênios) como marcos de transformação que a pessoa atravessa no percurso da sua vida… 0, 7, 14, 21, 28, 35,42,49,56, 63..anos.

Dentro desta forma de observação, chamada biográfica, destacam-se três grandes fases: o crescimento físico até os 21 anos, a maturidade psicológica dos 21 aos 42 e o autodesenvolvimento a partir dos 42 anos.

E o que fazemos quando estamos em crise? Desconjuramos, xingamos, gritamos, desanimamos, choramos, lamentamos, comemos, fugimos, brigamos, acusamos…

O envelhecimento é uma das maiores transformações da vida. É um marco importantíssimo porque sinaliza que já acumulamos essência e que é chegada a hora, necessariamente, de reconhecermos esta essência, desfrutar a auto-realização e passar a cultivá-la com consciência.

Justamente quando as forças biológicas começam a diminuir (a partir dos 42 anos) é que se tem a máxima possibilidade de alavancar a interioridade, ordenando e descobrindo o sentido essencial de nossa trajetória pessoal, fato este que não ocorre com um animal, nem em fases anteriores. Aquele que não ampliar sua visão para o interior, aquele que não ascender sua chama interna, provavelmente apagará junto com o físico ou viverá competindo e se desgastando com os mais jovens.

Infelizmente, na nossa civilização, ainda é grande o número de pessoas que parecem ignorar este processo. Estão unicamente olhando o exterior, a matéria, o físico. Daí ficam à mercê do desequilíbrio. Podemos apontar como reflexo, as doenças degenerativas atingindo pessoas na faixa dos quarenta e poucos anos, os quadros depressivos, as compulsões que estão aumentando a cada dia indistintamente , como também o comprometimento mental refletido pela falta de esperança e pelo isolamento social que está restringindo cada vez mais cedo as pessoas do nosso convívio.

Como reverter este triste panorama? Uma das formas é aprendendo a envelhecer, resgatando o sentido positivo do envelhecimento. Um exemplo vivo de que a natureza é sábia, de que a vida tem um propósito e que vale a pena ser vivida!

Não é fácil, mas é possível. Basta querer . Ou esperar que a própria vida se incumba de dar um empurrãozinho! Afinal, como diz o ditado, quem não vai pelo amor, vai pela dor. A evolução da consciência é uma lei Universal que não se pode fugir dela. Graças a Deus!

*Lindaura Ambrosio é graduada em Ciências Sociais e tem aperfeiçoamento em Gerontologia. É também idealizadora do site Idealidadeb.

Auto-acolhimento…

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A habilidade de se auto-acolher após uma discussão

É nos momentos em que nos desentendemos com os outros que mais temos que nos entender conosco mesmo. Afinal, o desconforto com o outro nos leva a sentir nossa própria desarmonia. Diante de tais situações, o melhor é saber se recolher, dar a si a oportunidade de aumentar a sua compreensão da situação antes que a situação se torne caótica demais.

Toda negatividade se origina de um certo descontentamento. Mas, muitas vezes procuramos a raiz desse descontentamento no lugar errado. Polarizamos os conflitos. Sobrecarregamos pessoas e situações com tantos defeitos que nem nos damos conta que fazemos parte deste conflito.

Não é fácil escutar o descontentamento alheio sem se deixar contaminar pelo próprio desconforto. Por isso, quando uma discussão torna-se apenas um desabafo agressivo, o melhor é refletir antes de sair acusando o outro disto e daquilo. Saber se auto-observar e suportar o silêncio, gerado após de uma descarga de insatisfações de ambas as partes, requer a habilidade de se auto-acolher. Nestes momentos, buscar apoio em nós mesmos nos dá a chance de reconhecer nossas próprias falhas.

O problema surge quando não sabemos como nos auto-acolher. Pois buscamos no outro a base de nossa segurança. Naturalmente, não é fácil encontrá-lo disponível para nos receber, se há pouco havia uma enxurrada de insatisfações.

Mas, se estivermos acostumados a depender do estado emocional alheio para nos sentirmos bem, instintivamente começaremos a tentar transformá-lo para que ele possa nos atender em nossa necessidade de ser visto e acolhido. O outro, pressionado por nosso desejo secreto de mudá-lo, pode reagir negativamente e se tornar ainda mais indisponível. A essa altura ambos irão se sentir desconfortáveis sem saber bem o porquê. Afinal, todo esse processo de buscar se acalmar nas condições emocionais alheias ocorre, na maioria das vezes, sem que ambos estejam conscientes de suas carências e intenções.

Aqui ocorre um grande perigo: Quando não temos a nós mesmos para nos acolher acusamos o outro de não estar pronto para nos receber.
Surge, então, o ressentimento de não ter recebido a atenção que se buscava. É como diz a psicanalista Maria Rita Kehl: O ressentido acusa, mas não está seriamente interessado em ser ressarcido do agravo que sofreu. Afinal, ele não quer liberar o outro de sua punição, quer continuar secretamente a transformá-lo para que ele se adapte as suas demandas.

Lama Michel Rinpoche em seus ensinamentos nos alerta: Agredir o outro é uma forma de autoagressão. Pois a agressão nos impede de elaborar a nossa raiva interiormente. O quanto o outro quer lhe agredir é uma questão dele, mas o quanto nos deixamos ser agredidos é uma questão nossa.
Numa discussão, aquele que quer mais agredir é o mais fraco interiormente. Quanto mais elaboramos a nossa raiva interiormente, menos precisamos do outro para extravasá-la. Mais uma vez, podemos reconhecer que quando não nos acolhemos perdemos a chance de nos encontrar!

Os mestres budistas nos lembram que o que nos deixa doentes não é o fato de não expressarmos a nossa raiva, mas, sim, o apego ao desejo intenso de expressá-la. É o apego a esse desejo que devemos nos libertar. Para tanto, temos que nos acolher, escutar nossos próprios ressentimentos, faltas e insatisfações. Até sentir o calor da discussão passar…

Uma vez equilibrados, agora, está na vez de acolher o outro. Como?
Uma vez estava muito magoada com algo que um amigo me disse, e Lama Gangchen Rinpoche me falou: Não escute as palavras, elas são apenas a mente. Escute além das palavras. Assim, você vai encontrar o coração e, de coração para coração, algo acontece. Passo a passo.

:: Bel Cesar ::

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Homofobia : HomoXFobia


Bandeira dos homossexuais

Homofobia é o termo utilizado para nomear qualquer tipo de discriminação e/ou aversão aos homossexuais. No sentido mais profundo da palavra, homofobia ainda significa medo que uma pessoa pode ter de se tornar um homossexual. Dessa forma, pode-se perceber que o termo é um neologismo.

Existem várias ramificações que justificam a homofobia. Algumas pessoas encaram a homofobia como uma manifestação semelhante ao racismo onde as pessoas se limitam às imposições da sociedade e não são abertas ao novo e outras já vêem a homofobia como um problema do século que contradiz os ensinamentos recebidos pela sociedade, pela família e pela religião.

Uma pessoa pode até não concordar com a homossexualidade, mas a partir do momento em que um ser humano, independente de sua cor, raça, credo ou sexo, é discriminado por ser homossexual, surge então o ato homofóbico. Atribui-se a ele a injúria, difamação, gestos e mímicas obscenas, antipatia, ironia, sarcasmo, insinuações e qualquer outra forma de criticar e banalizar o homossexual.

Em relação ao medo de se tornar homossexual muitas pessoas tentam o suicídio, tentam mudar sua orientação sexual, possuem baixa auto-estima, comportamento compulsivo, afastamento da família, busca refúgio em substâncias como álcool, desconfiança, autocrítica entre outras.

Há uma grande polêmica entre homossexualidade e religião, pois a Bíblia (livro utilizado pelo cristianismo) condena o ato homossexual e isso gera grande revolta nos homossexuais. Ainda existem outros grupos, independentes de religião, que não aceitam os homossexuais e por isso praticam crimes contra os mesmos, chegando até a tirar-lhes a vida.

Sabemos que a  homofobia é a aversão, ódio ou discriminação contra homossexuais e, consequentemente, contra a homossexualidade. Para ser homofóbico não é preciso agredir um gay ou uma lésbica. A homofobia e qualquer tipo de preconceito tem suas sombras e suas sutilezas. O fulano que não dança “música de viado”, a ciclana que diz para o irmão: “um desperdício você ser gay”, o beltrano que não acredita que lésbicas sejam felizes, a pessoa que refere-se a travesti sempre como cidadãos de segunda categoria. A misoginia é a aversão, ódio ou discriminação contra mulheres. Quando é que essas duas formas de preconceito se encontram? No preconceito contra gays efeminados, lésbicas, travestis e transexuais.

Interessante é que a caricatura mais aceita dos personagens gays nos meios de comunicação é a da “bichinha super animada, cheia de gírias”. Geralmente é um personagem que gera simpatia, mas que não tem o respeito dos telespectadores, é apenas o bobo da corte. Não é o personagem principal, é apenas o alívio cômico. O mesmo acontece com travestis e transexuais. Já com as lésbicas a coisa muda de figura, elas raramente são personagens de programas populares como novelas e, quando existem, não têm seu romance e nem enredo plenamente desenvolvido. Flutuam como se só existissem para criar manchetes nas revistas de fofoca sensacionalistas. Masculinidade e feminilidade existem e se definem em sua relação e por meio dela. São as relações sociais de sexo marcadas pela dominação masculina, que determinam o que é considerado “normal” — e, no geral, interpretado como “natural” — para mulheres e homens.

ASSISTAM!!! ESTE É UM Mini Doc HOMO X FOBIA gravado em setembro/2011 em Salvador- Bahia.

Sou estudante do terceiro Semestre do Curso de Produção Audiovisual da Unijorge – Salvador – Ba , Eu e minha Equipe fizemos este Mini Doc.Assistam!

Equipe de Produção:

Rodrigo Sabartni de Melo
Ramon Pierre
Mariana Das Virgens
Elisabete Cunha

Controlando a Ansiedade…

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Falta de sono, pressa exagerada para resolver os problemas, medo de uma situação que ainda está por acontecer… Quando essas incômodas sensações começam a fazer seu coração disparar, é hora de controlá-las.De repente, o coração começa a bater mais rapidamente. As mãos tremem, o ar começa a faltar. Vem uma sensação de angústia, como se o mundo se fechasse em torno de você. Na cabeça, uma só frase: “não há saída”. O que você está sentindo é ansiedade, uma vontade de preencher a lacuna que existe entre o presente e o futuro, tornando-o mais previsível. Na mente de uma mulher ansiosa, a impossibilidade de saber o que pode vir a acontecer -já que ninguém tem bola de cristal -vira uma história de terror, dá até para construir um roteiro de filme. O que a pessoa sente é preocupação, ou seja, se ocupa antes de uma coisa que não tem solução possível naquele momento.

Essa inquietação interior é uma epidemia. Se não for exagerada, não chega a fazer mal. Mas quando a apreensão ultrapassa um certo limite, torna-se um caso clínico e é preciso procurar ajuda médica. Uma em cada quatro pessoas chega a esse extremo. É quando aparece a obesidade, a síndrome do pânico, problemas de coração. Mas isso tudo pode ser evitado. Preparamos uma lista com 30 dicas para ajudar a pôr o pé no freio dessas emoções e garantir o mínimo de tranqüilidade.

1. Cada vez que você perceber que vai fantasiar um desfecho catastrófico para alguma situação, escreva em um papel o que está prevendo. Depois, escreva ao lado, no mesmo papel, o que realmente aconteceu para poder comparar. Com o tempo, irá reunir casos que mostram o quanto você sofreu por antecipação.

2. Considere o pior desfecho para uma situação apenas como uma das hipóteses, e imagine outras possibilidades não tão ruins ou até boas.

3. Inspire profundamente e jogue o ar para o abdome. Repita várias vezes, se possível de olhos fechados. Isso diminui as reações que o cérebro desencadeia ao identificar uma situação de perigo.

4. Esforce-se para dormir bem: tome um banho morno antes, mantenha o quarto escuro, totalmente silencioso, vista-se de forma confortável.

5. Aprimore seu filtro de pensamentos. Não gaste suas energias e seu tempo com coisas que não mereçam, de fato, a sua preocupação.

6. Tome uma taça de vinho. Alimentos e bebidas vasodilatadores, como é o caso do álcool e da pimenta, proporcionam uma sensação de relaxamento. Mas nada de excessos.

7. Pare de reclamar de prazos apertados. No geral, não dá para alterá-los e as queixas consomem um tempo que poderia ser gasto para resolver o problema.

8. Vença seus medos se expondo gradualmente a eles e pare de evitar situações que são necessárias embora você as considere desconfortáveis.

9. Antes de experimentar alguma situação, você tem sempre duas possibilidades: sim e não. Quando você evita logo de cara, passa a ter apenas o não como possibilidade. Enfrente as situações.

10. Coma castanha-do-pará. A semente melhora a transmissão dos impulsos nervosos do cérebro.

11. Dedique um bom tempo para o banho. Se for de banheira, melhor ainda. No chuveiro, massageie o corpo e deixe a água quente cair nos pontos de tensão como ombros.

12. Faça um exercício leve que dê prazer, como uma caminhada. Com a liberação de endorfina, fica mais fácil surgirem soluções e os pensamentos tornam-se mais variados.

13. Olhe para trás e veja se você deixou de lado alguma atividade que proporcionava prazer, como um grupo de teatro, um curso de canto ou o time de vôlei. Tente retomar.

14. Inclua você em sua agenda. Raras pessoas fazem pausas durante o horário de trabalho. Com a dedicação intensa você passa a se envolver com tantos problemas que isso gera estresse, um fator externo de ansiedade.

15. Em cada refeição procure unir uma verdura crua, um alimento verde-escuro e uma fruta amarela. Por sua consistência mais dura, exigem um número maior de mastigações, ajudando a dissipar a
ansiedade.

16. Direcione suas energias para a solução e não aos problemas. Em vez de ficar ansiosa diante de um projeto importante que você tem que apresentar, ou de questionar sua capacidade, concentre todas as suas energias para fazer o melhor projeto possível.

17. Combata o perfeccionismo. Quando você estabelece o perfeito como meta, só vale o recorde mundial. Determine sempre submetas e assim ficará mais fácil atingi-las.

18. Pratique técnicas de relaxamento rotineiramente. Primeiro contraia cada um dos seus músculos para depois relaxá-los.

19. Quando estiver ansiosa, faça um esforço para distrair-se com um momento de lazer, alguma bobagem que divirta e ocupe a cabeça. Se está na expectativa de receber uma ligação importante e vai ficar em casa para esperá-la, experimente ler uma revista, fazer as unhas ou assistir a novela.
20. Quando você está pessimista diante de um acontecimento, encare o insucesso como uma forma de aprendizado e não uma catástrofe.

21. Coma chocolate. Como auxiliam na liberação de serotonina, o hormônio do prazer, no sistema nervoso, a pessoa passa a ter a sensação de conforto e bem-estar meia hora ou 40 minutos após o consumo. Mas evite exageros para não engordar.

22. Confie no poder das ervas. A kava-kava é um potente ansiolítico. A planta é encontrada em cápsulas só que, embora natural, é vendida apenas com prescrição médica.

23. Se está ansiosa com alguma coisa que vai mesmo acontecer, ensaie antes. Vivencie o fato sem clima de terror, aja sem pânico. Não sofra por antecedência.

24. Responda a seguinte pergunta: o que você pode fazer para solucionar a causa da sua ansiedade hoje? Se descobrir que só será possível agir na próxima semana, relaxe e deixe para se preocupar depois.

25. Para as pessoas que descontam a ansiedade na comida, uma boa saída é a combinação de cravo e canela. Salpicados sobre as frutas, chás e alimentos de baixas calorias, eles diminuem a compulsão alimentar além de melhorar bastante o sabor.

26. Lembre-se de que 90% dos “filmes mentais” que ficamos desenvolvendo não acontecem. E os problemas que realmente se concretizam nem chegamos a imaginar.

27. Os chás são aliados poderosos na batalha contra a ansiedade. O capim-cidreira tem um princípio ativo que acalma. Só o cheiro já ajuda a diminuir a tensão. Uma outra infusão menos popular é o chá de casca de mulungu, que diminui a ansiedade e ainda melhora a qualidade do sono.

28. Procure uma academia e siga uma rotina de exercícios. A atividade regular ajuda a equilibrar o funcionamento do organismo.

29. Pratique atividades como tai chi chuan e ioga, que exercitam a respiração, ocupam a mente, reduzem o batimento cardíaco e fazem circular a energia do corpo. Equilibrado, o organismo combate a ansiedade.

30. Procure a companhia de pessoas tranqüilas e bem-humoradas. Ficar com outras pessoas ansiosas só vai alimentar seu desconforto.

*Consultores: Alceu Roberto Casseb, psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise, Flora Lys Spolidoro, nutricionista, Marco Antonio De Tommaso, psicólogo do Hospital das Clínicas, Rodrigo Cardoso, consultor de qualidade de vida e autor do livro A Resposta do Sucesso Está em Suas Mãos (Editora Record), Úrsula Maria Hecht, médica homeopata, Vanderli Marchiori, nutricionista e fitoterapeuta, diretora da Associação Paulista de Nutrição.

Texto: Juliana Nogueira

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