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Meu Corpo é esse: Ponto final!

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O culto ao corpo é uma das características mais marcantes da sociedade contemporânea, cresce dia a dia o número de cirurgias estéticas, as academias de ginástica são cada vez mais freqüentadas por mulheres de todas as idades, o corpo torna-se objeto de consumo, onde substanciosos investimentos fazem as pessoas estarem em constante busca da imagem ideal. Acho uma imposição cruel quando a mídia cria um padrão de beleza inviolável, onde quem não segue , torna-e e sente-se excluída [ Basta observar os vários casos de anorexia que a própria mídia nos mostra].
Temos que ser sempre magérrimas , louras, altas , olhos claros , bocão , peitão siliconizado e eternamente jovens.
Gente, nós somos brasileiras, temos uma miscigenação fantástica. Essa mistura resulta mulheres belíssimas. Temos que nos valorizar do jeito que somos : Baixinha, altinha, magrinha , cheinha, coxuda ,bunduda, sem bunda, peituda, despeitada, negra, morena, branca , japonesa, índia… ou outras características existentes.
Existem vários padrões de beleza e temos que saber valorizar o nosso , sempre cuidando da nossa alimentação , fazendo atividades físicas, cuidando da nossa pele e principalmente limpando a nossa mente para nos tornarmos melhor espiritualmente. Respeitando as diiferenças,automaticamente nos transformamos mais belas por dentro e por fora.
Acredito que o Brasil é o país que vende mais água oxigenada do mundo, e que faz mais chapinha , que toma mais inibidores de apetite……todo mundo quer ser loura , magra, cabelo” ultra ,super ,mega “ liso e todo mundo acaba ficando com a mesma cara[parecem mulheres em série…, tô fora!].
P.S. Com todas as conquistas alcançadas pelas mulheres, com a grande revolução dos costumes, o novo milênio ainda deixa transparecer muitos desequilíbrios na tão almejada igualdade de poderes entre homens e mulheres. Um deles diz respeito à imagem do corpo da mulher, que ainda é permeada por discriminações, pois atrás da aparência de independência da mulher, esconde-se sua submissão, dependência e inferioridade, visto que ao corpo da mulher é imbutido a obrigação de estar sempre belo e jovem.

Elisabete Cunha

Estética & Filosofia

Com a ditadura imposta à sociedade de um padrão para o “Belo” fala-se muito da palavra “Estética”. Mas , de fato o que significa esta palavra ?

Estética é a área da filosofia que estuda racionalmente o belo – aquilo que desperta a emoção estética por meio da contemplação – e o sentimento que ele suscita nos homens. A palavra estética vem do grego aesthesis, que significa conhecimento sensorial ou sensibilidade, e foi adotada pelo filósofo alemão Alexander Baumgarten (1714-1762) para nomear o estudo das obras de arte como criação da sensibilidade, tendo por finalidade o belo.

Embora a expressão “estética” tenha uso recente para designar essa área filosófica, ela já era abordada sob outros nomes desde a Antiguidade. Entre os gregos usava-se freqüentemente o termo poética (poeisis) – criação, fabricação -, que era aplicado à poesia e a outras artes. Aos poucos, a estética passou a abranger toda a reflexão filosófica que tem por objeto as artes em geral ou uma arte específica. Engloba tanto o estudo dos objetos artísticos quanto os efeitos que estes provocam no observador, abrangendo os valores artísticos e a questão do gosto.

Contemporaneamente, sob uma perspectiva fenomenológica, não existe mais a idéia de um único valor estético (o belo) a partir do qual julgamos todas as obras de arte. Cada objeto artístico estabelece seu próprio tipo de beleza , ou seja, o tipo de valor pelo qual será julgado. Os objetos artísticos são belos porque são autênticos segundo seu modo de ser singular, sensível, carregando significados que só podem ser percebidos por meio da experiência estética.

*Alguns dados de André Rodrigo Martins
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VOTE CERTO! Nulo, Branco ou Não….

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FIZ UM COMENTÁRIO SOBRE UM  MARAVILHOSO POST:

“O VOTO NULO E O JORNAL NACIONAL”

NO BLOG DO RICARDO SOARES SOBRE a mídia e o VOTO NULO. GOSTARIA DE DIVIDIR COM VOCÊS, UMA GRATA HOMENAGEM AO POLÍTICOS BRASILEIROS.

Deixando claro , que CONSIDERO o VOTO  uma arma poderosa  e legítima, TENHO parentes bem próximos que foram torturados na maldita DITADURA e sei o quanto devemos valorizar a democracia . Basta somente ter OPÇÕES DE QUALIDADE [confesso que pesquisei bastante as opções de prefeito e vereadores aqui em Salvador/BAHIA  para votar, uma decepção total…] para  votarmos de fato e  ASSIM exercermos nossa cidadania  plenamente, não por obrigação cívil.

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Ricardo

Nem discuto o serviço de INUTILIDADE pública em que se resume o Jornal Nacional,um jornal estéril,onde as notícias são pausterizadas de acordo aos interesses globais.A campanha pelo voto limpo, voto consciente e outros preciosidades utilizadas por autoridades respeitáveis deste país, como “O Brasil está em suas mãos”, “O Brasil é tão bom quanto o seu voto”, o eleitor é “o patrão” etc., implicam numa mensagem cujo sentido é acusatório, responsabilizando o eleitor pelos políticos que temos e, por extensão, pelas falcatruas praticadas por estes. Ou seja, a culpa é do eleitor. Parte-se do princípio de que a representação política funciona e de que o eleitor tem controle sobre o seu representante. Ora, não precisamos ir à Brasília para constatar o fosso existente entre o representante e o representado, basta avaliar como os representantes atuam no micro-espaço de uma universidade pública, na qual são eleitos desde os cargos de chefia até a reitoria. Tão logo processa-se a eleição, inicia-se o distanciamento entre representante e representado; o primeiro se voltará cada vez mais às atividades burocráticas, à luta para a manutenção das posições de poder e a possibilidade de alçar vôos políticos mais altos, seja internamente ou externamente à comunidade acadêmica; os segundos se envolverão com o cotidiano, com a rotina das suas atribuições e tarefas e tenderão a se manter distantes dos eleitos; há, é claro, um grupo que se manterá próximo ao poder, pois haverá cargos a serem preenchidos. A eleição revela-se simplesmente mero mecanismo de distribuição de cargos: o candidato vencedor ganha também a legitimidade de ocupar os postos da máquina administrativa com “os seus”. E isso ocorre em todos os âmbitos, da eleição numa universidade à câmara e prefeitura de uma cidade, congresso e executivo. E quanto mais importante o cargo disputado, mais empregos e recursos estão em jogo.
Aqui em Salvador sinto-me sem tesão algum de votar. Sabe aquela mulher que perdeu o tesão no marido?
Pois é sinto-me assim. Portanto, não votarei só pra satisfazer interesses de outrem. Seria o mesmo de transar sem vontade.NUNCA CHEGARIA AO ORGASMO. Nesse caso ORGASMO Político. 🙂

BEIJO!

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ASSISTE!

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