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Lei do retorno- Luciano Cazz

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A lei do retorno é uma engrenagem exata onde todas as peças se encaixam e funciona na inteligência suprema de Deus, que nós, seres humanos, não somos capazes de alcançar.
A todo momento que você pensa e age, um bumerangue na energia que você produziu é lançado no universo. Ele pode ir longe ou não. Mais uma coisa é certa: seja o bem ou seja o mal que foi jogado, ele sempre retorna ao ponto de origem: você! Muitas coisas na vida não têm preço. Mas todas têm troco.
A lei do retorno tem seu jeito próprio de agir. Ela é uma ordem criada por Deus para se desenvolver naturalmente. Os pesos e as medidas são exatos, conforme nosso ato e bagagem de todas as vidas já experimentadas. Funciona exatamente como uma semente plantada que dará o fruto que a ela corresponder e nunca outro.

Retorno Imediato


Às vezes, a lei do retorno é direta. Alguém o derruba nessa esquina e na próxima leva um tombo. Você ajuda o próximo aqui e logo ali um anjo aparece em sua vida, trazendo-lhe a solução que tanto esperava. Se acontecesse sempre assim, teríamos mais clareza de sua existência e precisão. Mas essa é aquela semente que brota rapidamente, como a do feijão que começa a germinar em dois dias. Na lei do retorno são mais raras, mas ainda possíveis.

Retorno a médio prazo

Existem ocasiões em que o bumerangue da lei do retorno demora anos para voltar ao ponto de origem. Alguém o rouba hoje e somente quando essa pessoa estiver idosa é que o carma criado vai se manifestar. E… pimba! no momento em que mais precisava, o universo vem cobrar a dívida do passado, e sem qualquer negociação. Você passa a vida toda ajudando todo mundo, e quando desiste dos seus sonhos, vem Deus e o coloca onde você sempre quis estar.

Retorno a longo prazo

Mas na maioria dos acontecimentos, o retorno pode demorar literalmente uma vida. Ou até mais. Tudo depende de uma conjuntura de fatores. Primeiro você precisa estar preparado para o fardo. Deus nunca lhe traz aquilo que você não pode suportar. Então, antes de pagar a dívida, é preciso que a alma evolua. Muitas vezes, a pessoa o humilhou a vida toda, pela soberba de sua riqueza, e só na próxima vida ela virá pobre para evoluir sua alma na dificuldade financeira, sendo vítima de todas aquelas situações em que, outrora, ela o havia humilhado.

Ausência aparente de retorno

Alguém que o prejudicou pode nunca pagar por isso, uma vez que o mal causado vem do débito que você tinha com tal pessoa, desde vidas passadas. Na verdade, ela que está acertando as contas com você. Isso não quer dizer que ela esteja livre da dívida pelo que lhe causou. Mas, se esse retorno vier, será na razão e no mistério de Deus, bem longe do nosso entendimento. Da mesma forma, alguém que muito ajuda os outros, mas padece em sua própria vida, pode estar devolvendo aquilo que um dia tirou. E seu retorno será a quitação das dívidas do passado. Portanto, também invisível aos nossos olhos.

A lei do retorno é uma engrenagem exata onde todas as peças se encaixam e funciona na inteligência suprema de Deus, que nós, seres humanos, não somos capazes de alcançar.
Para nos mantermos no melhor de nós mesmos e evitar dívidas desnecessárias e perigosas, nesta ou nas próximas vidas, devemos sempre ter em mente aquela musiquinha da banda Legião Urbana linda de se ouvir: “Tudo que você faz, um dia volta para você.
E se você fizer o mal, com o mal mais tarde terá de viver. (…) Como um bumerangue, tudo vai voltar…”

 

Via – https://www.resilienciamag.com

Você X Internet

Atire a primeira pedra quem nunca teve vontade de dar uma “espiada” no computador do namorado. Afinal, uma “espiadinha” só não faz mal, certo? Errado! A “espiadinha”, além de invadir a privacidade alheia, às vezes mostra coisas que talvez a parceira não deve ou não está preparada para saber. Existe um lado de todo ser humano que não é muito falado, chamado “LADO B”. 

 Ele traz informações que muitas pessoas não gostariam que o companheiro ou companheira conhecesse. De acordo com a psicóloga Hayde Koga, “este perfil pode ser facilmente identificado pelo tipo de navegação que o indivíduo realiza na Internet”. A Internet possibilita o acesso a praticamente tudo o que se quer. Porém, como tudo na vida, é preciso ter limite.

Antigamente, quando a mulher queria vasculhar a vida do parceiro, olhava na mochila, carteira ou em suas roupas. Hoje, isso vai além e quanto mais tecnologia se tem, mais insegurança ela traz. Celulares, pagers, Internet, tudo o que viabiliza contato com outras pessoas pode ser uma perigosa arma de ciúme e infidelidade. O jornalista Zuenir Ventura classificou o ciúme em seu livro “Inveja, Mal Secreto” como algo que o ser humano tem e quer muito ter só para ele.

O ciúme é natural quando se gosta muito de uma pessoa e não quer perdê-la. Ele costuma despertar quando se há motivo para sentir insegurança. Briga, traição, mal-entendido ou qualquer dificuldade de comunicação acarreta ciúme no relacionamento. “Geralmente quando se conhece um caminho, já se caminhou por ele”, diz Hayde Koga, alertando a todos sobre o excesso de cobrança e insegurança devido ao ciúme. Daí você olha, fuça, procura e invade completamente a intimidade do companheiro. E você, gostaria que ele vasculhasse seus emails ou os seus caminhos na internet?

Fonte: MBPress

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AFETIVIDADE VIRTUAL?!@

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Porque sentimos carinho, admiração, ternura e respeito por pessoas que nunca vimos na vida , como pode?

Isso realmente é algo que me deixa bastante curiosa , estava lendo um estudo feito pela  psicóloga  brasileira Alessandra dos Santos Menezes Dela . O estudo teve como finalidade contribuir para o entendimento de uma nova modalidade de relacionamento – o virtual. Dele participaram 50 usuários brasileiros da Internet, que responderam a um questionário contendo 31 questões sobre opiniões e comportamentos relacionados a afetividade e relacionamento virtual. A amostra foi composta, em sua maior parte, por homens, adultos jovens, solteiros, sem filhos, dos níveis socio econômicos médio e alto. Verificou-se que os sujeitos acreditam na possibilidade de relacionamentos virtuais em uma fase inicial, no entanto relataram necessidade do contato face a face para sua continuidade. Observou-se também alta freqüência de usuários de chats de conversação considerados viciados na Internet. A partir dos resultados obtidos, concluiu-se que não houve mudanças comportamentais e afetivas radicais com essa nova forma de relacionamento, mas os dados sugerem a importância de mais pesquisas para esclarecer as conseqüências do relacionamento virtual e do uso exagerado da Internet como forma de comunicação social.

Os relacionamentos através da Internet produzem uma inversão das relações sociais vistas pela sociologia clássica. Enquanto esta última afirmava que a relação social necessitava da materialidade, o ciberespaço, ao contrário, não condiciona a relação social ao contato face a face, mas a um sentimento coletivo, à lógica do estar-junto, mesmo num espaço desterritorializado. Há um redimensionamento do processo da relação interpessoal e social.

Num primeiro momento, os contatos sociais e interpessoais dão-se em nível virtual, cabendo a cada um dos envolvidos determinar sua continuidade. Num segundo momento, o relacionamento virtual pode, ou não, materializar-se na realidade, concretizando as relações iniciadas no ciberespaço. Os conflitos, as mentiras, os problemas e as decepções quando da relação materializada são de caráter subjetivo, dependendo do usuário e da maneira como ele lida e convive no ciberespaço. O usuário é responsável por suas ações e atitudes na esfera do virtual e posteriormente na realidade.

Finalmente, foi perguntado aos sujeitos se eles acreditavam que o namoro pela Internet poderia dar certo, ao que a maioria dos sujeitos (68%) respondeu afirmativamente, sendo interessante essa observação para a presente pesquisa.

” O namoro pela Internet pode dar certo, mas é preciso também que, com o tempo, o relacionamento saia das telas do computador e se torne real, porque ninguém vive somente de ilusões, ou seja, as pessoas têm todo o direito de se conhecer através da Internet, mas viverem somente em função dela para buscar se relacionar com alguém, se torna um fato bastante preocupante.” ;

” acho que devemos ter muito cuidado com esse tipo de relacionamento, porque às vezes a pessoa com a qual estamos nos relacionando pode passar uma impressão nem sempre verdadeira e por isso, a idealizamos de um jeito e quando a conhecemos, podemos ter uma frustração…” .

Observou-se que as pessoas entrevistadas acreditam nos relacionamentos virtuais enquanto estão estabelecendo contatos iniciais; no entanto, quando se perguntou se esse modo de relacionamento é considerado satisfatório, muitas pessoas relataram haver necessidade de um contato real para o desenvolvimento de um relacionamento mais sólido.

Concluindo, acredito que a Internet pode ser um maravilhoso meio de afetividade, ao mesmo tempo que pode virar um inferno. Devemos saber lidar com magnitude desse instrumento e extrair apenas o lado benéfico que pode nos proporcionar. Já conheci pessoalmente pessoas que eram virtuais e já tinham a minha afeição. Cabe á nós precavermos sempre, para não nos decepcionarmos gravemente.

Fonte:Psicologia em Estudo-

Psicóloga Alessandra dos Santos Menezes Dela

Ótima Semana!

Elisabete Cunha 29/09/08