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O que são Hormônios?

 

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Hormônios são substâncias produzidas pelas glândulas endócrinas que atuam dentro da corrente sanguínea. O sangue transporta esses hormônios para atuarem em áreas específicas do organismo. Os hormônios são governados por atividades cerebrais e regulam o crescimento, o desenvolvimento, controlam as funções de muitos tecidos, auxiliam as funções reprodutivas e regulam o metabolismo. O termo “hormônio” tem origem grega e significa “pôr em movimento”.

Os hormônios sexuais iniciam sua secreção por volta dos 10 anos de idade. O declínio desses hormônios é inversamente proporcional ao envelhecimento, ou seja, quanto mais velho o indivíduo fica, menos hormônios sexuais ele vai produzir naturalmente. Esse processo pode chegar até o desaparecimento total da produção desses hormônios a exemplo dos homens, no caso da mulher, no período conhecido como menopausa, o corpo cessa a produção de tais hormônios. Além disso, durante a vida, as pessoas podem apresentar patologias congênitas ou adquiridas, disfunções ou desequilíbrios hormonais que necessitam de um tratamento específico..

A Medicina oferece tratamento para esses tipos de situações. O tratamento é conhecido como Terapia de Reposição Hormonal. Conheça aqui
um pouco mais sobre esse tratamento clicando no próximo tópico da sessão

Os implantes podem ser colocados em qualquer parte do corpo, preferencialmente na região glútea. O procedimento de implantação dura menos de dez minutos, é indolor – já que é feito com anestesia local – e não apresenta restrições. Após a implantação, o hormônio é liberado gradativamente na corrente sanguínea, de maneira segura e com dosagem personalizada, por um período de seis meses a um ano.
Não aos efeitos colaterais
Os Implantes Hormonais de testosterona e estradiol são bioidênticos, o que significa que são iguais aos hormônios produzidos pelo próprio organismo, no que diz respeito à estrutura molecular. Desenvolvidos a partir de amostras orgânicas extraídas da urina de homens e mulheres jovens, causam efeitos colaterais consideravelmente menores do que os desconfortos gerados pelos hormônios sintéticos – obtidos em “laboratório” e geralmente utilizados nos tratamentos convencionais.
Inovação, praticidade e segurança

Entre os principais motivos que fazem com que os Implantes Hormonais sejam extremamente bem aceitos pelos pacientes, estão:
• Eficácia: os resultados alcançados por meio do método são surpreendentes;
• Praticidade: o paciente só precisa se preocupar com a troca do implante no intervalo de seis meses, ou um ano;
• Segurança: o método elimina a possibilidade do esquecimento
• Controle: garantia de que a dosagem correta será distribuída ao organismo.
• Bem-estar: a inexistência de efeitos colaterais típicos dos outros métodos de tratamentos em TRH.

Tipos de Reposição.

Estradiol:
A reposição hormonal com implantes de estradiol deve ser iniciada com base nos níveis sanguíneos do hormônio obtidos na fase proliferativa do ciclo menstrual.
Nas pacientes que se encontram na menopausa, a dosagem deve ser feita alguns dias depois de suspenso qualquer tipo de reposição hormonal que esteja em uso pela paciente.

Testosterona:
A associação do estradiol com testosterona se faz habitualmente com base nos níveis sanguíneos de testosterona total. O número de cápsulas varia de acordo com a necessidade de cada paciente.

Gestrinona:
A gestrinona é um 19-nor esteróide, anti-estrogênico e anti-progesterona. O composto tem efeito anabolizante e hemostático, sendo por isso usado no tratamento de anemia. Patologias estrogênio-dependentes respondem bem a gestrinona e podem ser utilizadas em tratamentos de endometriose, miomas e mastopatias. É indicada também para TPM, baixa de libido, adenomiose, hipertrofia uterina, perda de massa muscular e da massa óssea, revertendo, quando associada ao estrogênio a osteopenia.
Sob a forma de implantes, a gestrinona oferece a vantagem de não passar pelo fígado na primeira passagem e ser liberada lentamente ao longo de um ano, inibindo a ovulação e a menstruação por um ano, portanto, funciona como anticoncepcional.

Fonte – http://www.elsimarcoutinho.com/implantes-hormonais/o-que-sao-hormonios/

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Os Hormônios, Os Odores e o Sexo – Elsimar Coutinho

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Apesar do sexo envolver todos os sentidos na maioria dos animais, os odores que emanam dos parceiros atuam como sinalizadores químicos que permitem identificar não somente a presença dos indivíduos do sexo oposto nas redondezas como a sua localização. Como os odores característicos das fêmeas das diversas espécies são mais intensos no período da ovulação, a presença de uma fêmea que se encontre nessa fase é percebida a distância maiores, alcançando e atraindo assim um número maior de machos.

Nos mamíferos, os odores que emanam das fêmeas são fundamentais, pondo em dúvida a afirmativa do poeta que pede perdão às feias ao propor a beleza como fundamental. Na realidade a anatomia responsável pela beleza por si só não conduz ao sexo se o odor não for adequado. Nos animais domésticos e nos primatas subumanos que praticam o sexo à vista de todos pode ser constatada essa verdade biológica.

O cão se aproxima de uma cadela e com seu focinho cheira o corpo da fêmea em toda a sua extensão. Depois de cheirá-la, o cão toma uma de duas alternativas de ação. Ou vai embora ou tenta copular. Se o cão vai embora, distanciando-se, indiferente àquela cuja anatomia e leve odor a identificam como fêmea da sua espécie é porque ao cheirá-la nada lhe aconteceu. Se, entretanto, após a cheirada, o seu pênis sofreu vasodilatação e desenvolveu uma ereção, ele tenta esfregá-lo no corpo da cadela, porque o pênis ereto provoca comichão.

Ao apoiar as pernas dianteiras nas costas da cadela, ela faz uma corcova e levanta a cauda (fenômeno que só ocorre no pico estrogênico durante a ovulação). Para o cão (ou para o gato) a beleza está longe de ser fundamental. Gata sem cheiro de gata ou cadela com um odor exótico, por mais linda que seja aos olhos dos seus parceiros quando os atraem pela anatomia se revelam propaganda enganosa na hora da prova.

Ainda mais importante para o homem porque mais próximos antropologicamente estão os primatas subumanos cujo comportamento sexual é mais ou menos intermediário entre aquele dos quadrúpedes e os seres humanos. Os machos de espécies como o chimpanzé e o gorila preferem se masturbar a copular com uma fêmea que não esteja no cio e por mais bela que seja aos seus olhos. Através do estímulo manual, o macho consegue uma ereção melhor do que se esfregando numa fêmea sem o mágico cheiro de macaca no cio. Quando uma chimpanzé entra no cio todos os machos a procuram para copular.

Os estímulos quimio-sensoriais que governam as relações entre os indivíduos da mesma espécie começam a atuar sobre os receptores olfativos e gustativos do feto humano entre quatro e seis meses da gravidez quando o líquido amniótico começa a fluir livremente por via nasal. Os estímulos variam de acordo com a alimentação da mãe cujo líquido amniótico é exclusivo e terá odores e gostos específicos para cada indivíduo, permitindo não somente a identificação como afinidade entre mãe e filho. Durante o nascimento, os milhares de receptores na mucosa nasal e no órgão vomeronasal são expostos de maneira intensa aos componentes das secreções vaginais da mãe que se encontra sob forte influência estrogênica indispensável para iniciar e sustentar a atividade contrátil do útero.

A exposição dos receptores nos momentos iniciais da vida imprime de modo indelével as características odoríferas da vagina materna nas narinas do filho de tal forma que para o resto da vida o indivíduo é atraído para os corpos dos quais emanem os referidos odores que caracterizam o “cheiro de mulher”. A intensidade do “cheiro de mulher” aumenta sob a influência dos estrogênios e é por isso que alcançam o seu pico durante o período peri-ovulatório e durante o período expulsivo do trabalho de parto quando cessa o efeito bloqueador da progesterona (progesterone block). Na menopausa, quando os estrogênios ficam muito baixos, a vagina fica desprovida de secreções e conseqüentemente do seu cheiro. Nesse caso a reposição hormonal com estrogênios e testosterona devolve tanto as secreções quanto o odor característico da vagina normal.

A testosterona é transformada no corpo da mulher em estradiol graças à ação da aromatase. Os níveis de testosterona são cerca de dez vezes mais baixos na mulher do que no homem, mas, apesar disso, a testosterona também colabora para o “cheiro de mulher”.

O cheiro de homem, ao contrário do cheiro de mulher, não atrai a mulher para ele, mas aumenta a receptividade da fêmea à aproximação e penetração pelo macho. No homem, os níveis elevados de testosterona, resultantes da percepção da proximidade da fêmea, aumentam a sua agressividade e sua aptidão para a cópula. Ereções mais rápidas e mais firmes se desenvolvem em machos que aumentam seus níveis de testosterona na presença de uma fêmea estrogenizada.
As ereções espontâneas que ocorrem nas primeiras horas da manhã também coincidem como o pico diário da testosterona.

As emanações estrogênio dependentes que despertam o desejo do homem podem ser reduzidas e até eliminadas por excesso de higiene íntima, banhos repetidos, desodorantes e perfumes exóticos, razão pela qual devem ter o seu uso eliminado quando a mulher quer despertar o desejo do homem.