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Onze benefícios da caminhada para o corpo e a mente

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Você conhece algum exercício mais fácil de praticar do que a caminhada? Ela não exige habilidade, é barata, pode ser feito praticamente a qualquer hora do dia, não tem restrição de idade e ainda pode ser feita dentro de casa se a pessoa tiver uma esteira. “Para uma pessoa que não pratica nenhum tipo de esporte, uma caminhada de 10 minutos por dia já provoca efeitos perceptíveis ao corpo, depois de apenas uma semana, explica o fisiologista do esporte Paulo Correia, da Unifesp. Além da melhora do condicionamento físico, as vantagens de caminhar para a saúde do corpo e da mente são muitas, e comprovadas pela ciência. O Minha Vida reuniu 11 benefícios que esse hábito pode fazer para você. Confira aqui e movimente-se: 

1.Melhora a circulação

Um estudo feito pela USP, de Ribeirão Preto, provou que caminhar durante aproximadamente 40 minutos é capaz de reduzir a pressão arterial durante 24 horas após o término do exercício. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.  

Dicas para começar a fazer caminhada e corrida

Além disso, a caminhada faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. “Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Somado a isso, a caminhada também faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas”, explica o fisiologista Paulo Correia. 

2.Deixa o pulmão mais eficiente

O pulmão também é bastante beneficiado quando caminhamos. De acordo com Paulo Correia, as trocas gasosas que ocorrem nesse órgão passam a ser mais poderosas quando caminhamos com frequência. Isso faz com que uma quantidade maior de impurezas saia do pulmão, deixando-o mais livre de catarros e poeiras.

“A prática da caminhada, se aconselhada por um médico, pode ajudar também a dilatar os brônquios e prevenir algumas inflamações nas vias aéreas, como bronquite. Em alguns casos mais simples, ela tem o mesmo efeito de um xarope bronco dilatador”, explica. 

3. Combate a osteoporose

O impacto dos pés com o chão tem efeito benéfico aos ossos. A compressão dos ossos da perna, e a movimentação de todo o esqueleto durante uma caminhada faz com que haja uma maior quantidade estímulos elétricos em nossos ossos, chamados de piezelétrico. Esse estímulo facilita a absorção de cálcio, deixando os ossos mais resistentes e menos propensos a sofrerem com a osteoporose.  “Na fase inicial da perda de massa óssea, a caminhada é uma boa maneira de fortalecer os ossos. Mesmo assim, quando o quadro já é de osteoporose, andar frequentemente pode diminuir o avanço da doença”, diz o fisiologista da Unifesp.

4. Afasta a depressão

Durante a caminhada, nosso corpo libera uma quantidade maior de endorfina, hormônio produzido pela hipófise, responsável pela sensação de alegria e relaxamento. Quando uma pessoa começa a praticar exercícios, ela automaticamente produz endorfina.

Depois de um tempo, é preciso praticar ainda mais exercícios para sentir o efeito benéfico do hormônio. “Começar a caminhar é o inicio de um círculo vicioso. Quando mais você caminha, mais endorfina seu organismo produz, o que te dá mais ânimo. Esse relaxamento também faz com que você esteja preparado para passar cada vez mais tempo caminhando”, explica Paulo Correia. 

5. Aumenta a sensação de bem-estar

Uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins, pode melhorar significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e a autoestima, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Essex, no Reino Unido.

Comparando dados de 1,2 mil pessoas de diferentes idades, gêneros e status de saúde mental, os pesquisadores descobriram que aqueles que se envolviam em caminhadas ao ar livre e também, ciclismo, jardinagem, pesca, canoagem, equitação e agricultura, apresentavam efeitos positivos em relação ao humor e à autoestima, mesmo que essas atividades fossem praticadas por apenas alguns minutos diários.  

6. Deixa o cérebro mais saudável

“Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento.”

Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento. Entretanto, um novo estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostra que esse efeito antienvelhecimento do exercício pode ser possível também em relação ao cérebro, ao aumentar seus circuitos e reduzir os riscos de problemas de memória e de atenção. “Os estímulos que recebemos quando caminhamos aumento a nossa coordenação e fazem com que nosso cérebro seja capaz de responder a cada vez mais estímulos, sejam eles visuais, táteis, sonoros e olfativos”, comenta Paulo Correia. 

O que comer antes dos exercícios físicos?

Outro estudo feito pela Universidade de Pittsburgh, afirma que as pessoas que caminham em média 10 quilômetros por semana apresentam metade dos riscos de ter uma diminuição no volume cerebral. Isso pode ser um fator decisivo na prevenção de vários tipos de demência, inclusive a doença de Alzheimer, que mata lentamente as células cerebrais. 

7. Diminui a sonolência

A caminhada durante o dia faz com que o nosso corpo tenha um pico na produção de substâncias estimulantes, como a adrenalina. Essa substância deixa o corpo mais disposto durante as horas subsequentes ao exercício. Somado a isso, a caminhada melhora a qualidade do sono de noite.

“Como o corpo inteiro passa a gastar energia durante uma caminhada, o nosso organismo adormece mais rapidamente no final do dia. Por isso, poucas pessoas que caminham frequentemente têm insônia e, consequentemente, não tem sonolência no dia seguinte”, completa o especialista da Unifesp. 

8. Mantém o peso em equilíbrio e emagrece

Esse talvez seja o benefício mais famoso da caminhada. “É claro que caminhar emagrece. Se você está acostumado a gastar uma determinada quantidade de energia e começa a caminhar, o seu corpo passa a ter uma maior demanda calórica que causa uma queima de gorduras localizadas”, afirma Paulo Correia. 

E o papel da caminhada na perda de peso não para por aí. Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostrou que, mesmo horas depois do exercício, a pessoa continua a emagrecer devido à aceleração do metabolismo causada pelo aumento na circulação, respiração e atividade muscular.

A conclusão foi de que os músculos dos atletas convertem constantemente mais energia em calor do que os de indivíduos sedentários. Isso ocorre porque quem faz um treinamento intensivo de resistência, como é o caso da caminhada, tem um metabolismo mais acelerado. 

9. Controla a vontade de comer

Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, sugere que fazer caminhadas pode conter o vício pelo chocolate. Durante o estudo, foram avaliadas 25 pessoas que consumiam uma quantidade de pelo menos 100 gramas por dia de chocolate. Os chocólatras tiveram que renunciar ao consumo do doce e foram divididos em dois grupos, sendo que um deles faria uma caminhada diária. 

Os pesquisadores perceberam que não comer o chocolate, juntamente com o estresse provocado pelo dia a dia, aumentava a vontade de consumir o doce. Mas, uma caminhada de 15 minutos em uma esteira proporciona uma redução significativa da vontade pela guloseima.

“Além de ocupar o tempo com outra coisa que não seja a comida, a caminhada libera hormônios, como a endorfina, que relaxam e combatem o estresse, efeito que muitas pessoas buscam compulsivamente na comida”, afirma Paulo Correia.  

10. Protege contra derrames e infartos

Quem anda mantém a saúde protegida das doenças cardiovasculares. Por ajudar a controlar a pressão sanguínea, caminhar é um fator de proteção contra derrames e infarto. “Os vasos ficam mais elásticos e mais propícios a se dilatarem quando há alguma obstrução. Isso impede que as artérias parem de transportar sangue ou entupam”, diz Paulo.

A caminhada também regula os níveis de colesterol no corpo. Ela age tanto na diminuição na produção de gorduras ruins ao organismo, que têm mais facilidade de se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos e por isso causar derrames e infartos, como no aumento na produção de HDL, mais conhecido como colesterol bom. 

11. Diabetes

A insulina, substância que é responsável pela absorção de glicose pelas células do corpo, é produzida em maior quantidade durante a prática da caminhada, já que a atividade do pâncreas e do fígado são estimuladas durante a caminhada devido à maior circulação de sangue em todos os órgãos.

Outro ponto importante é que o treinamento aeróbico intenso produzido pela caminhada é capaz de reverter a resistência à insulina, um fator importante para o desenvolvimento de diabetes. Assim fica comprovado que os exercícios têm ainda mais benefícios contra o mal do que se pensava anteriormente.

“Quanto maior a quantidade de insulina no sangue, maior a capacidade das células absorverem a glicose. Quando esse açúcar está circulando livremente no sangue, pode causar diabetes“, explica o fisiologista da Unifesp.

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Vista-se bem e valorize seus pontos fortes

Ser elegante não é, nem de longe, uma missão impossível: com cuidados simples, dá pra ficar Linda e chique sem muito esforço!

1. Descubra seu tipo físico
Esse é o passo mais importante para se vestir bem. Tire as medidas e confira seu tipo de corpo:

-Retângulo – Ombros, cintura e quadris têm as mesmas medidas.

-Ampulheta – Busto e quadril da mesma medida e cinturinha mais fina.

-Triângulo invertido – Ombros são mais largos do que os quadris e as coxas.

– Oval – A cintura, os ombros, as costas e o peito são maiores que os quadris e as coxas.

-Triângulo(pera na imagem abaixo) – Nesse tipo físico, os quadris são bem largos e os ombros são estreitos.

2. Valorize seus pontos fortes
Qual é a parte mais bonita do seu corpo? Descubra e chame atenção para essa região. Se você adora suas pernas, por exemplo, aposte nas saias. Assim, você tira a atenção dos lugares de que gosta menos.

3. Não mostre demais a sua pele!
Usar um superdecote com uma minissaia até destaca todos seus atributos, mas fica vulgar. Se seu objetivo é ficar sensual, deixe apenas uma região à mostra e use um belo salto alto. É mais que suficiente!

4. Reconheça sua idade
O que vestimos aos 15 anos dificilmente continuará legal no corpo quando chegarmos aos 30. A partir dessa idade, é preciso redobrar a atenção: roupas com cortes mais estruturados ficam melhor, porque não destacam defeitinhos como celulite, culote e barriga.

5. Enxugue as medidas
A maneira mais fácil de fazer isso é usar roupas escuras. Mas nada de fazer o look preto total, que deixa a imagem muito pesada! Incremente a produção com uma bela bolsa ou com acessórios coloridos e alegres.

6. Vista seu número
Se você usa roupas maiores que seu tamanho, só para poder esconder as gordurinhas, está cometendo um crime contra si. O mesmo serve para quem veste jeans apertado: destaca justamente o que não deveria.

7. Descubra o poder dos decotes
Os decotes em V e U são perfeitos para quem tem busto grande. Já os do tipo canoa e tomara-que-caia aumentam o tamanho dos ombros e são ótimos para quem tem ombros muito estreitos.

8. Aposte nos acessórios
Eles levantam qualquer modelito e desviam a atenção dos seus defeitinhos. Atente para as combinações – não dá para usar brinco hippie com colar de pérola. Evite pôr tudo: brinco, pulseira, colar, anel, tornozeleira… Você não é uma vitrine!

9. Deixe a calça tocar no peito do pé
Sabe por quê? Quando encosta em cima do pé, a calça alonga a silhueta. Isso dá a impressão de que você é mais magra. A barra deve parar no meio do salto. Se for usar uma sapatilha ou um sapato baixinho, dobre um pouquinho a calça, para que a barra não fique arrastando no chão.

10. Cuidado com pregas e volumes
Eles podem aumentar ainda mais suas medidas. Por isso, tome cuidado na hora de usá-los. Coloque pregas e volumes apenas se quiser valorizar a região onde eles vão ficar. Uma boa ideia é usar uma saia balonê quando você é reta e não tem bumbum. O efeito é chique e imediato!

11. Escolha estampas pequenas
Quer usar estampas? Aposte nas pequenas. As grandes aumentam as medidas e, na maior parte das vezes, só ficam bem em sofás e cortinas.

12. Tenha peças curingas
Sempre tenha no guarda-roupa: vestido preto, terninho de cor neutra, casaquinhos de meia-estação, camisas brancas, sapato fechado de salto médio, bota elegante, uma bolsa básica e um bom e surrado jeans.

13. Respeite seu estado de espírito
Quando uma pessoa está triste, procura cores sempre escuras. Quem está alegre usa peças mais vivas. Não quebre a cabeça tentando um look colorido se não estiver num bom dia. Que tal o pretinho básico?

14. Atente para o tecido
Panos pesados, como brim, lã e sarja, podem estragar o visual. Use-os com moderação. Sempre que escolher uma peça assim, combine-a com tecidos mais leves.

15. Olhe-se no espelho!
Esta é a principal regra para se vestir bem. Aprenda a se ver! Quando estiver experimentando uma peça, preste atenção em como ela cai no seu corpo.

Fonte- .teleshopjequie.com

Penso, logo me visto! by Carol Barboza

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Dez estratégias para montar um guarda-roupa inteligente feminino.

1- Defina-se
Um estilo bem resolvido é construído com base em dois pilares:
Estilo de vida – dia-a-dia, compromissos, tempo livre;
Biotipo – valorizar o que você tem de melhor, no seu corpo (sim, todas temos algo de bom!);

Biotipo: tipos de corpo.

Retângulo
Característica: Medidas de coxas e quadris semelhantes, cintura não definida, braços e pernas mais finos e poucas curvas. Dicas: Tente usar peças mais sequinhas e com cintura bem marcada, como corselets e tops cinturados. Evite abotoamentos duplos e boleros. A ideia, é dar a ilusão de que há cintura.
O que usar? – Looks acromáticos; Vestidos de cintura baixa; Cardigãs longos; Calça boca de sino ou pantalona; Blusa e camisetas levemente cinturados; Casacos e jaquetas cinturados na altura do joelho; Detalhes verticais; Decote em “U” ou “V”; Vestidos com recortes; Cintos usados de forma diagonal ou deslocado ; Saia evasê; Saia com cós largo e volume.
O que evitar? – Golas altas; Cintos de tons claros; Blusas e jaquetas de corte reto e curtas; Blusas de lã com pontos largos e grossos; Casacos e jaquetas na altura do quadril; Vestidos de corte reto.

Oval
Característica: Formas arredondadas e volume nos quadris, cintura e busto. Dica: Explorar as pernas, chamar a atenção para o dorso. Abusar de tudo que chame a atenção para colo, e pescoço.
O que usar? – Cardigã e casacos de altura até os joelhos e corte reto; Vestidos de cintura baixa ou com corte na diagonal; Listras verticais ou diagonais; Pences ou recortes; Calças de corte reto tocando o peito do pé; Roupas de cores escuras; Roupas no tamanho certo; Decote em “U” ou “V”; Saia reta ou ligeiramente evasê; Twin-set com comprimento abaixo da barriga.
O que evitar? – Calça com cintura muito baixa ou com muitos detalhes; Calça afunilada ou larga demais ; Roupas claras ou com brilho; Gola tipo rolê ou exarpe amarrada no pescoço; Blusas muito larga ou por dentro da calça; Listras horizontais; Colar tipo coleira ou com muitas voltas; Blusa ou jaqueta curta de corte reto; Tecidos volumosos; Roupas justas; Vestido com recorte abaixo do busto; Saias rodadas, com pregas, babados ou drapeadas; Cintos ou faixas que marquem o quadril.

Triângulo
Característica: Quadril e coxas mais largos que os ombros. Dicas: Os quadris devem ser minimizados e para tal os tons escuros descem e o foco sobe. Para harmonizar, as cores e estampas devem ser usadas na parte de cima, juntamente com adornos e brincos de forma a desviar a atenção para a parte e cima do corpo.
O que usar? – Gola volumosas e cheia de detalhes; Mangas de ombros caídos ou volumosas; Detalhes nos ombros; Brincos e colares que chamem atenção; Sais e calças secas de cores escuras e corte reto; Parte superior de cor clara ou colorida; Parte de baixo escuras; Saias evasês; Camisas acinturadas; Blusa volumosa e calça reta e escura; Blusa de ombro caído.
O que evitar? – Calça Cigarette ou com Stretch; Detalhes na altura dos quadris como bolsos, babados e bordados; Calças com pregas; Blusas ou vestidos com alças finas; Casacos e jaquetas na altura do quadril; Saias e vestidos rodados, tipo godê ou com pregas; Minissaia curta; Mangas raglã.

Triângulo invertido
Característica: Ombros largos, quadril estreito e pernas finas. Dicas: Ajustar na parte de cima e soltar a parte de baixo com evasês em saias e vestidos e calças mais soltinhas. Nas cores, os tons mais escuros devem ser usados na parte de cima. Para harmonizar o conjunto deve-se balancear o volume entre o ombro e quadril (diminuir os ombros).
O que usar? – Manga raglã ou cava americana; Saia evasê, rodada ou reta; Twin-set; Cores escuras na parte de cima; Cachê-cour; Calças com volume na parte de baixo, tipo pantalona; Minissaia; Blusas e vestidos acinturados; Decote “V” profundo; Bermuda de cor clara ou chamativa; Regatas de alça fina.
O que evitar? – Blusa com tecidos volumosos e muitos detalhes; Linhas horizontais na parte de cima; Casacos ou Jaquetas curtas, acinturadas ou não; Ombreiras; Mangas bufantes; Blusas de decote canoa; frente única ou tomara-que-caia.

Ampulheta
Característica: Ombros e Quadril na mesma largura, cintura mais definida, coxas mais grossas e costas largas. Dica: Para harmonizar o conjunto deve-se minimizar as coxas, valorizar a cintura e disfarçar o busto para diminuir o volume. Sempre chamar a atenção para a parte e cima (vestidos e saias evasês, calças de alfaiataria básica, calça mais seca com blusa mais solta)
O que usar? – Calça de corte reto e cintura baixa; Vestido tipo envelope, transpassado e levemente acinturado; Saia evasê; Casaco de lã amarrado.
O que evitar? – Malhas de tricô volumosas; Linhas horizontais; Estampas na altura do busto ou coxa; Ombreiras; Casacos amplos de corte quadrado; Vestidos largos de corte reto.

Estilo de vida: O modo de vida que levamos – entre trabalho, diversão, compromissos – e nossa casa, podem revelar muito do nosso estilo, que reflete em nosso figurino.

Retrô – Roupas que pertencem a uma certa época, tem uma certa erudição.
Funcionais – conjuntos de roupa de trabalho, utilitárias, com bolsos e capuz.
Étnicas – roupas folclóricas e coloridas.
Jovens – inspirada na cultura pop, vinda das ruas.
Tecno – inspirada na modernidade, com propostas futuristas, vanguardistas. Criação de novos tecidos, por exemplo.

2- Memorize
Monte um mural com fotos de catálogos e revistas com ideias para se inspirar. Buscar personalidades e looks que você gosta ajuda a formar seu guarda-roupa.

3- Limpe
Organizar as roupas é sempre bom. A dica é doar as roupas que não usamos mais, e reavaliar nosso guarda-roupa, enterrar a ‘pessoa’ que fomos, e abrir novas oportunidades de mudarmos nosso estilo.

4- Recheie
Toda mulher deve ter peças coringas:
1 vestido tubo preto, 1 costume – blazer e calça, 1 tailler – saia/casaco, 1 cardigã de tricô, 1 camisa branca, 1 t-shirt branca e outra preta, 1 jaqueta jeans e uma de couro, 1 capa (trench coat bege europeu), 1 scarpin, 1 bota, 1 sandália fina de salto, 1 rasteira, 1 jeans, 1 bolsa de cor neutra grande de toda hora – couro mole flexível, por exemplo – uma elegante e uma pequena.

5- Ame, e ame-se
Não guarde roupas que você goste pouco ou menos que as outras.

6- Compre o necessário
Não caia na tentação de comprar por impulso, por estar na liquidação – eu sei, é difícil!

7- Liberte-se
Estilo é liberdade. Não se censure se tiver vontade de vestir algo que a moral fashion condena, apenas cuidado com exageros.

8- Misture
Muitas grifes juntas matam a produção!

9- Balanceie
Ter estilo, é saber renunciar as tendências que não são para você.

10- Renuncie
Estilo não é eterno, reflete o momento da sua vida, e as formas de se vestir. Dê boas-vindas à mudança!

Lembre-se de que elegância é simplicidade, a maior riqueza é ser você mesma. Independente de qualquer roupa, o que vale é ser o que você veste, se olhar no espelho e poder dizer – ‘esta sou eu!’

A ARTE DE MENSTRUAR

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O que define uma mulher? Muitas respostas poderiam ser dadas a esta pergunta, mas o que caracteristicamente a define é o fato de que mulher menstrua. E em sua condição plena, ela menstrua regularmente, expressão redundante, pois a palavra menstruação, que significa, literalmente, ‘mudança de lua’, tem como sílaba-raiz mens, mensis, a medida, origem da contagem do tempo, i.é., da regularidade.

A sílaba latina mens forma palavras como medida, dimensão metro, mente, para citar algumas. No sânscrito, a sílaba original era ma, de mãe, mana. Na Suméria, os princípios organizadores do mundo, atributos da deusa Inana, eram os me, sílaba contida no nome de muitas deusas, como Medéia, Medusa, Nêmesis e Deméter.

Para as mulheres da Idade da Pedra, o sangue menstrual era sagrado. É provável que a palavra sacramento se origine de sacer mens, literalmente, menstruação sagrada. Um ritual exclusivamente feminino, conhecido pelos gregos como Thesmophoria, mas cuja origem se perde no tempo, era realizado anualmente no período da semeadura. As mulheres que tinham atingido a idade do sangramento se reuniam num campo sagrado, e ao primeiro sinal do fluxo menstrual, elas desciam por uma fenda para levar sua oferenda às Cobras, as grandes divindades primárias do mundo profundo, que representam o poder regenerador na terra, no campo e no corpo das mulheres. Ofereciam o melhor leitão da ninhada, cuja carne apodrecida junto ao sangue menstrual era misturada às sementes, que então eram enterradas no campo sagrado, para promover e propiciar uma colheita abundante.

Os antigos ritos de menstruação hindus estão relacionados com Vajravarahi, literalmente ‘Porca de Diamante’, a deusa que rege as divindades femininas iradas, que dançam o campo energético do ciclo menstrual. Ela é a dançante Dakini vermelha, filha da Deusa Primal do Oceano de Sangue, mais tarde denominado de Soma.

Representando o fluido da vida, o sangue menstrual sempre foi considerado tabu, palavra polinésia que significa ‘sagrado’ e que foi interpretada pelos antropólogos como sendo ‘proibido’. De fato, o sangue menstrual, como o poder de criar vida que conecta as mulheres com o próprio universo, era tabu, isto é, sagrado e portanto proibido àqueles que não menstruassem, como era o caso dos primeiros antropólogos homens.

No mais esotérico dos rituais tântricos, o Yoni Puja, os sucos liberados pela cópula eram misturados com vinho e partilhados pela congregação. O mais poderoso de todos os sucos era aquele obtido quando a yogini estava menstruando.

Ao longo dos milênios, as mulheres têm desaprendido a arte de menstruar, de fluir com a vida. Nas sociedades tribais, a menarca, o início do fluir do sangue, era celebrada com um rito de passagem, auxiliando a menina a realizar sua entrada para o reino do mana: o poder sagrado transmitido pelo sangue e que tanto podia dar como tirar a vida. Além de apaziguar o poder destruidor, o rito tinha como função auxiliar a menina a entender sua condição física e sua relação com a função procriadora da natureza. Ainda uma criança em espírito e condição social, a partir de suas regras, a jovem deve assumir o comando de sua vida. Sem ritos de passagem, o que temos para oferecer às nossas meninas, que as ajude a transformar e assumir sua nova identidade?

Ao longo do processo civilizatório, a menstruação foi sendo depreciada, relegada, virando tabu. O que era sagrado tornou-se proibido, sujo, contaminado. A regra passou a ser esconder a regra. O resultado disto foi que o evento central na vida de toda mulher madura tornou-se invisível. Ironicamente, retorna à visibilidade para se tornar um negócio milionário, o dos absorventes ditos ‘higiênicos’, mas que continua a reforçar a idéia de que o sangue menstrual é ‘sujo’. O apelo maior da propaganda de absorventes é tornar a menstruação invisível. Promete que usar tal ou qual marca de absorvente possibilita à mulher levar a vida como se nada estivesse acontecendo em seu corpo. Descaracteriza-a como mulher, negando sua característica mais distintiva.

Devemos abolir os absorventes? É claro que não, pois não vivemos na Idade da Pedra. Mas talvez devêssemos nos espelhar no exemplo das índias andinas, que simplesmente se agacham e deixam seu sangue fluir para a terra. Impossibilitadas de agir assim numa terra coberta de asfalto, podemos, contudo, transformar esta prática num ritual. É importante para as mulheres recuperarem o sentido sagrado do fato biológico central em suas vidas. Pois, ainda hoje, a maioria das mulheres ‘liberadas’ acredita que suas regras (aquilo que as rege) é uma inconveniência que, se possível, deveria ser eliminada. Se formos capazes de romper com esta crença, talvez possamos desvincular o feminino da idéia de fragilidade e instabilidade. A decantada imprevisibilidade feminina é, em grande parte, decorrente das oscilações a que a mulher está submetida, ao longo de seu ciclo mensal. É a expressão da imprevisibilidade da própria vida.

O ciclo hormonal feminino apresenta dois pontos culminantes: a ovulação e a menstruação. O polo branco da ovulação, chamado muitas vezes de rio da vida, é o polo ovariano, procriativo, momento do ciclo em que, biologicamente, a mulher se coloca plenamente a serviço da espécie. O polo vermelho da menstruação, também chamado de rio da morte, é o polo uterino, quando a mulher se volta para si mesma. Ou pelo menos deveria, pois a arte de menstruar, a habilidade de fluir com a vida, é o momento em que somos chamadas para dentro, a fim de curarmos a nós mesmas.

Desprezada e negligenciada, não é de estranhar que a menstruação revide. A TPM (Tensão entre Patriarcado e Menstruação) é a expressão do conflito que nós mulheres vivemos, entre voltarmo-nos para o acontecimento sagrado dentro de nós ou atender à demanda do mundo externo. O período menstrual nos torna mais sensíveis, captando os acontecimentos em torno de nós através de uma lente de aumento e reagimos de acordo. Se aprendermos a respeitar o movimento energético que acontece em nosso interior, poderemos usar esta sensibilidade de um modo mais significativo e reverter a depreciação a que o sangramento foi submetido, recuperando sua sacralidade.

Como mulheres modernas, inseridas num mundo que funciona de acordo com os valores masculinos, nem sempre podemos nos recolher na cabana de menstruação, como faziam nossas antecessoras, onde descansavam e partilhavam suas experiências. Mas podemos reduzir nossas atividades ao mínimo, deixando para outro momento algumas delas. Também podemos nos recolher para dentro de nós, enquanto executamos as atividades diárias que nos competem. Depois de cumpridas as tarefas, podemos nos retirar para um lugar tranqüilo e prestar atenção ao que acontece no nosso útero, observar as sensações e os sentimentos, os sonhos que emergem. O período menstrual é o momento em que podemos aprender mais a nosso respeito e curar nossas feridas. Assim reverenciada, a arte de menstruar pode ser recuperada, possibilitando uma vida mais plena e feliz como mulher.

Fonte: Caldeirão
 

BELA MULHER!

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Mulher é o mais avançado dos SERES vivos. É o que diz o zoólogo Desmond Morris, estudioso da espécie Homo sapiens.

Retirado da matéria da revista Super Interessante edição de julho de 2005, pág. 46.

Fiz cortes, sínteses e comentários relacionados as mesmas. Texto original por: Marcos Nogueira

Em seu mais novo livro, A Mulher Nua, Desmond Morris descreve e estuda o corpo feminino da cabeça aos pés – literalmente – para defender sua idéia de que a mulher é “o mais extraordinário organismo biológico do planeta Terra”. O autor atribui o secusso de nossa espécie, a um processo evolucionário chamado neotenia, que seria a manutenção de características infantís no indivíduo adulto, peculiaridade do Homo sapiens. Ou seja, não paramos de brincar quando adultos, ao contrário das outras espécies, só mudamos o nome das brincadeiras para arte, pesquisa, música, poesia… A neotenia se manisfesta de formas variadas no homem e na mulher. Enquanto ele é mais infantil no comportamento – conservando o elemento de risco da brincadeira -, ela incorpora mais característicaas de crianças ao corpo adulto. A vantagem do corpinho de criança é clara. A evolução progamou o macho para defender a prole. Assim, ela preservou a voz aguda, o rosto liso, as formas curvilíneas. Porém a neotenia é só uma das ferramentas evolutivas que moldaram o corpo feminino. Explore cada pedaço da mulher nua (e poeticamente bela) e entenda:

Bochechas: A ausência de barba é um dos sinais mais visíveis da distinção de gênero entre humanos. Se a mulher nunca chega a ter um rosto peludo (ainda bem não é?), é para manter a aparência de criança que precisa de proteção. Segundo o autor, bochechas coradas remetem sinal de virgindade. “A mulher que cora diante de uma comentário de conotação sexual obviamente tem consciência de sua sexuallidade, mas ainda preserva certa ignorância.” Mulheres assim geralmente são jovens: eis por que a maquiagem facial, quase sempre descarrega tons avermelhados na face.

Lábios: Nos animais, os lábios humanos são os únicos curvados para fora. Nossos lábios não são apenas infantís, são embrionários: eles têm a forma de lábios de um feto de chimpanzé de 16 semanas. Caracaterística que se mostra bastante útil pára sugar o leite dos seios também exclusivas da fêmea humana. Num homem adulto, os lábios se tornam um tanto mais esticados e finas; mas na mulher, os lábios se mantêm carnudos e macios…Prontos para serem beijados. A conotação sexual da boca, vem de outros lábios peculiares as fêmeas, os lábios vaginas – que não se chamam lábios à esmo. A semelhança está na forma, textura e coloração, e todos os lábios da mulher agem da mesma forma com excitação sexual: ficam mais túrgidos, mais rubros e sensíveis. As mulheres não tardaram a descobrir essa vantagem e usa-lá a seu favor (como sempre, somos espertas…) – O batom vermelho surgia no antigo Egito, com as prostitutas sem clientela.


Pescoço: O pescoço feminino e mais longo e delgado que o masculino – em decorrência do torax mais curto das mulheres e da compleição mais musculosa dos homens. De um jeito ou de outro, pescoços esquios sempre foram sinal de feminilidade e sensualidade.Tal característica levada ao extreme pelas mulheres Pa-dang, da Birmânia, que aumentam seus prescoços desde pequenas com aros de metal.

Seios:São 2. E são únicos [ bem,muita gente anda comprando outros , eu ainda não…]. Além de produzirem leite para prole, despertam interesse erótico no macho. Coisa que não ocorre em nenhuma outra espécie – após o período de lactação, as tetas das fêmeas simplesmente desaparecem. Nas mulheres, não: as mamas até aumentam quando cheias de leite, mas continuam protuberantes mesmo quando o não nenhum bebê para alimentar. Esses seios são uma artimanha da evolução para estiular a procriação. Seios protuberantes simulam os sinais sexuais emitidos pelas nádegas – algo oportuno para para quem assumiu uma postura ereta e é quase sempre vista de frente. O par de seios permiti manter a sensualidade emitida pelas nádegas, mesmo sem dar as costas ao interlocutor.

Cintura: A razão de homens serem atraídos por mulheres de cintura fina e tão simples quanto cruel: depois do primeiro parto, essa parte do corpor se expande irremedialvelmente. “Mesmo que ela consiga com um regime alimentar rigoroso, recuperar o corpo esbelto que tinha antes da gravidez, a cintura nunca vai ser tão fina”, afirma Morris. Segundo ele, depois de vários partos a circunferência da cintura da mulher aumenta de 15 a 20 cm. Portanto, uma cintura de pilão da ao homem a impressão de estar diante de uma de uma fêmea que ainda não desempenhou sua função de reprodutora – o que, em tempos primitivos, significava o mesmo que mulher virgem.

Genitais:Comparada ao aparelho de nosso parentes mais próximos – os símios – a genitália da fêmea humana apresenta uma sensacional evolução: a capacidade de produzir prazer. Usemos como exemplo o coito entre 2 babuínos: o pênis entra e sai em média 6 vezes da vulva, numa performance qeu não costuma durar mais de 8 segundos. A macaca não tem tempo nem de pensar num orgasmo. Se a coisa é diferente na nossa espécie, isso não se deve apenas à extrema sensibilidade dos tecidos genitais femininos – algumas peculidaridades do pênis humano também ajudam. Macacos não conhecem o que chamamos de ereção: seus orgãos são finos e sustentados por ossos. Já o nosso aparato desossado fica pronto para o uso somente quando a excitação manda para lá um suprimento extra de sangue. Isso alonga o pênis, mas é o aumento do calibre que realmente faz a diferença. A pressão do pênis nas paredes váginais e a sensibilidade de todo o parelho genital. O clímax de tudo isso é o orgasmo. Bonito não?


Bunda: Dentre todos os animais, os humanos são os únicos dotados de bunda avantajada. Isso porque também somos os únicos mamíferos a andar sobre 2 patas o tempo todo – os fortes músculos glúteos são essenciais para que possamos adotar essa postura. Em especial nas mulheres, as nádegas exercem também um forte (fortíssimo, gigantesco, colossal…) apelo sexual. A bunda feminina difere da masculina em 3 pontos essenciais: é maior, mais empinada e rebola . Não é preciso dizer o quanto essas qualidade agradam os homens. Não se sabe ao certo por que, mas Morris lavanta a hipótese: como nossos ancestrais andavam quase sempre de 4 e sempre copulavam por trás (você já viu cachorro fazendo vuco-vuco de frente? aposto que não), os sinais sexuais eram naturalmente, emitidos pela reta-guarda feminina (BUNDA, em caixa ‘grande’ e sem censura). Quando assumimos a postura ereta e desenvolvemos os músculos glúteos, as formas arredondadas das nádegas substituiram esse sinal primitivo. “As mulheres com grandes traseiros enviavam fortes sinais sexuais, e com isso, as nádegas iam crescendo através das gerações”, diz o autor. Segundo ele, as mulheres passaram a ter superbundas a ponto de atrapalhar a cópula – o que teria propiciado o nascimento do coito frontal e o surgimento dos seios como sinal sexual alternativo na frente do corpo feminino e como consequente, aumento dos seios e diminuição das nádegas.

Pernas:A atração dos homens por pernas femininas é tão grande (só de falar vocês já sentiram as formigas genitais né ? homens…) que existem revistas especializadas em atender à demanda por esse tipo de fetiche. A principal razão disso é geométrica: ao olhar os segmentos de pernas, um homem inevitávelmente imagina o vértice, o ponto onde elas se cruzam (fato). “É quase como se, no recesso na mente do homem, o par de pernas funcionasse como uma placa que indica o caminho para a ‘terra prometida’”, afirma Desmond Morris. Pernas longas são particularmente queridas pelo imaginário masculino por serem um sinal de maturidade sexual: nas mulheres adultas os membros inferiores são, em comparação ao tronco, mais compridos que os das crianças.

Pés: Como não precisavam percorrer grandes distâncias atrás de caça na pré-história, as mulheres acabaram dotadas de pés menores que os dos homens – mesmo proporcionalmente ao corpo. Assim, pés pequenos são associados a feminilidade. Esse é o motivo de mulheres de comportamento masculinizado serem chamadas de “sapatão” e é também uma fonte de constrangimento para meninas cujos pés se desenvolvem mais rápido que o resto do corpo. Para terem pés considerados femininos, as mulheres desde sempre tem se submetido a torturas. A mutililação de garotas chineses, que tinham seus pés enfaixados para que parecem de crescer, é só um extremo. Os sapatos estreiros e de salto alto – a elevação do calcanhar faz com que pareça mais curto – estão aí para provar.


Nota: Estou com preguiça de rever o texto, erros de português e pérolas devem ser ignorados.

Nota 2: Comentários idiotas entre parênteses, não estavam presente no texto original e são de minha autoria.

Nota 3: O texo acima (com exceção das Notas), não reflete necessáriamente minha opinião. Farei um comentário pessoal depois…

Nota 4: Eliminei do texto alguns tópicos relacionados às mãos, nariz, pelos púbicos, cabelos e quadris. Quem quiser ler a matéria na integra, se vira…