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Rejeição?

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Sentir-se rejeitado é algo doloroso e difícil de aceitar.

Em muitas ocasiões, com a intenção de não sermos rejeitados, nós traímos a nós mesmos em benefício do que querem os demais. Somos educados para conseguirmos a aceitação dos demais, por isso a rejeição é algo que evitamos tanto quanto uma doença.

Existem dois tipos de rejeição: a rejeição exterior, da sociedade, e a interior.

Não podemos evitar a rejeição exterior. Quantas vezes nós também já rejeitamos alguém? Sejamos sinceros… certamente fizemos isso algumas vezes. Não podemos fazer nada para reverter a rejeição, mas podemos nos tornar imunes a ela ou, até mesmo, ignorá-la.

Por outro lado, o que fazer com a rejeição interior? Esta é a mais difícil. Esta rejeição está em nossa mente; nós achamos que devemos ser rejeitados e este sentimento é o mais difícil de eliminar. É uma rejeição tóxica.

Em que nos transforma a rejeição?

Nos sentirmos rejeitados nos transforma em pessoas extremamente suscetíveis. Tudo nos causará dano e não saberemos apreciar as coisas boas.

A rejeição também nos transforma em pessoas inseguras. Não conseguiremos encontrar nosso lugar no mundo se não o aceitarmos.

Por último, a rejeição faz com que descuidemos de nossa pessoa. Não nos cuidamos, não nos preocupamos com nós mesmos. Além do mais, transmitiremos essa rejeição que sentimos aos demais. É um círculo negativo. 

Técnicas para nos sentirmos livres da rejeição

Para nos libertarmos de tudo de negativo que a rejeição nos proporciona, o que devemos fazer? Contaremos agora!

Utilize a sabedoria

Seja sábio quanto à rejeição. Do que adianta você se sentir assim? Você está evoluindo? De verdade? Você está bloqueando a si mesmo. Ninguém está rejeitando você, você está fazendo isto a si mesmo. Você deve se sentir seguro de si mesmo, use a cabeça! Decida rejeitar a rejeição e aprenda a desfrutar da vida.

Invista em si mesmo

Para gostar do outro, primeiro você tem que gostar de si mesmo. Quando se tem amor próprio, a rejeição pouco ou nada importa. Aceite a você mesmo e, depois, aceitará aos demais. Não use as coisas ruins que você já fez ou que possa vir a fazer para se culpar ou se rejeitar. Você é humano! Perdoe-se e tire algo de bom disso.

Fale bem de você

Sabemos falar bem dos demais, mas e de nós mesmos? Por que é tão difícil? O que acontece? Há algo que nos bloqueia, algo que nos faz pensar que não devemos falar bem de nós mesmos. Pense em seus pontos fortes, em seu potencial, em tudo aquilo de bom que você tem. Diga aos demais e também a você mesmo! Pense em tudo de positivo sobre a sua pessoa.

Presenteie-se com o melhor

Coma o melhor, vista o melhor, arrume-se, sinta-se saudável, livre… O que eu conseguirei com isto? Sentir-se positivo, com força. Presenteie-se com um bom livro ou com algo que considere um prêmio para você. Premie-se e se sentirá melhor com você mesmo. Não busque desculpas e justificativas de por que você não merece. Se deseja algo, faça disso um presente para si mesmo! Você se sentirá mais positivo e feliz.

Pessoas de sucesso

Cerque-se daqueles que já conseguiram o que queriam, não se deprima! Utilize a influência e o exemplo dessas pessoas para acreditar em você mesmo, para pensar que você também pode conseguir o que quer. Não se sinta rejeitado, todos podemos! Mas só se confiarmos em nós mesmos e realmente quisermos ir em frente.

Julgue-se sempre para melhor

A rejeição também tem a ver com com a autocrítica. Devemos nos avaliar, mas sempre para evoluirmos e nos sentirmos bem. O que temos feito de ruim? Como devemos proceder? São perguntas que deveríamos fazer a nós mesmos.

Estas técnicas serviram para você? Você está consciente dos inconvenientes de se sentir rejeitado? Você é o único que pode sair dessa rejeição, ninguém irá fazer isto por você. Não espere que isto desapareça por magia. Confie em você mesmo, raciocine sobre os inconvenientes de fazer você se sentir assim. Você é inteligente. Ninguém deveria evitar que você consiga aquilo que deseja, nem você mesmo.

Fonte- https://amenteemaravilhosa.com.br

Moça, valorize-se!

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Moça, valorize-se. Você merece muito mais do que estão te oferecendo!

Ele não ligou, não te procurou no dia seguinte ao encontro e não demonstrou que quer um relacionamento sério. Mas, como você acreditou em todas as palavras que ele disse, seu coração encontrou todas as justificativas possíveis para convencer o cérebro de que “com o tempo, ele irá te amar”.

Moça, não faça isso! Você merece muito mais do que estão te oferecendo. Você não precisa de quem te procura no final da noite, como última opção. Não precisa de alguém que não te assume, porque a vida de solteiro é mais interessante. Não precisa de alguém que te elogie só para te usar como estepe de relacionamento. Você, simplesmente, não precisa!

Eu sei que te ensinaram a ser a melhor em tudo: na escola, na faculdade, na família, no trabalho e que, por isso, lidar com a rejeição não é seu forte. Mas, acredite, há rejeições que são defesas.

Você nunca foi mulher para ser encaixada em agenda de segunda-feira ou no encontro de domingo à noite. Você nasceu para ser prioridade! Não aceite menos que isso. Não acredite nessa sua autoestima instável que grita que “qualquer relacionamento serve”.

Não corra atrás de quem sabe onde te encontrar. Dê a você o valor que merece, antes de exigir isso dos outros. Saiba diferenciar as pessoas que gostam de você em toda a sua essência, daqueles que são gentis por conveniência.

Sabe, não podemos exigir dos outros aquilo que não estão dispostos a nos dar. Então, deixe ir quem nunca quis ficar. Pare de tentar manter em sua vida, alguém que só se afasta. Não ligue, não peça, não insista. Não é preciso ouvir um “não” quando as atitudes deixam explícito isso. Faça como Pablo Neruda quando afirmava que “se sou amado, quanto mais amado mais correspondo ao amor. Se sou esquecido, devo esquecer também…Pois amor é feito espelho: – tem que ter reflexo.”

Pouco importa se ele mandou flores para se desculpar pelas grosserias da semana passada ou se ele te mandou mensagem para explicar porque te apresentou como amiga naquela festa. O que importa é a forma como você permite ser tratada.

Cuide mais de você e não fique tentando entender as escolhas dos outros. Cada um sabe o caminho que segue e a vida não é um roteiro de filme com final feliz garantido.

Agradeça pelas ligações não atendidas, pelos encontros em que ele não foi e pelas vezes em que ele disse em que vocês não combinavam. Ele estava certo! Você nunca combinou com gente desinteressada e fria mesmo.

OS VOTOS – Sérgio Jockymann.

 

1-69
Poema que inspirou Frejat na música Amor pra Recomeçar

Desejo primeiro que você ame e que amando, seja também amado.
E que se não o for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde mágoa.
Desejo depois que não seja só, mas que se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos e que mesmo maus e inconsequentes sejam corajosos e fiéis.
E que em pelo menos um deles você possa confiar e que confiando não duvide de sua confiança.
E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos, nem muitos nem poucos, mas na medida exata para que algumas vezes você interprete a respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo para que você não se sinta demasiadamente seguro.
Desejo depois que você seja útil, não insubstituivelmente útil mas razoavelmente útil.
E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante, não com que os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com aqueles que erram muito e irremediavelmente.
E que essa tolerância nem se transforme em aplauso nem em permissividade, para que assim fazendo um bom uso dela, você dê também um exemplo para os outros.
Desejo que você seja triste, não o ano todo, nem um mês e muito menos uma semana,mas um dia.
Mas que nesse dia de tristeza, você descubra que o riso diário é bom, o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo ainda que você afague um gato, que alimente um cão e ouça pelo menos um João-de-barro erguer triunfante seu canto matinal.
Porque assim você se sentirá bom por nada.
Desejo também que você plante uma semente por mais ridículo que seja e acompanhe seu crescimento dia a dia, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano você ponha uma porção dele na sua frente e diga: Isto é meu.
Só para que fique claro quem é o dono de quem.
Desejo ainda que você seja frugal, não inteiramente frugal, não obcecadamente frugal, mas apenas usualmente frugal.
Mas que essa frugalidade não impeça você de abusar quando o abuso se impor*.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você. Mas que se morrer, você possa chorar sem se culpar e sofrer sem se lamentar.
Desejo por fim que, você tenha ao seu lado alguém bom para lhe aceitar como você é e que sejam felizes sendo quem são.
E que se amem hoje, amanhã, depois, no dia seguinte, mais uma vez e novamente de agora até o próximo ano acabar.
E que quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda tenham amor pra recomeçar.

Não gosto de meias-palavras

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Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. O simples me faz rir, o complicado me aborrece. O mundo pra mim é grande, não entendo como moro em um planeta que gira sem parar, nem como funciona o fax. Verdade seja dita: entender, eu entendo. Mas não faz diferença, os dias passam rápido, existe a tal gravidade, papéis entram e saem de máquinas, ninguém sabe ao certo quem descobriu a cor. (Têm coisas que não precisam ser explicadas. Pelo menos para mim). Tenho um coração maior do que eu, nunca sei a minha altura, tenho o tamanho de um sonho. E o sonho escreve a minha vida que às vezes eu risco, rabisco, embolo e jogo debaixo da cama (pra descansar a alma e dormir sossegada).

Coragem eu tenho um monte. Mas medo eu tenho poucos. Tenho medo de Jornal Nacional, de lagartixa branca, de maionese vencida, tenho medo das pessoas, tenho medo de mim. Minha bagunça mora aqui dentro, pensamentos dormem e acordam, nunca sei a hora certa. Mas uma coisa eu digo: eu não paro. Perco o rumo, ralo o joelho, bato de frente com a cara na porta: sei aonde quero chegar, mesmo sem saber como. E vou. Sempre me pergunto quanto falta, se está perto, com que letra começa, se vai ter fim, se vai dar certo. Sempre questiono se você está feliz, se eu estou bonita, se vou ganhar estrelinha, se posso levar pra casa, se eu posso te levar pra mim. Não gosto de meias-palavras, de gente morna, nem de amar em silêncio. Aprendi que palavra é igual oração: tem que ser inteira senão perde a força. E força não há de faltar porque – aqui dentro – eu carrego o meu mundo. Sou menina levada, sou criança crescida com contas para pagar. E mesmo pequena, não deixo de crescer. Trabalho igual gente grande, fico séria, traço metas. Mas quando chega a hora do recreio, aí vou eu… Escrevo escondido, faço manha, tomo sorvete no pote, choro quando dói, choro quando não dói. E eu amo. Amo igual criança. Amo com os olhos vidrados, amo com todas as letras. A-M-O. Sem restrições. Sem medo. Sem frases cortadas. Quer me entender? Não precisa. Quer me fazer feliz? Me dê um chocolate, um bilhete, um brinde que você ganhou e não gostou, uma mentira bonita pra me fazer sonhar. Não importa. Todo dia é dia de ser criança e criança não liga pra preço, pra laço de fita e cartão com relevo. Criança gosta mesmo é de beijo, abraço e surpresa!

(E eu – como boa criança que sou – quero mais é rasgar o pacote!)

Fernanda Mello

Recôncavo Baiano

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RESPOSTA aberta a um senhor que me chamou de petralha nordestina entre outras coisas. Um insulto como se nordestina fosse defeito ou desmerecimento.
Não sou filiada a nenhum partido, mas com certeza estarei do lado do injustiçado. Alguém que foi eleita verdadeiramente pelo voto do povo deve permanecer ate o final do mandato. Não sou Pt e não aprovo muita coisa .

Mas, a constituição deve ser respeitada. Não foi o nordeste que elegeu Dilma. Foi o Brasil caro amigo, sim, sou nordestina com o maior orgulho da alma. Eu sou nordestina, baiana e do recôncavo baiano. Sei de minha origem e sou fruto de gente corajosa e trabalhadora. Em Terra Nova – BA chegaram meus bisavós por parte de pai do Porto – Portugal pra tentar reconstruir e tentar sorte com armazém de secos e molhados na beira de uma Usina de Cana de Açúcar – ALIANÇA era o nome da usina. E eles venceram.
Pelo lado da minha mãe sou neta de uma mulher, culta, forte inteligente e poeta. Filha de um padre foi criada com a melhor educação que poderia ter na época. E meu bisavô padre assumiu a filha perante toda a sociedade e a deu carinho e educação.

Minha vó namorou anos com o caboclo belo e rude, administrador de usina através de cartas. quando ele se estabilizou foi buscar a minha vó e foram formar família , família grande parte de professores……Família que muito me orgulha…Fui criada na poesia , na verdade , na luta. E eles venceram. Não peçam de mim imparcialidade, indiferença e personalidade equilibrada e nula. Sou uma mistura de raças e isso me dá forças para reconstruir sempre!!!
Quando pequena adorava ver os raios e trovões riscando o céu.
O caos não me assusta… eu sempre venço ele.
Qual motivo estou escrevendo isto?
Um misto de orgulho de meus antepassados e esperança no meu futuro em um momento delicado , perigoso e incerto.
Um dia quando tiver netos quero que eles leiam este post.

EPAHEY OYÁ!

LIMITES HUMANOS?

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Na fronteira da insanidade
O indivíduo não é neurótico e nem psicótico, mas vive em uma linha sutil entre esses dois estados e a normalidade. Freqüentemente é confundido com o depressivo, mas na verdade sofre de transtorno de personalidade borderline

 

Como tudo começa
O transtorno se forma provavelmente a partir da combinação de três fatores: a própria constituição da pessoa, a dinâmica familiar e o meio social. Segundo a psicóloga Vanda Di Iório, algumas crianças exigem muita atenção por parte de seus cuidadores, que podem não estar preparados para tal demanda e responder de forma insatisfatória a essa vulnerabilidade do bebê.Esse desencontro pode desencadear níveis primários e altos de insatisfação antes que o indivíduo tenha desenvolvido um aparelho psíquico para tolerar seus impulsos agressivos, o que gera os sentimentos paradoxais sempre presentes no borderline: raiva, agressão e medo de abandono. “O doente quer ser livre para fazer o que tem vontade, ao mesmo tempo em que deseja ser cuidado e protegido. Esse conflito aparece desde cedo e é reforçado pela ambivalência familiar, que dessa forma não é capaz de ajudar a criança a desenvolver habilidades para regular a experiência e a expressão de seus afetos.Essa interação inadequada ao longo dos anos cria seqüelas que interferem de forma distorcida na percepção de si e do mundo. E como ela se organiza emocionalmente em função dessas percepções, dá para entender por que cresce tão confusa”, explica a especialista. O distúrbio pode dar os primeiros sinais na adolescência, mas é bem difícil distingui-lo, já que o próprio adolescente é rebelde e vive uma crise-limite, muitas vezes com comportamento ‘autodestrutivo’. Em geral o diagnóstico é feito a partir dos 20 anos ou bem mais tarde. 

 

Abandono: o medo maior
Alguns borderlines ameaçam cometer suicídio, enquanto outros se machucam com freqüência, cortando-se ou queimando-se. “Na maioria das vezes, eles não querem se matar e sim sentir uma dor física mais intensa que a dor psíquica, o que lhes traz um certo alívio”, explica Vanda Di Iório. “É por isso também que o doente se acalma quando entra em uma briga violenta em família: depois da discussão todos ficam mal, mas ele, como descarregou sua tensão, age como se nada de importante tivesse acontecido – e espera o mesmo comportamento dos demais”, completa a psicóloga.
O indivíduo não possui uma identidade definida: não sabe direito quem é, o que quer, quais são seus valores preferenciais. Tem dificuldade – real – de avaliar as conseqüências de seus atos e de aprender com a experiência, e assim segue repetindo os mesmos erros (e ninguém entende por quê). Ou seja, o borderline sofre e faz sofrer. Os que o cercam se cansam e se afastam porque ele é imprevisível e muito exigente. E aí acontece justamente o que o mais teme – ser abandonado. Para espantar o sentimento crônico de uma vida sem sentido, a pessoa ainda faz milhões de coisas ao mesmo tempo, sempre buscando novidades.
“O borderline não tem necessidade, tem urgência. Não sabe adiar e não agüenta esperar”, esclarece Vanda Di Iório. E quanto mais estressado e pressionado, mais os sintomas se intensificam. Para o psiquiatra Erlei Sassi Júnior, do Ambulatório Integrado de Transtornos de Personalidade e do Impulso do Hospital das Clínicas de São Paulo, esse paciente manifesta imensa necessidade de estar sempre agradando o outro. “Ele tem dependência de gratificação e tanto medo de ser abandonado quanto uma criança pequena. Ou seja, continua funcionando, na vida adulta, como um bebê. Por isso aparenta estar se fazendo de vítima, quando não está.”

Todos precisam de ajuda
O tratamento de borderline leva vários anos e deve ser feito por uma equipe multidisciplinar bem integrada: um psicoterapeuta, um psiquiatra e um terapeuta de família. O doente precisa de medicação, por isso o apoio do psiquiatra é imprescindível – em diversos casos ele medica e também atende o indivíduo. Os remédios utilizados são os estabilizadores de humor e também os inibidores de recaptação de serotonina e medicamentos que agem na noradrenalina e na dopamina, diminuindo a ansiedade e a impulsividade e melhorando a persistência. 

Como a família também sofre muito, sua qualidade de vida pode se beneficiar de um trabalho voltado para o grupo, ou para quem está emocionalmente ligado ao paciente, como namorados e amigos íntimos. Segundo o psiquiatra Erlei Sassi Júnior, uma internação só deve acontecer se ele estiver se automutilando, tentar o suicídio ou em caso de bulimia e dependência química. “Seu temperamento, que é nato, pode melhorar com remédios e com o tempo.

Mas seu caráter, que é o que aprendeu na vida, precisa do apoio constante de psicoterapia para mudar”, diz. Nunca é demais lembrar: antes de achar que você é borderline, ou que alguém na sua família tem essa doença, deve-se consultar um bom profissional, já que os sintomas também ocorrem em outras patologias.

 

Os sintomas são complexos
Ao longo do século 20, vários estudiosos fizeram referências vagas a esse quadro, que geralmente era confundido com histeria grave e depressão. Porém, só na década de 90 o transtorno de personalidade borderline foi bem definido, sendo discriminado das outras patologias nas Classificações Internacionais das Doenças Mentais. Segundo o DSM-IV (sigla em inglês correspondente a Manual Diagnóstico e Estatístico dos Distúrbios Mentais), o problema começa a se manifestar no início da idade adulta e pode ser indicado por cinco (ou mais) dos seguintes sintomas:

1. Esforços frenéticos para evitar o abandono, real ou imaginado.
2. Padrão de relações interpessoais intensas e estáveis, que é caracterizado por alternância extrema entre a idealização e a desvalorização.
3. Perturbação da identidade: existe uma instabilidade persistente e marcada da auto-imagem ou do sentimento do próprio indivíduo.
4. Impulsividade pelo menos em duas áreas que são potencialmente autolesivas – gastos, sexo, abuso de substâncias tóxicas, viver perigosamente.
5. Gestos ou ameaças recorrentes de suicídio ou comportamento automutilante, ferindo-se.
6. Instabilidade afetiva marcada por variação de humor, como episódios intensos de disforia, irritabilidade ou ansiedade, que têm duração de poucas horas até alguns dias.
7. Sentimento crônico de vazio.
8. Raiva exagerada e inapropriada, ou dificuldade de a controlar.
9. Concepção paranóide transitória reagente ao estresse ou sintomas dissociativos em nível grave.

A psicóloga junguiana Vanda Di Iório (SP), formada pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) e pela Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica, traduz em miúdos esses sintomas, colocando- os na vida prática. Uma pessoa com transtorno borderline é aquela que valoriza demais uma situação, mas pela menor contrariedade já acha que ele não presta mais; e fica deprimida, largada na cama, “Não existe um sintoma mais marcante, é a composição de todos que mostra o borderline. E o pior é que um potencializa o outro, e o indivíduo entra em um círculo vicioso de agressão, briga e reconciliação que cansa todo mundo”, explica a psicóloga.

Fonte:http://revistavivasaude.uol.com.br

Sem química não dá!

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Como a gente ouve falar de tesão, hoje em dia!
Sabe aquela sensação gostosa de frio na espinha, aquela vontade que quase não dá para segurar quando se está agarradinha com seu parceiro, que mexe com todo o corpo e começa a dar sinais de que o que se quer mesmo é nos entregar as delicias do sexo? Pois é, isso é tesão.
O tesão provoca grandes mudanças no corpo, independente do estímulo, que pode variar de uma Simples cena de sexo (num filme, novela), ao fato de tocar a pessoa desejada. A excitação, o tesão todo, faz com que algumas alterações se caracterizem nessa hora, como, a cor da pele, que se torna ruborizada (corada), a temperatura do corpo aumenta, as batidas do coração e a respiração aumentam, e a lubrificação vaginal e a ereção começam a acontecer.
E todo esse movimento de mudanças ocorre, devido a uma série de fatores, que não são explicados somente por motivos emocionais, e sim por um conjunto, que engloba um turbilhão químico hormonal, que foi alertado, e passa a agir pelo corpo.
O tesão é uma sensação que acontece no cérebro por meio do estímulo de áreas erógenas que podem incluir todos os cinco sentidos.
A mulher pode ser estimulada pela audição, por exemplo, se o homem lhe disser coisas que a excitem. Dependendo da fase em que a mulher se encontra, ela exala um odor que atrai o homem. É a época em que a mulher está mais predisposta a ter relações sexuais, e estamos nos referindo ao período, em torno do décimo quarto dia do ciclo menstrual, quando está ocorrendo a ovulação, chamado de período fértil.
O tesão feminino é diferente do tesão masculino. O tesão na mulher costuma durar mais tempo, enquanto que no homem geralmente se extingue após a ejaculação (responsável pelo cansaço físico que abate o homem depois do sexo).
Às vezes, acontece de a necessidade biológica de transar pode se tornar prioridade e o sentimento podem ser deixados em segundo lugar.
É possível querer ficar com alguém só porque essa pessoa é atraente, e o sexo é bom. Mas a vida não é feita só de sexo, e os ser humano busca mais de seus relacionamentos, é por isso, que depois de algum tempo, a pessoa percebe que o tesão não é o bastante para manter duas pessoas unidas.
Você sabia, que a mulher sente mais tesão à noite, e o homem pela manha?
É isso mesmo, na mulher isso não ocorre devido a influências de hormônios, e sim pelo fato do anoitecer mesmo, que traz para a mulher mais facilidade para fantasias, ter sonhos romântico ou eróticos. E também, quando estão no seu período fértil, ou seja, pelo décimo quarto dia após o ciclo menstrual, exatamente quando ocorre a ovulação. Nesse período, a mulher exala um odor, que atrai o homem.
No homem, a questão é hormonal mesmo, isto é, pela manhã, os níveis de testosterona são sempre mais altos, e isso leva os homens sentirem mais tesão pela manhã, mais do que o anoitecer. Mas estamos falando aqui de picos, onde o tesão pode ser maio, e isso não significa que em outros horários do dia, não haja tesão, e que fora destes, ambos, homens e mulheres não respondam satisfatoriamente na atuação sexual.
Na mitologia grega, o tesão, ou a falta deste, pode ser explicado pela Deusa Afrodite.
Afrodite, a deusa grega do amor, tem individualidade e gosta de si mesma. Quando a mulher apresenta dificuldade em sentir tesão, ela mostra o pior lado da deusa que usa essa individualidade para fazer da relação algo superficial e carnal.
Por outro lado, quando o lado “Afrodite” da mulher está equilibrado, ela tira do homem o melhor que ele tem, e isso a leva a ter uma vida sexual feliz.
 

Baseado no texto de  Adriana Sommer
Psicóloga

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