Arquivos

“Quando Puder Contar Sua História Sem Chorar, Você Estará Curado”

Feridas emocionais podem levar mais tempo para cicatrizar do que feridas no corpo. Os danos causados ​​pelo desprezo, perda ou fracasso deixam cicatrizes profundas que não são fáceis de fechar. Às vezes, podemos pensar que a dor já faz parte do passado, mas quando temos que falar sobre ela passamos a descobrir que a ferida ainda nos controla.

O problema é que, se nos apressarmos, corremos o risco de causar mais danos ou até prejudicar as pessoas à nossa volta. Se ainda não superamos um relacionamento antigo e nos aventurarmos em outro, o mais provável é que arrastemos toda essa carga emocional negativa e sabotemos o novo relacionamento até que se desfaça.

Assim, é provável que acabemos colecionando uma série de fracassos e decepções, a ponto de pensar que existe um problema em nós, quando na verdade o que aconteceu é que nós não estávamos preparados para começar de novo. Para abrir um novo capítulo da nossa vida, precisamos fechar os antigos capítulos. Se olharmos continuamente para o passado, se o fantasma de ontem nos persegue, não podemos tirar proveito de todo o bem que o futuro nos reserva.

Como saber se estou pronto para começar de novo?

Às vezes, quando sofremos uma grande decepção ou desapontamento, a dor é tão forte que tudo o que queremos é seguir em frente. Isso pode nos fazer desconectar do nosso interior e buscar estímulos apressados que nos desviem a atenção do problema. Como resultado, podemos nos enganar e acreditar que a situação está resolvida assim.

O desejo de se sentir melhor e deixar para trás o passado pode nos impedir de perceber que ainda não estamos prontos para começar de novo e que precisamos de mais tempo. É por isso que nos apressamos a tomar decisões, não percebemos os sinais que indicam que ainda não superamos o que nos aconteceu.

No entanto, um dos sinais inconfundíveis de que as feridas emocionais foram fechadas é quando conseguimos contar essa história sem experimentar as emoções intensas que nos bloqueavam no início.

Se for uma perda importante, por exemplo, você saberá que a superou quando puder contar o que aconteceu sem chorar ou experimentar aquela tristeza dos primeiros tempos, quando em seu lugar existir apenas, nostalgia.

Quando se trata do fim de um casal, por exemplo, você saberá que virou a página quando, em vez de lembrar de todas as coisas negativas, poderá lembrar-se das coisas positivas que sente que fez.

Para saber que você se curou por dentro, você precisa sentir a paz interior novamente , para recuperar o equilíbrio mental que você perdeu. Reconecte-se com o seu interior sem sentir medo das emoções que experimentou e volte a se sentir confortável consigo mesmo.

Essas sensações não mentem, elas são um indicador confiável de que você recompôs os pedaços quebrados e está pronto para começar de novo, seja um novo relacionamento, um novo projeto de trabalho ou até mesmo uma nova vida em outro lugar.

Palavras como sinal de recuperação emocional

Não nos recuperamos da mesma forma depois de sofrer um colapso emocional. Há quem precise do seu espaço e não queira resolver o problema de imediato. De fato, quando se trata de feridas profundas, falar sobre o que aconteceu nos estágios iniciais pode ser praticamente impossível. Você pode sentir um nó na garganta que o impede de contar o que aconteceu. É normal.

De certa forma, essa relutância em falar sobre o evento traumático pode atuar como um mecanismo de defesa que nos protege para nos impedir de reviver a situação que está nos prejudicando. Neurocientistas da Universidade de Harvard descobriram como os traços dolorosos do trauma permanecem gravados em nosso cérebro.

Eles têm apreciado que quando as pessoas não superaram a situação traumática, falar sobre as causas ativa áreas emocionais do cérebro, tais como a amígdala e o córtex visual enquanto a área de linguagem, como a área de broca, desativa-se.

Processar o trauma implica transformá-lo em uma experiência narrativa que encontra um espaço em nossa história de vida. Isso significa que, mais cedo ou mais tarde, devemos falar sobre o que aconteceu, porque só então podemos processá-lo e retirá-lo de seu enorme impacto emocional.

Portanto, a possibilidade de falar sobre a situação que causou tanto dano é também um indicador de que estamos nos curando internamente.

Texto de Rincón de La Psicología, traduzido e adaptado por Portal Raízes

Abraço é coisa séria – Marla de Queiroz

Resultado de imagem para abraço
.

Abraço é coisa tão séria que não se empresta, se dá. E quando os corpos se encostam, todos os chakras se tocam. Abraço é coisa tão séria que junta os dois corações: pode ecoar para sempre ou esvaziar por inteiro.

Pois quando a gente abraça, traz para dentro a pessoa: com bagagem, passado, infância, viagens e o principal: seu perfume espiritual. E o que recebemos nem sempre é o que damos, por isso alguns são afagos que nutrem por um longo tempo e outros, desespero pra matar a fome, um devoramento.

Recuso abraçar levianamente, abraço com meu enrosco de afeto demais, amor puro, corpo colado para o abraço ser sentido, ter sentido. Abraço que é de verdade pode até ser dado de longe, pois ultrapassa as esferas e desconhece distâncias, é todo feito de encontro.

Abraço é coisa tão séria que há de ser doce, leve, divertido, espontâneo, mesmo quando acalanto, colo ou celebração. A gente agarra por impulso de carinho porque a sintonia é a mesma. E quando o abraço termina, quando ele é dado de graça, fica a cosquinha no peito, uma brisinha na alma e a harmonia instalada.

Usa e joga fora!

Resultado de imagem para internet descartavel
.

Curtir, compartilhar, se conectar ao Wi-Fi, começar uma amizade, terminar uma amizade, descurtir. A vida contemporânea inexoravelmente também se passa na rede, de modo que é imprescindível para o entendimento do mundo que nos cerca a compreensão do que significa uma vida ligada por uma rede wireless, assim como, de que modo esse estilo de vida interfere nas relações interpessoais.

A despeito disso, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman nos oferece um manancial de conhecimento através do seu olhar crítico e atento do mundo contemporâneo. Para ele, o grande sucesso da vida “online” reside na facilidade de desconectar, isto é, de fazer e se desfazer dos laços construídos sem o dispendioso trabalho que possuímos na vida “off-line”. Dessa maneira, as relações são pautadas pela extrema fluidez e velocidade, uma vez que o grande atrativo da vida online é poder estar em constante movimento, desfrutando livremente da tecla “delete” assim que uma relação acene com possibilidades melhores.

Esse modelo de relacionamento, portanto, parece ter como fonte principal de prazer o ato de se desfazer das relações, já que o sucesso dos relacionamentos não é medido pela profundidade, e sim pela sua capacidade rotativa que transforma tudo em uma grande rede descartável.

“A alegria de livrar-se de algo, o ato de descartar e jogar no lixo, esta é a verdadeira paixão do nosso mundo.”

Sendo assim, qualquer tempo investido em uma relação mais profunda e, sobretudo, fora de uma tela, é tido como sinônimo de desperdício, afinal, com tantas opções, qual a razão para estar preso em apenas algumas delas? A associação de tempo investido com desperdício ganha contornos ainda piores ao analisarmos o contexto no qual estamos inseridos, em que o tempo tornou-se um artigo de luxo e, portanto, o “sucesso” do indivíduo está diretamente relacionado ao modo como abandona antigas preferências e desliza com agilidade e leveza por novas.

“Fazer contato visual ou permitir a aproximação física de um outro ser humano é sinônimo de desperdício, pois equivale a dedicar algum tempo, escasso e precioso, a aproximação: decisão que poderia interromper ou impedir o surfe em tantas outra superfícies convidativas.”

Há de se considerar, dessa forma, que no mundo online a quantidade exerce maior importância que a qualidade, de tal maneira que se deve buscar a maior rotatividade possível, a fim de contemplar um maior número de conexões. Para facilitar tantas conexões, as relações devem ser ausentes de contradições e contrastes que tornam as relações reais mais trabalhosas, levando, assim, a uma padronização das relações e, consequentemente, das pessoas presentes nessas relações.

“A capacidade interativa da internet é feita sob medida para essa nova necessidade. É a quantidade das conexões, mais que sua qualidade, que faz a diferença entre as possibilidades de sucesso ou fracasso.”

Essa padronização talvez seja o traço mais destrutivo do modelo de vida online que levamos, já que há uma despersonalização do individuo, que é despido de suas características próprias para que possa ser integrado pela grande rede. Em outras palavras, ao seguir esse modelo, há uma automatização que transforma os humanos em ciborgues e, pior, de forma espontânea e livre, posto que já estamos biologicamente programados, como revela uma pesquisa, a qual diz que recebemos um fluxo de dopamina (produto químico que negocia o prazer no cérebro) quando ouvimos o aviso da caixa de entrada.

Entretanto, é inocência pensar que a vida off-line esteja tão diferente, diria que esta está englobada pela vida online ou no mínimo segue os seus ditames, ou seja, busca fugir da dispendiosidade que relações verdadeiras possuem, bem como, do tempo que é necessário ser investido nas mesmas. Nesse ponto reside o cerne da questão, uma vez que uma relação verdadeira seja real ou virtual necessita de tempo e da capacidade de o indivíduo estar aberto às dificuldades inerentes em qualquer tipo de relacionamento. Apesar disso, não estamos dispostos a nos esforçar tanto por uma relação, já que, como disse, existem milhares o tempo inteiro acenando com possibilidades mais atraentes.

Essa grande rede de conexões, no entanto, é apenas uma ideia ilusória, posto que ao estar inserido em tantas relações, não há envolvimento com nada, de tal forma que o indivíduo se encontra em um meio termo em que não se envolve verdadeiramente com o que acontece com os amigos virtuais, mas também não está envolvido com o que acontece nas relações reais, inclusive, pelo fato destas estarem cada vez mais parecidas com as relações virtuais.

Obviamente, nem todas as relações são pautadas da forma supracitada, bem como, não há problema em usufruir a internet, afinal, esse texto chegará até você por meio dela. Sendo assim, o problema está no modo como utilizamos essa ferramenta e como temos aplicado o seu modus operandi na vida off-line, revelando ao mesmo tempo uma solidão imensa que cria a necessidade de estar o tempo inteiro “conectado” e a incapacidade/falta de vontade/preguiça de estar inserido profundamente em uma relação que não seja equipada com a tecla “delete” e “antispam”, “[…] mecanismos que protegem das consequências incômodas (e sobretudo dispendiosas em termos de tempo) das interações mais profundas”.

Como dizia Millôr Fernandes – “O importante é ter sem que o ter te tenha”, de modo que ao estarmos inseridos na grande rede, é preciso lembrar que a pessoa humana real precede e é mais importante que um perfil em uma rede social. Mais que isso, é preciso lembrar que pessoas reais não sorriem o tempo inteiro e não “seguem” as mesmas coisas que nós, de forma que impreterivelmente haverá problemas que não poderão ser resolvidos com a tecla “delete”, assim como, existem emoções e sentimentos que jamais poderão ser sentidos através de uma tela, já que por mais que a internet tenha avançado, nada substitui a conexão de dois corações em sintonia.

 

Texto de Erick Morais

 

 

Dicas para fortalecer-se emocionalmente por Tereza Gurgel

.

vida cotidiana é pontilhada de acontecimentos que fogem do nosso controle e vontade. Somos também influenciados diariamente pelas pessoas ao nosso redor e nos tornamos presas de nossas próprias emoções.Não é fácil aceitar a realidade, muitas vezes, dolorosa. Será que vivemos apenas no piloto automático, sem ter coragem para tomarmos o controle de nosso destino? Por que razão abrimos mão de nossa vida e deixamos que outros tomem o controle?

Na verdade, isto se deve ao fato de que é muito mais confortável para nós alimentarmos a preguiça. Mudar exige compromisso, muito empenho e o caminho para a melhora tem seus altos e baixos. Temos tanto com o que nos preocupar e fazer que não sobra tempo para o mais importante: cuidar de si.

Se você quer mudar sua vida, evitando emoções que podem minar a sua saúde, comece a aceitar alguns fatos:

  • É inevitável que as coisas não aconteçam exatamente como você quer; aliás, isto seria impossível, pois a nossa vontade pode, muitas vezes, contrariar a de outros! Comece a ver o quadro maior, saindo do vitimismo.
  • Você não pode voltar atrás, pois vivemos em uma dimensão em que o tempo não retrocede. Então, não há motivo para ficar imerso na recordação de tempos antigos. Se o passado existiu, é para que você aprenda as lições dele e siga em frente. Evite aquelas frases como: “No meu tempo…” O nosso tempo é o agora! Viva no presente, sempre alerta nesse instante precioso que passa.
  • Também evite se angustiar pelo futuro. Ele é fruto daquilo que você constrói hoje, com mais alguns imprevistos e mudanças que não dependem diretamente de você. Então, faça bem a sua parte.
  • Organize melhor seu tempo. As pessoas vivem dizendo que não têm tempo para nada, mas isto reflete a falta de coordenar melhor suas atividades diárias. Estar ocupado o tempo todo não significa necessariamente que você esteja produzindo mais! Você dedica tempo para fazer aquilo que gosta? Qual foi o último dia que você relaxou?

controle emocional

  • A vida, muitas vezes, pode ser brutal, injusta e dolorosa; reconheça seus sentimentos negativos. “Sim, estou com raiva por ter perdido aquele trabalho”, “Sim, estou triste porque perdi meu amor”, etc. Identifique seus sentimentos, não brigue com eles e, principalmente, não se abandone neles. Pense naquilo que você vai fazer a partir destes sentimentos, daqui por diante. “Ok, perdi aquele trabalho, fiquei com muita raiva, mas como posso arrumar outro, que seja o melhor para mim? Devo investir em um aprimoramento, fazer cursos?”, “Meu amor se foi, me sinto sem chão, mas a partir de agora tenho que cuidar com mais amor de mim mesma. Que tipo de pessoa quero atrair na minha vida?”. Pense se uma terapia, convencional e/ou complementar, não seria um bom caminho para se perceber melhor. Mas não se esqueça: terapia é esforço, terapeuta nenhum é mágico! Não delegue aos outros aquilo que é seu dever.
  • Não adianta querer ignorar a realidade. Muitas coisas não dão certo mesmo! Você se esforçou, procurou fazer tudo bem planejado, mas… Aprenda o seguinte: você pode mudar a maneira como reage frente a essas situações. Como? Aceitando que não funcionou, mas que existem outras maneiras de se fazer algo dar certo. O que você vai fazer daqui por diante? Sentar, se desesperar e se lamentar ou procurar outro rumo?

Buda já disse:

“A vida é sofrimento; a causa do sofrimento é o desejo; a cessação do sofrimento é se ver livre do desejo; o modo de fazê-lo é seguir o Nobre Caminho Óctuplo (entendimento correto, aspiração correta, linguagem correta, ação correta, meio de vida correto, esforço correto, atenção plena correta, concentração correta)”.

Deixo como reflexão final as palavras do político e escritor Walther Rathenau(1867 – 1922), que foi uma das primeiras vítimas nos primórdios do nazismo. Seu assassinato foi um sinal antecipado da instabilidade e dos horrores que viriam a seguir e que culminaram na Segunda Guerra Mundial:

“Mesmo as épocas de opressão são dignas de respeito, pois são a obra, não dos homens, mas da humanidade e, portanto, da natureza criadora, que pode ser dura, mas nunca é absurda. Se a época que vivemos é dura, temos o dever de amá-la ainda mais, de penetrá-la com o nosso amor, até que tenhamos afastado as enormes montanhas que dissimulam a luz que há para além delas.”

“O que REALMENTE significa ter ansiedade”

99706a2240d37f6a459891e46469f4d5.jpg

 

“O que realmente significa ter ansiedade?

Vai além de simplesmente se preocupar. Ansiedade significa noites em claro, conforme você suspira e vira de um lado para o outro. É o seu cérebro nunca sendo capaz de desligar. É a confusão de pensamentos que você pensa antes da hora de dormir e todos os seus piores medos se tornam realidade em sonhos e pesadelos. 

É acordar cansada mesmo que o dia só tenha começado.

Ansiedade é aprender como funcionar em privação de sono porque você só conseguiu fechar os olhos às duas da manhã.
É toda mensagem que você pensa ‘como fazer isso da forma correta?’. É duas ou três mensagens que você manda caso tenha feito algo errado. Ansiedade é responder mensagens de forma embaraçosamente rápida.

Ansiedade é o tempo que você gasta esperando uma resposta enquanto um cenário se monta na sua cabeça, questionando o que a outra pessoa está pensando ou se ela está brava.

Ansiedade é a mensagem não respondida que te mata por dentro, mesmo que você diga a si mesma ‘talvez ele esteja ocupado ou irá responder depois’.

Ansiedade é a voz crítica que diz ‘talvez ele esteja só te ignorando mesmo’. É você acreditar em cada cenário negativo que você cria.

Ansiedade é esperar. Parece que você está sempre esperando.

É o conjunto de conclusões inexatas que sua mente cria, e você não tem outra escolha a não ser aceita-las.

Ansiedade é se desculpar por coisas que nem precisam ser desculpadas.

Ansiedade é duvidar de si mesma e falta de autoconfiança.

Ansiedade é ser superatenta sobre tudo e todos. Você consegue dizer se alguém mudou de humor apenas pelo tom de voz da pessoa.

Ansiedade é arruinar relacionamentos antes mesmo deles começarem. Ela te diz ‘você está enganada; ele não gosta de você e vai te deixar’. E você acredita.

Ansiedade é um estado constante de preocupação, pânico e viver no limite. É viver com medos irracionais.

É pensar demais, é se importar demais. Porque a raiz das pessoas ansiosas é se importar.

É ter mãos suadas e coração acelerado. Mas por fora, ninguém percebe. Você aparenta estar calma e sorridente, mas por dentro é o contrário.

Ansiedade é a arte da decepção por parte de pessoas que não te conhecem. E das pessoas que te conhecem, é ouvir constantemente ‘não se preocupe’, ‘você está pensando demais’, ‘relaxe’. É sobre seus amigos ouvirem suas conclusões e não entenderem como você chegou nelas.

Ansiedade é querer consertar algo que nem problema é.

É o amontoado de perguntas que te fazem duvidar de si mesma. É voltar atrás para checar novamente.

Ansiedade é o desconforto de uma festa por pensar que todo mundo está te observando e você não é bem-vinda lá.

Ansiedade é tentar compensar e agradar demais outras pessoas.

Ansiedade é estar sempre no horário porque o pensamento de chegar atrasada te deixa em pânico.

Ansiedade é o medo de fracassar e a busca incansável por perfeição. E então se punir quando você falha.

É sempre precisar de um roteiro e de um plano.

Ansiedade é a voz dentro da sua cabeça que diz ‘você vai falhar’.

É tentar suprir as expectativas dos outros mesmo que isso esteja te matando. Ansiedade é aceitar mais do que você consegue lidar para que você se distraia e não pense demais em outros assuntos.

Ansiedade é procrastinar, porque você está paralisada pelo medo de fracassar.

É o gatilho que te faz ter um ataque de pânico.

 

É estar quebrada na sua privacidade e chorar de preocupação quando ninguém mais está vendo.

É aquela voz crítica dizendo ‘você estragou tudo’ ou ‘você deveria mesmo se sentir um lixo agora’.

Mas mais que qualquer coisa, ansiedade é se importar. É nunca querer machucar alguém. É nunca querer fazer algo errado. Mais que tudo, é o desejo de simplesmente ser aceita e querida. Então você acaba tentando demais às vezes.
E quando você encontra amigos que entendem isso, eles te ajudam a superar juntos. Você percebe que essa pode ser uma batalha que você enfrente todos os dias, mas é uma que não precisa ser enfrentada sozinha.

Fonte- https://www.sabervivermais.com

 

 

Uma carta da senhora Depressão / By Carolina Santos

tumblr_o65e2biUEr1qh66wqo9_1280

 

Pois é. Aqui estamos.
Uma data comum. Um dia comum. Porém, uma pessoa incomum.
Deixe-me apresentar: Meu nome é Depressão.

Estou ciente do quanto as pessoas de diversos lugares do mundo devem me odiar. Algumas até aceitam a minha presença e se conformam com o fato de que terão que me carregar nas costas pelo resto da vida, mas outras ainda sofrem. Elas tentam me despistar. Tentam me enganar. Tentam me matar. Mas eu que venço, na maioria das vezes.

Talvez você me considere um vilão, mas deixe-me explicar os reais motivos pelos quais eu vivo com você e em milhares de pessoas espalhadas pelo resto do mundo. Sei que lhe causo enormes problemas e que atrapalho sua vida em todos os aspectos. Quer saber o que eu faço com você?
1. Te deixo imensamente triste por meses e meses…
2. Implanto em sua mente pensamentos suicidas. Eu te engano direitinho, e você acredita que para resolver seus problemas basta morrer.
3. Acabo com a sua autoestima.
4. Faço você perder o prazer por tudo aquilo que ama.
5. Faço você se isolar do mundo.

6. Te faço derramar lágrimas todas as noites antes de dormir.
7. Graças a mim você sente dores no peito, falta de ar e um nó na garganta sufocante.
8. Te transformo em um ser totalmente desinteressado pela vida.
9. Te dou dicas de como tirar sua própria vida e ainda te ajudo a fazer isso.
10. Te convenço de que a vida não vale a pena e não tem o menor sentido.
11. Faço você ficar rude e assim maltratar todos aqueles que você ama.
12. Eu escondo todas as luzes que estão no seu caminho, para que você ande na escuridão.

Eu sou boa mesmo, não é verdade? Sou tão forte que posso acabar com sua vida. Mas e aí? Vai deixar que eu faça isso? Consegue entender que eu sou aquela pessoa que entra na sua vida para te ensinar a ser mais forte através da dor? Por mais que pareça que estou tentando te torturar, estou tentando torná-lo mais forte, e convenhamos: você é forte! Você realmente acha que qualquer um aguentaria conviver comigo? Com todas essas e outras coisas ruins que eu causo em você e em várias pessoas? Claro que não! As pessoas que estão livres da minha presença acreditam que são melhores, que estão na boa, mas nem sequer imaginam que eu posso visitá-las a qualquer momento de suas vidas. Elas são tolas por se acharem grandes demais.

Mas você… ah você é também é tolo, porque não reconhece o quão incrível você é. Está a todos esses anos comigo, sofrendo, mas sempre firme e forte. Me dando rasteiras e conseguindo lidar com a minha presença a cada dia que se passa. Você também me engana. Faz terapias, se exercita, toma remédios, ocupa a mente e em vista disso não me deixa brechas para fazer aquilo que sei fazer. Sabe, creio que meu objetivo de torná-lo forte dará certo uma hora ou outra.
Ao longo dos anos, você vai me conhecendo melhor e passa a encontrar métodos para me driblar. Olha aí, meu objetivo funcionando. Sabe o que mais gosto em você? A sua capacidade de aprender com os erros, seu amor incondicional, seu interesse pelo bem-estar das outras pessoas. Devo admitir que o ser humano que está de mãos dadas comigo tem muito mais compaixão. Pois eles sabem o que é a dor, e não desejam isso para mais ninguém. Pois é, olha eu aqui te elogiando. Eu te dou rasteiras, você me dá rasteiras e assim a gente vai levando a vida. Eu sou imortal, eu sei. Uma vez comigo, comigo para sempre. Mas você sabe que eu só apareço em momentos especiais. Momentos estes que você insiste em chamar de crise. Não é crise, é uma visita meu amigo. Eu te visito para te mostrar que tem coisa errada e que você pode aprender muito mais. Depois que vou embora, você até consegue perceber o quão está mais forte e maduro, não consegue? Então, eu não sou seu inimigo. Quer dizer, se você não tomar cuidado posso me tornar um inimigo.
Infelizmente muitos não foram capazes de conviver comigo e se debruçaram na tristeza, se entregaram para o caminho da morte. Mas você não! Você está aqui não está? E está lendo essa carta que estou lhe fazendo com muito amor, por incrível que pareça. Pare de ficar me vendo como algo ruim. Eu te dou todas as cartas para ser uma pessoa incrível. E você está sendo uma pessoa incrível. Poxa, você está aí, de pé. Talvez esteja um pouco abalado com minha presença, mas está aí não está? Creio que nem eu conseguiria viver comigo mesmo. Mas você consegue.

 

Fonte – http://www.psiconlinews.com

A origem do natal e o significado da comemoração.

 Imagem relacionada
.

O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.

Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.

A Árvore de Natal e o Presépio

Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.

O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. As músicas de Natal também fazem parte desta linda festa.

O Papai Noel: origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d. C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

A roupa do Papai Noel

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.

Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.

Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países

– Alemanha (Weihnachtsmann, O “Homem do Natal”), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, “Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz). Fonte: Web

Fraternalmente \o/

http://www.parentoni.com

%d blogueiros gostam disto: