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MEDO – O GRANDE SABOTADOR

Danger

 

Você já sentiu medo do futuro, das possibilidades de escolha que a vida te ofereceu, de tentar fazer algo que você nunca fez por receio de não dar certo?

Vivemos adormecidos, sob o domínio do ego, que surge da identificação com a forma, com algum tipo de objeto-referência, com “bengalas psicológicas”e como ele – o ego, sabe que nada é permanente, o medo é inevitável, daí passamos a vida tendo medo da morte, medo de não sermos aceitos, medo de errar, medo de amar, medo de se expressar, medo de não ser ninguém na vida.

E quando estamos nessa paranoia que cria insegurança e ansiedade,geradas pelo medo, ficamos a mercê de criações mentais negativas, e a serviço do ego que por sua vez nos engana porque consegue encobri-lo temporariamente,seja com um relacionamento,  a aquisição de um novo bem, com horas e horas dedicadas ao trabalho,  uma atividade física, ou qualquer que seja a atividade que possamos usar para fugir da realidade.

Mas o fato é, a ilusão nunca nos satisfaz. Apenas a verdade de quem nós somos, se compreendida, nos fará plenos e seguros.

Esse veneno paralisante, chamado medo, que disparamos pra dentro de nós mesmos, nos limita externa e internamente, quem vive refém do medo não consegue se conhecer de verdade, logo, passará a viver de forma superficial.

Sabemos que tudo que alimentamos cresce,e com o medo não é diferente, e ele é capaz de nos enlouquecer, pois quando nos deixamos levar pelas emoções causadas por ele, criamos realidades paralelas e nos desligamos da realidade.

E ele é o pior dos conselheiros, e geralmente tem origem no passado e acaba estagnando o presente e destruindo o futuro, e essa é a grande chave…viver com presença verdadeira do Agora. Ele.

Ele é uma frequência extremamente castradora, que nos faz vibrar de forma tão pessimista que acabamos atraindo situações desagradáveis, pois tudo no universo funciona por ressonância.

A física quântica nos prova isso, basta fazermos alguns exercícios diários para verificar que tudo no universo reverbera, por exemplo, antes de sair de casa, fique por alguns instantes em silêncio, contemple esse silêncio, tente ouvir as batidas do seu coração… feito isso, silenciosamente, imagine que seu passeio, ou compromisso de trabalho será regido por uma força superior, e que tudo aquilo que você necessita para atingir seu objetivo (desde que ele esteja em conformidade com as leis superiores) será providenciado.

Feito isso, relaxe, esteja presente de momento a momento, dê real atenção às pessoas com as quais interagir, não se identifique com frequências e acontecimentos negativos. Não resista se algo fora do planejado ocorrer, seja receptivo as mudanças, e tente entender a lição que possa estar sendo passada, ao invés de se perguntar “por que isso está acontecendo comigo”, se pergunte “por que isso é bom pra mim?”, mude a perspectiva, interprete o fluxo positivamente.

Pois a vida nos proporciona todas as experiências que forem as mais úteis à evolução da nossa consciência.

Essa prática muito simples, se levada a sério, pode transformar nossa vida em poucas semanas…é só tentar, não custa nada, transforme as impressões, não faça nenhuma afirmação negativa a seu respeito, nem a respeito de outra pessoa, siga leve!

Mas não aceite o medo, vá em frente, transmute esse medo, cada vez que ele aparecer, questione…”de onde isso vem? faz sentido?” , esteja atento, se auto-observe e viva num mundo onde não há medo, escassez, onde há amor fraterno, compaixão e alegria!

 

Por: Lílian Ponte 

Moça, valorize-se!

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Moça, valorize-se. Você merece muito mais do que estão te oferecendo!

Ele não ligou, não te procurou no dia seguinte ao encontro e não demonstrou que quer um relacionamento sério. Mas, como você acreditou em todas as palavras que ele disse, seu coração encontrou todas as justificativas possíveis para convencer o cérebro de que “com o tempo, ele irá te amar”.

Moça, não faça isso! Você merece muito mais do que estão te oferecendo. Você não precisa de quem te procura no final da noite, como última opção. Não precisa de alguém que não te assume, porque a vida de solteiro é mais interessante. Não precisa de alguém que te elogie só para te usar como estepe de relacionamento. Você, simplesmente, não precisa!

Eu sei que te ensinaram a ser a melhor em tudo: na escola, na faculdade, na família, no trabalho e que, por isso, lidar com a rejeição não é seu forte. Mas, acredite, há rejeições que são defesas.

Você nunca foi mulher para ser encaixada em agenda de segunda-feira ou no encontro de domingo à noite. Você nasceu para ser prioridade! Não aceite menos que isso. Não acredite nessa sua autoestima instável que grita que “qualquer relacionamento serve”.

Não corra atrás de quem sabe onde te encontrar. Dê a você o valor que merece, antes de exigir isso dos outros. Saiba diferenciar as pessoas que gostam de você em toda a sua essência, daqueles que são gentis por conveniência.

Sabe, não podemos exigir dos outros aquilo que não estão dispostos a nos dar. Então, deixe ir quem nunca quis ficar. Pare de tentar manter em sua vida, alguém que só se afasta. Não ligue, não peça, não insista. Não é preciso ouvir um “não” quando as atitudes deixam explícito isso. Faça como Pablo Neruda quando afirmava que “se sou amado, quanto mais amado mais correspondo ao amor. Se sou esquecido, devo esquecer também…Pois amor é feito espelho: – tem que ter reflexo.”

Pouco importa se ele mandou flores para se desculpar pelas grosserias da semana passada ou se ele te mandou mensagem para explicar porque te apresentou como amiga naquela festa. O que importa é a forma como você permite ser tratada.

Cuide mais de você e não fique tentando entender as escolhas dos outros. Cada um sabe o caminho que segue e a vida não é um roteiro de filme com final feliz garantido.

Agradeça pelas ligações não atendidas, pelos encontros em que ele não foi e pelas vezes em que ele disse em que vocês não combinavam. Ele estava certo! Você nunca combinou com gente desinteressada e fria mesmo.

Cuidar de Mim!

3 sinais que indicam distância afetiva no casal

De uns tempos pra cá, mudei. Comecei a dar a importância que as coisas têm e parei de sofrer por bobagens. Se antes ponderava muito antes de sair das relações e ficava como um porteiro desequilibrado tentando controlar o fluxo e as despedidas, hoje ajudo a fazer as malas e fecho a porta sem arrependimento. Sim, você pode ir embora.

Não, não me tornei uma pedreira. Não sou insensível.

O meu coração continua bobo por sutilezas, tem predileção por exageros bonitos, bate na frequência mais forte, e às vezes fica descompassado e louco quando se depara com alguma beleza extravagante. O que acontece é que não faz sentido colocar intensidade nas coisas que não vibram. Despejar amor em corações baldios e improdutivos. Dedicar-se a quem não sabe o que é ter alguém que se preocupa com a qualidade do seu dia e que espera ansiosamente pelo carinho do seu abraço. Alguém que cuida e se doa nos mínimos detalhes só pra ver a dança da felicidade se exibindo no seu rosto.

Toda mudança requer um olhar demorado sobre as coisas, e ainda me pego pensando nos penduricalhos inúteis que não deixei ir embora e guardei ao longo dos anos; amizades de ocasião, que duraram apenas enquanto pude dar a elas a minha melhor versão.Pseudoamores que despejaram uma carga de insegurança na minha vida e me fizeram duvidar de que o pré-requisito pra ter o amor genuíno é cultivar o próprio.

A vida virou uma extensa passarela, onde vi tudo se exibir com pressa e se desmanchar, sem nenhum entusiasmo, sem nenhuma verdade, sem compromisso algum com a reciprocidade. Pessoas que chegaram, interpretaram suas cenas com calculada frieza e desapareceram.

É preciso aprender a deixar ir embora

Hoje cuido dos meus afetos com demorada alegria, sem deixar os meus desejos pra depois, sem estocar os sentimentos, porque coração intenso é órgão que vive exposto. Mas compreendi que é preciso domesticar os ímpetos e fazer triagem do que fica, de quem fica nestas terras sagradas, neste coração que não precisa sofrer quedas desnecessárias pra descobrir o quanto é importante. Hoje sei me despedir sem achar que é o fim do mundo, sem imaginar que viver sem uma pessoa vai comprometer a minha vida inteira. Hoje compreendo que quem não fica é porque não quer. Aprendi que a primeira cláusula de um sentimento verdadeiro se chama “liberdade”.

De uns tempos pra cá, mudei. Foi a melhor coisa que fiz.

Texto de Ester Chaves – Escritora brasiliense. Graduada em Letras pela Universidade Católica de Brasília e Pós-graduada em Literatura Brasileira pela mesma instituição. Atuante na vida cultural da cidade, participou de vários eventos poético-musicais.

Viva eu!

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A vida é irônica,
Fica mais fácil pensar que já morri.
Você tenta me matar todos os dias
Em tentativas, morro em muitas ocasiões
Renasço sempre. Não tem jeito.
Olha ! agorinha mesmo, tou passeando em você .
Você sabe , mas faz pose de indiferente..
Sua luta é inglória em busca do esquecimento
Não é possivel fugir dos próprios passos
Da cabeça aos pés…
O que parece distante continua bem dentro de você..
Sinto muito…
Permaneço viva !
Viva eu!

Benditas covinhas no rosto !

zzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
🙂
Nasci com elas .
Elas me acompanham há muitos anos.
Houve uma época na adolescência que elas me salvaram.  Os garotos adoravam !!
Sempre me fizeram bem… e olha que descobri agora que elas são má formações genéticas. Benditas má formações genéticas.

Olha só!

Ter covinhas no rosto sem dúvida é um “algo mais”. Além ser charmoso, proporciona um charme, do tipo “coisa fofa”! As covinhas são pequenas depressões naturais da pele do rosto ou do queixo. Nestas regiões o tecido fibroso adere entre a pele e o osso da mandíbula (no queixo) ou entre a pele e os músculos da face (no rosto). A pele é “repuxada”, causando uma pequena retração que é mais acentuada quando as pessoas sorriem.
 
As covinhas sem dúvida fazem o rosto mais bonito e atraente. Mas, de alguma forma, pode ser considerado um defeito congênito e mostra que as “malformações” nem sempre são ruins. As pessoas que tem covinhas apresentam o músculo menor em comprimento do que o tamanho do músculo é normal nas pessoas que não têm covinhas. Isso é causado por causa de algumas falhas no desenvolvimento do tecido conjuntivo subcutâneo.
 
Ter covinhas, ou não ter, não é sorte. É a genética que determina se uma pessoa vai ou não ter covinhas. O gene responsável é dominante e isso significa que se um dos pais tem covinhas, então provavelmente os filhos terão. É simplesmente uma aquisição hereditária que é transmitida de geração em geração. Geralmente, os bebês têm essas cavidades, mas elas desaparecem gradualmente conforme a criança cresce isso é porque o músculo cresce com a idade e chega a seu tamanho normal, que por sua vez, favorece o desaparecimento das covinhas.
Fonte- http://diariodebiologia.com/
 
 

Os quatro inimigos do homem de conhecimento

quatro inimigos

O antropólogo Carlos Castañeda escreveu doze livros contando sua saga e seu aprendizado com o brujo Don Juan no México. O primeiro desses livros, conhecido no Brasil como A Erva do Diabo, é o mais conhecido. O título original da obra é “The Teachings of Don Juan”. Em português seria “Os Ensinamentos de Don Juan” se o título original fosse respeitado e não houvesse uma distorção para fins mercadológicos.

Nesse livro, que marca o início do aprendizado de Castañeda, Don Juan lhe diz que o homem possui quatro inimigos que deve saber enfrentar para tornar-se um guerreiro, um homem de conhecimento. Esses inimigos são: o medo, a clareza, o poder e a velhice. Nesse texto, tentarei apresentar uma interpretação própria desses ensinamentos. Ao mesmo tempo que busco coerência com a obra original, pretendo mostrar o que entendo sobre esses inimigos, tomando a liberdade de apresentar a apropriação que fiz desses conceitos.

O primeiro dos inimigos é o medo.

Toda vez que buscamos um novo caminho de crescimento, ele aparece para nos testar. Há medos de toda ordem e algumas vezes ele chega a se tornar um pavor, um desespero. Um formidável inimigo que pode tornar-se um grande aliado: se não temos medo, nos tornamos pessoas irresponsáveis; se ele paralisa a nossa busca, nos tornamos covardes. Entendo que o medo é constitutivo da vida humana e temos que caminhar, mesmo sentindo medo. Ele pode ser controlado e exige coragem, mas nos transforma em pessoas alertas: guerreiros sempre à espreita.

Muitas pessoas deixam de viver, de lutar pelo que acreditam, de crescer como indivíduos porque o medo as paralisa, não as deixa seguir em frente. Medo do que vai acontecer no futuro, medo de se machucar, medo de se arrepender, medo de sofrer, medo de experimentar, medo de buscar novos horizontes, medo do que os outros vão pensar: medo de viver! E o medo faz elas ficarem na inércia, na repetição, no caminho do comodismo, no conforto do que sempre foi. Mas isso não é crescimento, é estagnação. Para crescermos, temos que ter consciência do medo, saber que ele existe, que ele pode ser vencido, agir com coragem, seguir em frente diante da incerteza e torná-lo um excelente aliado!

Se conseguimos vencer nosso primeiro aliado, chega o segundo: a clareza.

Aqueles que foram vitoriosos em sua luta contra o medo, acabam sentindo, vendo, percebendo, pensando e agindo com uma clareza muito maior. A maioria ficou no seu casulo paralisada pelo medo, aqueles que enfrentaram conseguem a clareza: o dom de ver aquilo que a maioria não ve, já que o medo as impediu de sair do lugar comum, do senso comum. Mas a clareza também tem seus perigos e muitos sucumbem.

Não é uma tarefa fácil lidar com a clareza em um mundo de cegos. Ver aquilo que outros não vêem é um desafio a ser enfrentado com serenidade e coragem. A sensação de isolamento é forte, um grande desafio a ser superado.

O que se pode ver com a clareza ninguém quer ver ou não consegue; o que outros vêem como verdade é apenas uma ilusão para quem tem a clareza. Muitos se assustam com o que vêem e outros começam a crer que são seres superiores por ter algo que a maioria não tem. Alguns se perdem em sua vaidade; outros não suportam o que vêem e perdem o equilíbrio mental; outros desistem de enxergar por sua visão parecer insuportável. Se há o dom para ver os Céus, com ele vem a visão das sombras. E muitos preferem não ver mais, são vencidos pela clareza ou pelo medo: os inimigos andam juntos.

Mas a clareza também pode ser utilizada como um poderoso aliado. Com firmeza, determinação e equilíbrio, podemos viver na loucura controlada. Saber que muito do que é considerado verdade é apenas uma loucura, uma construção histórica que em breve irá desabar também. E tentando ajudar nossos semelhantes a ter clareza também: para ter a visão que possibilite manter e ampliar o que é da Vida e lutar contra o que é da morte. Saber que quase tudo é uma loucura, mas manter a serenidade perante essa loucura.

Quando se vence o medo e a clareza, surge o terceiro inimigo: o poder.

Com a capacidade de controlar o medo e com a poderosa visão que a clareza proporciona, naturalmente se adquire poder. A capacidade de influenciar outras pessoas, de transformar estruturas, de atingir objetivos com facilidade, de obter percepções extra-sensoriais, de mobilizar e canalizar intensas energias. E o poder é sedutor, um inimigo perigoso, tamanha sua força.

Depois de ter vencido o medo, conseguido a clareza e obtido poder, começam as tentações e testes. E muitos sucumbem. Ao invés do poder ser utilizado para abrir caminhos para a evolução humana e da sociedade, torna-se uma habilidade usada exclusivamente para proveito próprio, para satisfazer o ego. Surge a falsa necessidade de comandar, de ser um líder insubstituível, de ter a certeza sempre, de ter súditos e admiradores, de colocar as pessoas e processos sob controle pessoal. E esse processo nunca cessa: é preciso cada vez mais poder para se manter no poder.

E as pessoas se tornam escravos do poder, se perdem em seu ego e se tornam pessoas frágeis. Pessoas que externamente podem até ser vistas como poderosas, mas são crianças profissionais: brincam com a vida alheia sem responsabilidade, sem ter consciência de que os fantoches são eles. Na primeira decepção ou quando enfrentam um adversário de valor, colocam a culpa no mundo pela sua própria fraqueza: o poder sugou toda sua energia.

Esquecem que cada caminho é apenas um caminho e que cada um deve buscá-lo dentro de si, nos seus corações. Pode-se até auxiliar outras pessoas, mas ninguém tem autoridade para dizer para alguém qual é o melhor caminho a ser seguido. Isso cada um deve descobrir por si. O poder é realmente tentador e muitos sucumbem, talvez na classe política isso seja mais evidente, mas isso acontece em todas esferas da vida humana.

Só que o poder também pode ser utilizado como um aliado. Essa capacidade e esse brilho que o poder traz podem ser canalizados para o Espírito, pode-se agir de acordo com o Coração, pode-se colocar como um instrumento das Forças da Vida. Pode-se utilizar essa capacidade para construir um mundo melhor para todos, para transformar positivamente a vida dos que cruzam nosso caminho, ajudar as pessoas acender o próprio fogo interior, a transformar as estruturas da repetição, a criar a Diferença.

Enfim, pode-se usar o poder para quebrar os processos de reprodução desse descalabro social e ambiental: creio que é esse o desafio para quem adquiriu e está adquirindo poder. Um enorme desafio e que não se resolve de uma vez, é sempre um caminho, mas um caminho ao mesmo tempo individual e coletivo, um caminho com o coração, uma busca pela impecabilidade. É a ânsia pela perfeição, pela justiça, pela verdade. E isso se reflete em atos cotidianos, não apenas em grandes obras!

Por fim, há um inimigo que não pode ser vencido: a velhice.

Todos, uma hora ou outra, sentirão suas marcas. Na verdade, podemos interpretar a vida como um processo de envelhecimento constante: de bebês à crianças, de crianças a adolescentes, de adolescentes a jovens adultos, de jovens adultos a jovens de meia-idade, da meia-idade à terceira idade. A velhice é o maior inimigo do homem, vai atingir os que sucumbiram ao medo, mas também aos que não sucumbiram; vai atingir os que se amedrontaram perante a clareza, mas também aos que conseguiram suportar a visão; vai atingir aos que adquiriram poder para o coletivo, mas também aos que se seduziram por suas falsas promessas.

Só que a velhice, que vai aos poucos limitando nosso corpo físico, traz a sabedoria caso seja enfrentada com dignidade. E isso dependerá de toda uma vida: que caminho escolhemos, quem escolhemos para caminhar ao lado, que decisões tomamos, de quem nos afastamos e de quem nos aproximamos, como cuidamos do nosso corpo, do nosso espírito e da nossa mente. É um novo desabrochar e não uma decadência. O que não podemos é deixar nosso espírito envelhecer: ele é eterno!

Podemos envelhecer com dignidade e acho que o melhor modo de fazer isso é disseminar sementes: para que as futuras gerações e os mais novos possam ter modelos em que se apoiarem, com base em belas palavras e ações que só a experiência ensina. Enfim, construir uma trajetória nesse planeta que não seja apenas sobrevivência e voltada para o próprio umbigo, mas construir uma vida que seja uma verdadeira obra de arte: uma busca por uma conduta impecável, um foco claro em iluminar a escuridão! E para isso não há um caminho pronto nem fórmulas pré-estabelecidas, há tantos caminhos quanto existem corações, cada um deve achar o seu.
 
(por Dr. Flávio Gikovate | Via: O Esotérico)

 

AB-SINTO – Sonya Prazeres

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AB-SINTO…………………………………………………………………………..
Sinto muito
Por você sentir tão pouco
Sinto pouco
se você anda tão louco
Sinto quente
o coração
quando você passa rente
atropelando tudo
com seu ego caminhão

tem nada não!
tudo que eu sinto
vem da dor
de um instinto
que ainda te quer
sem renegar o teu poder
sem requerer qualquer razão

se me ab-sinto
chego mais perto de ti
saboreio
o distinto sal de tua pele
me embriago
de teu amargo aroma
e na calma de minha alma
te espero sentada
degustando
nosso velho vinho tinto
até que um gole lento
me revele
a entrada que me leve
ao jardim do teu labirinto .