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“Quando Puder Contar Sua História Sem Chorar, Você Estará Curado”

Feridas emocionais podem levar mais tempo para cicatrizar do que feridas no corpo. Os danos causados ​​pelo desprezo, perda ou fracasso deixam cicatrizes profundas que não são fáceis de fechar. Às vezes, podemos pensar que a dor já faz parte do passado, mas quando temos que falar sobre ela passamos a descobrir que a ferida ainda nos controla.

O problema é que, se nos apressarmos, corremos o risco de causar mais danos ou até prejudicar as pessoas à nossa volta. Se ainda não superamos um relacionamento antigo e nos aventurarmos em outro, o mais provável é que arrastemos toda essa carga emocional negativa e sabotemos o novo relacionamento até que se desfaça.

Assim, é provável que acabemos colecionando uma série de fracassos e decepções, a ponto de pensar que existe um problema em nós, quando na verdade o que aconteceu é que nós não estávamos preparados para começar de novo. Para abrir um novo capítulo da nossa vida, precisamos fechar os antigos capítulos. Se olharmos continuamente para o passado, se o fantasma de ontem nos persegue, não podemos tirar proveito de todo o bem que o futuro nos reserva.

Como saber se estou pronto para começar de novo?

Às vezes, quando sofremos uma grande decepção ou desapontamento, a dor é tão forte que tudo o que queremos é seguir em frente. Isso pode nos fazer desconectar do nosso interior e buscar estímulos apressados que nos desviem a atenção do problema. Como resultado, podemos nos enganar e acreditar que a situação está resolvida assim.

O desejo de se sentir melhor e deixar para trás o passado pode nos impedir de perceber que ainda não estamos prontos para começar de novo e que precisamos de mais tempo. É por isso que nos apressamos a tomar decisões, não percebemos os sinais que indicam que ainda não superamos o que nos aconteceu.

No entanto, um dos sinais inconfundíveis de que as feridas emocionais foram fechadas é quando conseguimos contar essa história sem experimentar as emoções intensas que nos bloqueavam no início.

Se for uma perda importante, por exemplo, você saberá que a superou quando puder contar o que aconteceu sem chorar ou experimentar aquela tristeza dos primeiros tempos, quando em seu lugar existir apenas, nostalgia.

Quando se trata do fim de um casal, por exemplo, você saberá que virou a página quando, em vez de lembrar de todas as coisas negativas, poderá lembrar-se das coisas positivas que sente que fez.

Para saber que você se curou por dentro, você precisa sentir a paz interior novamente , para recuperar o equilíbrio mental que você perdeu. Reconecte-se com o seu interior sem sentir medo das emoções que experimentou e volte a se sentir confortável consigo mesmo.

Essas sensações não mentem, elas são um indicador confiável de que você recompôs os pedaços quebrados e está pronto para começar de novo, seja um novo relacionamento, um novo projeto de trabalho ou até mesmo uma nova vida em outro lugar.

Palavras como sinal de recuperação emocional

Não nos recuperamos da mesma forma depois de sofrer um colapso emocional. Há quem precise do seu espaço e não queira resolver o problema de imediato. De fato, quando se trata de feridas profundas, falar sobre o que aconteceu nos estágios iniciais pode ser praticamente impossível. Você pode sentir um nó na garganta que o impede de contar o que aconteceu. É normal.

De certa forma, essa relutância em falar sobre o evento traumático pode atuar como um mecanismo de defesa que nos protege para nos impedir de reviver a situação que está nos prejudicando. Neurocientistas da Universidade de Harvard descobriram como os traços dolorosos do trauma permanecem gravados em nosso cérebro.

Eles têm apreciado que quando as pessoas não superaram a situação traumática, falar sobre as causas ativa áreas emocionais do cérebro, tais como a amígdala e o córtex visual enquanto a área de linguagem, como a área de broca, desativa-se.

Processar o trauma implica transformá-lo em uma experiência narrativa que encontra um espaço em nossa história de vida. Isso significa que, mais cedo ou mais tarde, devemos falar sobre o que aconteceu, porque só então podemos processá-lo e retirá-lo de seu enorme impacto emocional.

Portanto, a possibilidade de falar sobre a situação que causou tanto dano é também um indicador de que estamos nos curando internamente.

Texto de Rincón de La Psicología, traduzido e adaptado por Portal Raízes

Lei do retorno- Luciano Cazz

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A lei do retorno é uma engrenagem exata onde todas as peças se encaixam e funciona na inteligência suprema de Deus, que nós, seres humanos, não somos capazes de alcançar.
A todo momento que você pensa e age, um bumerangue na energia que você produziu é lançado no universo. Ele pode ir longe ou não. Mais uma coisa é certa: seja o bem ou seja o mal que foi jogado, ele sempre retorna ao ponto de origem: você! Muitas coisas na vida não têm preço. Mas todas têm troco.
A lei do retorno tem seu jeito próprio de agir. Ela é uma ordem criada por Deus para se desenvolver naturalmente. Os pesos e as medidas são exatos, conforme nosso ato e bagagem de todas as vidas já experimentadas. Funciona exatamente como uma semente plantada que dará o fruto que a ela corresponder e nunca outro.

Retorno Imediato


Às vezes, a lei do retorno é direta. Alguém o derruba nessa esquina e na próxima leva um tombo. Você ajuda o próximo aqui e logo ali um anjo aparece em sua vida, trazendo-lhe a solução que tanto esperava. Se acontecesse sempre assim, teríamos mais clareza de sua existência e precisão. Mas essa é aquela semente que brota rapidamente, como a do feijão que começa a germinar em dois dias. Na lei do retorno são mais raras, mas ainda possíveis.

Retorno a médio prazo

Existem ocasiões em que o bumerangue da lei do retorno demora anos para voltar ao ponto de origem. Alguém o rouba hoje e somente quando essa pessoa estiver idosa é que o carma criado vai se manifestar. E… pimba! no momento em que mais precisava, o universo vem cobrar a dívida do passado, e sem qualquer negociação. Você passa a vida toda ajudando todo mundo, e quando desiste dos seus sonhos, vem Deus e o coloca onde você sempre quis estar.

Retorno a longo prazo

Mas na maioria dos acontecimentos, o retorno pode demorar literalmente uma vida. Ou até mais. Tudo depende de uma conjuntura de fatores. Primeiro você precisa estar preparado para o fardo. Deus nunca lhe traz aquilo que você não pode suportar. Então, antes de pagar a dívida, é preciso que a alma evolua. Muitas vezes, a pessoa o humilhou a vida toda, pela soberba de sua riqueza, e só na próxima vida ela virá pobre para evoluir sua alma na dificuldade financeira, sendo vítima de todas aquelas situações em que, outrora, ela o havia humilhado.

Ausência aparente de retorno

Alguém que o prejudicou pode nunca pagar por isso, uma vez que o mal causado vem do débito que você tinha com tal pessoa, desde vidas passadas. Na verdade, ela que está acertando as contas com você. Isso não quer dizer que ela esteja livre da dívida pelo que lhe causou. Mas, se esse retorno vier, será na razão e no mistério de Deus, bem longe do nosso entendimento. Da mesma forma, alguém que muito ajuda os outros, mas padece em sua própria vida, pode estar devolvendo aquilo que um dia tirou. E seu retorno será a quitação das dívidas do passado. Portanto, também invisível aos nossos olhos.

A lei do retorno é uma engrenagem exata onde todas as peças se encaixam e funciona na inteligência suprema de Deus, que nós, seres humanos, não somos capazes de alcançar.
Para nos mantermos no melhor de nós mesmos e evitar dívidas desnecessárias e perigosas, nesta ou nas próximas vidas, devemos sempre ter em mente aquela musiquinha da banda Legião Urbana linda de se ouvir: “Tudo que você faz, um dia volta para você.
E se você fizer o mal, com o mal mais tarde terá de viver. (…) Como um bumerangue, tudo vai voltar…”

 

Via – https://www.resilienciamag.com

Umberto Eco alerta: “Nem todas as verdades são para todos os ouvidos.”

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Uma das maiores dificuldades comunicativas diz respeito à capacidade de expor pontos de vista sem exagerar no tom impositivo ou mesmo agressivo com que se defendem argumentos, mesmo os mais incoerentes. Cada vez mais intolerantes, as pessoas parecem precisar revestir seus discursos de agressividade, para que pareçam convincentes.

Com o advento da Internet, todos possuímos espaços virtuais onde podemos nos expressar, expondo nossos pontos de vista sobre assuntos vários. Ilusoriamente protegidos pela distância que a tela fria traz, muitas vezes excedemos no radicalismo com que pontuamos nossos comentários, sem levar em conta a maneira como aquelas palavras atingirão o outro.

A frieza do cotidiano e a concorrência de mercado acabam por contaminar nocivamente os relacionamentos humanos, que se tornam cada vez menos afetivos, tão robóticos quanto as máquinas de café que nos entopem os sentidos. Importamo-nos quase nada com os sentimentos alheios, com a historia de vida alheia, com a necessidade de entender as razões que não são nossas, pois queremos a todo custo extravasar tudo isso que se acumula dentro de nós em meio à velocidade estressante de nossas vidas. 

Nesse contexto, quando expomos aquilo que pensamos sobre determinado assunto, principalmente relacionados à política e/ou à religião, acabamos sendo vítimas de contra-ataques violentos que não rebatem o que expusemos, mas tão somente tentam neutralizar nossa verdade com destemperos emocionais isentos de criticidade. Aceitável seria, entretanto, uma contra-argumentação pautada por reflexões plausíveis, o que não ocorre, em grande parte dos casos.

O fato é que poucos estão dispostos a se abrir ao que o outro tem a oferecer, a dizer, a mostrar, a trazer de diferente para suas vidas, porque é trabalhoso refletir sobre idéias já postas e cristalizadas dentro de nós, ao passo que manter intacto aquilo que carregamos há tempos é cômodo e tranquilo. E quem não quer não muda, não recebe o novo, somente dá em troca o pouco que tem e, pior, muitas vezes de forma deselegante e depreciativa.

Portanto, é necessário que aprendamos a nos expressar e a debater nossas ideias com quem realmente estiver pronto para trocar conhecimentos, com quem possui uma postura receptiva para com o novo e que não se importa com a quebra de certezas. Não percamos nosso precioso tempo com quem só ouve o que quer e da forma que lhe convém, diminuindo-nos por conta da diversidade de opiniões. Esses definitivamente não merecem nem mesmo nossa presença.

Texto de Marcel Camargo

 

Uma carta da senhora Depressão / By Carolina Santos

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Pois é. Aqui estamos.
Uma data comum. Um dia comum. Porém, uma pessoa incomum.
Deixe-me apresentar: Meu nome é Depressão.

Estou ciente do quanto as pessoas de diversos lugares do mundo devem me odiar. Algumas até aceitam a minha presença e se conformam com o fato de que terão que me carregar nas costas pelo resto da vida, mas outras ainda sofrem. Elas tentam me despistar. Tentam me enganar. Tentam me matar. Mas eu que venço, na maioria das vezes.

Talvez você me considere um vilão, mas deixe-me explicar os reais motivos pelos quais eu vivo com você e em milhares de pessoas espalhadas pelo resto do mundo. Sei que lhe causo enormes problemas e que atrapalho sua vida em todos os aspectos. Quer saber o que eu faço com você?
1. Te deixo imensamente triste por meses e meses…
2. Implanto em sua mente pensamentos suicidas. Eu te engano direitinho, e você acredita que para resolver seus problemas basta morrer.
3. Acabo com a sua autoestima.
4. Faço você perder o prazer por tudo aquilo que ama.
5. Faço você se isolar do mundo.

6. Te faço derramar lágrimas todas as noites antes de dormir.
7. Graças a mim você sente dores no peito, falta de ar e um nó na garganta sufocante.
8. Te transformo em um ser totalmente desinteressado pela vida.
9. Te dou dicas de como tirar sua própria vida e ainda te ajudo a fazer isso.
10. Te convenço de que a vida não vale a pena e não tem o menor sentido.
11. Faço você ficar rude e assim maltratar todos aqueles que você ama.
12. Eu escondo todas as luzes que estão no seu caminho, para que você ande na escuridão.

Eu sou boa mesmo, não é verdade? Sou tão forte que posso acabar com sua vida. Mas e aí? Vai deixar que eu faça isso? Consegue entender que eu sou aquela pessoa que entra na sua vida para te ensinar a ser mais forte através da dor? Por mais que pareça que estou tentando te torturar, estou tentando torná-lo mais forte, e convenhamos: você é forte! Você realmente acha que qualquer um aguentaria conviver comigo? Com todas essas e outras coisas ruins que eu causo em você e em várias pessoas? Claro que não! As pessoas que estão livres da minha presença acreditam que são melhores, que estão na boa, mas nem sequer imaginam que eu posso visitá-las a qualquer momento de suas vidas. Elas são tolas por se acharem grandes demais.

Mas você… ah você é também é tolo, porque não reconhece o quão incrível você é. Está a todos esses anos comigo, sofrendo, mas sempre firme e forte. Me dando rasteiras e conseguindo lidar com a minha presença a cada dia que se passa. Você também me engana. Faz terapias, se exercita, toma remédios, ocupa a mente e em vista disso não me deixa brechas para fazer aquilo que sei fazer. Sabe, creio que meu objetivo de torná-lo forte dará certo uma hora ou outra.
Ao longo dos anos, você vai me conhecendo melhor e passa a encontrar métodos para me driblar. Olha aí, meu objetivo funcionando. Sabe o que mais gosto em você? A sua capacidade de aprender com os erros, seu amor incondicional, seu interesse pelo bem-estar das outras pessoas. Devo admitir que o ser humano que está de mãos dadas comigo tem muito mais compaixão. Pois eles sabem o que é a dor, e não desejam isso para mais ninguém. Pois é, olha eu aqui te elogiando. Eu te dou rasteiras, você me dá rasteiras e assim a gente vai levando a vida. Eu sou imortal, eu sei. Uma vez comigo, comigo para sempre. Mas você sabe que eu só apareço em momentos especiais. Momentos estes que você insiste em chamar de crise. Não é crise, é uma visita meu amigo. Eu te visito para te mostrar que tem coisa errada e que você pode aprender muito mais. Depois que vou embora, você até consegue perceber o quão está mais forte e maduro, não consegue? Então, eu não sou seu inimigo. Quer dizer, se você não tomar cuidado posso me tornar um inimigo.
Infelizmente muitos não foram capazes de conviver comigo e se debruçaram na tristeza, se entregaram para o caminho da morte. Mas você não! Você está aqui não está? E está lendo essa carta que estou lhe fazendo com muito amor, por incrível que pareça. Pare de ficar me vendo como algo ruim. Eu te dou todas as cartas para ser uma pessoa incrível. E você está sendo uma pessoa incrível. Poxa, você está aí, de pé. Talvez esteja um pouco abalado com minha presença, mas está aí não está? Creio que nem eu conseguiria viver comigo mesmo. Mas você consegue.

 

Fonte – http://www.psiconlinews.com

A origem do natal e o significado da comemoração.

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O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.

Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.

A Árvore de Natal e o Presépio

Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.

O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. As músicas de Natal também fazem parte desta linda festa.

O Papai Noel: origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d. C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

A roupa do Papai Noel

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.

Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.

Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países

– Alemanha (Weihnachtsmann, O “Homem do Natal”), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, “Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz). Fonte: Web

Fraternalmente \o/

http://www.parentoni.com

A Arte de Envelhecer – Liane Alves

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O passar dos anos pode trazer perdas e limitações, mas também prazeres inesperados e uma sensação de liberdade enorme. Saiba como lidar com isso e, assim, aproveitar a vida em qualquer idade

Eleonor Camargo vai se casar no próximo domingo e há quatro semanas parte de sua atenção está voltada para o vestido de noiva (musseline de seda champanhe?), o buquê (rosas vermelhas?) e as músicas (Canon, de Pachelbel, no final da cerimônia?). Já seu noivo está às voltas com o aluguel de mesas e cadeiras para o jardim.

Foi nesse período feliz, mas tenso, que um dia Eleonor se olhou no espelho e pensou que o seu rosto não seria assim para sempre. Pensou no seu envelhecimento e como seria viver junto com o seu companheiro quando fossem velhinhos. Refletiu… Eles gostavam da presença um do outro, da energia que trocavam no toque, das conversas que tinham. A noiva lembrou-se do que escreveu o psicanalista e educador Rubem Alves: “case-se com alguém com quem goste de conversar.” Portanto, com o tempo, o que era essencial nesse relacionamento não iria se alterar.

Não, Eleonor não é uma jovem noiva. Ela tem 57 anos, e o noivo, Antonio, 63. Estão realizados, inteiros, e evidentemente felizes. Mais uma vez na vida, apostaram na felicidade, mas agora sem muitas expectativas.

Viram? Há vida depois dos 60, 70, 80…

Eleonor e Antonio souberam compensar o seu envelhecer com entusiasmo, esperança, sensibilidade, criatividade. Fiquei surpresa com a quantidade de boas qualidades que eles conseguiram colocar no lugar das benesses de ser belo e jovem. Por isso, começo esse artigo com esse casamento, uma cerimônia feliz que a gente associa apenas à juventude e à beleza. Vê-los maduros e plenos de contentamento é uma ode à vida, e ao envelhecer com sabedoria. Eles mostram como é possível aceitar o envelhecimento, inevitável, com consciência, serenidade e alegria. Os dois descobriram muitos presentes escondidos na maturidade, que certamente só chegam depois do enfrentamento de limites, sofrimentos e obstáculos. Envelhecer pode ser um pouco mais difícil para o corpo, é verdade, mas para a alma pode fazer um bem incrível. O casal é a prova disso.

Enfrentando a crise

A antropóloga carioca Mirian Goldenberg começou o seu livro A Bela Velhice (Record) com o mesmo desafio que enfrento agora: mostrar que a harmonia, a alegria e o bem-estar podem estar presentes com muita intensidade no processo do envelhecimento. Numa sociedade que estimula o contrário disso, e que dá valor apenas ao que é jovem e belo, esse pode ser um desafio e tanto. “Quero compreender se há algum caminho para chegar à última fase da vida de uma maneira mais digna, plena e mais feliz. Meu objetivo é descobrir os passos necessários para construir minha própria bela velhice”, diz ela. Para isso, assegura Mirian, é preciso dar sentido maior e mais profundo para a vida. Casar, ter filhos e conquistar sucesso na carreira deixam de ter tanta importância. Ser jovem e bonito também. Começa a acontecer um processo de dar um novo significado para a existência.

O psiquiatra austríaco Victor Frankel, em seus mais de 30 livros, ajuda na compreensão desse processo. Ele dizia que o desejo de dar um novo significado para a vida pode começar com uma sensação difusa de um “vazio existencial” – um sentimento de inutilidade e falta de sentido da própria vida. Podemos dizer que esse é o começo da crise do envelhecimento. A verdade é que o sucesso em várias áreas da vida é muito difícil, e que muitas vezes o que a sociedade diz que nos traria mais felicidade não traz.

Também podemos perceber que o não cumprimento das metas impostas pela sociedade pode gerar uma sensação de fracasso. Escreveu Frankel: “Não procurem mais o sucesso. Quanto mais você o procurar e o transformar em um alvo, mais vai errar”. Que alívio, não precisamos mais “ter de” nada. Podemos ser mais livres, autênticos, procurar o que realmente gostamos de fazer, o que dá tesão na vida. E uma das qualidades para se sentir feliz, de acordo com ele, é sentir-se livre do que é imposto, do que nos ensinaram que traria felicidade, mas que nunca trouxe. Que maravilha.

E qual seria o primeiro passo para sentir isso? Diante da crise, não a torne pesada demais. Ao analisar o comportamento dos sobreviventes dos campos de concentração nazistas, por exemplo, Frankel descobriu que os que estavam em melhores condições físicas e psicológicas eram justamente aqueles que tinham mais bom humor e leveza – e que isso era perfeitamente possível até em situações insuportáveis e adversas como aquela. Portanto, aceitar o envelhecer com certa dose de humor é muito sábio, e faz muito bem para a alma.

Envelhecendo, eu?

Se você olha no espelho e vê a sua imagem, certamente não afirma que seja a de um velho. É possível até que, com uma certa sorte genética e cuidados básicos, você possa aparentar dez ou 15 anos a menos. Sorte sua.

Mas não dá para se enganar. A curva da sua estrutura biológica cai inevitavelmente depois de atingir seu ápice aos 25 anos, e o seu corpo começa sua lenta volta para a terra. A boa-nova é que, cada vez mais, o envelhecer deixa de ser traduzido por decrepitude, fragilidade e doença. As pessoas estão se cuidando mais e mais cedo, os recursos para compensar o processo natural do envelhecimento se multiplicaram por mil, e os exemplos de gente mais velha e ativa aumentaram com uma velocidade espantosa. “É um erro acreditar que velhice seja um sinônimo de doença. A maior parte das pessoas na faixa dos 60 anos ou até 70 está bem”, diz a designer e empresária Deana Guimarães, criadora de um portal que oferece uma gama de produtos para a terceira idade. Ela mesma, já com 60, é um exemplo disso. “A gente sabe que o contorno do rosto não é o mesmo, e que a energia não mais se assemelha à dos 20 anos”, reconhece. “Mas não me sinto ‘idosa’ em nenhum grupo de que participo, e nem sou tratada assim. Sei que estou envelhecendo, mas não me sinto velha”, conta.

E vamos ser sinceros: o processo do envelhecimento não começa nem aos 40 e nem aos 50. Com 20 anos, você vai à balada, dorme quatro horas e aguenta superbem o pique no dia seguinte. Já na faixa dos 30, a história é outra. Com 40, então, nem pensar. Três dias de alta madrugada contínuos já são suficientes para matar. Quem é velho, então? Os chineses fazem uma classificação interessante da velhice: os jovens velhos ficam numa faixa bem elástica, dos 45 anos, aproximadamente, até aos 80. A partir disso são considerados velhos maduros.

E o comportamento nessa faixa muito elástica de jovens velhos muda com rapidez. Os homens e mulheres maduros de hoje não têm as mesmas reações e atitudes dos jovens velhos de 30 anos atrás, por exemplo. Deana Guimarães afirma, por exemplo, que a solidão não é mais a principal queixa dos idosos que frequentam seu site. “Eles estão procurando grupos de pessoas com os mesmos interesses, se socializando. Também procuram se cuidar mais, se prevenir, e ter uma melhor qualidade no último trecho da vida”, diz ela. E existe uma crescente demanda para que se abram cada vez mais grupos de apoio e organizações especializadas nos interesses de quem tem mais de 60, faixa que já responde por 15% do povo brasileiro.

A pressão social

Se você tem mais de 30, biologicamente já começou seu processo de envelhecimento. “E quem te diz primeiro que você envelheceu são as pessoas, não é o espelho. Primeiro começam a te chamar de ‘senhora’, depois de ‘tia’… Até que, um dia, te cedem o lugar no ônibus”, diz a administradora de empresas Maria Costa Fernandes.

Isto é, o envelhecer é também um fenômeno social, e não apenas algo que acontece no seu mundo interno. “Se você pudesse envelhecer sozinha e em paz, sem ninguém te apontar a ruga ou o sobrepeso, seria mais fácil. Mas não é assim”, diz Maria Costa. Em outras palavras, as pessoas podem se dar conta disso antes de você. “A saída é aceitar, perceber que algo mudou, mas que nem por isso o mundo acabou”, diz ela.

Segundo a antropóloga Mirian Goldenberg, as reações perante o envelhecer podem mudar de acordo com o meio social e também segundo a cultura de um país. No livro Coroas: Corpo, Envelhecimento, Casamento e Infidelidade (Record), ela toca num ponto importante desse processo. Por meio de dezenas de entrevistas, ela notou, por exemplo, que as alemãs estavam menos obcecadas com sua estética corporal do que as brasileiras. Envelheciam mais tranquilamente, sem querer cancelar sua idade, embora namorassem ou tivessem um companheiro.

Em resumo: lutamos desesperadamente para não envelhecer, pois se admira com muita intensidade a ideia de perfeição de um corpo jovem e bonito. “Por isso tenho investido em revelar aspectos positivos e belos da velhice, sem deixar de discutir os aspectos negativos”, diz a antropóloga. E uma das coisas que nos libertará da corrida frenética rumo ao rejuvenescimento a qualquer custo é nos lembrar que somos mais do que um corpo.

Na abertura do livro Memórias de um Envelhescente (Regência), escrito pela médica Judith Nogueira, o geriatra Franklin Santana Santos, que assina a apresentação da obra, revela o outro lado da história. “Envelhecer é uma experiência psíquica e espiritual profunda de enriquecimento da personalidade, do espírito”, escreve. “Ser velho é estar na vanguarda do processo evolutivo, pensando aqui do ponto de vista material estritamente darwiniano, ou em uma perspectiva mais transcendental, na qual ser velho é o crème de la crème”. Já a autora Judith Nogueira reflete sobre o processo de envelhecer, e aproveita a expressão envelhescente para definir quem atravessa essa fase com características hormonais e psicológicas próprias, tal como a adolescência. “Aos 40 anos não somos totalmente velhos, mas caminhamos para tal. Assim como a adolescência é o vestibular para a idade adulta, os 40 anos o são para a velhice; como se representassem a admissão para a segunda metade da vida”, diz a médica.

Então, que tal fazer um meio termo disso tudo? Nem obcecado demais com o envelhecimento do corpo e com o desejo de estar sempre jovem, nem relaxado e displicente demais com o próprio envelhecimento. Em quase tudo, o caminho do meio dá certo.

Numa palestra para o ted, o médico cirurgião cardíaco (e celebridade) Mehmet Oz dá cinco pontos básicos que ajudam a conservar a saúde física durante o envelhecer: monitoração da pressão arterial, controle do estresse (mediante meditação, ioga ou tai-chi, por exemplo), corte de cigarro e toxinas, 30 minutos de exercícios diários e uma dieta saudável que seja também gostosa. Não é nada tão difícil assim e, segundo ele, esses poucos itens são capazes de manter uma vida saudável por muitos e muito anos.

Entre quatro paredes

Uma peça célebre, Huis Clos, ou Entre Quatro Paredes, escrita pelo filósofo francês Jean-Paul Sartre, traz a discussão de um grupo de personagens sobre os limites e obstáculos da vida num cenário claustrofóbico. Aos poucos, percebe-se que eles estão mortos e no inferno.

Se o envelhecer for centrado na preocupação com o corpo e com as exigências individualistas do ego, as paredes irão se fechar e se estreitar cada vez mais, pois as perdas e limites serão bem mais evidentes. O envelhecimento se transformará num inferno. Mas essa não é, claro, a única alternativa. O envelhecer implica uma troca de códigos, valores, referências e metas. É preciso se reinventar completamente, substituir e compensar. Se a ênfase foi colocada na direção do autoconhecimento e da doação, seguindo os passos do espírito, as paredes automaticamente se abrirão, trazendo mais paz interior, amor e oxigênio para sua existência. O envelhecer poderá se tornar, dessa maneira, um delicioso paraíso.

O psicanalista suíço Carl Gustav Jung dizia que durante metade da vida você se volta para fora, para o ter (uma carreira, um casamento, uma família, um negócio, uma casa…). E que, na outra metade, o processo começa a se inverter: você se volta para o ser, para o universo interior, para a espiritualidade. É a fase ideal para compartilhar o que aprendeu na sua existência com quem é mais jovem. Porém, para que isso de fato aconteça, é necessário soltar-se e se divertir com as possibilidades que a vida lhe apresenta. Exatamente como faria uma criança.

O que são Hormônios?

 

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Hormônios são substâncias produzidas pelas glândulas endócrinas que atuam dentro da corrente sanguínea. O sangue transporta esses hormônios para atuarem em áreas específicas do organismo. Os hormônios são governados por atividades cerebrais e regulam o crescimento, o desenvolvimento, controlam as funções de muitos tecidos, auxiliam as funções reprodutivas e regulam o metabolismo. O termo “hormônio” tem origem grega e significa “pôr em movimento”.

Os hormônios sexuais iniciam sua secreção por volta dos 10 anos de idade. O declínio desses hormônios é inversamente proporcional ao envelhecimento, ou seja, quanto mais velho o indivíduo fica, menos hormônios sexuais ele vai produzir naturalmente. Esse processo pode chegar até o desaparecimento total da produção desses hormônios a exemplo dos homens, no caso da mulher, no período conhecido como menopausa, o corpo cessa a produção de tais hormônios. Além disso, durante a vida, as pessoas podem apresentar patologias congênitas ou adquiridas, disfunções ou desequilíbrios hormonais que necessitam de um tratamento específico..

A Medicina oferece tratamento para esses tipos de situações. O tratamento é conhecido como Terapia de Reposição Hormonal. Conheça aqui
um pouco mais sobre esse tratamento clicando no próximo tópico da sessão

Os implantes podem ser colocados em qualquer parte do corpo, preferencialmente na região glútea. O procedimento de implantação dura menos de dez minutos, é indolor – já que é feito com anestesia local – e não apresenta restrições. Após a implantação, o hormônio é liberado gradativamente na corrente sanguínea, de maneira segura e com dosagem personalizada, por um período de seis meses a um ano.
Não aos efeitos colaterais
Os Implantes Hormonais de testosterona e estradiol são bioidênticos, o que significa que são iguais aos hormônios produzidos pelo próprio organismo, no que diz respeito à estrutura molecular. Desenvolvidos a partir de amostras orgânicas extraídas da urina de homens e mulheres jovens, causam efeitos colaterais consideravelmente menores do que os desconfortos gerados pelos hormônios sintéticos – obtidos em “laboratório” e geralmente utilizados nos tratamentos convencionais.
Inovação, praticidade e segurança

Entre os principais motivos que fazem com que os Implantes Hormonais sejam extremamente bem aceitos pelos pacientes, estão:
• Eficácia: os resultados alcançados por meio do método são surpreendentes;
• Praticidade: o paciente só precisa se preocupar com a troca do implante no intervalo de seis meses, ou um ano;
• Segurança: o método elimina a possibilidade do esquecimento
• Controle: garantia de que a dosagem correta será distribuída ao organismo.
• Bem-estar: a inexistência de efeitos colaterais típicos dos outros métodos de tratamentos em TRH.

Tipos de Reposição.

Estradiol:
A reposição hormonal com implantes de estradiol deve ser iniciada com base nos níveis sanguíneos do hormônio obtidos na fase proliferativa do ciclo menstrual.
Nas pacientes que se encontram na menopausa, a dosagem deve ser feita alguns dias depois de suspenso qualquer tipo de reposição hormonal que esteja em uso pela paciente.

Testosterona:
A associação do estradiol com testosterona se faz habitualmente com base nos níveis sanguíneos de testosterona total. O número de cápsulas varia de acordo com a necessidade de cada paciente.

Gestrinona:
A gestrinona é um 19-nor esteróide, anti-estrogênico e anti-progesterona. O composto tem efeito anabolizante e hemostático, sendo por isso usado no tratamento de anemia. Patologias estrogênio-dependentes respondem bem a gestrinona e podem ser utilizadas em tratamentos de endometriose, miomas e mastopatias. É indicada também para TPM, baixa de libido, adenomiose, hipertrofia uterina, perda de massa muscular e da massa óssea, revertendo, quando associada ao estrogênio a osteopenia.
Sob a forma de implantes, a gestrinona oferece a vantagem de não passar pelo fígado na primeira passagem e ser liberada lentamente ao longo de um ano, inibindo a ovulação e a menstruação por um ano, portanto, funciona como anticoncepcional.

Fonte – http://www.elsimarcoutinho.com/implantes-hormonais/o-que-sao-hormonios/

Os Hormônios, Os Odores e o Sexo – Elsimar Coutinho

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Apesar do sexo envolver todos os sentidos na maioria dos animais, os odores que emanam dos parceiros atuam como sinalizadores químicos que permitem identificar não somente a presença dos indivíduos do sexo oposto nas redondezas como a sua localização. Como os odores característicos das fêmeas das diversas espécies são mais intensos no período da ovulação, a presença de uma fêmea que se encontre nessa fase é percebida a distância maiores, alcançando e atraindo assim um número maior de machos.

Nos mamíferos, os odores que emanam das fêmeas são fundamentais, pondo em dúvida a afirmativa do poeta que pede perdão às feias ao propor a beleza como fundamental. Na realidade a anatomia responsável pela beleza por si só não conduz ao sexo se o odor não for adequado. Nos animais domésticos e nos primatas subumanos que praticam o sexo à vista de todos pode ser constatada essa verdade biológica.

O cão se aproxima de uma cadela e com seu focinho cheira o corpo da fêmea em toda a sua extensão. Depois de cheirá-la, o cão toma uma de duas alternativas de ação. Ou vai embora ou tenta copular. Se o cão vai embora, distanciando-se, indiferente àquela cuja anatomia e leve odor a identificam como fêmea da sua espécie é porque ao cheirá-la nada lhe aconteceu. Se, entretanto, após a cheirada, o seu pênis sofreu vasodilatação e desenvolveu uma ereção, ele tenta esfregá-lo no corpo da cadela, porque o pênis ereto provoca comichão.

Ao apoiar as pernas dianteiras nas costas da cadela, ela faz uma corcova e levanta a cauda (fenômeno que só ocorre no pico estrogênico durante a ovulação). Para o cão (ou para o gato) a beleza está longe de ser fundamental. Gata sem cheiro de gata ou cadela com um odor exótico, por mais linda que seja aos olhos dos seus parceiros quando os atraem pela anatomia se revelam propaganda enganosa na hora da prova.

Ainda mais importante para o homem porque mais próximos antropologicamente estão os primatas subumanos cujo comportamento sexual é mais ou menos intermediário entre aquele dos quadrúpedes e os seres humanos. Os machos de espécies como o chimpanzé e o gorila preferem se masturbar a copular com uma fêmea que não esteja no cio e por mais bela que seja aos seus olhos. Através do estímulo manual, o macho consegue uma ereção melhor do que se esfregando numa fêmea sem o mágico cheiro de macaca no cio. Quando uma chimpanzé entra no cio todos os machos a procuram para copular.

Os estímulos quimio-sensoriais que governam as relações entre os indivíduos da mesma espécie começam a atuar sobre os receptores olfativos e gustativos do feto humano entre quatro e seis meses da gravidez quando o líquido amniótico começa a fluir livremente por via nasal. Os estímulos variam de acordo com a alimentação da mãe cujo líquido amniótico é exclusivo e terá odores e gostos específicos para cada indivíduo, permitindo não somente a identificação como afinidade entre mãe e filho. Durante o nascimento, os milhares de receptores na mucosa nasal e no órgão vomeronasal são expostos de maneira intensa aos componentes das secreções vaginais da mãe que se encontra sob forte influência estrogênica indispensável para iniciar e sustentar a atividade contrátil do útero.

A exposição dos receptores nos momentos iniciais da vida imprime de modo indelével as características odoríferas da vagina materna nas narinas do filho de tal forma que para o resto da vida o indivíduo é atraído para os corpos dos quais emanem os referidos odores que caracterizam o “cheiro de mulher”. A intensidade do “cheiro de mulher” aumenta sob a influência dos estrogênios e é por isso que alcançam o seu pico durante o período peri-ovulatório e durante o período expulsivo do trabalho de parto quando cessa o efeito bloqueador da progesterona (progesterone block). Na menopausa, quando os estrogênios ficam muito baixos, a vagina fica desprovida de secreções e conseqüentemente do seu cheiro. Nesse caso a reposição hormonal com estrogênios e testosterona devolve tanto as secreções quanto o odor característico da vagina normal.

A testosterona é transformada no corpo da mulher em estradiol graças à ação da aromatase. Os níveis de testosterona são cerca de dez vezes mais baixos na mulher do que no homem, mas, apesar disso, a testosterona também colabora para o “cheiro de mulher”.

O cheiro de homem, ao contrário do cheiro de mulher, não atrai a mulher para ele, mas aumenta a receptividade da fêmea à aproximação e penetração pelo macho. No homem, os níveis elevados de testosterona, resultantes da percepção da proximidade da fêmea, aumentam a sua agressividade e sua aptidão para a cópula. Ereções mais rápidas e mais firmes se desenvolvem em machos que aumentam seus níveis de testosterona na presença de uma fêmea estrogenizada.
As ereções espontâneas que ocorrem nas primeiras horas da manhã também coincidem como o pico diário da testosterona.

As emanações estrogênio dependentes que despertam o desejo do homem podem ser reduzidas e até eliminadas por excesso de higiene íntima, banhos repetidos, desodorantes e perfumes exóticos, razão pela qual devem ter o seu uso eliminado quando a mulher quer despertar o desejo do homem.

A Arte de Envelhecer / Drauzio Varella

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Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de hoje, era a fotografia de um jovem.

Tinha cinquenta anos naquela época, entretanto, idade em que me considerava bem distante da juventude. Se me for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio da razão, é possível que uma imagem de agora me cause impressão semelhante.

envelhecimento é sombra que nos acompanha desde a concepção: o feto de seis meses é muito mais velho do que o embrião de cinco dias.

Lidar com a inexorabilidade desse processo exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que vão do calor tropical às geleiras do Ártico.

Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a ficar cada vez mais velhos.

adolescência é um fenômeno moderno. Nossos ancestrais passavam da infância à vida adulta sem estágios intermediários. Nas comunidades agrárias, o menino de sete anos trabalhava na roça e as meninas cuidavam dos afazeres domésticos antes de chegar a essa idade.

A figura do adolescente que mora com os pais até os 30 anos, sem abrir mão do direito de reclamar da comida à mesa e da camisa mal passada, surgiu nas sociedades industrializadas depois da Segunda Guerra Mundial. Bem mais cedo, nossos avós tinham filhos para criar.

A exaltação da juventude como o período áureo da existência humana é um mito das sociedades ocidentais. Confinar aos jovens a publicidade dos bens de consumo, exaltar a estética, os costumes e os padrões de comportamento característicos dessa faixa etária, tem o efeito perverso de insinuar que o declínio começa assim que essa fase se aproxima do fim.

A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63, Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30 anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer, nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos 40 anos.

A mortalidade infantil era altíssima, epidemias de peste negra, varíola, malária, febre amarela, gripe e tuberculose dizimavam populações inteiras. Nossos ancestrais viveram num mundo devastado por guerras, enfermidades infecciosas, escravidão, dores sem analgesia e a onipresença da mais temível das criaturas. Que sentido haveria em pensar na velhice, quando a probabilidade de morrer jovem era tão alta? Seria como hoje preocupar-nos com a vida aos cem anos de idade, que pouquíssimos conhecerão.

Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos aos dezoito, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam, comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam atentos às transformações do mundo.

Considerar a vida um vale de lágrimas no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude, é torná-la experiência medíocre. Julgar aos 80 anos, que os melhores foram aqueles dos 15 aos 25 é não levar em conta que a memória é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários e as burradas que fizemos nessa época.

Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança de dez.

Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.

Siga o  Site Drauzio Varella no instagram: @sitedrauziovarella

Previna-se : Câncer de Mama.

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Se toque, menina! É hora de combater o câncer de mama!

o mais a gente se conhecer, mais armas teremos para buscar ajuda”, explica Paula Vilela Gherpelli, médica ginecologista. Paula participou de um vídeo, a pedido da eduK, para nos ensinar como fazer o autoexame das mamas. Ela ressalta a importância de estarmos sempre de olho nas mamas e de procurar ajuda tão logo se perceba algo diferente. “Essa pode ser a diferença entre a vida e a morte”, diz.

Neste mês de outubro, é comemorado o movimento Outubro Rosa. O Inca, Instituto Nacional de Câncer, explica, em seu site: o movimento conhecido como Outubro Rosa nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama e promover a conscientização sobre a importância da detecção precoce da doença.

E o Inca recomenda:

Estima-se que 30% dos casos de câncer de mama possam ser evitados quando são adotadas práticas saudáveis como:

  • Praticar atividade física;

  • Alimentar-se de forma saudável;

  • Manter o peso corporal adequado;

  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;

  • Amamentar

Vídeo: #OutubroRosa na eduK contra o câncer de mama

Passo a passo do autoexame

Passo 1: em frente a um espelho, coloque as mãos na cintura e observe o formato, tamanho e contorno das suas mamas. Veja se existem pregas, depressões ou alterações na pele.

Passo 2: agora, coloque as mãos para o alto e fique alerta aos mesmos sinais, veja se aparecem alterações significativas.

Passo 3: coloque uma mão atrás da nuca e com a ponta dos dedos da outra mão, percorra toda a área da mama em movimentos circulares, de fora pra dentro. Procure por nódulos ou qualquer sinal diferente. Uma dica: no chuveiro, com as mamas e axilas ensaboadas, as mãos escorregam mais facilmente, ajudando no auto-exame.

Passo 4: pressione suavemente os mamilos e veja se saem secreções.

Passo 5: as axilas também fazem parte do tecido mamário e devem ser examinadas com movimentos circulares, iguais aos feitos nas mamas.

O autoexame deve ser feito uma vez por mês, depois do período menstrual. Dessa forma, você vai conseguir detectar qualquer alteração bem no início. Se achar algo diferente, procure seu médico, ok?

Não dê bobeira para o câncer de mama! Se toque!

Fonte-https://www.eduk.com.b

Conselhos De Puta Velha – Ísis Toth

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1. Não se esforce demais. O lingerie de seda, o perfume importado e o jantarzinho a luz de velas com vinho caro é para quem merece. Algumas mulheres têm mania de pegar um ficante que encontrou há a uma semana na balada, levar pra casa e tratar como um rei. Tratamento vip é para namorado firme e marido, se merecerem. Porte-se como uma joia rara e como tal não se doe facilmente para o primeiro que aparecer, não importa o nível da sua carência, seja valiosa.

2. Pare de ser tão boazinha. Abrir mão do que gosta, mudar o jeito de ser, deixar de se divertir, só porque começou um relacionamento e está apaixonada? Homem gosta de mulher com vida própria, orbitar em volta dele é receita certa para o fracasso, ele pode momentaneamente demonstrar que gosta deste estilo, mas logo se cansa. No fim você perde o namorado e os amigos. Sem contar que ele não vai abrir mão de assistir futebol para ficar com você. Use o mesmo critério para lidar com ele e no fim ele estará te acompanhando em tudo, feliz da vida, afinal é muito bom estar ao lado de pessoas que tem vida.

 

3. Pare com os joguinhos. Os casais perdem a oportunidade de se conhecer de verdade e sem máscaras. Está manjado demais transar só no terceiro encontro, não responder a mensagem antes de 60 minutos, só atender o telefone no quinto toque, fazer ciúmes sem necessidade e fingir que não dá a mínima. Encontrar o equilíbrio entre ser disponível demais e ser inacessível está difícil. Ninguém mais demonstra interesse e tesão pelo outro de forma saudável. Nunca sabemos se o outro não liga no dia seguinte porque não está interessado ou porque está se fazendo de difícil para valorizar o passe. Ter tato para não perder a dignidade e saber a hora de bater em retirada é importante, mas um pouco de transparência e sinceridade não faz mal a ninguém. Se for fazer joguinho, seja inteligente, crie novos truques, pois alguns já estão batidos demais.

4. Jamais se rebaixe. Não importa qual foi a traição, a culpa é do seu parceiro e não da “vagabunda” que ele comeu, a não ser que ela tenha colocado um revolver na cabeça dele. Essa história de mulher bater na amante é ridícula. Nenhum homem é digno de escândalos e manifestações públicas de ciúmes, isso inclui as indiretas nas redes sociais. Mesmo que tiver chorando lágrimas de sangue, fique em cima do salto, ninguém precisa saber da sua condição miserável, não dê esse gostinho para as inimigas e para algumas amigas falsas e invejosas. Aprenda, para algumas pessoas só contamos as vitórias!

5. Seja você mesma. A performance do filme pornô de quinta categoria não precisa necessariamente ir para sua cama, nada mais patético que a mulherada que finge orgasmo e ainda quer contar vantagem “ pras amiga”. Sem contar que se a coisa for forçada demais o homem percebe. Já ouvi depoimentos de caras que simplesmente brocharam em situações assim. Nada contra quem gosta do estilo e faz porque realmente gosta e está com vontade, mas tudo que é falso e feito somente para tentar impressionar o outro pode gerar efeito contrário.

7. Escolha bem seu parceiro use a razão não só o coração. A mulherada lutou e luta tanto por igualdade, mas hoje tem jornada dupla e até tripla para dar conta da vida profissional, casa, filhos e marido. Queria saber onde está a igualdade nisso, pois enquanto a mulher se desdobra, muitos maridos estão no sofá assistindo tv ou no bar com os amigos. Quando for se relacionar com alguém, antes de se envolver loucamente em um amor de pica sem fim, preste muita atenção na sogra, veja como ela trata os filhos. Dá tudo na mão, recolhe os sapatos e meias sujas pela casa, faz o pratinho de comida com o feijão em cima, lava as cuecas, defende cada um até a morte mesmo que estejam errados? Se for esse o caso, AMIGA CORRAAAAA! Caso contrário, você será uma forte candidata a Amélia emancipada.

8. O borogodó Magnetismo pessoal e amor próprio vale mais que um corpo sarado. A mulherada está caprichando tanto no treino, na lipoaspiração e no silicone, mas o número de fracassos amorosos não diminui. Outra ala se sente gorda demais e sem autoconfiança para atrair o sexo oposto, mas também não faz nada para mudar. Existem mulheres que aparentemente não possuem nada de especial, podem até ser “feias”, porém, por alguma razão os homens caem aos seus pés. Esse magnetismo em algumas mulheres vem de onde? O que elas têm é independência emocional, se apoiam sozinhas, se bastam, tem outras metas além de agarrar um homem, estudam, trabalham, viajam e são felizes sozinhas ou acompanhadas. Não vivem carentes chorando pelos

Esse título foi inspirado por uma grande amiga, prostituta aposentada, que acumulou uma experiência de vida que poucas vezes vi igual. Na verdade, ela tem a idade da minha mãe e sempre me deu conselhos dizendo: – Ouve o conselho dessa puta velha! Por incrível que pareça, toda vez que não seguia os conselhos dela me dava mal. Esta mulher até hoje tem em suas mãos tudo que quer e um poder de atração de dar inveja a qualquer ninfeta de 20 anos, soube investir todo dinheiro que ganhou e tem uma vida mais que tranquila ao lado do grande e único amor de sua vida. E quando pensamos em puta, pensamos logo em promiscuidade e vender o corpo, mas tem muita puta por aí mais digna e honesta que certas mulheres tidas como “damas da sociedade”, mas que já se venderam mais que tudo e por muito pouco. Histórias assim são para quebrar os paradigmas e fazer repensar alguns valores, sem contar que chacoalham os puritanos, as feministas e críticos de plantão.

Texto baseado no livro de Argov,Sherry – Por que os Homens Amam as Mulheres Poderosas? Sextante / Gmt
Autora:Ísis Toth

 

Seja gostosa pra você!

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Gostosa é uma palavra muito boa. Qualquer coisa gostosa remete a algo bom, a deleite, a prazer. Mulher gostosa então, é um atalho para a felicidade. Todavia, quando usada para seres humanos (de qualquer tipo), essa palavra maravilhosa precisa vir com um asterisco. *Ser gostosa não depende de corpo, de medida, de viço da pele ou quilômetros rodados na academia.

Gostosura é libido, malemolência, cheiro. Uma mina gostosa tem charme e qualquer coisa de poderosa. Tem um corpo que ri, que goza, mas veja, não é o pedaço de carne que é gostoso, é toda ela. Daí, meu amigo, não importa o peso que marca na balança, não importa se o peito foi inflado com silicone ou se a bunda foi moldada por trezentos chutes na aula de boxe.

Não importa se tem cicatriz de cesárea e nem curvas demais ou de menos. A gostosura mora dentro. Gente gostosa é aquela que encaixa na gente, que derrete as certezas e esquenta o sangue nas veias. É quem excita só com o cheiro ou com o despretensioso caminhar matinal. Estamos finalizando e é preciso deixar claro: a gostosura está em quem vê, está na troca, no encaixar da boca no ouvido, do olho no olho.

Se ela tem o corpo das propagandas de cerveja e biquíni? Não, ela não tem. Mas vou te dizer, ela é gostosa pra caralho.

Texto por LIA BOCK

Super Poderosas – Plantas Medicinais

  • 6 Plantas medicinais super poderosas, curativas e versáteis

Essas 6 plantas medicinais super poderosas que tem histórico de serem super curativas e versáteis.

Já são utilizadas em diversos remédios da medicina tradicional e eram super conhecidas pelos antigos povos em tratamentos medicinais.


1 – Cannabis

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Legal até 1970, quando tornou-se classificada como uma droga pesada.

O cânhamo é uma planta notável e renovável, oferecendo todos os usos tipos de produtos e alimentos que superam algodão e plástico.

Além de tecidos, o cânhamo é utilizado na fabricação de papel, cordas, alimentos (principalmente forragem animal) e para a fabricação de óleos, resinas e combustíveis.

É cinco vezes mais resistente que o algodão, e com seus longos feixes de até 4,5 m é usado para fabricar cordas e amarras de navios pois são bastante resistentes.

A planta é integralmente utilizada para os mais diversos fins, mas destaca-se especialmente a sua fibra, também chamada de filame, muito usada na indústria de papel, pois um hectare de cânhamo produz o mesmo que quatro hectares de eucaliptos, num período de vinte anos.

Da semente extrai-se um óleo muito usado nas indústrias de cosméticos como base para cremes, shampoos, óleos hidratantes, etc, na indústria mecânica para vernizes, lubrificantes, combustíveis, tintas e outros.

Sementes de cânhamo podem ser ingeridas cruas, preparadas junto de outros alimentos, germinadas, transformadas em leite de cânhamo, no chá e podem ser usadas para cozinhar.

As folhas frescas podem ser consumidas em saladas. Produtos já produzidos com cânhamo incluem cereais, waffles, tofu, creme, óleos, farinhas, bolos, suplementos em pó, cereais orgânicos, leite e até mesmo sorvete.

Aproximadamente 44% do peso total da semente de cânhamo é composto por óleos comestíveis, contendo cerca de 80% de Ácido graxo essencial, tais como o ácido linoleico, ômega-6, ômega-3, ácido estearidônico.

Proteínas, incluindo a edestina, são o segundo principal componente das sementes e ainda assim perdem apenas para soja em sua concentração(33%).

Os aminoácidos da semente de cânhamo são quase tão “completos” quanto fontes comuns de proteínas, tais como o trigo, o leite, os ovos e a soja.

A proteína do cânhamo contém todos os 20 aminoácidos conhecidos, incluindo osnove essenciais que os indivíduos adultos não podem produzir.

Diferentes variedades de cânhamo possuem diferentes concentrações do psicoativo da maconha, o tetraidrocanabinol (THC).


2 – TANSY – Catinga-de-mulata

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Também conhecida pelos nomes de catinga-de-mulata, tanaceto, atanásia, erva-de-São-Marcos, entre outros, é uma erva medicinal encontrada na Europa, América do Norte e América do Sul em abundância.

As flores são pequenas de cor amarelo dourado agrupadas em capítulos formando um corimbo denso e aplanado, florecem no verão.

A planta é usada principalmente como vermicida, e também para hemorróidas, pois é tóxica a vermes intestinais.

A infusão de flores é um antihelmíntico recomendado contra as áscaris e os oxiuros. Em sua aplicação externa se aplica seu azeite para combater o reumatismo.

O Tanacetum parthenium é uma das plantas mais úteis para combater as migrâneas (síndrome migranosa) e transtornos menstruais em geral, assim como sua regulação.

É empregada em infusão, tintura mãe e extrato fluido. Seu princípio ativo -matricarina – se emprega em medicina convencional para os mesmos fins.

Seu uso também inclui combater problemas como taquicardia e epilepsia.

Na cultura popular, é uma erva usada para causar aborto espontâneo devido a sua toxicidade em doses excessivas.

Praticantes de candomblé utilizam a planta e suas propriedades aromáticas para fazer loções protetoras contra maus fluidos, bem como na água de cheiro.

 


3 – Hortelã

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Hortelã é uma poderosa planta com diversas utilidades e poderes.

São utilizadas para acalmar dores de cabeça, náuseas, acalmar o estômago, reduz o nervosismo e fadiga, é um antiviral bastante eficaz, tornando-o útil para combater resfriados e gripe.

Hortelã pode ser descrito como uma das ervas mais usados extensivamente no mundo da culinária.

Ele também tem muitas propriedades medicinais e é conhecida por fazer maravilhas ao sistema digestivo.

Hortelã tem poucas calorias, mas contém muitos nutrientes.

Ele fornece apenas 70 calorias por 100 gramas de seu consumo. Ela é uma rica fonte de fibra dietética e de proteína.

É rica em Vitamina C, vitamina B e Vitamina D e minerais como Magnésio, Ferro, sódio e Potássio.

Óleo de hortelã é usado em vários medicamentos para evitar dores de cabeça e o tratamento da depressão

Muitos perfumes e sabonetes aromáticos também estão disponíveis, que ajuda a elevar o humor.

Eles podem ser mantidos abaixo do travesseiro, a fim de obter um efeito relaxante e de uma Boa Noite de Sono.

Benefícios da Hortelã para a pele: A Hortelã é muito benéfico para a pele.

Possui propriedades anti-inflamatórias e é anti-pruriginosas; ele pode ser aplicado diretamente sobre as áreas que coçam.

Ele pode ser usado como um purificador para remover a pele morta e podem ajudar a trazer brilho para a pele.

O Hortelã é uma excelente fonte de antioxidantes e contém ácido rosmarínico, que ajuda a combater os radicais livres e protege a pele contra o câncer de pele.

Ele pode ser aplicado para a acne e espinhas. Tem efeito calmante e refrescante que ajuda na prevenção de acnes.

Benefícios da Hortelã contra o Câncer: Menta restringe o metabolismo das células cancerosas. Ele contém álcool perílico que limita o crescimento de células cancerígenas.

O câncer de próstata pode ser prevenido pelo seu consumo, pois ajuda a desestabilizar a estrutura do DNA. Os carotenóides e retinóides também estão presentes na hortelã que é útil contra câncer de fígado.

Outros Benefícios da Hortelã para Saúde:

  • Hortelã é conhecido como um limpador de sangue e ajuda na liberação de toxinas. É diurético e é útil para eliminar os resíduos corporais.
  • Hortelã foi usado para a saúde oral. É consumida para restringir o mau hálito. Combate bactérias e germes na boca. Também protege os dentes e gengivas.

4 – Alfafa

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Alfafa (Medicago sativa) é uma planta medicinal também conhecida como lucerna. Pertence a família das Leguminosas.

Amplamente utilizada como alimento para ruminantes em regiões de clima temperado e seco.

O nome alfafa é de origem árabe, derivado de al-fac-facah, que significa “o pai de todas as comidas”.

A alfafa é muito nutritiva, apresentando importantes qualidades como: proteína bruta=22 a 25%, cálcio= 1,6%, fósforo= 0,26% e NDT = 60%, níveis muito superiores aos de outras fontes de alimentos habitualmente utilizados (milho, cana-de-açúcar e capim-elefante)

Suas propriedades medicinais se encontram nas folhas, flores e principalmente nos brotos de alfafa.

A planta é altamente nutritiva, traz benefícios para a glândula pituitária (hipófise),alcaliniza o corpo rapidamente e desintoxica o fígado.

Externamente é utilizada em feridas. É usada como uma erva de banho e enxaguante para cabelo.

A raiz da alfafa pode ser descascada, secada e desfiada para ser usada como uma espécie escova de dentes natural, pois a planta possui propriedades medicinais para combater a halitose (mau-hálito).

Alfafa, além de ser rica em clorofila e cálcio, possui vitamina C, vitamina K, ácido fenólico, ácido fólico, cobre, fósforo, manganês, ferro, zinco, flúor e várias outras substâncias.

Possui propriedades antioxidantes e ajuda a diminuir os níveis de colesterol, reduzindo o risco de aterosclerose.

O ácido fenólico ajuda a prevenir a formação de coágulos sanguíneos, reduzindo a incidência de doenças cardiovasculares.

Os carotenóides previnem o surgimento de doenças degenerativas nos olhos.

Também é indicado que os carotenoides podem ajudar a prevenir o aparecimento de alguns tipos de câncer e doenças do coração.

O efeito diurético da alfafa evita que o corpo retenha muitos líquidos.

A alfafa também, por ser um alimento alcalino rico em sais minerais como magnésio, potássio, ferro, zinco e sobretudo cálcio, ajuda a eliminar o sódio em excesso no corpo, evitando a ocorrência de gota.

Ajuda a equilibrar o fator ácido-base do corpo, evitando a acidificação do sangue. Contém saponina com ingrediente ativo, que no intestino, funciona como um emulsificante de gordura, fazendo com que o corpo não absorva dessa gordura, e que a mesma seja eliminada pelo organismo.

A alfafa, rica em proteínas, é um bom fortificante contra o raquitismo.

É eficaz no tratamento de anemias, deficiência de ferro no corpo. Auxilia a circulação sanguínea, protegendo de hemorragias.

O chá de alfafa tomado em jejum recalcifica os ossos e combate o raquitismo e o excesso de ureia, além de ser um calmante natural.

Também combate o escorbuto (doença causada pela deficiência de vitamina C no corpo), falta de apetite, má digestão, úlceras nervosas, cistite, reumatismo e artrite.

As flores e as folhas podem ser comidas em forma de salada ou cozidas na panela.

O broto pode ser cozido e depois consumido em forma de legume na salada ou adicionado a sopas.

Onde a alfafa cresce selvagem e abundante, é um indicador que a terra em questão é bastante rica em minerais.

Muitos fazendeiros plantam alfafa em suas propriedades rurais de forma à enriquecer a terra, que passa a dispor de grande fixação de nitrogênio.

Quando as vacas são alimentadas à base de alfafa, a produção de leite costuma aumentar. Também é explorada comercialmente para a extração de clorofila.

Segundo a EMBRAPA, a alfafa foi introduzida no Brasil pelo Rio Grande do Sul, a partir do Uruguai e da Argentina.

Dentre os fatores que ainda dificultam sua expansão no Brasil, destaca-se o pouco conhecimento, por parte de produtores, das exigências da cultura quanto à fertilidade do solo, do manejo, e das práticas de irrigação, e principalmente a limitada produção de sementes e a inexistência de cultivares adaptadas às principais pragas e doenças, que acompanham a alfafa em todo o mundo.

5 – Sálvia 

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A maioria de suas propriedades medicinais encontra-se, principalmente, em suas folhas – de onde é possível extrair óleos aromáticos, resinas e bálsamo.

A sálvia é uma planta medicinal que pode ser utilizada no tratamento de diversas doenças, como bronquite ou gengivite.

Para que serve a sálvia

A sálvia serve para facilitar o tratamento de aftas, bronquite, caspa, catarro, gengivite, reumatismo, vômito, tosse, diarreia, diabetes e indigestão.

As propriedades da sálvia incluem sua ação anti-inflamatória, anti-reumática, balsâmica, cicatrizante, digestiva, anti-sudorífica e tônica.

Flores cor de rosa avermelhado da planta pode ser usada para tosses e resfriados, mas eles são uma excelente desintoxicante e limpador de sangue também.

A sálvia pode ser uma grande aliada das mulheres, já que, por estimular a vesícula biliar, favorece o transito intestinal, melhora a digestão e, portanto, diminui a circunferência abdominal.

Ou seja, diminui barriga.

Além disso, por ser considerada uma planta carminativa, a sálvia ajuda a eliminar os gases que contribuem para o aumento da barriga.

A ação diurética também contribui para os benefícios entre mulheres, pois ela evita a retenção de líquidos.

Contraindicações da sálvia

A sálvia está contraindicada durante a menstruação, gravidez, aleitamento ou em indivíduos com problemas renais.

Benefícios do chá de sálvia

O consumo frequente do chá de sálvia ainda limpa completamente as vias respiratórias, cura hemorróidas, contém hemorragias menstruais, trata cólicas e alivia os sintomas da menopausa.

Já para curar feridas ou úlceras, faça compressas com o chá e passe no local desejado. Este procedimento também é válido para auxiliar nas dores de cabeça mais fortes, como a enxaqueca.

Mas sálvia também serve como um calmante natural.

Sua infusão acalma o sistema nervoso e controla a ansiedade, proporcionando uma noite de sono calma e sem interrupções.

Óleo

A planta também pode ser usada em forma de óleo.

Suas propriedades, que são a cânfora, o cineal e o beta-tujona, auxiliam no tratamento de entorses e inchaços.

Curiosidade: Sálvia para espantar energias ruins.

Além das propriedades medicinais, a sálvia cuida também das energias da casa. A prática de queimar algumas folhas para defumar a casa é comum para afastar vibrações negativas.

Conforme o conceito Ayurveda, essa planta é um incenso natural e traz energias positivas por um bom tempo e para o ambiente.

Para eliminar o mau olhado do corpo é indicado tomar um banho com o chá de sálvia.

Como fazer chá de Sálvia

Em uma chaleira com um litro de água, coloque 2 colheres de sopa de folhas e deixe no fogo até levantar fervura. Tampe abafe por 10 minutos. Coe e adoce com açúcar ou mel a gosto.

6 – Trevo Vermelho


O trevo vermelho é uma erva selvagem e membro da família das leguminosas.

O trevo vermelho é uma fonte com muitos nutrientes, incluindo o cálcio, o cromo, o magnésio, a niacina, o fósforo, o potássio, a tiamina e a vitamina C.

Aqui estão os 6 benefícios do trevo vermelho para saúde:

Prevenção de Câncer: O trevo vermelho contém isoflavonas, uma substância semelhante ao estrogênio.

Estudos da Universidade de Maryland Medical Center mostram que as isoflavonas pode impedir as células cancerígenas de se desenvolver e até mesmo matar certos tipos de câncer, incluindo o de próstata e câncer endometrial.

Em 2010, Isso foi mostrado em um estudo japonês isoflavonas associado à diminuição do risco de câncer de pulmão em não fumantes.

É importante observar que os investigadores acreditam que as isoflavonas poderão também contribuir para certos tipos de crescimento do câncer.

Pacientes com câncer de mama são desencorajados a usar o trevo vermelho até que mais pesquisa os conduzida.

Saúde do Coração: As isoflavonas encontradas no trevo vermelho pode ajudar a aumentar o bom colesterol HDL, reduzindo o colesterol LDL ruim.

O trevo vermelho também tem sido associada com as artérias mais fortes e podem ter qualidades para diluir o sangue, os quais ajudam a prevenir ataques cardíacos e doenças cardiovasculares.

Saúde Óssea: O trevo vermelho pode ajudar a prevenir a osteoporose, especialmente em mulheres na menopausa.

A perda de estrogênio no corpo está ligado ao desenvolvimento de osteoporose e o trevo vermelho contém fitoestrogénios, que imitam estrogénio natural produzido no corpo feminino.

A menopausa: O trevo vermelho contém fitoestrogénios, nomeadamente isoflavonas, que atuam de forma semelhante ao estrogênio produzido naturalmente no organismo feminino.

Estes phytoestrongens pode ajudar a conter muitos dos efeitos colaterais experimentados durante a menopausa, incluindo suores noturnos, afrontamentos, e enfraquecimento dos ossos.

Saúde da Pele: Os cremes de Trevos vermelhos foram utilizados com sucesso para tratar doenças da pele tais como eczema, psoríase, e outros tipos de pruridos.

Saúde Respiratória: O trevo vermelho pode ser útil no tratamento de condições respiratórias como a asma, bronquite e tosse.

Pode beneficiar o câncer de pulmão e aliviar os sintomas de outras doenças pulmonares.

No entanto, e preciso de mais evidência científica para confirmar a ligação entre o trevo vermelho e aliviar os sintomas de doenças respiratórias.

 

Fontes

http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2nhamo