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Esqueça as contas !

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Por favor, me deixe pensar que pelo menos alguma coisa boa pode sair desse medo do desconhecido .

Apague a luz do corredor e desliga as preocupações sobre a insônia.

Vamos comer pudim ,sorvete com pipoca e beber uns 3 copos cheios de Nescau geladão.

Ok, tá bom eu troco tudo por cervejas geladas.

Coloca a Nina Simone bem alto, deixa pra lá os vizinhos…eles não sabem o que dizem e nem sabem o que ouvem.

Não deixe de trancar a janela do seu pesar e abrir a porta da esperança, não a do Sílvio Santos…A porta mesmo, escancara que ela entra, é meio tímida no começo, depois acostuma com nossa sede dela.

Esqueça as contas e a sua falta de ar.
Me dê sua mão e vem dançar no escuro de nossos murmúrios iluminados.

Vamos ser indecentes e puros como o vinho casto….

Elisabete Cunha

Tanto Faz !

 

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Maldita parafernália eletrônica que nos mantêm cativos voluntários de seus atrativos.

E alguém quer ficar livre livre disso? Meia dúzia, talvez, consiga viver no acrisolamento “sociovirtual”. Mas a maioria dirá que não abre mão das facilidades que elas nos trazem.  Ocorre que você envia uma mensagem para alguém e o aplicativo mostra: mensagem enviada, mensagem entregue, mensagem lida… Mas a pessoa, do outro lado da tela, não lhe responde.

Tudo bem, o mundo está uma loucura. A gente fica antenado dezoito horas por dia e são tantas atualizações: email, WhatsApp, Facebook, Google +, Twitter, Instagram, Mesenger… Ufa.. E tem alguém ali, em todas elas, dizendo “oi”.

Um “oizinho” não é importante, deixa pra lá, depois falo com essa pessoa. Depois do “oi”, você envia outra mensagem que é visualizada e ignorada. Tudo bem, lá vamos nós, o mundo anda uma correria… e blá, blá… Mas então você percebe que a pessoa entrou várias vezes – maldito aplicativo que tudo informa – e ela sequer envia um emoticon pra dizer, “perai”. Não pode escrever? Manda um áudio. Visualizar e não responder – em momento algum – é deselegante e demonstra desrespeito por quem envio. E o respeito é a coisa mais importante em todos as relações.

 (“Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão”, disse Mia Couto em um de seus discursos.

E Zygmunt Bauman completa: “Eu penso que a atratividade desse novo tipo de amizade, o tipo de amizade de Facebook, como eu a chamo, está exatamente aí: que é tão fácil de desconectar. É fácil conectar e fazer amigos, mas o maior atrativo é a facilidade de se desconectar. Na internet é tão fácil, você só pressiona ‘desfazer amizade’ e pronto, em vez de 500 amigos, você terá 499, mas isso será apenas temporário, porque amanhã você terá outros 500, e isso mina os laços humanos”. )

“Mas, por quê a mensagem enviada é quase sempre é ignorada num ‘tô nem aí se essa pessoa me envia uma mensagem ou não’ – Você pensa: ‘o que eu disse de errado?’.

Nunca antes a indiferença, maquiada pela tecnologia, ‘destruiu’ tantas expectativas como atualmente. Não é o ‘ódio’ pelo outro que desmonta seu sorriso tão duramente costurado. Não é a ofensa que apaga do coração a centelha de uma afinidade qualquer. O que entristece a alma, aquilo que pode afogar os sentimentos mais básicos de um coração, chama-se indiferença. A indiferença é arte do desdém.

Quem pratica a indiferença possui uma veia artística. Esse tipo de pessoa costuma pintar em matizes opacas no rosto do desdenhado a palavra ‘desumanidade’. Pois o que seria a indiferença senão a desconstrução da humanidade? Quem pratica a indiferença – ‘te respondo quando me der na telha e olhe lá’ – faz do outro qualquer coisa, menos ser humano.

Ignorar aquele que nos escreveu uma mensagem, que deixou um recado na caixa postal do telefone ou que nos enviou um ‘olá’ pelas redes sociais é desrespeitoso.

Quem já leu Franz Kafka sabe o que é ver a indiferença tomar ares épicos. Tomo como exemplo ‘O Processo’. Na obra, um homem é processado sem saber o porquê procura entender o crime que cometeu sem ter cometido crime algum. Ele recebe menosprezo de seus detratores, amigos, família… todos. É visível durante a obra uma desconstrução de sua personalidade até sobrar nada mais do que algo, não alguém.   O mesmo aconteceu com ‘monstro’ erudito do doutor Frankenstein. Foi o desprezo, o preconceito, generalização e discriminação que o transformou numa criatura cruel.

Não é preciso morrer de amores por alguém que lhe escreve um ‘oi’ e você por educação lhe retribui com outro singelo ‘oi‘. Nunca soube de alguém que morresse por ser gentil, educado. Sejamos gentis nem que seja para dizer “gostaria que você não me escrevesse mais, ok?”. Acredite, isso soa mais ‘delicado’ do que o silêncio da indiferença.

A multiplicidade  aplicativos que nos conectam, carregam em seu DNA, como se projetados de fábrica, o recurso do desdém. É óbvio que não é uma boa ideia dar corda para aquele chato que a todo custo quer sair com você (Desfazer amizade e/ou bloquear são cortesias dos aplicativos). Mas pior ainda é silenciar diante das conexões virtuais. Estar conectado com todos é, ao mesmo tempo, não estar com ninguém. Não são poucos os que abdicam da vida social para viver atrás de um avatar que lhes garanta o anonimato.  Ledo engano. Estamos todos mergulhados, alguns mais, outros menos, no lago da decisão alheia. Ele vai me responder? Ela vai me ligar? Poxa, não custa nada. E assim dependentes de palavras vindas do outro lado da tela permanecemos ansiosos e reféns da indiferença.

Utilizo como exemplo algo que foi fantástico aos meus olhos. Enviei no modo ‘mala direta’ por e-mail algumas dicas de filmes e livros para várias pessoas. Nessas ocasiões é ‘normal’ não se esperar respostas. Mas a minha surpresa foi quando uma colega de livre vontade, com sua educação peculiar, me respondeu agradecendo as dicas.

É assim com pequenos gestos de atenção e respeito pelo outro que a sociedade muda. Se o desdém, a indiferença, a insensibilidade podem matar almas; gestos de educação podem revigorá-las. E isso vale mais que mil beijos.

Texto de Israel de Sá (Adaptado) 

Fonte -http://www.portalraizes.com

Cuidar de Mim!

3 sinais que indicam distância afetiva no casal

De uns tempos pra cá, mudei. Comecei a dar a importância que as coisas têm e parei de sofrer por bobagens. Se antes ponderava muito antes de sair das relações e ficava como um porteiro desequilibrado tentando controlar o fluxo e as despedidas, hoje ajudo a fazer as malas e fecho a porta sem arrependimento. Sim, você pode ir embora.

Não, não me tornei uma pedreira. Não sou insensível.

O meu coração continua bobo por sutilezas, tem predileção por exageros bonitos, bate na frequência mais forte, e às vezes fica descompassado e louco quando se depara com alguma beleza extravagante. O que acontece é que não faz sentido colocar intensidade nas coisas que não vibram. Despejar amor em corações baldios e improdutivos. Dedicar-se a quem não sabe o que é ter alguém que se preocupa com a qualidade do seu dia e que espera ansiosamente pelo carinho do seu abraço. Alguém que cuida e se doa nos mínimos detalhes só pra ver a dança da felicidade se exibindo no seu rosto.

Toda mudança requer um olhar demorado sobre as coisas, e ainda me pego pensando nos penduricalhos inúteis que não deixei ir embora e guardei ao longo dos anos; amizades de ocasião, que duraram apenas enquanto pude dar a elas a minha melhor versão.Pseudoamores que despejaram uma carga de insegurança na minha vida e me fizeram duvidar de que o pré-requisito pra ter o amor genuíno é cultivar o próprio.

A vida virou uma extensa passarela, onde vi tudo se exibir com pressa e se desmanchar, sem nenhum entusiasmo, sem nenhuma verdade, sem compromisso algum com a reciprocidade. Pessoas que chegaram, interpretaram suas cenas com calculada frieza e desapareceram.

É preciso aprender a deixar ir embora

Hoje cuido dos meus afetos com demorada alegria, sem deixar os meus desejos pra depois, sem estocar os sentimentos, porque coração intenso é órgão que vive exposto. Mas compreendi que é preciso domesticar os ímpetos e fazer triagem do que fica, de quem fica nestas terras sagradas, neste coração que não precisa sofrer quedas desnecessárias pra descobrir o quanto é importante. Hoje sei me despedir sem achar que é o fim do mundo, sem imaginar que viver sem uma pessoa vai comprometer a minha vida inteira. Hoje compreendo que quem não fica é porque não quer. Aprendi que a primeira cláusula de um sentimento verdadeiro se chama “liberdade”.

De uns tempos pra cá, mudei. Foi a melhor coisa que fiz.

Texto de Ester Chaves – Escritora brasiliense. Graduada em Letras pela Universidade Católica de Brasília e Pós-graduada em Literatura Brasileira pela mesma instituição. Atuante na vida cultural da cidade, participou de vários eventos poético-musicais.

OS VOTOS – Sérgio Jockymann.

 

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Poema que inspirou Frejat na música Amor pra Recomeçar

Desejo primeiro que você ame e que amando, seja também amado.
E que se não o for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde mágoa.
Desejo depois que não seja só, mas que se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos e que mesmo maus e inconsequentes sejam corajosos e fiéis.
E que em pelo menos um deles você possa confiar e que confiando não duvide de sua confiança.
E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos, nem muitos nem poucos, mas na medida exata para que algumas vezes você interprete a respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo para que você não se sinta demasiadamente seguro.
Desejo depois que você seja útil, não insubstituivelmente útil mas razoavelmente útil.
E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante, não com que os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com aqueles que erram muito e irremediavelmente.
E que essa tolerância nem se transforme em aplauso nem em permissividade, para que assim fazendo um bom uso dela, você dê também um exemplo para os outros.
Desejo que você seja triste, não o ano todo, nem um mês e muito menos uma semana,mas um dia.
Mas que nesse dia de tristeza, você descubra que o riso diário é bom, o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo ainda que você afague um gato, que alimente um cão e ouça pelo menos um João-de-barro erguer triunfante seu canto matinal.
Porque assim você se sentirá bom por nada.
Desejo também que você plante uma semente por mais ridículo que seja e acompanhe seu crescimento dia a dia, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano você ponha uma porção dele na sua frente e diga: Isto é meu.
Só para que fique claro quem é o dono de quem.
Desejo ainda que você seja frugal, não inteiramente frugal, não obcecadamente frugal, mas apenas usualmente frugal.
Mas que essa frugalidade não impeça você de abusar quando o abuso se impor*.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você. Mas que se morrer, você possa chorar sem se culpar e sofrer sem se lamentar.
Desejo por fim que, você tenha ao seu lado alguém bom para lhe aceitar como você é e que sejam felizes sendo quem são.
E que se amem hoje, amanhã, depois, no dia seguinte, mais uma vez e novamente de agora até o próximo ano acabar.
E que quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda tenham amor pra recomeçar.

Viva eu!

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A vida é irônica,
Fica mais fácil pensar que já morri.
Você tenta me matar todos os dias
Em tentativas, morro em muitas ocasiões
Renasço sempre. Não tem jeito.
Olha ! agorinha mesmo, tou passeando em você .
Você sabe , mas faz pose de indiferente..
Sua luta é inglória em busca do esquecimento
Não é possivel fugir dos próprios passos
Da cabeça aos pés…
O que parece distante continua bem dentro de você..
Sinto muito…
Permaneço viva !
Viva eu!

Benditas covinhas no rosto !

zzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
🙂
Nasci com elas .
Elas me acompanham há muitos anos.
Houve uma época na adolescência que elas me salvaram.  Os garotos adoravam !!
Sempre me fizeram bem… e olha que descobri agora que elas são má formações genéticas. Benditas má formações genéticas.

Olha só!

Ter covinhas no rosto sem dúvida é um “algo mais”. Além ser charmoso, proporciona um charme, do tipo “coisa fofa”! As covinhas são pequenas depressões naturais da pele do rosto ou do queixo. Nestas regiões o tecido fibroso adere entre a pele e o osso da mandíbula (no queixo) ou entre a pele e os músculos da face (no rosto). A pele é “repuxada”, causando uma pequena retração que é mais acentuada quando as pessoas sorriem.
 
As covinhas sem dúvida fazem o rosto mais bonito e atraente. Mas, de alguma forma, pode ser considerado um defeito congênito e mostra que as “malformações” nem sempre são ruins. As pessoas que tem covinhas apresentam o músculo menor em comprimento do que o tamanho do músculo é normal nas pessoas que não têm covinhas. Isso é causado por causa de algumas falhas no desenvolvimento do tecido conjuntivo subcutâneo.
 
Ter covinhas, ou não ter, não é sorte. É a genética que determina se uma pessoa vai ou não ter covinhas. O gene responsável é dominante e isso significa que se um dos pais tem covinhas, então provavelmente os filhos terão. É simplesmente uma aquisição hereditária que é transmitida de geração em geração. Geralmente, os bebês têm essas cavidades, mas elas desaparecem gradualmente conforme a criança cresce isso é porque o músculo cresce com a idade e chega a seu tamanho normal, que por sua vez, favorece o desaparecimento das covinhas.
Fonte- http://diariodebiologia.com/
 
 

AB-SINTO – Sonya Prazeres

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AB-SINTO…………………………………………………………………………..
Sinto muito
Por você sentir tão pouco
Sinto pouco
se você anda tão louco
Sinto quente
o coração
quando você passa rente
atropelando tudo
com seu ego caminhão

tem nada não!
tudo que eu sinto
vem da dor
de um instinto
que ainda te quer
sem renegar o teu poder
sem requerer qualquer razão

se me ab-sinto
chego mais perto de ti
saboreio
o distinto sal de tua pele
me embriago
de teu amargo aroma
e na calma de minha alma
te espero sentada
degustando
nosso velho vinho tinto
até que um gole lento
me revele
a entrada que me leve
ao jardim do teu labirinto .