Arquivo | novembro 2015

Respeito a Si Mesma

12193694_10205695419280389_772136013088552306_n

Eu profundamente desejo que você consiga identificar a sua força, por causa e apesar de qualquer coisa.
Que saiba que é grandiosa demais para achar que não é…
Quero que, no auge do seu cansaço, você não fuja.
Que simplesmente consiga chorar por um profundo respeito a si mesma e siga adiante sem medo.
E eu quero muito que você saiba que o seu coração é a sua nobreza.

Sobre o abandono – Marla de Queiroz


Frequenta o abandono quem vive um quase namoro, fantasia reciprocidade, aceita abraço frouxo, conversa sem olho no olho, ausência de carícia.Frequenta o abandono quem chama a rejeição de saudade, implora por qualquer fiapo de atenção, enfeita sua própria desvantagem. 

Frequenta o abandono quem vê na recusa uma possibilidade de mudança ignorando os sinais óbvios da distância.

Frequenta o abandono quem não reconhece que ser bem tratada não é um mérito, mas uma condição e segue chamando migalhas de banquete.

Frequenta o abandono com assiduidade quem se contenta com tão pouco que o Outro para mantê-la descobre que pode dar cada vez menos.

Frequenta o abandono quem não está disponível pra viver um romance porque namora um drama.

Marla de Queiroz

Por que as mulheres permanecem em relacionamentos abusivos – Por: Bruna de Lara

.

Primeiramente, é importante deixar muito claro que não precisa haver agressão física para haver abuso. O abuso psicológico pode ter consequências tão graves para a vítima quanto um ataque físico, impactando severamente sua autoestima e confiança. A vítima passa a acreditar em tudo que seu parceiro diz, podendo sentir-se menor, desinteressante, feia, incapaz de corresponder às expectativas do parceiro e até mesmo totalmente desprovida de valor.

Para quem nunca passou por um relacionamento abusivo, é fácil supor que os atos cometidos pelo agressor são absurdos demais para passarem despercebidos. Porém, não é bem assim. De forma geral, a vítima de um relacionamento abusivo tem roubada a capacidade de agir de acordo com seus interesses, devido ao controle e à manipulação extrema a que é submetida. Além disso, seus sentimentos pelo agressor e a culpa que ele instaura nela mascaram o abuso sofrido. A princípio, ela não enxerga seu parceiro como um agressor, mas sim como a pessoa que ama e que retribui seu amor.

É possível também que, em alguns relacionamentos de abuso severo, o abuso sexual seja em parte o que mantém a vítima ligada ao agressor [1]. Como o sexo de alto risco ou coação é uma relação de poder e coerção que leva a danos psicológicos (e às vezes físicos), é possível que ele leve a vítima a desenvolver a Síndrome de Estocolmo. Embora soe estranho, podemos dizer então que a intimidação sofrida pode, em alguns casos, fortalecer o laço entre a vítima e seu agressor.

Ainda que o abuso seja de fato percebido pela vítima, entretanto, ainda pode haver diversos motivos que fazem com que a mulher se mantenha no relacionamento, como o medo de recriar a sua identidade após tanto tempo voltando seu eu em torno do agressor; o medo do desconhecido; a vergonha de admitir que o relacionamento não deu certo; a esperança de que a pessoa vá mudar ou o amor pelas características boas da pessoa [2].

A vítima pode também acreditar que seu parceiro a abusa sem perceber ou que ele está simplesmente passando por uma fase ruim. Porém, o abuso não ocorre de forma não-intencional. O agressor tenta de modo sistemático ganhar poder no relacionamento. Para isso, faz uso da culpa e da manipulação, limitando as opções da vítima e controlando-a, acreditando que isso a torna sua posse. Como foi colocado em um post sobre relacionamentos abusivos publicado pela Revista Capitolina: “A pessoa é responsável pelas agressões e abusos SIM. Aceite, quem está nesse relacionamento com você É uma pessoa abusiva. Essa característica faz parte da pessoa, não vai sumir do nada numa bela manhã de sol em julho”.

Além disso tudo, colocar o parceiro no papel de agressor significa também colocar a si mesma no papel de vítima – e isso pode ser muito difícil para algumas mulheres. Afinal, você não pode ser essa pessoa. Você é uma mulher forte, independente, feminista. Você teria percebido se algo tão ruim tivesse acontecido com você e teria sido capaz de se livrar logo dessa situação, não é mesmo? Não. Não necessariamente.

Como já vimos, existe uma tonelada de motivos que fazem com que você tenha dificuldades para ver a gravidade do que se passa com você. E nenhum – repita consigo mesma: NENHUM – deles é culpa sua. Você pode pensar que era seu dever proteger a si mesma e que, portanto, é sim sua culpa não ter saído logo do relacionamento. Bom, depois de meses ou anos em um relacionamento no qual você era levada a sentir culpa por absolutamente tudo que acontecia, não é de surpreender que você possa pensar que é também culpada por ter se “deixado” abusar. Mas isso não é verdade.

Se uma amiga tivesse passado pelo mesmo que você, você a culparia? Ou seria a primeira pessoa a dizer que é extremamente corajoso da parte dela reconhecer que foi sim uma vítima, que ela não tinha como saber o que estava acontecendo e que nunca fez nada para merecer isso? Se você seria essa pessoa, por que não ter a mesma compaixão consigo mesma? Não relativize sua dor. Lembre-se: a culpa nunca é da vítima. NUNCA. Mesmo quando a vítima é você.

 

[1] SAMSEL, M. Sexual abuse. Disponível em: <http://bit.ly/1Igh3Ra> Acesso em: 23 jul. 2015.

 

[2] PIUCCO, P; SOTER, S. Relacionamentos abusivos. Revista Capitolina. Disponível em: <http://bit.ly/1fp25RJ&gt; Acesso em: 23 jul. 2015.

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE GENERALIZADA

Pessoas com transtornos de ansiedade generalizada passam o dia cheias de preocupações e tensões exageradas, ainda que tenha pouca coisa ou nada provocando isso. Elas antecipam desastres e são profundamente preocupadas. Algumas vezes só pensar em viver o dia já produz ansiedade.

Os transtornos de ansiedade generalizada são diagnosticados quando a pessoa preocupa-se excessivamente sobre uma variedade de problemas cotidianos por pelo menos 6 meses.
Pessoas com transtornos de ansiedade generalizada não conseguem se livrar de suas preocupações, mesmo que percebam que a sua ansiedade é mais intensa do que seria esperado pela situação. Pessoas com transtornos de ansiedade generalizada não conseguem relaxar e têm dificuldade de concentração. Muitas vezes, as pessoas com transtornos de ansiedade generalizada têm dificuldade para dormir. Sintomas físicos que geralmente acompanham a ansiedade incluem fadiga, dor de cabeça, tensão muscular, dores musculares, dificuldade de engolir, tremedeira, irritabilidade, sudorese, náusea, ir ao banheiro freqüentemente, sentir falta de ar, e ter ondas de calor. Os transtornos de ansiedade generalizada afetam duas vezes mais as mulheres do que os homens.

Como tratar e controlar a ansiedade

Quando o nível de ansiedade é normal, as pessoas podem interagir socialmente e manter um trabalho. Já em casos de ansiedade severa, a pessoa tem dificuldade de desempenhar simples atividades rotineiras.

Os transtornos de ansiedade generalizada são geralmente tratados com medicamentos e psicoterapia cognitiva comportamental, porém também deve-se tratar condições coexistente, se elas ocorrem, como alcoolismo e depressão.

Se você acha que tem muita ansiedade deve procurar um clínico geral que poderá determinar se os sintomas são de transtornos de ansiedade generalizada, de outra condição médica, ou de ambos. Se o transtorno de ansiedade generalizada for diagnosticado, o paciente geralmente é encaminhado a um médico especialista na saúde mental para que possa tratar e controlar seus sintomas.

Uma vez começado o tratamento com medicação, é importante nunca interrompê-la abruptamente. Certos remédios devem se descontinuados gradualmente sob supervisão médica, ou reações adversas podem ocorrer.

Dicas para ajudar a tratar e controlar a ansiedade mais eficientemente

Muitas pessoas com transtorno de ansiedade generalizada se beneficiam de juntar-se a um grupo de ajuda e compartilhar seus problemas com outros. Conversar com um amigo de confiança pode lhe dar apoio. Meditação e técnicas de controle de estresse podem ajudar pessoas com ansiedade a se acalmar e elevar os efeitos do tratamento. Há evidência preliminar também de que exercício físico aeróbico pode ter um efeito calmante. Porém, tudo isso não é substituto do tratamento médico profissional.

Uma vez que cafeína, certas drogas ilícitas e até alguns remédios vendidos sem prescrição médica podem agravar os sintomas dos transtornos de ansiedade generalizada, eles devem ser evitados. Verifique com seu médico antes de tomar qualquer remédio adicional.

A família é muito importante para ajudar uma pessoa a tratar e controlar a ansiedade. A família deveria dar apoio e não trivializar o transtorno de ansiedade ou cobrar melhoras sem tratamento.

Tratamento do transtorno de ansiedade

Remédios podem ser combinados com psicoterapia para tratar e controlar transtornos de ansiedade, e esse é o melhor método para muitas pessoas.

Como tratar e controlar a ansiedade com remédios e medicamentos

Os remédios não curam o transtorno de ansiedade, mas podem o controlar enquanto a pessoa recebe psicoterapia. A medicação deve ser prescrita por um médico, geralmente um psiquiatra, o qual pode oferecer psicoterapia ou indicar alguém para realizá-la.

Como tratar e controlar a ansiedade com psicoterapia

A psicoterapia envolve conversar com um profissional treinado, psiquiatra ou psicólogo, para descobrir o que causa o transtorno de ansiedade e como lidar com seus sintomas. A psicoterapia cognitiva comportamental geralmente é muito útil para tratar transtornos de ansiedade. Para ser eficiente, a psicoterapia cognitiva comportamental deve ser direcionada às ansiedades específicas da pessoa e deve ser moldada às suas necessidades. Não há efeitos colaterais, a não ser o desconforto da ansiedade temporariamente aumentada. A psicoterapia cognitiva comportamental deve durar pelo menos 12 semanas.

Fonte: http://poderdasmaos.com/site/?p=Como_tratar_e_controlar_a_ansiedade18703

O silêncio é um amigo que nunca trai. (Confúcio)

Um amigo falso e maldoso é mais temível que um animal selvagem; o animal pode ferir seu corpo, mas um falso amigo irá ferir sua alma.

Buda

E a falsidade me enoja.
Prefiro um desafeto que me acerte um soco
do que um desafeto que me oferece um sorriso:
o primeiro é uma pessoa com convicções,
o segundo é uma pessoa perigosa.

Qualidade do que é falso:

1- calúnia, mentira, inverdade, difamação, invenção, lorota, balela,patarata, farsa.

Atitude de fingimento e hipocrisia:

2 -jacobice, inautenticidade, imposturice, insinceridade, imposturia,falsídia, mendacidade, deslisura, tartufice, dissimulação,aleivosia, deslealdade, fingimento, hipocrisia, impostura, traição,tredice.

Atitude criminosa para enganar alguém:

3 – perfídia, fraude, falsificação.

Deus não te tira as coisas. Ele te livra delas.

tumblr_nwyljhqEyz1sthf15o1_500

Uma coisa que eu aprendi na vida: Deus não te tira as coisas. Ele te livra delas.

A gente se engana com serpentes vestidas de pássaros, se encanta e no final é picada com o veneno paralisante da falsidade.

Às vezes as pessoas que amamos nos magoam,

e nada podemos fazer senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado

Um dia você entende que o tempo não é inimigo.

E que ele é o nosso maior mestre.

Que tudo vem  e vai na hora que deve ir.

Que não adianta espernear nem se esconder da vida.

Que a fuga não é a melhor saída.

É preciso passar por tudo: pelo desânimo, pela desesperança, pela sensação de fracasso e fraqueza.

E que no fim das contas a gente consegue superar…

Façamos da interrupção um caminho novo.

Da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sonho uma ponte e do desencanto uma experiência.

Fechemos a porta, mudemos o disco, limpemos a casa, sacudamos a poeira e que todo o lixo seja eliminado.

Tenha coragem de se olhar no espelho e  assumir para você mesma que você foi enganada e viveu a triste realidade de pensar que era verdadeiramente amada .

E mesmo assim conseguir agradecer pelo que fez você chorar.

Todo dia.