Beatriz Milhazes e suas mil cores

Carioca formada em comunicação, Beatriz Milhazes faz parte de um grupo de artistas chamados de “Geração 80”, composto por artistas plásticos que conquistaram espaço no mercado depois da exposição que aconteceu no Parque Lage em meados de 1980.

Suas obras com inspiração nos projetos de Burle Marx, no Barroco, nas telas de Tarsila do Amaral, entre outras referências, estão cada dia mais em alta. Milhazes hoje tem destaque internacional, com suas obras em acervos de museus como MoMa, Metropolitan, Guggenhein, além de exposições itinerantes em várias cidades do mundo e até mesmo painéis para projetos comercias, como o da livraria Taschen de Nova York – que já postamos aqui no blog – , em que a artista pintou 39 murais, cada um medindo 3.7m de altura.  

O elemento principal de suas obras é a diversidade de cores e formas geométricas em diferentes variações, sejam essas em colagens, pinturas e sobreposições. Em 2008, sua tela “O Mágico” (2001) foi arrematada em um leilão em Nova York pela bagatela de R$1.049 milhões de dólares, valor até então nunca alcançado por nenhum outro artista brasileiro vivo.

A artista tem fila de espera por uma de suas obras, mas ela não muda sua maneira de criar e continua a produzir no máximo sete telas por ano. Segundo Beatriz, “Sem a cor a imagem não acontece. Quando a sinfonia das cores não funciona, a sedução acaba.”

Fizemos uma seleção de alguns dos trabalhos dessa artista contemporânea que esta com tudo que é a cara do Brasil!

fonte -http://saoromaomoveis.wordpress.com

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