Arte analógica digital – Nick Gentry

Antes do torrent, do pen-drive, do blu-ray, do DVD e até mesmo do CD-Rom, havia um dispositivo primitivo – que, hoje, muitos acreditam tratar-se apenas de um mito – no qual era possível gravar e transportar todo tipo de arquivo. Seu nome era disquete.

Tudo bem, na verdade não faz tanto tempo assim – talvez você ainda tenha alguns guardados e não saiba o que fazer com essa quinquilharia sentimental. Mas pelas mãos do artista britânico Nick Gentry eles ganharam um novo significado e foram transformados em arte.

Um dos detalhes mais instigantes da obra é que o britânico utiliza muitos dos disquetes com suas etiquetas originais, que ajudam a ampliar os sentidos de cada peça. Difícil não despertar, também, certa curiosidade sobre os arquivos que guardavam – talvez documentos sigilosos, jogos esquecidos, arquivos pessoais, declarações de amor… – e pelo papel imprescindível que podem, um dia, ter representado na vida de alguém.

Se ficou curioso para conhecer mais do trabalho do artista, acesse seus álbuns no Flickr e confira mais obras com essas e outras ‘velharias’ transformadas em arte.

Leia mais novidades sobre ciência, tecnologia e arte no site da Ciência Hoje On-line.

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