Arquivo | agosto 2011

“A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO”

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Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas,quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir aos empregados, por exemplo. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber que você teve que se arrebentar para o fazer… porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição…
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens… Abrir a porta para alguém é muito elegante… Dar o lugar para alguém sentar… é muito elegante… Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma… Oferecer ajuda…. é muito elegante… Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante…
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: – Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irá desfrutá-la.

(Desconheço o autor)

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Corrimento Vaginal

“O corrimento vaginal pode ter várias causas e, na maioria dos casos, pode ser evitado e facilmente tratado. Hábitos de vestir do mundo moderno influenciam o surgimento deste mal feminino, assim como a prática sexual desprotegida. Trata-se de uma inflamação dos tecidos vaginais que passam a produzir secreção anormal, com sintomas como o surgimento de muco, odores, dor, prurido e coceira. O exame clínico e a prevenção são as melhores armas para combatê-lo“.

Introdução

Corrimento Vaginal ou Leucorréia é o nome dado a algumas doenças que acometem a mulher desde cedo em sua vida. As causas são diversas, dentre elas se destacam hábitos de vestir do mundo moderno; como poderemos ver a seguir, corrimento vaginal é uma inflamação dos tecidos vaginais que passam a produzir secreção anormal. O sintoma mais evidente da secreção vaginal anormal é o surgimento de muco em grandes quantidades ou com odor intenso, além da presença de dor ou moléstia vaginal e prurido. As características são diferenciadas em função da origem da inflamação: infecção por cândida, por Trichomonas vaginalis, bacteriana, herpética, pólipos cervicais, câncer ou sífilis. Um exame minucioso do médico assistente, que complementaria as informações com outros recursos da medicina, permitirá um diagnóstico adequado.

Quais São as Causas do Corrimento Vaginal?

Com o aumento das roupas sintéticas, lycra, por exemplo, que impede a respiração do corpo, enfim a ventilação dos órgãos, aumentaram consideravelmente os casos de corrimento vaginal. Quando não há transpiração, vemos a glândula abafada, como se estivesse usando uma máscara, com aumento da secreção sebácea. Segundo a ginecologista e obstetra Marilía Winkler, no início, a calcinha servia como uma proteção contra os tecidos que eram em couro ou brim duro. As mulheres, antigamente usavam calcinhas de bombachas grandes. Paulatinamente passaram a ficar menores, até encostarem-se à saída vaginal. Logo depois, explica a Dra. Marília, surgiu a lingerie em forma de lycra ou renda e os grandes problemas começaram. “Eu costumo indicar o uso de calcinhas de algodão, pois as fibras permitem uma ventilação melhor”, explica ela. Seria uma poluição não ambiental, e sim de vestuário. Outro fator importante é a utilização de amaciantes, ou sabonetes perfumados ou até o uso papel higiênico perfumado, que são elementos irritantes. Evitar o uso de toalhas ou roupas íntimas de outras pessoas é recomendável, bem como secar bem todo o corpo depois do banho. Ainda há mulheres que insistem em fazer a higiene de forma errada, pois o indicado é limpar da vulva até o ânus e não ao contrário.

Os Tipos de Secreções da Mulher

A mulher possui uma secreção que se modifica conforme o ciclo menstrual. No meio do ciclo observa-se uma secreção mais gelatinosa, que corresponde à época da ovulação. Antes da menstruação ela se torna mais leitosa e espessa e corresponde ao aumento da fase pré-menstrual. Essas secreções são cíclicas, se mantém de uma maneira única, mas quando começa a acontecer uma irritação, as bactérias, que são habitantes costumeiras das áreas úmidas, se prevalecem dessa situação.

Sintomas da Contaminação

Depois de contaminado o tecido, começa a coçar, ou produzir uma dor mais forte. Muito embora o corrimento não se resuma só nisso, há vários fatores, como o stress que libera substâncias que permitem o aparecimento de fungos. A própria gravidez facilita a chegada dos fungos. O fungo, explica a Dra. Marília, provoca uma coceira desesperadora, e o corrimento é abundante como uma coalhada, embora haja dor nas mulheres que não tem sintoma nem de um nem de outro. Tem gente que tem a secreção contínua sem agentes bacterianos.

Candidíase ou Monilíase Vaginal

Dos mais irritantes corrimentos, pois provoca muco espesso, tipo nata de leite e, geralmente, a candidíase ou monilíase vaginal é acompanhada de coceira ou irritação intensa. Cândida é o fungo que provoca a candidíase, uma micose. A cândida aparece em organismos com baixa imunológica ou quando a resistência vaginal está diminuída. Entre os fatores determinantes estão: o uso de antibióticos, gravidez, diabetes, infecções, deficiência imunológica e medicamentos como anticoncepcionais e corticóides.

Às vezes o parceiro aparece com pequenas manchas vermelhas no pênis. O tratamento é com antimicóticos. Esse fungo é encontrado no estômago, intestino, pele, boca (sapinho) e na mucosa da vagina. Cerca de 90% das mulheres podem ser infectadas pela cândida pelo menos uma vez.

Esse tipo de fungo costuma aparecer uma semana antes do fluxo menstrual.

Trichomonas Vaginalis

O Trichomonas vaginalis é um corrimento adquirido sexualmente através das relações sexuais ou em contato íntimo com a pessoa contaminada. O diagnóstico é feito através de exames clínicos. No tratamento devem ser usados antibióticos e quimioterápicos, além de ser obrigatório que o parceiro se trate também.

Papiloma Vírus

O HPV ou Papiloma Vírus se aloja na vagina, na vulva ou no colo do útero. Na vulva a doença é conhecida por condiloma genital ou crista de galo; na vagina e colo do útero aparecem lesões microscópicas que só são identificadas através de exames clínicos. O grande problema é que determinados tipos de vírus têm uma associação entre o papiloma vírus e o câncer do colo do útero. No diagnóstico é utilizado o teste de Papanicolaou ou colposcopia e também a biópsia da área suspeita. Outros exames são capazes de identificar quais são os vírus e se são cancerígenos.

Outros Tipos de Corrimento Vaginal

Além dos citados existem outros tipos de corrimentos originados por causas das mais diversas. A Vaginite atrófica ocorre por falta de hormônio, especialmente na menopausa. Mas há também a Vaginite atrófica por falta de hormônio no parto ou durante a amamentação. A vaginite irritante pode ser provocada por camisinha, diafragma, cremes diversos ou absorvente interno ou externo. Outro tipo bem comum é a vaginite alérgica provocada por calcinhas de nylon ou outros tecidos sintéticos; além de roupas apertadas como jeans e meias calças. As vulvites são inflamações da parte externa dos genitais ou vulva causados por papel higiênico colorido ou perfumados, sabonetes cremosos, xampus e condicionadores, roupa lavada com sabão em pó ou amaciantes.

As lavagens freqüentes não são aconselháveis, pois aumentam a inflamação pélvica. Os tratamentos antibacterianos podem ser complementados com cremes e gelatinas que aumentam a acidez das secreções e, assim, evitam o desenvolvimento de bactérias. No caso de vaginite atrófica, que ocorre na pós-menopausa, é utilizado tratamento com progesterona, pois pode ocorrer estreitamento do canal vaginal. Para a Dra. Amarílis Winkler a melhor maneira de estar prevenida contra as doenças vaginais é mudar certos hábitos. “Caso seja alérgico”, acrescenta ela, “vamos mudar hábitos alimentares e de vestuário, a situação modifica-se e dessa forma há melhora perene; não devemos só ficar tratando das doenças. Os corrimentos por doenças sexuais transmissíveis demandam um tratamento que envolverá o outro membro do casal”.

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           26 de Maio de 2003.

Desistir…

Hoje estou muito triste, a cada dia mais sinto o peso da solidão, e posso afirmar que não é nada agradável…

Acho que estou pagando caro por atitudes que tomei no passado e que pensei que era o melhor para mim e para os outros: Quis ser sincera, leal e sem máscaras.

Quanto engano…agente não fica livre destas máscaras nunca, ela vai estar sempre ali…pronta para ser usada , na realidade estas máscaras são escudos para uma vida em sociedade sem problemas. O símbolo da hipocrisia permanente e sem crises.

Hoje estou muito decepcionada  e desanimada com tudo…tenho vontade de sumir.

Solidão
não é a falta de gente
para conversar, namorar, passear, fazer sexo ….
Isto é carência.

Solidão
não é o sentimento que experimentamos
pela ausêncisa de entes queridos,
quando não podem mais voltar.
Isto é saudade .

Solidão
não é o retiro voluntário
que a gente se impõe ,às vezes,
para realinhar os pensamentos.
Isto é equilíbrio…

Tão pouco é o claustro involuntário
que o destino nos impõe compulsoriamente,
para que revejamos a nossa vida …
Isto é princípio da natureza …

Solidão
é quando nos perdemos de nós mesmos
e procuramos em vão pela nossa alma !!!

(desconheço autoria)

Sexo Seguro, Sempre!

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O que é sexo seguro?

Sexo seguro é o sexo sem o risco de ser contaminado ou contaminar o/a seu/sua parceiro/a com doenças sexualmente transmissíveis (DST’s). Esta segurança só pode ser atingida através de relações sexuais monogâmicas com um parceiro sabidamente saudável ou quando o sexo é realizado sem o contato ou troca de fluidos corporais como esperma, secreção vaginal, sangue e leite.


Que tipos de DSTs existem?

Cancro Duro (Sífilis)
Cancro Mole
Candidíase
Herpes Simples Genital
Gonorréia
Condiloma acuminado/HPV
Linfogranuloma Venéreo
Granuloma Inguinal
Pediculose do púbis
Hepatite B
Aids
Infecção por clamídia
Infecção por trichomonas
Infecção por ureaplasma

Atenção!

Os efeitos de álcool e/ou narcóticos podem perturbar uma tomada de decisão em pleno juízo em caso de risco. Evita a utilização destas substâncias antes ou durante os teus contatos sexuais.


Sexo Seguro para Gays

A prática de sexo seguro por homens pode ser alcançada através do uso da camisinha, camisa-de-vênus, condom (do latim condare, que significa “proteger”) ou preservativo. O preservativo é um objeto de material elástico, derivado da borracha (látex), relativamente resistente que envolve os genitais masculinos (mais usado) ou femininos durante o coito, impedindo o já citado contato entre os fluidos corpóreos das pessoas que estão praticando relações sexuais. Além da proteção contra as DST’s (Doenças Sexualmente Transmissíveis), os preservativos constituem um método anticoncepcional seguro, quando usados adequadamente. O mercado diversificou muito a industrialização do preservativo. Hoje encontramos preservativos com textura, com formatos especiais, coloridos, lubrificados, com perfume, sabor, etc.

Como utilizar o preservativo?

Escolha uma marca de confiança. Leve-a sempre contigo. É recomendável ter uma ou mais unidades de reserva. Conserva-as protegidas do calor e utiliza-as sempre dentro do prazo de validade. Abra delicadamente a embalagem, cuidando para que esta operação não danifique o preservativo. A colocação deverá ser feita com o pênis em ereção (duro).  Deixa um pequeno espaço na ponta do preservativo. Isto é importante e pode ser conseguido comprimindo-se a extremidade do preservativo entre o polegar e o indicador e mantendo-os assim enquanto o colocas. Encosta o preservativo enrolado na ponta da glande e desenrola-o até à base do pênis. Se o preservativo não for lubrificado, utiliza somente lubrificantes à base de água, os quais deverão ser aplicados sobre o pênis antes da colocação e/ou diretamente no preservativo após colocado. Após o uso retira o preservativo. Dá um nó na extremidade aberta e joga-o no lixo. O preservativo é descartável e por isso deve ser usado somente uma vez. No caso do preservativo romper-se ou sair durante a relação sexual, joga-o fora e coloca um novo.

Sexo Seguro para Lésbicas

Existem casos registrados desde o início da década de 1980, que nos indicam que as mulheres podem transmitir o HIV (Vírus de Imuno-Deficiência Humana) de uma para a outra. Apesar dos números, muitas são as entidades oficiais ligadas à investigação e controlo do HIV/AIDS (Síndrome de Imuno-Deficiência Adquirida) que omitem estes fatos dos seus relatórios. A maioria das pessoas da comunidade lésbica crê erradamente que não está sob risco. O HIV é transmitido quando sangue, líquidos vaginais, leite mamilar ou sêmen de uma pessoa infectada consegue chegar à tua circulação sanguínea. Pode parecer difícil mas não é. As lésbicas ou mulheres bissexuais podem ser infectadas por não praticarem sexo seguro (quer seja com homens ou mulheres), por um doador de sêmen, pela partilha de agulhas (para administração de narcóticos via intra-venosa), para fazer tatuagens, para furar o corpo (ex. orelhas, nariz, mamilos etc.) e finalmente por transfusões de sangue. Por sabermos precisamente como o HIV é transmitido, podemos dar algumas sugestões de sexo mais seguro, e explicar exatamente quais são as práticas que constituem risco.


Quais sãos as práticas seguras e não seguras?

A questão se um dado comportamento é ou não de risco, depende da troca de fluidos. Beijos “molhados” são seguros, a não ser que haja uma lesão dentro da boca ou gengivas que sangrem com frequência. Após a escovação dos dentes, espera-se pelo menos meia-hora antes de dar algum beijo mais “profundo”. Tocar nos seios da tua companheira, massagens, masturbação e a fricção entre os corpos são seguros, desde que não haja troca de sangue ou leite mamilar. Lesões na boca, dedos e vagina, em qualquer das duas, pode aumentar o risco durante o contato anal e vaginal. Utilizando uma luva de latex, pode impedir-se a transmissão do vírus para a parceira. Sexo oral desprotegido é muito arriscado, especialmente se a tua parceira está com a menstruação ou tem uma infecção vaginal. Para tornar esta prática mais segura, podes tapar a área genital com um preservativo cortado ao meio de modo a formar um retângulo de latex, impedindo assim, o contato direto e eventual troca de líquidos infectados (sangue e líquidos vaginais). Se uma mulher estiver infectada, o vírus estará presente no sangue menstrual e nas secreções vaginais .

Se QUISER engravidar , ATENÇÃO!

Se tiver relações sexuais com um homem ou deseja ser inseminada artificialmente através de esperma doado, certifique-se que o indivíduo foi testado, pelo menos duas vezes com intervalos de seis meses cada um e que os respectivos testes são negativos. O primeiro teste deverá ter sido efetuado pelo menos seis meses após qualquer possível contato com o HIV. O doador deverá não ter tido qualquer risco de contato com o HIV entre o seu último teste e o momento de doar o esperma.

fonte-http://www.rea.pt/sexoseguro2.html


Zonas erógenas


O corpo é o nosso maior catalisador de sensações. No sexo, desempenha a função de fonte de prazer e é o grande beneficiado do jogo de sedução. Das preliminares à consumação do ato, diversas partes estão envolvidas. São as chamadas zonas erógenas, regiões que, quando acariciadas, sugerem erotismo, arrepiam e excitam, preparando o corpo para a hora H.

 

Gosto não se discute. A máxima se adequa perfeitamente nas questões sexuais. Além de sentirmos inexplicáveis atrações por determinado tipo físico – ou até por aquele cara que você não consegue nem conversar, mas deseja loucamente ter debaixo dos lençóis -, cada um tem uma parte que, bem tocada, é a chave do cadeado em matéria de sexo.

 

Zonas erógenas

 

As zonas erógenas são todas as regiões que despertam excitação sexual, variando das tradicionais às improváveis. Como ninguém gosta de ir direto ao ponto, vamos começar de cima para baixo, pelas famosas ouvintes de todos os segredos: as orelhas, unanimidade entre mulheres e homens. “Um sussurro ao pé do ouvido é extremamente convidativo. A mulher que fala baixinho me excita mais do que se mostrasse alguma parte do corpo”, diz o publicitário Felipe Alves. Por ser uma região muito sensível, a orelha toda é uma zona erógena, do lóbulo à parte de trás, principalmente durante a relação sexual.

 

Seguimos para outra área bem visível e também extremamente popular entre as zonas erógenas: a boca (e a língua), onde tudo começa, porém, nem sempre termina. Objeto de desejo e valioso instrumento nas preliminares, ela causa frisson, seja por um beijo no lábios ou por estimular outras partes do corpo.

 

Você sabe seduzir? Faça o teste!

 

As mãos também podem ser consideradas importantes instrumentos erógenos. “O tato é um sentido importante e pode ser desenvolvido a cada toque. Explorar o corpo do parceiro com as mãos é um excelente afrodisíaco que deve ser aproveitado por homens e mulheres”, afirma o sexólogo Cássio dos Reis.

 

Beijos que lembrem o sexo oral nos homens e carinhos com a ponta dos dedos em ambos são boas pedidas. Ainda na rota das partes à mostra, se encontra o pescoço, uma unanimidade erótica. Mordidinhas, beijos, lambidas, massagens, vale tudo para relaxar e causar arrepios.

 

Em segundo lugar nas paradas femininas, os seios, mais especificamente a região da aréola, servem como fonte de prazer. Para eles, são um dos principais atrativos. No caso dos homens, há os que gostam de receber carinhos nos mamilos, lembrando que eles devem ser sutis, já que a região é muito delicada. Está ficando quente… Continuemos rumo ao tesouro.

Para aumentar ainda mais a temperatura, é quase que imprescindível, antes de chegar ao ponto final, fazer uma parada em duas áreas importantes do corpo. Primeiro, a barriga e, nela, o umbigo, duas zonas com enorme potencial erótico. Por estarem próximos aos órgãos genitais, essas partes do corpo, se bem exploradas, aumentam as sensações e complementam a transa.

 

Segundo muitos homens e mulheres, as costas servem como atalho. “Eu fico excitada de ser puxada pela cintura para perto do cara, mesmo antes de fazer qualquer coisa”, explica Lisa Maio. As coxas também representam zonas erógenas poderosíssimas para os dois gêneros, quase parte do ato em si. No caso da ala feminina, bumbum e adjacências são preferência da maioria.
Por último, mas não menos importante – pelo contrário – as próprias zonas, mais erógenas impossível: o pênis e a vagina. Dispensam qualquer explicação. Como se pode ver, ao invés de mapa da mina, há um campo minado em potencial. De acordo com o sexólogo Cássio dos Reis, todo o corpo é passível de ser erotizado. “Cada um tem suas peculiaridades. No entanto, o sexo é simples. Todos sentimos estímulos e, se formos impulsionados e nos permitirmos, podemos ter sensações em diferentes partes”, explica.

 

Confira AQUI um Kama Sutra super picante para você curtir a dois

 

Cássio garante que é tudo questão de exploração e permissão. “A maioria dos homens tem o pênis como região erógena, porque não se permitem descobrir outras fontes de prazer, e a exploração acaba sendo direcionada. A região anal, por exemplo, pela proximidade da próstata, poderia ser aproveitada”, analisa Cássio.

 

O sexólogo ainda atenta para o fato de que as mulheres, apesar de terem uma erotização de outras áreas, poderiam desenvolver ainda mais alternativas. “A pessoa que se estimula sexualmente acaba desenvolvendo uma excitação maior. O importante é se liberar e explorar o sexo de uma forma espontânea, para que haja um melhor aproveitamento do prazer”, conclui ele.

 

 

Fonte- http://www.bolsademulher.com/sexo/zonas-erogenas-3831-2.html

PEDIDO – Fabricio Carpinejar

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Traga-me o mar e as rendas das canoas. Traga-me o chá de ervas que colore as mãos depois do abraço. Traga-me os ombros na véspera do sol. Traga-me a cabeleira de astros e a lareira de grilos. Traga-me a glória do limo e os degraus dentro da estante. Traga-me um rosto surpreso e o gancho da porta para pôr o casaco. Traga-me  um pensamento que não foi sentimento. Traga-me  o visco mais duro, o céu inconformado, o verde aposentado. Traga-me teu sotaque de praia, teu dialeto de inverno. Traga-me tuas notícias sem jornal, a ambulância da brisa. Traga-me os insetos em frascos e a boca aberta de espanto. Traga-me o ritmo das cartas sendo embaralhadas. Traga-me teu álbum de fotos e as figurinhas repetidas para trocar. Traga-me a conversa de corredor, a porta observada. Traga-me o filho no colo, a carícia dos ouvidos. Traga-me as frutas do pé e a horta do fim da casa. Traga-me as jóias falsas para as pedras disputarem corrida no piso. Traga-me a caridade ainda não descontada, a insatisfação aumentando. Traga-me tuas pernas altivas, teus seios de lado. Traga-me os milagres que não aconteceram,  a garrafa de água. Traga-me a renúncia, as gramíneas em caixotes, a colher do violão. Traga-me o medo da escada em caracol, as tampas de vidro dos perfumes. Traga-me teu nome do meio, a escritura do pessegueiro. Traga-me o cheiro da cidade natal, o estojo de linha e agulha. Traga-me o sótão de teus livros, a letra mais arisca. Traga-me teus problemas  incomunicáveis. Traga-me a indulgência infantil ao açúcar. Traga-me o animal de estimação de seus cinco anos e sua desaparição repentina. Traga-me o perdão ao teu pai e à mãe, o pomar das gavetas. Traga-me a manhã depois de ter amado à noite. Traga-me a noite depois de ter odiado à tarde. Traga-me areia fora da ampulheta, o resto de música que fica no copo. Traga-me tua risada, a loucura, o palavrão. Traga-me alguma senha esquecida, algum pente esquecido na bolsa. Traga-me a covardia do salto, a timidez do sutiã. Traga-me a aparência de quem não chegou a tempo. Traga-me a Bíblia marcada com fita de cabelo. Traga-me os mistérios gozosos. Traga-me a salvo o ainda que não abrimos juntos.

Carpinejar