Homem feminino – Carlos Nader

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Nosso colunista alerta: está faltando mulherzinha nos homens. E, veja só, nas mulheres também…

Eu era daqueles homens que poderiam ter um adesivo no vidro do carro: “Eu Também Jogo Toalha Molhada na Cama”. Era mais forte do que eu. Um instinto irresistível, diretamente ligado ao cromossomo Y.

Não tinha jeito. Eu saía do banho, pensando em tudo que tinha que fazer durante o dia, todo o trabalho que me esperava, e, quando via, já tinha jogado a toalha. Sempre assim. As aranhas teciam suas teias, os deputados teciam suas tramóias e eu jogava uma toalha molhada na minha própria cama.

Com o tempo, eu me regenerei, iluminado por uma aparição de Nossa Senhora do Apocalipse. Arremesso de toalha na cama é um gesto que tem ligação direta com o fim do mundo. É. Homem, em geral, não sabe cuidar da casa. Nem da própria, nem da de todos. A história ambiental da Terra é lotada de homens jogando toalhas sujas em camas limpas.

Um petroleiro vaza no Alasca. Uma usina atômica vaza na Rússia. Um litro de mercúrio de garimpeiro vaza para um rio da Amazônia. Nenhuma dessas cenas é fruto de uma maldade programada, dolosa. Como a toalha na cama, o acidente ecológico resulta sempre de um descaso autodestrutivo, vindo de gente que está mais preocupada em conquistar algo lá fora do que em preservar algo aqui dentro. Homens, em geral.

Não fere o meu lado masculino
É claro que existem homens que cuidam da casa. E mulheres que conquistam o mundo. É só olhar para qualquer Madonna Louise armada de um microfone ou qualquer dona Maria armada de uma direção de carro: as mulheres não são necessariamente um poço natural de bondade e abnegação.

Tem aquela frase do Mencken que diz que só existe uma coisa em que homens e mulheres concordam. Nenhum dos dois confia nas mulheres. A frase não é minha, mas eu também rejeito qualquer tipo de populismo sexual, qualquer demagogia de gênero. Homem que só fica elogiando o papel das mulheres no mundo está geralmente querendo jogá-las no mesmo lugar onde joga a toalha molhada.

O que defendo não é grande novidade: acho que falta energia feminina no mundo. Não só ao lado dos homens, mas também dentro deles. Correndo por fora desde os anos 60, a maioria das mulheres não teve medo de realizar seu lado masculino. Inclusive com certo exagero, às vezes. Mas o fato é que há pouca mulher mulherzinha hoje em dia. Enquanto isso, a maioria dos homens continua homenzinha demais.

O equilíbrio ambiental do planeta passa pelo balanço mais justo dessas energias vitais. O feminino, mesmo dentro de um menino, gosta de brincar de casinha, dentro da casinha. E o masculino, mesmo no coração de uma menina, gosta de brincar de construir e destruir casinhas.

Está faltando pulso feminino no mundo, enquanto há mundo. As mulheres ficaram mais homens. Os homens precisam ficar mais mulheres. Ficar mais mulher é coisa para macho.

*Carlos Nader, 41, ainda não jogou a toalha. Seu e-mail é: carlos_nader@hotmail.com

Fonte- Revista Trip

LER (lesão por esforço repetitivo)

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A LER (lesão por esforço repetitivo) é designada para definir toda e qualquer lesão causada por movimentos repetitivos, como digitação, má postura, tocar piano, dirigir, algumas atividades físicas que exijam muito esforço, fazer crochê, entre tantos outros. A LER abrange um grupo de doenças que atinge principalmente os músculos, nervos e tendões, provocando irritações e inflamações em razão da sobrecarga do sistema musculoesquelético.

Várias são as causas que levam uma pessoa a apresentar LER, entre elas podemos citar:

*        Repetitividade de movimentos;

*        Postura inadequada por um longo período de tempo;

*        Atividades de trabalho que exijam força excessiva com as mãos;

*        Atividades esportivas que exijam grande esforço dos membros superiores;

*        Ritmo intenso de trabalho;

*        Mobiliário mal projetado e ergonomicamente errado;

*        Esforço físico;

*        Trabalho muscular estático;

*        Choques e impactos;

*        Executar a mesma tarefa por tempo prolongado;

*        Pressão mecânica sobre algumas regiões do corpo;

*        Pressão no ambiente de trabalho;

*        Cobrança por produtividade;

*        Má divisão das tarefas.

O primeiro sintoma da LER é a dor, seguida depois de outros sintomas como formigamento, dormência, insensibilidade ou falta de força para segurar objetos. Em estágios mais avançados da LER, as inflamações podem se tornar um processo degenerativo que afeta nervos e vasos sanguíneos de maneira prejudicial, podendo causar deformidades como cistos, inchaços, perda de potência, sendo que a dor pode se tornar insuportável e tarefas rotineiras como escovar os dentes e amarrar os sapatos tornam-se impraticáveis.

As doenças causadas pelo esforço repetitivo são muitas, dentre elas podemos citar: tendinite, síndrome do túnel do carpo, tenossinovites, bursite, mialgias, síndrome do pronador redondo entre outras.

O tratamento para a LER é feito com anti-inflamatórios e uma equipe interdisciplinar que envolve médico, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e acupunturista. Especialistas recomendam a caminhada como um bom aliado ao tratamento, já que essa atividade estimula a liberação de endorfina, responsável pelo alívio da dor e também pelo relaxamento do corpo.

Postura correta em frente ao computador
Postura correta em frente ao computador

A LER não é considerada uma fatalidade e sim um acidente resultante de práticas e hábitos que agridem o corpo, e que podem ser evitadas por meio de algumas ações simples, como:

  • Para pessoas que trabalham com atividades repetitivas, é preciso que a cada 25 minutos se faça uma pausa de 5 minutos para descanso, e a cada hora de trabalho, saia da cadeira e se movimente;
  • Durante o tempo de pausa faça exercícios de alongamento para manter os tecidos irrigados;
  • Beba água regularmente durante o dia;
  • Mantenha uma postura adequada, com os ombros relaxados, apoiando-se no encosto da cadeira, e os pulsos retos;
  • Mantenha as plantas dos pés totalmente apoiadas no chão;
  • Sente-se de forma que o assento da cadeira e as suas costas formem um ângulo reto;
  • Use uma cadeira que se ajuste à mesa de trabalho, de forma que ela se ajuste a você;
  • Caso trabalhe com computadores, prefira que o monitor fique a altura dos olhos, e a uma distância equivalente à distância do seu braço;
  • Ar condicionado muito forte no ambiente de trabalho afeta a circulação e pode contribuir para a ocorrência de LER;
  • Prefira teclados e mouse que possuam apoiadores, que evitam a obstrução da circulação sanguínea.

Forma correta de colocar as mãos no teclado ao digitar
Forma correta de colocar as mãos no teclado ao digitar
Por Paula Louredo
Graduada em Biologia

Pênis – Tamanho é documento?- Tiago Lott

Você já deve ter visto em algum site de sacanagem o seguinte anuncio: “Aumente seu pênis de 3 a 5 centímetros”. Tal propaganda pode ser de cunho enganoso, pois, uma cirurgia só é capaz de aumentar o órgão em até 2 centímetros. Agora, por que o homem se preocupa tanto com o tamanho do pênis? Tamanho é documento?
Pênis: o símbolo universal do poder
Homens sempre competiram entre si. Mostrar saúde e vigor sexual para criar descendentes sempre foi um atrativo muito valorizado pela sociedade. Potencializados em sua masculinidade, o homem se sobrepôs à mulher, e se tornou o detentor do poder familiar e social. O boneco simboliza a disputa entre adolescentes, e acredite, entre adultos também. Segundo Galdino, professor de filosofia da FAI, “o pênis é o símbolo universal do poder”.
Por que o homem é o primata com o maior martelo?
Porque as mulheres possuem um órgão vaginal muito profundo. Quando o homem e a mulher começaram a andar com apenas os dois pés, todo o sêmen depositado direto no útero escorria pelas pernas no momento em que ela se levantava, por isso a mulher tem uma vagina profunda, por isso o caralho do homem é grande.

Outra explicação para o tamanho avantajado do órgão humano segundo o bio-geógrafo Jared Diamond, autor do livro The Third Chimpanzee. O pênis poderia ter um valor de competição por atenção. O que para mim fortalece a tese do pênis ser o “símbolo do poder”
O que fazer se o ferreira for realmente pequeno?
Piroca normal (na ereção mede de 12,5 a 17,5 cm) não é uma dádiva concedia pela mãe natureza a todos os homens. Os pipizinhos existem, fazem do homem motivos de piada, e destroem a auto-estima de seu possuidor. Na grande maioria das vezes o problema não é físico, mas sim, psíquico, o filete tem um tamanho normal, mas seu dono é convicto que seu órgão é defeituoso, neste caso, é melhor procurar um psicólogo.

A casos em que o cabeçudo é pequeno mesmo e a cirurgia para aumentá-lo pode ser a solução, apesar dela só poder acrescentar 2 centímetros. Funciona assim: o cirurgião faz o pênis crescer expondo um pedaço dele que normalmente fica escondido na pélvis.

Outra cirurgia possível é para aumentar o diâmetro do órgão se ele for muito fino, no procedimento é feito enxerto de gordura do próprio corpo do paciente, lacas de colágeno (emprestadas de porcos) ou materiais sintéticos feito com petróleo.
Vamos ao que interessa: Tamanho é documento?
Agora que você já sabe que a pistola é o símbolo universal do poder (você pode não concordar com isso), o porquê do homem ter o maior entre os primatas (a baleia azul é a campeã neste quesito), e por fim, como aumentar um pouco o instrumento. Vamos ao que realmente interessa.

Para tentar fundamentar minha resposta tive que interrogar uma mulher sobre o assunto. Resolvi perguntar a uma amiga que disse: “o que interessa pra mulher é o prazer que o órgão pode proporcionar e não o tamanho ou o apelo visual”. Já para Clarah Averbuck que escreveu um artigo sobre o tema na Revista Super Interessante em 2002, tamanho é documento, sim! “Sem essa de dizer que o que conta para as mulheres são as preliminares. Ou que o prazer feminino depende do envolvimento com o dono do pênis em questão. Claro que tudo isso é importante. Mas a gente, tanto quanto os homens, também gosta de carne. Carne bonita. Muita carne. Se homem gosta de bumbum grande e seios fartos, por que a gente não pode gostar de volumes generosos também?”

Quando comecei a redigindo este artigo me aconteceu um fato atípico que contribuiu para a construção de minha opinião sobre um tema. Um fake me adicionou no MSN, e em uma breve conversa começou a me xavecar, e uma das primeiras perguntas que me foi feita era em em relação ao tamanho do meu pau. Depois de tirar uma onda com a ousadia de um desconhecido gay, percebi que os homossexuais são mais esclarecidos sobre o tema, talvez as mulheres mais reservadas observem o sexo com uma ótica mais romântica, já as mais liberais e independentes não se importam em assumir o interesse no órgão, e os homossexuais (talvez não todos), acham o tamanho da coisa muito importante na hora do sexo.

Com essas informações concluo que tamanho é documento sim, antes ter um órgão avantajado do que um normal, ele eleva a auto estima, o ego, e a auto confiança de seu possuidor. Todos estas vantagens ajudam e muito na vida prática, principalmente sexual.

Entre as mulheres pesquisas já comprovaram que a cabeça de baixo não é o primeira característica masculina observada pelas mulheres, o jeba perde feio para a voz, pernas e ombros masculinos.

Ainda bem que Deus não deu ao homem o livre arbítrio para escolher o tamanho de seus pênis – a competição entre nós seria tão grande que todos escolheriam ser bem dotados. Seria uma competição quase que sem fim, e as mulheres provavelmente recusariam homens que possuíssem genitais gigantes para escolher os normais.
Obs: Utilizei de diversas gírias de épocas e regiões diferentes neste artigo. Aposto que você já utilizou alguma dessas nomenclaturas. Tenha bom humor =p

Fonte-http://www.fazmerir.com

Sexo – Quebrando 9 regras …

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Tudo na vida tem que ter regra, desde como conviver com os outros, a como se comportar na mesa e até fazer sexo. Pois é, existe algumas regrinhas do sexo que você deve quebrar, e não, não é necessário fazer sexo no meio da rua ou algo escatológico, não… Vamos a elas:

9. Tabu- Não fantasiar com outra pessoa durante o sexo.

Bom, se você é daqueles que acham que traição pode ocorrer até em pensamento, você tem que se acalmar. Vamos pensar assim, as vezes uma fantasia pode até apimentar a relação. Não que seja necessário você pensar na irmã da sua esposa, ou no tio do seu namorado, não é isso. A fantasia é com relação a um personagem. Que tal imaginar que a outra é uma enfermeira, dançarina ou algo assim. É sempre bom sair da rotina e nada melhor que fantasias para isso.
De acordo com o editor chefe da revista Good in Bed: “as mulheres pensam mais em outros homens durante o sexo do que os seus parceiros”. Vale lembrar que fantasiar não é o mesmo que trair, não é realidade, é apenas uma forma de melhorar a vida a dois!

8. Tabu- Brinquedos vão assustá-lo.

Fato: Homens gostam de brinquedos. Fato: 30% das mulheres conseguem o orgasmo com objetos e sozinha. Então porque não unir o útil com o agradável?
Brinquedinhos são sempre bem vindos, algo para estimular o casal é sempre bom. É claro que se você forçar o seu parceiro a usar um vibrador nele mesmo seria um POUCO estranho (e com certeza iria assustá-lo), mas nada melhor que uma diversão e uma brincadeira para estimular o sexo.

7. Tabu – Homens não gostam de fazer sexo oral.

Não sei se é verdade, mas assim como nós mulheres fazemos o sexo oral com o intuito de dar prazer ao parceiro (ou parceira) é claro que esperamos que o homem mesmo também o faça conosco. Quem gosta de receber, normalmente gosta de fazer (ou não). Porém, quebrando um pouco essa história, Ian Kerner afirma em seu livro “She comes first?” que 90% do desconforto vem das mulheres por não ter um bom cheiro, ou algo que o seu parceiro não goste.
As mulheres precisam saber que seus parceiros gostam de fazer aquilo para que elas fiquem mais tranquilas e relaxadas!

6.  Tabu- Você precisa estar no clima para fazer sexo

Isso é história. Você não acorda do nada e diz: “Hoje eu só quero fazer sexo”, não é? O clima quem faz é você, ou melhor, vocês. Podemos até ter aquela dor de cabeça, mas com um ambiente legal e uma idéia diferente, com certeza entraremos no clima!

5. Tabu-Nunca fale de sexo com seus amigos

Não sei se isso se encaixa em uma regra, mas com certeza ela deve ser deixada de lado. Não estou falando pra você contar cada detalhe da sua relação sexual com alguém para sua melhor amiga, mas não tem por que esconder que você está bem, que as coisas vão bem.
É até uma forma de trocar ‘figurinhas’, conhecer novas experiências.

4.  Tabu -Não faça sexo no primeiro encontro

Esse é um tabu que precisa ser quebrado. Não há nada que impeça você de transar no primeiro encontro, e isso não vai fazer de você uma qualquer. Determinadas coisas acontecem, não tem como prever.
Química, pele, paixão podem acontecer no instante em que você olha para aquela pessoa e aí… Pronto.

3. Tabu- É normal fingir.

Outra BALELA. Gente, não há necessidade de fingir em um relacionamento. Nada pior do que ficar coma alguém por convenção. Se o sexo não está bom, diga! Se as coisas não vão bem, diga! Nada pior do que saber que algo tão bonito acabou pelo simples fato de você não falar o que está acontecendo.

2.  Tabu- Pornografia é o inimigo

Mulheres, se o seu companheiro gosta de pornografia, de ver fotos de mulheres peladas ou de um filme pornô, isso não significa que ele goste menos de você! Homens têm fantasias, e isso não quer dizer que vocês  não vão ficar juntos ou que ele não sinta tesão por você.
Abrir a mente e quebrar regruinhas básicas aqui. Aproveite e pegue um filme pornô ou erótico, e assista com ele. Você vai se surpreender com o resultado.

1. Tabu- Você tem que ser perfeito (a)

Não há perfeição. Não tem por que você ser perfeito. Sexo é algo sublime, e nem de longe é pra ser algo que lhe deixe mal ou cabisbaixo. Para melhorar a sua relação, nada melhor que inovar, sair da rotina, brincar. Não se prenda a idéias e modelos de felicidade.

Sexo é bom, mas você tem que estar bem consigo mesmo para que isso seja ‘demais’.

E não esqueçam… Façam sexo com camisinha, hein!

Fonte: AOL
Nanne – @Nann_e

SEXO:Chega de “papai e mamãe”!

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Cheia de voz e vez na hora do sexo, as mulheres só deixam os homens comandarem tudinho na cama se quiserem. Mais adeptas das últimas novidades dos sex shops e dos livros que auxiliam na caminhada em busca do próprio prazer e do prazer do outro, elas não têm medo de sair do tradicional e inovar suas performances na cama.

E com será que os homens reagem quando a mulher dá sinais de que não se interessa mais pelo “papai e mamãe”? “Para a maioria deles, essa qualidade na mulher é até desejável, pois mostra que ela sabe o que quer e também está disposta a participar mais ativamente no sexo.

Contudo, alguns são mais conservadores e ficam inseguros com a iniciativa da parceira”, diz a sexóloga, escritora e palestrante Carmen Janssen.

Portanto, se a mulher ainda não conhece o parceiro, é bom ir com calma na hora de propor um sexo um pouco mais sacana, mais apimentado. Para saber “onde pode pisar”, Carmen aposta num bom diálogo para começar. “É importante que ambos conversem sobre sexo e troquem fantasias, para que a mulher possa conhecer melhor o seu parceiro”. E ressalta: a parceira não deve ter medo de parecer inadequada no sexo. “Ela deve primeiro se conhecer bem e saber lidar com a sua sexualidade com maturidade. Assim, estará mais segura na intimidade e no sexo.”

Para os casais mais românticos e conservadores que não investem no sexo mais “safadinho” por associá-lo à falta de respeito, Carmen esclarece que este tipo de relação mais picante, criativa ou ‘selvagem’ deve acontecer desde que os parceiros estejam de acordo, e não há nada de mal nisso. “Sexo só é desrespeitoso quando há coerção, ou seja, quando um tenta obrigar o outro a fazer coisas que ela não deseja. A boa sacanagem nada tem a ver com desrespeito.”

Quebrado o tabu do sexo sacana, Carmen dá as dicas: para a mulher que deseja propor algo mais apimentado para o parceiro, é importante ela conhecer algumas das fantasias do seu amado, escolher as que ela gostaria de compartilhar e ajudá-lo a realizá-las. “Isso poderá fazer com que ele se abra mais para as necessidades dela”, diz. “Não há regras, mas outra dica é ora fazer uma brincadeirinha ou carícia mais leve para ver a reação dele, ora mostrar como gosta de receber os estímulos. “E deve também elogiar o parceiro quando fizer o que a mulher gosta, dizendo que foi uma delícia o que ele fez.”

A sexóloga sugere ainda que a mulher leia livros sobre sexualidade e ajude o parceiro a superar possíveis tabus. Ninguém é obrigado a fazer o que não gosta, por isso, os limites precisam ser respeitados. “Se ele for muito fechado, em vez de sugerir usar um vibrador ou algemas na hora do sexo, é melhor começar com um óleo de massagem ou um massageador que pode ser usado em todo o corpo.”
Mesmo com as dicas citadas, a melhor forma de se divertir na cama deve ser encontrada por cada casal e tanto homem quanto mulher precisam estar abertos para se manterem motivados e espantarem a rotina. Tudo sem afobação, pois não é possível ter novidades todos os dias na cama. “Retomem brincadeiras que faziam no início do relacionamento, aquelas que ainda fazem sentido para o casal. E finalmente, relaxem, preocupem-se mais com a entrega do que com a performance”, finaliza Carmen.

Por Juliana Falcão (MBPress)

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