Homofobia : HomoXFobia


Bandeira dos homossexuais

Homofobia é o termo utilizado para nomear qualquer tipo de discriminação e/ou aversão aos homossexuais. No sentido mais profundo da palavra, homofobia ainda significa medo que uma pessoa pode ter de se tornar um homossexual. Dessa forma, pode-se perceber que o termo é um neologismo.

Existem várias ramificações que justificam a homofobia. Algumas pessoas encaram a homofobia como uma manifestação semelhante ao racismo onde as pessoas se limitam às imposições da sociedade e não são abertas ao novo e outras já vêem a homofobia como um problema do século que contradiz os ensinamentos recebidos pela sociedade, pela família e pela religião.

Uma pessoa pode até não concordar com a homossexualidade, mas a partir do momento em que um ser humano, independente de sua cor, raça, credo ou sexo, é discriminado por ser homossexual, surge então o ato homofóbico. Atribui-se a ele a injúria, difamação, gestos e mímicas obscenas, antipatia, ironia, sarcasmo, insinuações e qualquer outra forma de criticar e banalizar o homossexual.

Em relação ao medo de se tornar homossexual muitas pessoas tentam o suicídio, tentam mudar sua orientação sexual, possuem baixa auto-estima, comportamento compulsivo, afastamento da família, busca refúgio em substâncias como álcool, desconfiança, autocrítica entre outras.

Há uma grande polêmica entre homossexualidade e religião, pois a Bíblia (livro utilizado pelo cristianismo) condena o ato homossexual e isso gera grande revolta nos homossexuais. Ainda existem outros grupos, independentes de religião, que não aceitam os homossexuais e por isso praticam crimes contra os mesmos, chegando até a tirar-lhes a vida.

Sabemos que a  homofobia é a aversão, ódio ou discriminação contra homossexuais e, consequentemente, contra a homossexualidade. Para ser homofóbico não é preciso agredir um gay ou uma lésbica. A homofobia e qualquer tipo de preconceito tem suas sombras e suas sutilezas. O fulano que não dança “música de viado”, a ciclana que diz para o irmão: “um desperdício você ser gay”, o beltrano que não acredita que lésbicas sejam felizes, a pessoa que refere-se a travesti sempre como cidadãos de segunda categoria. A misoginia é a aversão, ódio ou discriminação contra mulheres. Quando é que essas duas formas de preconceito se encontram? No preconceito contra gays efeminados, lésbicas, travestis e transexuais.

Interessante é que a caricatura mais aceita dos personagens gays nos meios de comunicação é a da “bichinha super animada, cheia de gírias”. Geralmente é um personagem que gera simpatia, mas que não tem o respeito dos telespectadores, é apenas o bobo da corte. Não é o personagem principal, é apenas o alívio cômico. O mesmo acontece com travestis e transexuais. Já com as lésbicas a coisa muda de figura, elas raramente são personagens de programas populares como novelas e, quando existem, não têm seu romance e nem enredo plenamente desenvolvido. Flutuam como se só existissem para criar manchetes nas revistas de fofoca sensacionalistas. Masculinidade e feminilidade existem e se definem em sua relação e por meio dela. São as relações sociais de sexo marcadas pela dominação masculina, que determinam o que é considerado “normal” — e, no geral, interpretado como “natural” — para mulheres e homens.

ASSISTAM!!! ESTE É UM Mini Doc HOMO X FOBIA gravado em setembro/2011 em Salvador- Bahia.

Sou estudante do terceiro Semestre do Curso de Produção Audiovisual da Unijorge – Salvador – Ba , Eu e minha Equipe fizemos este Mini Doc.Assistam!

Equipe de Produção:

Rodrigo Sabartni de Melo
Ramon Pierre
Mariana Das Virgens
Elisabete Cunha

Psicoterapia faz bem, obrigada!

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Fico estupefata que, mesmo estando no século 21, com uma gama de informações extraordinária disponivel, ainda haja tanto preconceito e mal entendido sobre o que seja e para quem seja psicoterapia.
Existe ainda grande resistência por parte das pessoas – mesmo por aquelas que buscam sites, livros ou qualquer outro veículo de auto-ajuda – sobre o fato de entrarem num processo de psicoterapia.

O que ocorre comumente é uma pseudo-precupação, onde a grande ânsia é apenas em tirar a angústia, a ansiedade, o mal estar ou qualquer outro sintoma e não em resolver, efetivamente, o que causa tais sintomas.
Quando sugiro para alguém que seria bom que fizesse psicoterapia sempre vem aquela pergunta: “Você acha?…”, juntamente com aquele olhar interrogativo como que completando a pergunta “… que eu preciso?” Como se houvesse na minha indicação alguma insinuação de que a pessoa é louca ou coisa parecida.

E devido a este preconceito a pessoa vai se arrastando pela vida e arrastando as situações em que vive, sem conseguir resolvê-las com eficácia e a seu favor.
Eu até entendo que o que está por trás deste preconceito em relação à psicoterapia é o medo do encontro consigo próprio, de encarar-se e, consequentemente, de perceber os seus equívocos e suas ilusões sobre si mesmo. Sei também que, além disso, a maioria das pessoas não foi educada para se perceber e se levar a sério (a nossa cultura ainda tem dificuldade em olhar uma criança como alguém perceptivo!).

Outro grande problema que impede as pessoas de ir na busca do processo de psicoterapia é a baixa disponibilidade para si próprio – justamente por não se levarem a sério e às suas reais necessidades.
É difícil a pessoa colocar-se disponível para si mesmo, pois tem receio de cortar os fios da teia na qual está preso por tem medo de cair num vazio maior no qual já sente estar. Por isso, cria justificativas lógicas e plausíveis (racionalizações) que, na maioria das vezes, a coloca como vítima da própria vida, sem se dar conta da sua cota de responsabilidade sobre a mesma.
Existe por parte das pessoas, de uma forma geral, uma séria dificuldade em entender que psicoterapia é algo que tem como função ajudá-las no processo natural da vida, que é se desenvolver. Então, assim, ainda existe um certo constrangimento quanto ao porquê da necessidade da psicoterapia.
Nascemos com um “projeto de vida”, que muitas pessoas chamam de “destino”. E qual seria este senão o próprio desenvolvimento da consciência e o colaborar no desenvolvimento da nossa própria espécie?
Queiramos ou não esses desenvolvimentos acontecem (da consciência e da espécie) da mesma forma que o desenvolvimento físico também se dá.

O processo de psicoterapia ajuda no curso natural do desenvolvimento da consciência, elevando-a mais rapidamente e, muitas vezes, além da média; eliminando, desta forma, o sofrimento e as angústias vividas ao longo da vida. Isto não significa que não haverão mais problemas, mas, sim, que a pessoa aprende a lançar um novo olhar sobre si e sobre a vida, proporcionado-se satisfatória saúde emocional e boa qualidade de vida.

A psicoterapia é a possibilidade de encontrar-se com seu verdadeiro Eu – que Jung chamou de Self. É a possibilidade de desmanchar as ilusões e as racionalizações sobre seus comportamentos, além de poder compreender as reais motivações que os geraram. É a possibilidade de redirecionar positivamente o fluxo de energia da vida – que na maioria das vezes está represado ou canalizado para situações que são negativas ou até mesmo destrutivas e não proporcionam a verdadeira sensação de bem estar e realização pessoal. É a possibilidade de sair da teia, um emaranhado de fios de “verdades absolutas” estabelecidas (que não o foram, necessariamente, por si próprio e sim, muitas vezes, “herdadas” da família, via educação).
Normalmente, quando essas “verdades” são herdadas e vividas, ou a pessoa segue-as na íntegra, ou faz exatamente o contrário, por assim acreditar que está seguindo o próprio caminho (o que não é verdade, pois os parâmetros continuam sendo os familiares); sobrando a sensação de insatisfação e de vazio constante.

Acredito no trabalho da psicoterapia, justamente porque também já estive do “lado de lá” – no meu próprio processo de psicoterapia – além do meu trabalho como profissional, onde sou testemunha do bem que este processo de desenvolvimento da autoconsciência promove na qualidade de vida de uma pessoa.
Por isso, acredito que psicoterapia é uma modalidade de processo de autoconhecimento que serve para todos, em larga escala, sem restrição de idade ou crença.
A psicoterapia promove ampliação e expansão da consciência sobre si mesmo – elevando o nível de autoconsciência – sobre seu verdadeiro Eu – e, consequentemente, sobre suas reais necessidades e motivações.
Essa ampliação e expansão da consciência levam a um caminho de luz; pois, consciência é exatamente isso: Luz.
Enquanto que quando vivemos ignorantes de nós mesmos (sem o sabermos!), vivemos nas sombras, se não, na própria escuridão; andando pela vida como sonâmbulos, com comportamentos – movimentos, ações e reações – “no automático”.

A psicoterapia é o caminho para o desenvolvimento da luz na própria vida, ou seja, serve como canal para que a pessoa descubra dentro de si todo um potencial ainda desconhecido de si mesma e, a partir daí, aplicá-lo na própria vida. Afinal, só podemos utilizar o que sabemos que temos!
Apenas quando descobrimos nossos potenciais podemos administrar com tranqüilidade nossas limitações individuais e nos aproximar de nós, enquanto seres humanos que somos.
Apenas quando dissipamos nossos equívocos e ilusões sobre nós mesmos é que podemos nos levar a sério e aí, sim, colocamo-nos à nossa disposição – nos tornamos auto-disponíveis e mais abertos para a vida e para as pessoas.
Apenas quando conhecemos nossos recursos (tesouros escondidos!), conseguimos tranqüilizar nossa a ansiedade, eliminando o medo do futuro.
Apenas quando podermos olhar nos nossos olhos – sem medo do que encontraremos no fundo deles – é que conseguiremos viver uma vida mais pessoal e plena, com aplicação adequada dos nossos melhores recursos, proporcionando-nos uma real e boa qualidade de vida, impregnada de amor e respeito.
E com isso todos ganhamos: nós mesmos, as pessoas à nossa volta e a própria humanidade, da qual fazemos parte.

Então, sob este prisma, como alguém pode sequer pensar que psicoterapia é “coisa pra louco”??

Fonte: Somos Todos Um

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Felicidade

 

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A felicidade está dentro de nós, somos todos portadores deste sentimento.
Muitas vezes procuramos a felicidade na conquista de um bem material, mas quando o conseguimos ainda estamos procurando a felicidade.
Procuramos a felicidade em pessoas que amamos, mas mesmo assim quando as temos bem pertinho de nós estamos infelizes.
Tudo isso porque ainda não conseguimos nos conhecer como somos e procuramos externamente a felicidade.
Para encontrarmos a felicidade devemos primeiramente nos conhecer, conhecer o que carregamos em nosso coração porque muitas vezes achamos ser feliz e não somos.
Essa busca é com certeza a busca mais difícil da nossa existência, porque não tomamos consciência do que é necessário para sermos felizes, achamos que o material supre nossas necessidades todas e ao contrário, se nos voltarmos para o material cada vez mais nos afastaremos do caminho da felicidade.
Sejamos mais atentos aos nossos sentimentos, verificando em nós o que realmente precisamos para sermos plenamente feliz.
Podermos começar exercitando em nós, o amor, a tolerância, a humildade em nossas ações, a caridade para com os nossos irmãos de jornada e a compreensão das situações mais difíceis e assim poderemos entrar no caminho que nos leva a felicidade plena, porque desta forma estaremos nos conhecendo intimamente este conhecimento nos levará com segurança a felicidade que tanto almejamos durante a nossa vida.

www.gotasdepaz.com.br

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Entregar-se!

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Entrega: s.f. Ato ou efeito de entregar-se

E o que mais faz uma mulher na vida além de se entregar?
Mergulhar profundamente aos chamados. E como nos chamam!
Como nos solicitam!… somos como a vida, vida que é feminina e
sempre entregue. A vida e as mulheres estão sempre prontas.
Somos capazes de realizar o impossível, despercebidamente, para
que nada pareça além da natural condição de entrega acontecendo.
Entregamo-nos ao amor com amor. Se somos filhas, somos doces,
comportadas. Se somos mães, somos esmeradas. Se somos amantes,
beiramos o absurdo. Se somos amadas, amamos mais. Se não, rimos
ou choramos, mas fechar as portas, jamais!
Homens se entregam? Sim!, mas é diferente. Muito diferente.
Sua entrega é rodeada de intenções, seus corações batem no ritmo de
meia dúzia de rosas esquecidas num vaso pardo de algum quarto de hora
marcada. O coração feminino é um jardim que se entrega aberto, bate
inspirado e se abre mesmo sem chamado. Se pisasse o chão, o coração
feminino faria cócegas delicadas até no mais áspero pedaço de solo.
Coração entregue é coração de esperança, primeiro entrega depois espera.
Desajustada palavra feminina…
ENTREGA. O saldo? sempre credor com dívidas perdoadas delicadamente.

(Desconheço o autor)

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Perdoar-se!

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É nos momentos em que nos desentendemos com os outros que mais temos que nos entender conosco mesmo. Afinal, o desconforto com o outro nos leva a sentir nossa própria desarmonia. Diante de tais situações, o melhor é saber se recolher, dar a si a oportunidade de aumentar a sua compreensão da situação antes que a situação se torne caótica demais.

Toda negatividade se origina de um certo descontentamento. Mas, muitas vezes procuramos a raiz desse descontentamento no lugar errado. Polarizamos os conflitos. Sobrecarregamos pessoas e situações com tantos defeitos que nem nos damos conta que fazemos parte deste conflito.

Não é fácil escutar o descontentamento alheio sem se deixar contaminar pelo próprio desconforto. Por isso, quando uma discussão torna-se apenas um desabafo agressivo, o melhor é refletir antes de sair acusando o outro disto e daquilo. Saber se auto-observar e suportar o silêncio, gerado após de uma descarga de insatisfações de ambas as partes, requer a habilidade de se auto-acolher. Nestes momentos, buscar apoio em nós mesmos nos dá a chance de reconhecer nossas próprias falhas.

O problema surge quando não sabemos como nos auto-acolher. Pois buscamos no outro a base de nossa segurança. Naturalmente, não é fácil encontrá-lo disponível para nos receber, se há pouco havia uma enxurrada de insatisfações.

Mas, se estivermos acostumados a depender do estado emocional alheio para nos sentirmos bem, instintivamente começaremos a tentar transformá-lo para que ele possa nos atender em nossa necessidade de ser visto e acolhido. O outro, pressionado por nosso desejo secreto de mudá-lo, pode reagir negativamente e se tornar ainda mais indisponível. A essa altura ambos irão se sentir desconfortáveis sem saber bem o porquê. Afinal, todo esse processo de buscar se acalmar nas condições emocionais alheias ocorre, na maioria das vezes, sem que ambos estejam conscientes de suas carências e intenções.

Aqui ocorre um grande perigo: Quando não temos a nós mesmos para nos acolher acusamos o outro de não estar pronto para nos receber.
Surge, então, o ressentimento de não ter recebido a atenção que se buscava. É como diz a psicanalista Maria Rita Kehl: O ressentido acusa, mas não está seriamente interessado em ser ressarcido do agravo que sofreu. Afinal, ele não quer liberar o outro de sua punição, quer continuar secretamente a transformá-lo para que ele se adapte as suas demandas.

Lama Michel Rinpoche em seus ensinamentos nos alerta: Agredir o outro é uma forma de autoagressão. Pois a agressão nos impede de elaborar a nossa raiva interiormente. O quanto o outro quer lhe agredir é uma questão dele, mas o quanto nos deixamos ser agredidos é uma questão nossa.
Numa discussão, aquele que quer mais agredir é o mais fraco interiormente. Quanto mais elaboramos a nossa raiva interiormente, menos precisamos do outro para extravasá-la. Mais uma vez, podemos reconhecer que quando não nos acolhemos perdemos a chance de nos encontrar!

Os mestres budistas nos lembram que o que nos deixa doentes não é o fato de não expressarmos a nossa raiva, mas, sim, o apego ao desejo intenso de expressá-la. É o apego a esse desejo que devemos nos libertar. Para tanto, temos que nos acolher, escutar nossos próprios ressentimentos, faltas e insatisfações. Até sentir o calor da discussão passar…

Uma vez equilibrados, agora, está na vez de acolher o outro. Como?
Uma vez estava muito magoada com algo que um amigo me disse, e Lama Gangchen Rinpoche me falou: Não escute as palavras, elas são apenas a mente. Escute além das palavras. Assim, você vai encontrar o coração e, de coração para coração, algo acontece. Passo a passo.

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