LER (lesão por esforço repetitivo)
06 mai 2012 Deixe um comentário
em SENTIMENTO Tags:COMPORTAMENTO, elisabete cunha, homem, LER, MULHER, POSTURA, SAÚDE, VIDA

A LER (lesão por esforço repetitivo) é designada para definir toda e qualquer lesão causada por movimentos repetitivos, como digitação, má postura, tocar piano, dirigir, algumas atividades físicas que exijam muito esforço, fazer crochê, entre tantos outros. A LER abrange um grupo de doenças que atinge principalmente os músculos, nervos e tendões, provocando irritações e inflamações em razão da sobrecarga do sistema musculoesquelético.
Várias são as causas que levam uma pessoa a apresentar LER, entre elas podemos citar:
* Repetitividade de movimentos;
* Postura inadequada por um longo período de tempo;
* Atividades de trabalho que exijam força excessiva com as mãos;
* Atividades esportivas que exijam grande esforço dos membros superiores;
* Ritmo intenso de trabalho;
* Mobiliário mal projetado e ergonomicamente errado;
* Esforço físico;
* Trabalho muscular estático;
* Choques e impactos;
* Executar a mesma tarefa por tempo prolongado;
* Pressão mecânica sobre algumas regiões do corpo;
* Pressão no ambiente de trabalho;
* Cobrança por produtividade;
* Má divisão das tarefas.
O primeiro sintoma da LER é a dor, seguida depois de outros sintomas como formigamento, dormência, insensibilidade ou falta de força para segurar objetos. Em estágios mais avançados da LER, as inflamações podem se tornar um processo degenerativo que afeta nervos e vasos sanguíneos de maneira prejudicial, podendo causar deformidades como cistos, inchaços, perda de potência, sendo que a dor pode se tornar insuportável e tarefas rotineiras como escovar os dentes e amarrar os sapatos tornam-se impraticáveis.
As doenças causadas pelo esforço repetitivo são muitas, dentre elas podemos citar: tendinite, síndrome do túnel do carpo, tenossinovites, bursite, mialgias, síndrome do pronador redondo entre outras.
O tratamento para a LER é feito com anti-inflamatórios e uma equipe interdisciplinar que envolve médico, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e acupunturista. Especialistas recomendam a caminhada como um bom aliado ao tratamento, já que essa atividade estimula a liberação de endorfina, responsável pelo alívio da dor e também pelo relaxamento do corpo.

Postura correta em frente ao computador
A LER não é considerada uma fatalidade e sim um acidente resultante de práticas e hábitos que agridem o corpo, e que podem ser evitadas por meio de algumas ações simples, como:
- Para pessoas que trabalham com atividades repetitivas, é preciso que a cada 25 minutos se faça uma pausa de 5 minutos para descanso, e a cada hora de trabalho, saia da cadeira e se movimente;
- Durante o tempo de pausa faça exercícios de alongamento para manter os tecidos irrigados;
- Beba água regularmente durante o dia;
- Mantenha uma postura adequada, com os ombros relaxados, apoiando-se no encosto da cadeira, e os pulsos retos;
- Mantenha as plantas dos pés totalmente apoiadas no chão;
- Sente-se de forma que o assento da cadeira e as suas costas formem um ângulo reto;
- Use uma cadeira que se ajuste à mesa de trabalho, de forma que ela se ajuste a você;
- Caso trabalhe com computadores, prefira que o monitor fique a altura dos olhos, e a uma distância equivalente à distância do seu braço;
- Ar condicionado muito forte no ambiente de trabalho afeta a circulação e pode contribuir para a ocorrência de LER;
- Prefira teclados e mouse que possuam apoiadores, que evitam a obstrução da circulação sanguínea.

Forma correta de colocar as mãos no teclado ao digitar
Por Paula Louredo
Graduada em Biologia
“A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO”
30 ago 2011 Deixe um comentário
em AMIZADE, AMOR, DIGNIDADE, GENTE, HOMEM, MULHER, RELACIONAMENTOS, RESPEITO, VALORIZAÇÃO Tags:COISAS DA VIDA, COMPORTAMENTO, elisabete cunha, VIDA

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas,quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir aos empregados, por exemplo. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber que você teve que se arrebentar para o fazer… porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição…
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens… Abrir a porta para alguém é muito elegante… Dar o lugar para alguém sentar… é muito elegante… Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma… Oferecer ajuda…. é muito elegante… Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante…
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: – Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irá desfrutá-la.
(Desconheço o autor)
Dor:Lado cego da faca…
10 out 2009 7 Comentários
em AMIZADE, AMOR, DIGNIDADE, HOMEM, LUTA, MÚSICA, MULHER, PAZ, RELAÇÃO VIRTUAL, RELACIONAMENTOS, RESPEITO, SAÚDE, SENTIMENTO, SEXO, VALORIZAÇÃO, YOUTUBE Tags:COMPORTAMENTO, PSICOLOGIA, SAÚDE
Não existem palavras, línguas, gestos ou mesmo pensamentos que possam expressar a dor da perda. Ela é tão profundamente dolorida e fere a alma com esmero desmedido, cortando lenta e dolorosamente com o lado cego da faca. A dor é fenomenal, incrívelmente dor, extraordinariamente dor, fatalmente dor. É dor, dor, dor, somente dor. E não cede, não acalma, não dá trégua. E a alma se contorce, revolve, chora, berra e geme em lamentos surdos, que tomam o corpo, que fazem cambalear e entontecer o espírito. A dor da perda não tem som, não tem voz, e invade o âmago do ser silenciosa e cruelmente fazendo doer e adoecer o corpo. Massacra a alma a tal ponto de tudo ao redor perder o sentido. Tudo. Tudo perder o sentido e o brilho da vida. Os olhos olham mas nada vêem, os ouvidos ouvem sem nada ouvir, os braços caem sem sentir qualquer amparo, qualquer sussurro de compreenssão, de entendimento. Somente o gosto do sangue da dor é percebido no fundo do coração que sangra, falece e se afunda no fundo da terra, do pó. E tudo vira dor profunda e cortante como o fio de uma navalha. Os sentidos perdem a razão de ser. Robotizamos o corpo e caminhamos, perdidos e anestesiados de lá prá cá, de cá prá lá, desnorteados, confundidos, atordoados e completamente perdidos de nós mesmos. Esquecidos de tudo e de todos, menos da dor que rasga, dói e arranha o coração até o sangue jorrar em lágrimas profusas e gritos inaudíveis. A dor da perda cala fundo e faz sepultura da alma onde desejamos ardentemente nos enterrar, em silêncio absoluto, em escuridão infinda, em adormecer eterno. Faz desejar a morte e buscar o fim de tudo, inclusive de si mesmo, para calar… a dor… Não existem palavras que definam a intensidade da dor da perda. Ela é tão incrivelmente dor que perdemos a definição e a expressão do que sentimos. Nada mais importa. Nada. A dor da perda é pesada demais. Impossível de se carregar solitariamente. Por isso, por tudo isso, havemos de buscar forças para suportar a dor da perda, por mais profunda, pungente e dolorida que seja, por mais aterradora e insensível… Havemos de nos resguardar da dor, de acordar e lutar para viver, mesmo a alma em soluços, mesmo que o espírito, anestesiado pela dor, perca a vontade de lutar e continuar a viver… havemos de nos resguardar da dor no alento dos braços do AMOR À VIDA, que é o único que torna possível tudo, por ele, com ele, suportar…

‘Mulher Moderna’?
30 set 2009 2 Comentários
em HOMEM, MULHER, RELACIONAMENTOS, SENTIMENTO, SEXO, VALORIZAÇÃO Tags:COMPORTAMENTO, MULHER MODERNA

Antigamente elas choravam.Hoje elas simplesmente traem, sem dó nem piedade.
- Sabe aquele bonitão que você sabe que sairia com a sua mulher a qualquer hora? Bem… de repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você merece… Quando você reparar… já foi.
- Tente estar menos ‘cansado’. A ‘mulher moderna’ também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para fazer amor depois, virar de lado, esquece-la [pode até nem fazer amor,mas abraça-la ] e simplesmente dormir,é o caminho do fim.
- Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em ‘baladas’, ’se pegando’ em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de é sentir falta disso então imensa. A ‘mulher moderna’ não pode sentir falta dessas coisas … senão…
- Não ache que ela tem poderes ‘adivinhatórios’ . Ela tem de saber da sua boca o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima.
- Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber, pra jogar futebol) mais do que duas vezes por semana, três vezes então, é assinar atestado de babaca. As ‘mulheres modernas’ dificilmente andam implicando com isso, entretanto, elas são categoricamente ‘cheias de amor pra dar’ e precisam da ‘presença masculina’. Se não for a sua meu amigo…
Bem…
- Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex bom de cama é grandessíssimo.
- Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la. As ‘mulheres modernas’ têm um pique absurdo em relação ao sexo e, principalmente dos 35 aos 55 anos, elas pensam, e querem fazer sexo TODOS OS DIAS (pasmem, mas a pura verdade)… Bom, nem precisa dizer que se não for com você…
- Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso. Seja muito carinhoso, sempre. Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens.Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é????
- Nem pense em provocar ‘ciuminhos’ vãos. Como pude constatar, mulher insegura é uma máquina independente de você.
Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão ‘quem não dá assistência, abre concorrência e perde a preferência’.
Arnaldo Jabor
Transtorno de personalidade Boderline
28 mai 2009 19 Comentários
em AMIZADE, AMOR, BRASILEIRAS, DIGNIDADE, DISCRIMINAÇÃO, FAMÍLIA, HOMEM, INDIFERENÇA, LUTA, MULHER, NATUREZA, PAZ, RELACIONAMENTOS, RESPEITO, SAÚDE, SENTIMENTO, VALORIZAÇÃO Tags:COMPORTAMENTO, PAZ, PERSONALIDADE BODERLINE, PSICOLOGIA

Este artigo tem o principal fundamento em ressaltar características pouco conhecidas sobre a patologia do Transtorno de Personalidade Boderline. Atualmente, vejo pessoas ressaltarem como principal fator: a auto-lesão, no entanto, existe um conjunto de sintomas que compõem este quadro, que devem ser considerados. Aos poucos, patologias psicoemocionais que não eram muito exploradas e decodificadas estão sendo cada vez mais, alvo de estudos e classificação, o que é excelente, no entanto, isto implica numa outra questão: os diagnósticos ou auto-diagnósticos, equivocados.
Quanto maior o número de opção diagnóstica para um conjunto de sintomas que se assemelham entre si, maior a dificuldade em identificar o correto. Um exemplo desta dificuldade é equalizar os sintomas, com o histórico de vida, mais o contexto atual familiar e determinar o Transtorno de Personalidade Boderline ou Transtorno de Personalidade Limítrofe. O termo Boderline, faz alusão a “linha da borda”, a condição emocional “fronteiriça” entre a neurose e a psicose. O termo foi usado pela primeira vez em 1884, por um psiquiatra inglês chamado Hughes, depois disto, foi abordado com outras classificações, mas sempre com o mesmo significado. Reich chamava de “caráter impulsivo”. Deixando de lado a questão epistemológica e partindo para o fundamento do artigo, acredito que ainda há muita incerteza em caracterizar uma patologia como Boderline.
Vejo que a principal atribuição para esta conclusão é a tendência a auto-lesão, a pessoa que intencionalmente se machuca/ mutila por razões que estão acima do seu desejo de controle. Na verdade este transtorno vai além deste sintoma e é mais complexo do que a maioria das pessoas acreditam ser. A começar pela causa razão de sua instalação, que apesar de se ter identificado que aproximadamente 70% dos casos, estão relacionados à abusos sexuais na infância, não é o único ou principal fator que possa desencadear a patologia, também faz parte deste quadro:- ainda na infância, abandono ou negligência dos pais ou cuidadores;- exposição excessiva a experiências de humilhação e frustração;- confronto precoce com situações insolúveis;- entre muitas outras.
O indivíduo não é neurótico e nem psicótico, mas vive em uma linha sutil entre esses dois estados e a normalidade. Freqüentemente é confundido com o depressivo, mas na verdade sofre de transtorno de personalidade borderline.
É provável que você conheça uma pessoa assim: parece bem, estuda ou trabalha, é produtiva e bem relacionada, sai à noite, bebe demais, causa confusões – embriagada ou não. Um indivíduo que age normalmente a maior parte do tempo, até de repente ter um senhor ataque e brigar com meio mundo, com extrema ferocidade. Ou que trabalha com ótima performance até ter impulsos irresistíveis e fazer várias besteiras – e achar que está certo.
Mas um detalhe chama a atenção: essa pessoa irrita-se com mais facilidade que o normal e sai de seus ataques de cólera como se nada houvesse acontecido e nem entende por que o outro ficou magoado, como se tivesse dificuldade em apreender a realidade. Pois existe uma dificuldade mesmo, já que sofre de uma doença – o transtorno de personalidade borderline.
O mesmo ocorre com relação aos sintomas ou características do Boderline. Conforme citado acima, a principal característica apontada é a auto-lesão, no entanto, isto por si só não basta, de forma alguma para determinar este distúrbio. Existem outros sintomas, que auxiliam a formar um quadro mais preciso de identificação:
critérios são:
- Esforços frenéticos para evitar um abandono real ou imaginado.
- Um padrão de relacionamentos interpessoais instáveis e intensos, caracterizado pela alternância entre extremos de idealização e desvalorização.
- Perturbação da identidade: instabilidade acentuada e resistente da auto-imagem ou do sentimento de self (si mesmo).
- Impulsividade em pelo menos duas áreas potencialmente prejudiciais à própria pessoa (por ex., gastos financeiros, sexo, abuso de substâncias como drogas e bebidas, direção imprudente, comer compulsivamente, roubo compulsivo e patológico, entre outros.).
- Recorrência de comportamentos, gestos ou ameaças suicidas ou de comportamento automutilante.
- Instabilidade afetiva devido a uma acentuada reatividade do humor (por ex, episódios de intensa disforia, irritabilidade ou ansiedade geralmente durando algumas horas e raramente mais de alguns dias).
- Sentimentos crônicos de vazio.
- Raiva inadequada e intensa ou dificuldade em controlar a raiva (por ex, demonstrações freqüentes de irritação, raiva constante, lutas corporais recorrentes).
- Ideação paranóide transitória (por ex, sentir-se perseguido) e relacionada ao estresse ou severos sintomas dissociativos (por ex, a despersonalização e processos amnésicos intensos).
OBS: Quero deixar claro que o transtorno de Boderline não é nenhuma FRESCURA, é uma doença séria , só que ela é aberta por dentro, ninguém enxerga, que dói até mais do que se fosse por fora!

Fonte-http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=1438
http://nuncaduvidei.blogspot.com/2009/04/cid-1otranstorno-de-personalidade.html
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