O que é vaginite?
17 mar 2012 Deixe um comentário
em BRASILEIRAS, GENTE, MULHER, RELACIONAMENTOS, SAÚDE, SEXO Tags:COISAS DA VIDA, informação, saúde da mulher, SEXO, vaginite

Vaginite é uma inflamação dos tecidos da vagina. Quando a vulva (camada de pele que recobre a abertura da vagina) também inflama chama-se vulvovaginite.
A vaginite pode ocorrer em mulheres de todas as idades.
Como ocorre?
A vaginite pode ser causada por diversos organismos que infectam a vagina e também por substâncias irritantes, tais como o sabonete ou talco.
Alguns microorganismos que causam a vaginite são sexualmente transmissíveis. São exemplos desses microorganismos que infectam a vagina:
– Um fungo chamado Candida albicans produz um corrimento espesso e esbranquiçado.
– Um protozoário (uma classe de animais microscópicos) denominado Tricomonas vaginalis que causam um corrimento vaginal espumoso e mal cheiroso.
– O crescimento exagerado de uma bactéria que normalmente é encontrada na vagina saudável pode gerar um corrimento mal cheiroso que lembra peixe estragado.
A vaginite também pode ser causada devido ao estresse psicológico, má higiene e vários outros irritantes, incluindo:
– preservativos e diafragmas.
– cremes, espumas e gel espermicida.
– Produtos de higiene íntima, tais como desodorantes íntimos ou talcos.
– Duchas
– Roupas que retém a transpiração tais como meia-calça de nylon e semelhantes.
– Absorventes internos
– Objetos eróticos
– Lesão física da área da vagina.
Às vezes a causa da vaginite é desconhecida.
Quais são os sintomas?
O sintoma principal da vaginite é o excesso de umidade ou um corrimento de aspecto amarelado na vagina. Um tipo de corrimento leitoso é considerado normal em mulheres de todas as idades.
Você também pode perceber:
– Odor desagradável proveniente da vagina.
– Prurido (coceira)
– E ainda uma vulva com aspecto avermelhado, inchada que pode estar dolorida ou coçando.
Se houver dor na região inferior do abdome ou um sangramento menstrual irregular deve-se procurar um médico imediatamente.
Algumas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) podem simular a vaginite. Se manteve relações sexuais sem o uso de preservativos e desenvolveu alguns dos sintomas acima, procure o médico.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico é obtido em exames realizados no consultório e laboratório que podem incluir a análise do corrimento vaginal, exame de urina e diversas culturas.
Como é procedido o tratamento?
Objetivo do tratamento é eliminar os microorganismos ou irritantes que estejam causando os sintomas.
Infecções são tratadas com antibióticos, antifúngicos, cremes ou pomadas bactericidas, comprimidos ou supositórios vaginais. O seu médico pode lhe recomendar a abstinência sexual por um tempo e recomendar o tratamento do seu parceiro sexual de modo a prevenir a reinfecção.
A vaginite que é causada por substâncias irritantes geralmente resolve-se ao serem retirados os agentes agressores. Em alguns casos é necessário adicionar ao tratamento o uso de cremes com corticóides ou com outros hormônios.
Qual a duração dos sintomas?
Os sintomas geralmente diminuem e desaparecem após um dia de tratamento. A infecção diminui em torno de uma semana com o tratamento. É muito importante que se tome a medicação corretamente durante o tempo prescrito, mesmo que os sintomas desapareçam antes, para prevenir a reincidência.
Que cuidados devem ser tomados?
Para diminuir os sintomas:
– Banhe-se com sabonete neutro e água morna (não quente). Passe uma esponja suavemente pela região genital, nunca esfregue.
– Use roupas soltas e roupas íntimas de preferência de algodão e mantenha a área genital seca.
Entre em contato com o seu médico quando houver mudança no aspecto do corrimento em relação a cor, consistência ou volume.
O que pode ser feito para prevenir a vaginite?
– Banhar-se diariamente com sabonete suave e água quente.
– Usar roupas íntimas de algodão, principalmente fazer exercícios físicos.
– Troque a roupa íntima todos os dias.
– Evite usar meia-calça por muito tempo, especialmente em dias quentes e úmidos.
– Use papel higiênico branco sem perfume ou sem outro tipo de tinta que possa causar irritação.
– Evite o uso de produtos de higiene íntima (desodorantes, talcos, etc) e produtos para banho em banheira.
– Evite ducha íntima mais de uma vez ao mês, ela não é necessária.
– Dê preferência aos absorventes sem perfume (normais ou internos).
– Evite espermicidas em suas diversas formas.
Desenvolvido por Phillis G. Cooper, R.N., M.N., e “Clinical Reference Systems”
Copyright 1998 Clinical Reference Systems.

Sensibilidade Feminina
01 set 2011 Deixe um comentário
em SENTIMENTO Tags:ALEGRIA, AMOR, COISAS DA VIDA, sensibilidade feminina, VIDA
Através de estudos científicos, constatou-se que o homem concentra mais as suas atividades cerebrais do lado esquerdo, responsável pela fala, razão e raciocínio lógico. Já no direito ficam guardadas as emoções, a memória afetiva e os rostos conhecidos, especialmente desenvolvidas nas mulheres. Curiosamente, as mulheres conseguem utilizar igualmente os dois lados do cérebro.
Desta forma, quanto mais os dois lados do cérebro são solicitados, maior a conexão entre os dois hemisférios. Essa pode ser uma boa explicação para a sensibilidade e emotividade feminina.
Além disso, a tristeza das mulheres é diferente da dos homens. Em situações extremas, as mulheres ativam uma porção cerebral oito vezes maior que a dos homens. Isto poderia justificar uma maior tendência à depressão no sexo feminino e a hiperatividade característica do sofrimento seguida de um período de baixa geral nas funções cerebrais.
Para mais, essas relações cerebrais são frutos de comportamentos realizados na Idade da Pedra. Segundo estudos antropológicos, os homens das cavernas tinham o hábito de saírem para caçar e deixavam suas mulheres sozinhas dentro das cavidades por um longo período de tempo. Talvez isso, possa justificar toda a influência que a mulher contemporânea tenha recebido das percepções de longas observações detalhísticas que as pré-históricas realizavam.
Desse modo, pode-se pensar que o feminismo diminuiu a força dessas diferenças, ajudando a mulher a competir no mundo externo, protegendo a família, sem se deixar levar pelos apelos do coração.
Mesmo assim, a sensibilidade é um dom que as mulheres possuem e que não precisa ser ignorado ou sublimado. Seja para demonstrar seus sentimentos puros ou simplesmente para cativar a mente dos homens e salvá-los de possíveis transtornos, a mulher deve continuar mantendo aquilo que tem de melhor.
http://nova.abril.com.br/edicoes/422/vida_trabalho/a-favor-da-sensibilidade.shtml
http://mulherespontocom.com.br/?p=64

“A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO”
30 ago 2011 Deixe um comentário
em AMIZADE, AMOR, DIGNIDADE, GENTE, HOMEM, MULHER, RELACIONAMENTOS, RESPEITO, VALORIZAÇÃO Tags:COISAS DA VIDA, COMPORTAMENTO, elisabete cunha, VIDA

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas,quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir aos empregados, por exemplo. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber que você teve que se arrebentar para o fazer… porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição…
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens… Abrir a porta para alguém é muito elegante… Dar o lugar para alguém sentar… é muito elegante… Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma… Oferecer ajuda…. é muito elegante… Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante…
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: – Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irá desfrutá-la.
(Desconheço o autor)
Despedida – Martha Medeiros
30 mar 2011 1 Comentário
em SENTIMENTO Tags:COISAS DA VIDA, MARTHA MEDEIROS, MULHERES, VIDA

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha Medeiros

Grandes e pequenas mulheres…
18 abr 2009 9 Comentários
em AMIZADE, AMOR, DIGNIDADE, DIVULGAÇÃO CULTURAL, HOMEM, MULHER, NATUREZA, PAZ, RELACIONAMENTOS, RESPEITO, SENTIMENTO, SEXO, VALORIZAÇÃO Tags:ALEGRIA AMOR, AMOR, COISAS DA VIDA, MULHERES, RELACIONAMENTOS, VIDA

Há mulheres de todos os gêneros. Histéricas, batalhadoras, frescas, profissionais, chatas, inteligentes, gostosas, parasitas, sensacionais. Mulheres de origens diversas, de idades várias, mulheres de posses ou de grana curta. Mulheres de tudo quanto é jeito. Mas se eu fosse homem prestaria atenção apenas num quesito: se a mulher é do tipo que puxa pra cima ou se é do tipo que empurra pra baixo. Dizem que por trás de todo grande homem existe uma grande mulher. Meia-verdade. Ele pode ser grande estando sozinho também. Mas com uma mulher xarope ele não vai chegar a lugar algum. Mulher que puxa pra cima é mulher que aposta nas decisões do cara, que não fica telefonando pro escritório toda hora, que tem a profissão dela, que o apóia quando ele diz que vai pedir demissão por questões éticas e que confia que vai dar tudo certo. Mulher que empurra pra baixo é a que põe minhoca na cabeça dele sobre os seus colegas, a que tem acessos de carência bem na hora que ele tem que entrar numa reunião, a que não avaliza nenhuma mudança que ele propõe, a que quer manter tudo como está. Mulher que puxa pra cima é a que dá uns toques na hora de ele se vestir, a que não perturba com questões menores, a que incentiva o marido a procurar os amigos, a que separa matérias de revista que possam interessá-lo, a que indica livros, a que faz amor com vontade. Mulher que empurra pra baixo é a que reclama do salário dele, a que não acredita que ele tenha taco pra assumir uma promoção, a que acha que viajar é despesa e não investimento, a que tem ciúmes da secretária. Mulher que puxa pra cima é a que dá conselhos e não palpite, a que acompanha nas festas e nas roubadas, a que tem bom humor. Mulher que empurra pra baixo é a que debocha dos defeitos dele em rodinhas de amigos e que não acredita que ele vá mais longe do que já foi. Se por trás de todo grande homem existe uma grande mulher, então vale o inverso também: por trás de um pequeno homem talvez exista uma mulherzinha de nada.
Martha Medeiros


















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