Pênis – Tamanho é documento?- Tiago Lott
01 mai 2012 Deixe um comentário
em AMIZADE, AMOR, GENTE, HOMEM, MULHER, RELACIONAMENTOS, RESPEITO, SENTIMENTO, SEXO Tags:homem, MULHER, Pênis, RELACIONAMENTOS, SEXO, VIDA

Você já deve ter visto em algum site de sacanagem o seguinte anuncio: “Aumente seu pênis de 3 a 5 centímetros”. Tal propaganda pode ser de cunho enganoso, pois, uma cirurgia só é capaz de aumentar o órgão em até 2 centímetros. Agora, por que o homem se preocupa tanto com o tamanho do pênis? Tamanho é documento?
Pênis: o símbolo universal do poder
Homens sempre competiram entre si. Mostrar saúde e vigor sexual para criar descendentes sempre foi um atrativo muito valorizado pela sociedade. Potencializados em sua masculinidade, o homem se sobrepôs à mulher, e se tornou o detentor do poder familiar e social. O boneco simboliza a disputa entre adolescentes, e acredite, entre adultos também. Segundo Galdino, professor de filosofia da FAI, “o pênis é o símbolo universal do poder”.
Por que o homem é o primata com o maior martelo?
Porque as mulheres possuem um órgão vaginal muito profundo. Quando o homem e a mulher começaram a andar com apenas os dois pés, todo o sêmen depositado direto no útero escorria pelas pernas no momento em que ela se levantava, por isso a mulher tem uma vagina profunda, por isso o caralho do homem é grande.
Outra explicação para o tamanho avantajado do órgão humano segundo o bio-geógrafo Jared Diamond, autor do livro The Third Chimpanzee. O pênis poderia ter um valor de competição por atenção. O que para mim fortalece a tese do pênis ser o “símbolo do poder”
O que fazer se o ferreira for realmente pequeno?
Piroca normal (na ereção mede de 12,5 a 17,5 cm) não é uma dádiva concedia pela mãe natureza a todos os homens. Os pipizinhos existem, fazem do homem motivos de piada, e destroem a auto-estima de seu possuidor. Na grande maioria das vezes o problema não é físico, mas sim, psíquico, o filete tem um tamanho normal, mas seu dono é convicto que seu órgão é defeituoso, neste caso, é melhor procurar um psicólogo.
A casos em que o cabeçudo é pequeno mesmo e a cirurgia para aumentá-lo pode ser a solução, apesar dela só poder acrescentar 2 centímetros. Funciona assim: o cirurgião faz o pênis crescer expondo um pedaço dele que normalmente fica escondido na pélvis.
Outra cirurgia possível é para aumentar o diâmetro do órgão se ele for muito fino, no procedimento é feito enxerto de gordura do próprio corpo do paciente, lacas de colágeno (emprestadas de porcos) ou materiais sintéticos feito com petróleo.
Vamos ao que interessa: Tamanho é documento?
Agora que você já sabe que a pistola é o símbolo universal do poder (você pode não concordar com isso), o porquê do homem ter o maior entre os primatas (a baleia azul é a campeã neste quesito), e por fim, como aumentar um pouco o instrumento. Vamos ao que realmente interessa.
Para tentar fundamentar minha resposta tive que interrogar uma mulher sobre o assunto. Resolvi perguntar a uma amiga que disse: “o que interessa pra mulher é o prazer que o órgão pode proporcionar e não o tamanho ou o apelo visual”. Já para Clarah Averbuck que escreveu um artigo sobre o tema na Revista Super Interessante em 2002, tamanho é documento, sim! “Sem essa de dizer que o que conta para as mulheres são as preliminares. Ou que o prazer feminino depende do envolvimento com o dono do pênis em questão. Claro que tudo isso é importante. Mas a gente, tanto quanto os homens, também gosta de carne. Carne bonita. Muita carne. Se homem gosta de bumbum grande e seios fartos, por que a gente não pode gostar de volumes generosos também?”
Quando comecei a redigindo este artigo me aconteceu um fato atípico que contribuiu para a construção de minha opinião sobre um tema. Um fake me adicionou no MSN, e em uma breve conversa começou a me xavecar, e uma das primeiras perguntas que me foi feita era em em relação ao tamanho do meu pau. Depois de tirar uma onda com a ousadia de um desconhecido gay, percebi que os homossexuais são mais esclarecidos sobre o tema, talvez as mulheres mais reservadas observem o sexo com uma ótica mais romântica, já as mais liberais e independentes não se importam em assumir o interesse no órgão, e os homossexuais (talvez não todos), acham o tamanho da coisa muito importante na hora do sexo.
Com essas informações concluo que tamanho é documento sim, antes ter um órgão avantajado do que um normal, ele eleva a auto estima, o ego, e a auto confiança de seu possuidor. Todos estas vantagens ajudam e muito na vida prática, principalmente sexual.
Entre as mulheres pesquisas já comprovaram que a cabeça de baixo não é o primeira característica masculina observada pelas mulheres, o jeba perde feio para a voz, pernas e ombros masculinos.
Ainda bem que Deus não deu ao homem o livre arbítrio para escolher o tamanho de seus pênis – a competição entre nós seria tão grande que todos escolheriam ser bem dotados. Seria uma competição quase que sem fim, e as mulheres provavelmente recusariam homens que possuíssem genitais gigantes para escolher os normais.
Obs: Utilizei de diversas gírias de épocas e regiões diferentes neste artigo. Aposto que você já utilizou alguma dessas nomenclaturas. Tenha bom humor =p
Fonte-http://www.fazmerir.com
BEAT GENERATION
01 mai 2012 Deixe um comentário
em SENTIMENTO
Para os que gostam de ícones como Bob Dylan, Janes Jopplin, Jim Morrison e The Clash, saibam que os mesmos faziam parte de um movimento com conexões artísticas na fotografia, na pintura e na música denominado de beatnik.
Termo de conotação irônica criado pela mídia que funde a palavra Sputinik, o primeiro satélite artificial soviético, e um acontecimento social e geracional, a geração beat. Um verdadeiro fenômeno coletivo, com atitudes e vestimenta dos beats.
Poesia e música sempre andaram juntas, mas desde o romantismo nunca a ligação foi tão intima. Os autores do movimento realizavam uma ponte do surrealismo beat, com a contracultura da segunda metade da década de 60.
Os autores beats, poetas e prosadores, eram protagonistas de biografias, líderes ou porta-voz dos movimentos sociais. Suas produções simbólicas, suas vidas e os acontecimentos histórico-sociais confundiam-se. Eram personagens de si mesmo, atuando o que escreviam. Enquanto fenômeno de produções autorais foi emblema de mudança na conduta individual e coletiva. Entretanto, não era um movimento semelhante a movimentos como o surrealismo e o paralelismo. Era um movimento constituído por um grupo de amigos antiburgueses que trabalhavam juntos e que, portanto, não era encabeçado por burgueses ou aristocratas.
A amizade era o elemento diferenciador ou definidor, transcendental, sacralizado, sexualizado, biográfico nas aventuras e nas percepções com a lei. Tratava-se de criação coletiva que se promovia juntos. O termo beat faz ainda alusão à batida rítmica do jazz, ou ainda a gíria das ruas novaiorquinas para “ferrado”.
De acordo com o precursor de maior destaque do movimento Beat, Allen Ginsberg, o movimento beat era um movimento literário que designava um grupo de autores que trabalhavam com poesia, prosa e consciência cultural. Ginsberg articulou e formalizou a beat. Sua escrita era típica. Oscilava entre pólos: do mantra ao sexo explícito, do sagrado ao profano, do espiritual ao material. A utopia de Ginsberg era a de uma sociedade harmoniosa, onde coubessem os loucos e, por afinidade, todas as modalidades de contexto estranho. O trânsito entre dois mundos: o da marginalidade e o da cultura erudita.
O legado beat consiste justamente na conquista da liberdade de expressão. Projetar na literatura e fora dela o que o beat escreveu, assim como as conseqências da recepção e da repercussão dentro da obra indissociável do texto. Os autores traziam uma nova visão sobre o desregramento dos sentidos, tendo a vidência como fonte, a exemplo de Rimbaud e o misticismo visionário de Willian Blacke. Os vetores dessa nova visão eram as drogas e a leitura. Nesse sentido, é importante destacar que:
“Desregramento em simbiose com a produção artística e literária não é novidade, historicamente (Willer, 2010: 50)
WILLER, Cláudio. Geração Beat. Porto Alegre, RS: L&PM, 2010 (ColeçãoL&PM Pocket; v.756)

Chute o balde !
30 abr 2012 Deixe um comentário
em SENTIMENTO Tags:AMOR, elisabete cunha, VIDA, VIDA AMOR

AMOR SÓ DE LETRAS – Mário Prata
28 abr 2012 Deixe um comentário
em SENTIMENTO Tags:AMOR SÓ DE LETRAS Mário Prata, CULTURA, elisabete cunha, palavras, VIDA
Conta a história que dom Pedro II casou-se sem conhecer a sua noiva.
Tinha visto um quadro com a cara da princesa. Casamento de interesses políticos lá dos portugueses, fazer o que? E quando a moça chegou no porto do Rio de Janeiro – consta que ele fez uma cara emocionada. Pela feiúra da imperial donzela. Mas casou, era o destino, era a desdita.
Tenho um avô que foi pedir mão da moça e o pai dela disse: – Essa tá muito novinha. Leva aquela.
E ele levou aquela que viria a ser a minha avó. Ah, a outra morreu solteirona.
Quando aconteceu o grande boom da imigração japonesa, alguns anos depois, familiares que lá ficaram mandavam noivas para os que cá aportaram.
Tudo no escuro. E de olhinhos fechados, ainda por cima.
De uns tempo para cá, o conceito da escolha foi mudando. Até ir para a cama antes, valia. Ficava-se antes.
Só que agora, finzinho do finzinho do século, surgiu um outro tipo de casamento. O casamento de letras. Letras de textos. O texto – finalmente, digo eu, escritor – virou casamenteiro. Apaixona-se, hoje em dia, pelo texto. Via internet. Via cabo, literalmente.
Conheço quatro casos bem próximos. Gente que desmanchou o casamento de carne e osso por uma aventura no mundo das letras.
Claro que estou me referindo aos encontros via Internet. Começa no chat, com o texto. Gostou do texto, leva para o reservado. E lá, rola. Eu mesmo já me envolvi perdidamente por dois textos belíssimos. Moças de vírgulas acentuadas, exclamações sensuais e risos de entortar qualquer coração letrado ou iletrado.
Sim, pela primeira vez nesta nossa humanidade já tão velhinha, as pessoas estão se conhecendo primeiramente pela palavra escrita. E lida, é claro.
Já disse, isso envaidece qualquer escritor. Agora, o texto pode levar ao amor. Uma espécie de amor-de-texto, amor-de-perdição.
A relação, o namoro, começa ali no monitor. Você pode passar algumas horas, dias e até semanas sem saber nada da outra pessoa. Só conhece o texto dela.
E é com o texto que vai se fazendo o charme. Você ainda não sabe se a pessoa é bonita ou feia, gorda ou magra, jovem ou velha. E, se não for esperto, nem se é homem ou mulher. Mas vai crescendo uma coisa dentro de você. Algo parecidíssimo com amor. Pelo texto.
Pouco a pouco, você vai conhecendo os detalhes da pessoa. Idade, uma foto, a profissão, a cor. Inclusive onde mora. Sim, porque às vezes você está levando o maior lero com o texto amado e descobre que ele vem lá da
Venezuela. Ou do Arroio Chuí.
Mas se o texto for bom mesmo, se ele te encanta de fato e impresso, você vai em frente. Mesmo olhando para aquela fotografia – que deve ser a melhor que ela tinha para te escanear (ou seria sacanear, me perdoando o trocadilho fácil) você vai em frente. “Uma pessoa com um texto desses…”
A tudo isso o bom texto supera.
Quando eu ouvia um pai ou mãe dizendo “meu filho fica horas na Internet”, todo preocupado, eu também ficava. Até que, por força do meu atual trabalho, comecei a navegar pela dita suja.
E descobri, muito feliz da vida, que nunca uma geração de jovens brasileiros leu e escreveu tanto na vida. Se ele fica seis horas por dia ali, ou ele está lendo ou escrevendo. E mais conhecendo pessoas. E amando essas pessoas.
Jamais, em tempo algum, o brasileiro escreveu tanto. E se comunicou tanto. E leu tanto. E amou tanto.
No caso do amor ali nascido, a feitura, o peso, a cor, a idade ou a nacionalidade não importam. O que é mais importante é o texto. O texto é a causa do amor.
Quando comecei a escrever um livro pela internet, muitos colegas jornalistas me entrevistavam (sempre a mim e ao João Ubaldo) perguntando qual era o futuro da literatura pela Internet.
Há quatro meses atrás eu não sabia responder a essa pergunta. Hoje eu sei e tenho certeza do que penso: – Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil. E muita gente vai se apaixonar pelo texto e no texto.
Existe coisa melhor para um escritor do que concluir uma crônica com isso?
Como diria Shakespeare, palavras, palavras, palavras.
Como diria Pelé, love, love, love…
SEXO : Ejaculação Precoce – Dráuzio Varela
20 abr 2012 2 Comentários
em AMIZADE, AMOR, DIGNIDADE, GENTE, HOMEM, MULHER, RELACIONAMENTOS, RESPEITO, SAÚDE, SENTIMENTO, SEXO Tags:Drauzio Varela, Ejaculação precoce, médico, MULHER, RELACIONAMENTOS, SEXO

Considera-se precoce a ejaculação que ocorre logo após a penetração ou até mesmo antes, sem que o homem tenha controle desse esse evento.
Para caracterizar o distúrbio, é preciso que o episódio se repita com frequência e o homem não consiga satisfazer a parceira em pelo menos 50% das relações. Em certos casos, o descompasso é provocado pelo fato de a mulher necessitar de mais tempo para atingir o orgasmo. Muitas vezes, nem o próprio paciente sabe dizer quanto tempo leva para ejacular, mas as pesquisas indicam que o homem sem problemas leva, em média, de dois a quatro minutos.
Causas
A principal causa da ejaculação precoce é a ansiedade. Embora parte dos indivíduos consiga controlá-la durante o ato sexual, a grande maioria dos ejaculadores precoces é ansiosa. O problema é que quanto mais repetidas forem essas ejaculações, mais ansiosos eles ficam, mais adrenalina produzem e mais rápido ejaculam. Em alguns casos, a ansiedade é tanta que acabam desenvolvendo algum tipo de disfunção erétil.
Nenhuma teoria sobre as causas orgânicas da ejaculação precoce foi comprovada. Sabe-se, porém, que algumas doenças neurológicas podem provocar o distúrbio.
Prevalência
A ejaculação precoce é comum na adolescência. A falta de experiência, o medo do mau desempenho ou de que alguém apareça de repente, entre outros fatores, criam um estado de ansiedade que acelera o momento da ejaculação. A tendência é o problema desaparecer à medida que são superados esses obstáculos.
A ejaculação precoce secundária pode acometer homens de qualquer idade, com tempo de ejaculação normal, mas que por algum motivo se tornaram mais ansiosos.
Diagnóstico
O diagnóstico é clínico e depende do levantamento criterioso da história do paciente. na maioria dos casos, a principal queixa é a dificuldade de satisfazer a companheira.
Tratamento
O tratamento inclui psicoterapia e/ou o uso de antidepressivos (inibidores seletivos de recaptação da serotonina), que aumentam a quantidade de serotonina no cérebro. O que se espera é que ele seja eficaz para baixar o nível de ansiedade e aprender a controlar a resposta ejaculatória.
Nesse processo, é muito importante contar com a ajuda de uma parceira cooperativa.
Recomendações
* Não se acanhe se tiver ejaculação precoce e procure a ajuda de um especialista para resolver o problema. A terapia sexual costuma dar bons resultados;
* Esteja aberto para o tratamento psicoterápico. Além de ajudar a resolver a causa do problema, ele envolve a participação da companheira, o que repercute na melhora do relacionamento;
* Saiba que o orgasmo simultâneo é raro. O que importa, realmente, é que os parceiros se satisfaçam com a relação sexual, cada um a sua maneira e no seu tempo;
* Considere a conveniência do uso prolongado dos antidepressivos, pois o problema costuma voltar, quando o tratamento é suspenso.
Fonte-http://drauziovarella.com.br



















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